O sol da manhã entrou pelas cortinas entreabertas do quarto 804, jogando listras de luz no chão bagunçado — o vestido vermelho rasgado de Talita num canto, a calcinha preta ainda no bolso da minha calça jeans, taças de vinho vazias na mesinha. Eu acordei com uma dor leve na cabeça, o corpo pesado de vinho e sexo, o peito malhado marcado por arranhões vermelhos que queimavam quando me mexi. Aos 42 anos, eu já tinha tido noites selvagens, mas nada como o que Talita fez comigo ontem — ela tomou o controle, me destruiu na cama, e agora o silêncio do quarto parecia gritar o que eu não queria encarar.
Olhei pro lado, e ela não tava ali. A porta divisória entre o 804 e o 805 tava entreaberta, o som de água correndo vindo do banheiro dela. Levantei da cama, o colchão rangendo sob meu peso, e esfreguei o rosto, tentando juntar os pedaços da noite. Os gemidos dela — "Vai, porra, me faz gozar!" —, o jeito que me virou de bruços, as unhas cravando na minha pele, tudo voltava em flashes que me deixavam duro de novo, mesmo com a ressaca batendo. "Caralho, o que eu fiz?" murmurei pra mim mesmo, pegando a camisa polo preta do chão e vestindo com movimentos lentos.
Fui até a porta divisória, o coração na garganta, e bati de leve. "Talita, tá aí?" chamei, a voz rouca de sono e álcool. O som da água parou, e ela respondeu, animada como sempre: "Tô, tio! Acabei de sair do banho, entra aí!" Abri a porta, e o quarto 805 tava tão bagunçado quanto o meu — a mala dela aberta na cama, roupas jogadas, os óculos grandes na cômoda. Ela saiu do banheiro enrolada numa toalha branca, o cabelo molhado pingando nos ombros, a pele morena brilhando com gotas d’água. A toalha mal cobria as coxas, os seios firmes pressionando o tecido, e o sorriso sapeca já tava no rosto, como se a noite passada fosse só o começo.
"Bom dia, tio açúcar", disse ela, ajustando a toalha com um movimento que fez o pano subir mais, revelando a curva da bunda. "Dormiu bem depois de ontem?" O tom dela era provocador, os olhos castanhos me encarando por trás das mechas molhadas, e eu senti o calor subindo pelo pescoço. "Dormi o que deu, né? Você me acabou", respondi, rindo baixo pra disfarçar o peso no peito. Ela riu alto, jogando o cabelo pra trás, e foi até a mala, deixando a toalha escorregar um pouco enquanto pegava uma roupa.
"Você aguentou direitinho, tio. Mas hoje tem mais trabalho, né? A reunião com o cliente é às 10h", disse ela, puxando uma saia lápis cinza e uma blusa branca da mala. Eu assenti, encostando na parede, os braços cruzados no peito. "É, vamos ver como a equipe rodou as ideias que mandamos ontem. Se der certo, o cliente libera a campanha hoje mesmo." Ela virou pra mim, a toalha caindo mais um pouco, quase mostrando tudo, e sorriu. "Vai dar certo, eu que fiz, lembra? Agora sai daí que eu vou me trocar, ou você quer ficar olhando de novo?"
Eu ri, mas o tesão misturado com a culpa me acertou em cheio. "Vou tomar um banho também, nos vemos em 20 minutos pra descer", falei, voltando pro meu quarto e fechando a porta divisória atrás de mim. No chuveiro, a água quente caiu no meu corpo, os arranhões ardendo, e eu tentei lavar a noite passada — mas não dava. Ela tava na minha cabeça, no meu sangue, a namorada do meu sobrinho, minha estagiária, agora minha perdição. Vesti uma camisa social azul-escura e uma calça preta, ajeitei o cabelo careca no espelho e respirei fundo, me preparando pro dia.
Quando bati na porta dela de novo, ela abriu, radiante como sempre. A saia lápis cinza abraçava os quadris, a blusa branca com os dois primeiros botões abertos mostrando o sutiã bege, o cabelo solto ainda úmido caindo nos ombros. Os óculos grandes tavam no lugar, o batom rosa claro de volta, e o salto baixo clicava no chão. "Tá bonito, tio", disse ela, passando por mim pro corredor, o quadril roçando no meu braço de leve enquanto ia. "Você também, Talita. Vamos?" retruquei, o coração acelerando de novo.
Descemos pro café da manhã no restaurante do hotel, o mesmo lugar onde ela me entregou a calcinha na mesa ontem. Peguei um café preto e um pão com manteiga, ela foi de suco de laranja e um croissant, sentando de frente pra mim com as pernas cruzadas, a saia subindo um pouco nas coxas. "Tô orgulhosa de ontem, sabe?", disse ela, mordendo o croissant devagar, os lábios brilhando com o suco. "A campanha e... o resto." O olhar dela por cima das lentes me fez engolir seco, e eu assenti, tentando manter o tom profissional. "Você foi incrível, nos dois sentidos. Mas hoje é foco no cliente, hein?"
Ela riu, inclinando o corpo pra frente, a blusa abrindo mais. "Foco no cliente, mas não vou te deixar esquecer de mim, tio açúcar", sussurrou, o pé dela roçando na minha canela sob a mesa como no jantar. Eu respirei fundo, o celular vibrando no bolso com uma mensagem da Camila: "Ideias rodando desde ontem, reels já subiram, engajamento tá subindo rápido. Cliente vai amar." Mostrei pra Talita, e ela bateu palminhas, o sorriso largo. "Viu, tio? Eu mando bem!"
Saímos pro cliente às 9h30, o táxi cortando o trânsito caótico de São Paulo. Na reunião, os números da noite anterior impressionaram — a hashtag #VivaSeuEstilo já tava nos trends, os influencers entregando, o impulsionamento funcionando. O gerente, que ontem tava com cara de poucos amigos, abriu um sorriso raro. "Vocês viraram o jogo em menos de 24 horas. Campanha liberada." Talita brilhava do meu lado, anotando tudo, mas o pé dela roçava no meu sob a mesa de novo, um lembrete silencioso de quem tava no comando.
Voltamos pro hotel ao meio-dia, o trabalho feito, o cliente feliz, mas a tensão entre a gente só crescia. No elevador, ela ficou do meu lado, o cheiro de baunilha me envolvendo, o silêncio pesado. "Tio, a gente arrasou de novo", disse ela, os olhos me desafiando. "E agora?" Eu respirei fundo, a porta do elevador abrindo no oitavo andar, os quartos conjugados nos esperando. "Agora a gente vê o que sobra do dia", respondi, sabendo que o "sobra" era ela, e que o controle que eu perdi ontem não ia voltar tão cedo.
O elevador abriu no oitavo andar, e o silêncio do corredor parecia amplificar o som dos nossos passos no carpete. Talita caminhava na minha frente, a saia lápis cinza marcando os quadris, a blusa branca balançando com cada clique do salto baixo. A reunião com o cliente tinha sido um sucesso, a campanha liberada, e agora tínhamos o resto do dia livre — o voo de volta pra Florianópolis só sairia amanhã à tarde. Meu peito tava apertado, a noite passada ainda pulsando na minha pele, os arranhões dela ardendo sob a camisa social azul-escura. Ela parou na porta do 805, virou pra mim com o sorriso sapeca e disse: "Tio açúcar, o que a gente faz agora?"
Eu encostei na parede do corredor, os braços cruzados no peito malhado, tentando manter a cabeça no lugar. "O dia tá livre. Podemos descansar, trabalhar mais um pouco, ou..." Parei, sem saber como terminar, porque o olhar dela por cima das lentes já tava me puxando pra outro lugar. Ela riu baixo, ajustando os óculos com o mindinho, e inclinou a cabeça. "Ou aproveitar o hotel, né? Tô pensando na piscina do rooftop. O recepcionista disse que quase ninguém usa, e eu tô precisando relaxar depois de ontem." O tom dela era casual, mas o jeito que mordeu o canto do lábio me fez engolir seco.
"Piscina parece bom", respondi, a voz rouca de quem sabia que "relaxar" com ela era impossível. "Mas eu não trouxe sunga." Ela riu alto, jogando o cabelo solto pra trás, e abriu a porta do quarto dela. "Eu também não trouxe biquíni, tio. Vamos comprar! Tem uma loja aqui perto, vi no caminho pro cliente." Antes que eu pudesse argumentar, ela já tava dentro, pegando a bolsa e me chamando com um aceno. "Vem, vai ser rápido!"
Descemos pro lobby, pegamos um táxi e em dez minutos estávamos numa loja pequena a duas quadras do hotel — vitrines cheias de roupas de banho, óculos de sol e acessórios. Eu escolhi uma sunga preta simples, discreta, algo que não chamasse atenção, mas Talita tinha outros planos. Ela passou pelos cabides com um brilho nos olhos, os dedos pequenos correndo pelos tecidos até parar num biquíni minúsculo — vermelho, duas tiras finas de tecido que mal cobriam o essencial, com detalhes de amarração nas laterais. "O que acha, tio?" perguntou ela, segurando o biquíni na frente do corpo, o sorriso sapeca gritando provocação.
"Caralho, Talita, isso é quase nada", murmurei, o calor subindo pelo pescoço, mas ela riu e foi pro caixa. "Exatamente, tio açúcar. Quero te deixar louco na piscina." Paguei a sunga, ela pagou o biquíni, e voltamos pro hotel em silêncio, o táxi parecendo pequeno demais com ela do meu lado, a bolsa no colo e o olhar me desafiando pelo canto do olho.
No quarto 804, troquei a roupa pela sunga rápido, o tecido preto justo no corpo malhado, os arranhões dela ainda visíveis no peito e nas costas. Bati na porta divisória, e Talita abriu do outro lado, já pronta. Meu Deus, ela tava um crime. O biquíni vermelho era ainda menor no corpo dela — o topo mal cobria os seios firmes, os mamilos marcando o tecido fino, e a parte de baixo era uma tira minúscula que abraçava os quadris, as amarrações laterais penduradas nas coxas morenas como um convite. O cabelo solto caía nos ombros, os óculos grandes no lugar, e ela girou devagar, a bunda redonda quase inteira à mostra, o vermelho gritando contra a pele bronzeada. "Tá bom pra piscina, tio?" perguntou, a voz doce carregada de malícia.
"Tá bom pra me matar", respondi, a voz grossa, e ela riu, pegando uma canga na mala e amarrando na cintura — mas o tecido leve não escondia nada, só aumentava o jogo. Subimos pro rooftop no elevador, ela encostada na parede do meu lado, o cheiro de baunilha me envolvendo, o silêncio pesado de expectativa. Quando as portas abriram, o rooftop era um oásis vazio — uma piscina retangular de borda infinita, o céu de São Paulo ao fundo, algumas espreguiçadeiras espalhadas e ninguém além de nós. O sol da tarde batia na água, o calor subindo do chão de pedra.
Talita jogou a canga numa cadeira, os óculos na mesinha ao lado, e correu pra piscina, mergulhando com um grito animado. A água espirrou, o biquíni vermelho brilhando enquanto ela nadava até a borda, o cabelo molhado grudando no rosto. "Vem, tio açúcar!" chamou ela, apoiando os braços na borda, os seios quase pulando pra fora do top minúsculo. Eu tirei a camisa, a sunga marcando o corpo, e mergulhei, a água fria um choque bem-vindo contra o calor que ela me causava.
Nadei até ela, parando a poucos centímetros, a água batendo no peito enquanto ela me encarava, os olhos castanhos brilhando sem os óculos. "Tá quase vazio aqui, né? Só eu e você", disse ela, a voz baixando, e se aproximou, as pernas roçando nas minhas debaixo d’água, o biquíni minúsculo escorregando um pouco nos quadris. Ela levantou uma mão, pingando água no meu rosto, e riu, nadando pra trás pra me provocar. "Pega se puder, tio!"
Eu fui atrás, o jogo começando, e quando a alcancei perto da borda, ela se virou rápido, as mãos no meu peito, as unhas roçando os arranhões de ontem. "Você é lento, hein", sussurrou ela, a boca perto da minha, a água escorrendo pelos lábios enquanto me puxava pra mais fundo, as coxas morenas se enroscando nas minhas pernas. O biquíni vermelho tava escorregando mais, o top subindo e quase mostrando tudo, e ela sabia — o olhar dela era puro fogo, a provocação no auge.
Ela me empurrou contra a borda, o corpo pequeno pressionando o meu, os seios roçando no meu peito enquanto a água nos envolvia. "Quase ninguém usa essa piscina, tio açúcar. A gente podia fazer o que quisesse aqui", disse ela, a voz rouca, uma mão descendo pela minha barriga até a sunga, os dedos roçando por cima do tecido enquanto eu gemia baixo, o tesão explodindo de novo. "Talita, porra", murmurei, as mãos indo pra cintura dela, mas ela riu, nadando pra trás de novo, o biquíni vermelho um borrão na água enquanto me deixava ali, duro e sem ar.
Ela subiu na borda, o corpo pingando, o biquíni colado na pele, e se deitou numa espreguiçadeira, as pernas abertas de leve, o sol batendo no vermelho que mal a cobria. "Vem me pegar aqui, tio", chamou ela, o tom mandando, o sorriso sapeca me chamando pro próximo round. Eu saí da água, o corpo malhado molhado, a sunga marcando tudo, e sabia que o resto do dia no hotel ia ser mais um teste que eu não ia passar.
O rooftop do hotel tava silencioso, o sol da tarde batendo na piscina de borda infinita e refletindo no biquíni vermelho de Talita, que brilhava molhado contra a pele morena dela. Ela tava deitada na espreguiçadeira, as pernas entreabertas, o tecido fino do biquíni escorregando nos quadris enquanto pingava água no chão de pedra. Eu saí da piscina, a sunga preta colada no corpo malhado, os arranhões dela ainda ardendo no peito, o tesão pulsando nas veias enquanto me aproximava. "Vem me pegar aqui, tio", disse ela, o tom mandando, o sorriso sapeca me puxando como um ímã.
Parei na frente dela, a água escorrendo do meu corpo, o sol quente secando a pele enquanto ela me encarava, os olhos castanhos brilhando sem os óculos, que tavam jogados na mesinha ao lado. "Você tá brincando com fogo, Talita", murmurei, a voz grossa, as mãos coçando pra tocar ela. Ela riu baixo, esticando uma perna pra roçar o pé na minha coxa, a unha pintada de vermelho subindo devagar até o cós da sunga. "Eu sou o fogo, tio açúcar. E você tá adorando se queimar", retrucou ela, sentando na espreguiçadeira, o biquíni subindo mais nos seios, quase mostrando tudo.
O rooftop tava deserto — só o som da água batendo leve na borda e o vento quente de São Paulo ao fundo. Ela sabia disso, e usava cada segundo pra me desmontar. "Ninguém vem aqui, né? Só eu e você", disse ela, levantando da espreguiçadeira num movimento lento, o biquíni vermelho escorregando mais nos quadris, as amarrações laterais balançando contra as coxas morenas. Ela deu um passo pra mim, o corpo pingando, o cheiro de cloro misturado com baunilha me acertando em cheio, e pressionou os seios no meu peito, os mamilos duros marcando o tecido fino contra minha pele.
"Talita, porra", gemi baixo, as mãos indo instintivamente pra cintura dela, os dedos apertando a carne macia enquanto ela ria, a boca perto da minha, o hálito quente me provocando. "Shh, tio, eu mando hoje", sussurrou ela, empurrando meu peito com as mãos pequenas até me fazer sentar na espreguiçadeira. Ela subiu em cima de mim, as coxas grossas me prendendo, o biquíni minúsculo roçando na sunga enquanto se ajeitava, o calor dela me engolindo mesmo com o tecido entre nós.
Ela agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás com uma força que me fez grunhir, e mordeu meu pescoço, os dentes cravando na pele enquanto chupava, deixando uma marca que eu sabia que ia durar dias. "Você é meu, tio açúcar", murmurou ela, a voz rouca de tesão, descendo a boca pro meu peito, lambendo os arranhões de ontem enquanto eu tremia sob o peso dela. O biquíni tava escorregando mais, o top subindo até mostrar os seios inteiros, os mamilos castanhos duros sob o sol, e ela não fez nada pra consertar — queria que eu visse, que eu perdesse o resto do juízo.
"Talita, alguém pode aparecer", murmurei, o coração na garganta, mas ela riu, os olhos brilhando de malícia enquanto desamarrava uma das laterais do biquíni de baixo, a tira caindo na espreguiçadeira, deixando um lado da coxa e do quadril nu. "Que apareça, tio. Quero que vejam como eu te fodo", disse ela, a mão descendo pra sunga, os dedos entrando por baixo do cós e apertando firme, me fazendo gemer alto enquanto o mundo girava.
Ela tomou o controle total ali, na piscina, sob o sol de São Paulo. Montou em mim com mais força, o biquíni de baixo agora só de um lado, o tecido fino roçando enquanto rebolava devagar, o calor molhado dela me torturando por cima da sunga. "Você quis isso desde a festa, né? Me vendo dançar, me ouvindo com o Lucas", sussurrou ela, a boca no meu ouvido, os dentes mordendo o lóbulo enquanto acelerava o ritmo, os seios balançando livres na minha cara. Eu agarrei a bunda dela, apertando com força, mas ela bateu nas minhas mãos, rindo. "Eu mando, porra. Só toca quando eu deixar."
O som da água na piscina era o único fundo pros gemidos dela, que subiam altos, roucos, como na noite passada — "Isso, tio, me sente!" — enquanto me cavalgava na espreguiçadeira, o metal rangendo sob o peso dos dois. O biquíni vermelho tava caindo aos pedaços, o top enrolado no pescoço, a parte de baixo pendurada num lado só, e ela não parava, as coxas tremendo enquanto me levava ao limite. "Goza pra mim, tio açúcar, agora", ordenou ela, os olhos fixos nos meus, as unhas cravando no meu peito de novo, e eu não aguentei — explodi ali, na sunga, o corpo convulsionando enquanto ela ria, satisfeita, o poder inteiro nas mãos dela.
Ela desceu de mim, o biquíni desfeito, e mergulhou na piscina de novo, nua agora, o vermelho boiando na água como uma bandeira de vitória. "Vem, tio, me pega de novo", chamou ela, nadando até a borda, o corpo moreno brilhando molhado enquanto me encarava, os cabelos grudados no rosto. Eu levantei, a sunga molhada e apertada, o peito subindo e descendo, e mergulhei atrás dela, sabendo que o rooftop vazio era o palco perfeito pra ela me destruir mais uma vez.
Na água, ela me puxou pra borda infinita, as mãos no meu pescoço, as pernas se enroscando na minha cintura enquanto me beijava, a língua quente invadindo minha boca, os dentes mordendo meu lábio até sangrar um pouco. "Você é meu, tio, não esquece", sussurrou ela, a voz tremendo de tesão, e me pressionou contra a borda, o corpo nu dela colado no meu, a água nos envolvendo enquanto o sol descia no céu de São Paulo. O biquíni vermelho flutuava perdido na piscina, e eu sabia que o resto do dia ia ser dela — inteiramente dela.
O sol tava baixando no horizonte de São Paulo, o céu tingido de laranja e roxo enquanto a piscina do rooftop refletia as cores, a água calma contrastando com o fogo que queimava entre mim e Talita. Ela tava na borda infinita, o corpo nu pingando, o biquíni vermelho perdido boiando em algum canto da piscina. As coxas morenas tavam abertas, as mãos apoiadas na pedra enquanto me encarava, os olhos castanhos brilhando de tesão e poder, o cabelo molhado grudado no rosto. "Vem, tio açúcar, me pega de novo", disse ela, a voz rouca cortando o silêncio do rooftop vazio.
Eu nadei até ela, o corpo malhado cortando a água, a sunga preta ainda colada na pele, o coração batendo forte no peito. Parei na frente dela, a borda infinita me segurando enquanto ela abria mais as pernas, a pele bronzeada brilhando molhada, o calor dela me chamando. "Você quer me matar, né?" murmurei, as mãos subindo pras coxas dela, os dedos apertando firme enquanto ela ria baixo, inclinando o corpo pra trás. "Quero te ver me chupar, tio. Com vontade", ordenou ela, o tom mandando, os olhos me desafiando enquanto uma mão puxava meu cabelo, me guiando pra baixo.
Eu não resisti — nunca resistia a ela. Beijei a parte interna da coxa, os lábios roçando a pele quente e molhada, subindo devagar enquanto ela gemia baixo, as unhas cravando na minha nuca. "Isso, tio, vai", sussurrou ela, a voz tremendo de antecipação, e eu cheguei onde ela queria, a boca encontrando o calor dela, o gosto do cloro da piscina misturado com o doce que era só dela. Chupei com vontade, a língua explorando cada pedaço, os dentes mordendo leve enquanto ela se contorcia na borda, o corpo pequeno tremendo sob meu toque.
"Porra, tio, assim!" gritou ela, alto o suficiente pra ecoar no rooftop vazio, as coxas apertando minha cabeça enquanto eu acelerava, as mãos segurando a bunda dela pra puxar mais pra mim. Ela tava molhada, quente, o corpo inteiro pulsando enquanto eu lambia com força, chupando o clitóris com uma fome que me consumia tanto quanto a ela. Os gemidos dela subiam, roucos e selvagens como na noite passada — "Vai, caralho, me faz gozar!" —, e eu obedeci, a língua mergulhando fundo, os lábios apertando enquanto ela arqueava as costas, os seios firmes apontando pro céu.
Ela gozou na minha boca num grito que cortou o ar, o corpo convulsionando na borda infinita, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça enquanto eu sentia o gosto dela explodir na minha língua, quente e intenso. "Tio, porra!", gemeu ela, as mãos puxando meu cabelo com força enquanto caía pra trás, ofegante, o suor misturado com a água da piscina escorrendo na pele morena. Eu levantei o rosto, os lábios molhados dela, o peito subindo e descendo enquanto ela me encarava, o sorriso sapeca voltando devagar. "Você é bom nisso, hein, tio açúcar", disse ela, a voz ainda rouca, uma perna pendurada na borda enquanto se recuperava.
Eu subi na borda do lado dela, a sunga apertada e molhada, o corpo quente apesar da água fria. "Você que me faz ser", retruquei, rindo baixo, o gosto dela ainda na minha boca enquanto o sol terminava de se pôr. Ela se levantou, nua e sem vergonha, o biquíni vermelho esquecido na piscina, e pegou a canga na espreguiçadeira, amarrando na cintura com um nó frouxo. "Vamos curtir a noite em São Paulo, tio. Tô com energia ainda", disse ela, os olhos brilhando, o comando dela intacto mesmo depois de gozar.
Tomamos um banho rápido nos quartos — separados dessa vez, pra trocar de roupa —, e às 19h estávamos no lobby. Eu vesti uma camisa polo preta e uma calça jeans, o corpo malhado marcado pelo tecido, os arranhões dela escondidos mas pulsando na pele. Talita apareceu como um furacão — um vestido preto curtinho, soltinho nas coxas mas justo nos seios, sem sutiã de novo, os mamilos marcando o tecido fino, salto alto e os óculos grandes no lugar, o batom vermelho renovado. "Tá pronto pra mim, tio?" perguntou ela, passando o braço no meu, o cheiro de baunilha me envolvendo enquanto saíamos do hotel.
Pegamos um táxi pra Vila Madalena, o bairro boêmio de São Paulo, as ruas cheias de luzes, bares e gente. Ela escolheu um bar com mesas na calçada, música ao vivo rolando, e pediu duas caipirinhas de limão. Sentamos do lado de fora, o ar quente da noite nos envolvendo, e ela cruzou as pernas, o vestido subindo nas coxas morenas enquanto me encarava por cima da taça. "Hoje foi perfeito, né? Trabalho, piscina, e agora isso", disse ela, tomando um gole, o líquido escorrendo um pouco no canto da boca antes de limpar com o dedo e chupar, o gesto me levando de volta pro rooftop.
"Perfeito e perigoso", respondi, rindo, a caipirinha gelada na mão enquanto o som de um violão enchia o ar. Ela inclinou o corpo pra mim, a blusa abrindo um pouco, o pé roçando na minha canela sob a mesa. "Eu sou o perigo, tio açúcar. E você ama", sussurrou ela, os olhos me desafiando enquanto a noite caía, as luzes da cidade refletindo no batom vermelho. Brindamos, as taças tilintando, e eu sabia que ela tava certa — o dia na piscina, a boca dela na minha, a noite que ainda prometia mais, tudo era ela, e eu tava perdido no fogo que ela acendia.
Curtimos o bar até tarde, rindo, bebendo, o álcool soltando a gente ainda mais. Ela dançou um pouco na calçada quando a banda tocou um samba, o vestido balançando nas coxas, o corpo pequeno girando como na festa do Lucas, e eu só olhava, o tesão e a culpa brigando no peito. Voltamos pro hotel depois da meia-noite, o elevador subindo em silêncio, ela encostada no meu ombro, o calor do corpo dela me queimando. "Amanhã a gente volta, tio, mas hoje ainda é meu", disse ela, a voz baixa, e eu sabia que o quarto 804 ia pegar fogo de novo antes do voo.