O dia em que meu Irmão me fez atiçar nosso vizinho

Um conto erótico de Alice
Categoria: Heterossexual
Contém 3371 palavras
Data: 01/04/2025 23:59:29
Última revisão: 02/04/2025 23:47:04

Gente, sumi uns dias, mas voltei.Voltei com um textão... Minha vontade de contar essas loucuras para vocês está cada vez maior. Quando começo a me lembrar de algumas coisas, relembro até os pensamentos que eu tinha naqueles instantes com muita nitidez (mas também nem faz tanto tempo assim). O que contei até agora foi apenas o início de tudo. Vocês não imaginam as coisas que o Gabriel me convenceu (às vezes até meio forçada) a fazer. Vou contando aos poucos; hoje contarei parte de umas coisas que envolve um ex-vizinho nosso.

***

Para compreender melhor o que vou contar aqui, só lendo como tudo começou... Especialmente o último relato.

***

Depois daquela primeira vez em que fiz sexo oral no Gabriel, muita coisa mudou entre a gente. A intimidade aumentou de um jeito que eu nem sabia que era possível. Além dos beijos e das pegações, a gente começou a conversar sobre tudo. Coisas que eu nunca imaginei que falaria com ele. O Gabriel me contava cada vontade que tinha, cada fantasia... tem umas coisas que ele falou que até hoje me dá vergonha só de lembrar. Quem sabe, em outro momento, eu conto direitinho para vocês, mas, por enquanto, fica só no imaginário. rs

Nos dias seguintes, eu fiquei muito safada, vocês não fazem ideia. Tipo, muito meeesmo. Perdi completamente a vergonha na cara. Comecei a passar a maior parte do tempo sem calcinha e só de camiseta, mal cobria minhas coxas. Eu fazia isso de propósito, só para torturar o Gabriel. Cheguei ao ponto de aparecer pelada no quarto dele à noite e ficar provocando-o. Ele ficava todo desconfortável (na verdade, ele fingia estar desconfortável, hoje tenho isso bem claro na minha cabeça), mas ao mesmo tempo com aquela cara de safado que só ele sabe fazer. Eu me esfregava nele, provocava, e, claro, quase sempre acabava com ele me mandando fazer um boquete. E eu... bem, eu não resistia. Era como se eu estivesse presa naquela dinâmica, entendem? Eu sabia que era errado, mas a excitação e a curiosidade eram maiores que qualquer culpa.

Por outro lado, apesar de toda essa intimidade, tinha uma coisa que me deixava completamente frustrada: na maior parte do tempo, o Gabriel me tratava com uma indiferença que me deixava louca. Sendo bem sincera, acho que ele só me dava atenção quando queria gozar (possivelmente esse era o motivo que eu o provocava tanto). Era como se eu fosse só um brinquedo para ele, sei lá...! Nisso, eu ficava o dia todo provocando, me esfregando nele, e ele mal me tocava. Quando eu insinuava que queria mais, ele só dava aquela risadinha safada e falava:

— Calma, Lili, eu não posso fazer essas coisas com você, senão não consigo parar.

Eu, apesar de ter muito medo e insegurança de tudo aquilo, queria que ele fosse além, não parasse mesmo, que me tocasse de verdade, que fizesse em mim o que eu fazia nele. Cheguei a falar explicitamente que tinha vontade, que queria sentir ele em mim, mas sempre acabávamos nos boquetes, ou ele gozando nas minhas coxas. Era sempre eu fazendo nele, e ele nunca em mim. Isso me deixava com uma mistura de raiva e tesão, como se eu estivesse presa num jogo que eu não sabia como ganhar. Mas algo novo aconteceu...

Numa certa noite, aconteceu uma coisa que mudou a dinâmica daqueles dias. Eu me levantei para pegar água na cozinha e, quando menos esperava, percebi que o vizinho estava na sacada dele. Ele me viu, e eu senti que ele "me notou". Não foi só um olhar rápido, não. Ele parou, ficou me encarando, e eu... bem, eu não consegui me mover, nem olhar de volta. Fiquei ali, parada, fingindo que não estava vendo-o, sentindo aquele frio na barriga misturado com uma excitação que eu não conseguia explicar. Quando finalmente me mexi, levantando a cabeça, ele desligou a luz e foi para dentro, mas eu sabia que ele tinha me visto.

No dia seguinte, contei tudo para o Gabriel. Ele ficou com aquele sorriso safado. Na hora, soube que ele já imaginou mil coisas... como se já estivesse planejando alguma safadeza ou maldade. Ele começou a falar sobre como o vizinho devia ter ficado louco de tesão ao me ver e disse:

— Você imagina, Lili, o que esse cara pensou quando te viu ali bebendo água? Já pensou se ele soubesse como você é safada? Imagina se ele soubesse que estava apenas de camiseta e sem calcinha!

E continuou falando:

— Você estava de roupa, não tava? Vai dizer que estava pelada...

— Está louco, Gabriel? Estava de camiseta — respondi.

O Gabriel continuou:

— Ahhh. Aposto que ele ficou com o pau duro na hora, imaginando o que faria se estivesse aqui do seu lado.

Eu fiquei corada, mas ao mesmo tempo muito curiosa.

— O que você acha que ele pensou? — perguntei, tentando disfarçar o quanto aquilo me excitava.

Gabriel deu uma risadinha e se aproximou, sussurrando no meu ouvido:

— Ele deve ter imaginado você de quatro, com a bunda empinada, enquanto ele te comia vendo você gemer. Ou então te jogando na mesa e fazendo você gozar até não aguentar mais.

E continuou me provocando:

— Ele ia fazer o que você tanto quer, ia te chupar. Meter o pau nessa sua buceta... já pensou se o pau dele for mais grosso do que o meu? Você não ia aguentar. O meu você não aguentaria!

Enquanto falava, segurava no pau por cima da roupa, me mostrando como estava duro. Eu senti um arrepio percorrer meu corpo, e minha buceta ficou molhada na hora.

— Gabriel, para!

Respondi, mas sem muita convicção, porque eu queria ouvir mais. Ele continuou, com aquele olhar malicioso, falando:

— Para nada, você gosta, não gosta? Aposto que ele ficou com vontade de te pegar ali mesmo, na cozinha, e te fazer de puta. Capaz que comeria apenas seu cu porque seria inapropriado tirar sua virgindade.

Eu engoli seco, sentindo meu coração acelerar. Em seguida, me encarando com intensidade, perguntou:

— E você... você deixaria?

Eu não soube o que responder, mas meu corpo já estava traindo meus pensamentos. Gabriel percebeu e sorriu, satisfeito.

— Nossa, Lili, você é muito safada mesmo. Fala a verdade! Você quer que ele te veja, que ele te deseje, não quer?

Eu respondi:

— Eu não, Gabriel. Tá doido? Ele é casado.

— Olha, Lili, escute uma coisa! Não é só ele que gostaria de te comer. Qualquer homem, casado ou não, desse condomínio tem vontade de te comer.

Respondi:

— Como assim, Gabriel?

— TODOS, Lili. Todos! Eu sempre os vejo te encarando. Aposto que esse aí deve bater punheta todo dia pensando em você.

Eu fiquei com medo, mas ao mesmo tempo... bem, vocês já sabem como sou. Aquele frio na barriga, aquele tesão que não dá para ignorar. E foi assim que tudo começou a ficar ainda mais intenso. Esse foi o momento em que percebi que o dia seria realmente intenso...

***

Vou contar um pouco sobre nosso vizinho: ele mora em um prédio do mesmo condomínio, e a sacada de nossos apartamentos é de frente para a rua, mas, por um determinado ângulo ou de alguma das janelas, é possível ver não apenas a sacada, mas toda a lateral. Quando eu saía para a sacada, mesmo que fosse só para pegar um ar, ele conseguia me ver se estivesse lá, assim como quando estava com a janela da cozinha aberta. No começo, eu nem percebia, mas depois da conversa com Gabriel, eu fiquei mais atenta e me liguei que ele sempre me observava. E, gente, ele sempre estava lá, principalmente à noite, como se ficasse esperando alguma coisa. Eu não havia percebido ainda por pura inocência mesmo. Se até hoje sou meio besta, imagina naquela época...

Ah, e falando no vizinho, preciso dizer: ele é um homem muito bonito. Tipo, daqueles que você olha e pensa: "Nossa, como pode alguém ser tão gato?". Ele é alto, tem um corpo atlético, cabelos escuros bem cuidados e um jeito meio misterioso que deixa qualquer uma curiosa. Ele é casado com uma mulher bem bonita também, e eles têm duas crianças ainda bem pequenas. Mas, mesmo com toda essa vida familiar, ele é o vizinho mais lindo que eu já vi no condomínio. O que mais me intrigava era que ele parecia ser super sério, sabe? Nem cumprimentava a gente direito. Passava pela portaria com aquela cara fechada, como se estivesse sempre ocupado ou distante. Mas, depois desse dia, percebi que ele não era tão indiferente assim...

***

Aquele era um dia normal (normal para aquela época em que todos estavam presos), aquele calorzinho chato, e o vizinho lá, deitado na rede na sacada dele, relaxando. O Gabriel me chamou no quarto com aquele sorriso safado que ele faz quando está com alguma ideia na cabeça. Ele falou:

— Lili, você tem coragem de fazer uma coisa?

Eu já sabia que ia ser alguma loucura, mas não esperava o que ele ia sugerir. Ele me disse:

— Vamos testar nosso vizinho.

— Testar como, Gabriel? Que ideia é essa?

Respondi meio sem entender o que ele tinha em mente sobre testar (só não sabia como testar, mas sabia o contexto). Daí ele explicou:

— Vá lá na sacada só de camiseta e calcinha. Aí você finge que vai pegar alguma coisa no chão, de costas para ele, mas faz de um jeito natural, rápido, sem olhar para trás. Eu vou ficar no quarto da mamãe olhando pela abertura da cortina para ver se ele ficará te encarando.

Na hora, eu fiquei um tanto quanto sem coragem, eu fiquei tipo:

— Gabriel, você tá maluco? Ele vai me ver!

Mas ele ficou insistindo, com aquele jeito dele que vocês conhecem bem. Ele falou:

— Lili, ele já te viu antes, e aposto que você achou foi bom. Dessa vez vai ser melhor ainda, pois será de propósito.

Aí eu fiquei sem argumento, porque era verdade, aquela sensação de ser observada me deixou com um frio na barriga e, ao mesmo tempo, toda molhadinha. Eu não consigo explicar, é como se eu ficasse presa naquela situação, sem conseguir pensar direito.

Enfim, eu acabei cedendo. Escolhi uma calcinha, bem normal até, vesti uma camiseta bem larga, que mal cobria a calcinha, e fui para a sacada. Meu coração estava batendo tão forte que eu achava que até o vizinho ouviria.

Fingi naturalidade, sabe? Me curvei devagar, como se estivesse pegando algo no chão, porém no momento em que tinha certeza que ele estava me observando. A camiseta subiu, e um ventinho bateu direto na minha bunda exposta — naquele momento tive a sesação de que aquela calcinha não cobria quase nada. Senti um arrepio percorrer minha espinha, mas não de vergonha... de tesão. Fiquei assim, de costas pra ele, empinando só um pouquinho mais do que o necessário, até sentir o peso do olhar dele grudado em mim, queimando como fogo. Quando me levantei, de relance, vi ele se contorcendo na rede. Ele se levantou rápido, quase tropeçando, e fugiu pra dentro — mas não antes de eu perceber o jeito desesperado que ele olhou pra mim, como se quisesse me devorar ali mesmo. Aquele homem casado, todo 'sério', tinha ficado completamente perturbado... e eu, bem, eu adorei saber que consegui isso com tão pouco.

Corri direto para o quarto onde estava o Gabriel, e ele já estava à espera com sorriso estampado no rosto. Assim que entrei, ele soltou uma risada baixa e safada:

— Nossa, Lili... Ele pirou completamente.

— Pirou como, Gabriel? — perguntei, fingindo ingenuidade, mas o coração quase saindo pela boca.

Ele se aproximou, os olhos brilhando de safadeza, e falou com a voz meio baixa:

— Deu pra ver daqui. No segundo que você apareceu na sacada, o cara travou. Acho que até parou de respirar. E quando você se abaixou... ele ficou tão doido que quase caiu da rede.

— Gabriel! — respondi meio engasgada, corando, mas sem conseguir disfarçar o sorriso. Falei:

— Eu não fiz nada demais! Só mexi no chinelo...

— Ah, é? — respondeu, levantando uma sobrancelha em tom desafiador. E falou:

— Então por que o bonitão está escondido atrás daquela janela, esperando você voltar?

Antes que eu pudesse responder, ele me puxou pela cintura, me mostrando pela abertura da cortina onde ele estava, e aproximou os lábios do meu ouvido, dizendo:

— Vamos ficar aqui... ver quando ele vai aparecer novamente. Aposto que em menos de cinco minutos ele aparece de novo — e dessa vez você vai mostrar mais...

— Eu não, você tá doido, Gabriel. Isso é perigoso!

— Perigoso por quê? Você acha que ele vai vir aqui, sua doida? Fica tranquila. — falou, me passando uma segurança que eu precisava. O Gabriel tem esse poder. E continuou:

— Você vai lá, repetir a mesma coisa, mas dessa vez sem calcinha!

Fiquei gelada e respondi:

— Não. Não tenho coragem! É sério! Só de pensar nisso fico tremendo. Olha aqui como estou!

Falei, mostrando as mãos o quanto estava nervosa com a situação.

E o Gabriel caiu na gargalhada e disse:

— Você é uma medrosa! Está até tremendo de medo.

***

Ahhh, tenho que contar... Enquanto a gente espionava o vizinho, o Gabriel estava colado em mim por trás, seu pau duro esfregando na minha bunda enquanto seus lábios roçavam meu ouvido — cada palavra era um arrepio, cada sussurro uma safadeza que me deixava mais molhada. Lembro direitinho quando ele cochichou: "Olha como meu pau ficou duro... Imagina se ele (o vizinho) soubesse que você tá assim, Lili, com a minha mão na sua buceta, toda melada por causa dele..." Enquanto falava, seus dedos deslizaram sob a calcinha, apertando meu clitóris em círculos lentos, e eu tive que morder o lábio pra não gemer alto. Dava para sentir o pau dele pulsando contra minha bunda, quase entrando com a calcinha e tudo, enquanto ele continuava com a voz embargada: "Quer que ele te pegue, não é, safada? Quer que ele te empurre contra a janela (assim como estou fazendo) e meta até você não aguentar mais..." Num certo momento, a mão dele apertou mais forte, e eu arquei, perdendo o fôlego, presa entre o corpo quente do Gabriel e aqueles dedos que me deixavam louca. Ele sabia exatamente como me deixar perdida de desejo... Parecia que tudo era calculado para me ver ardendo, me deixando tão excitada que até meu corpo queimava — era como se eu tivesse febre, só que de tesão.

***

Depois de uns minutos naquela safadeza com meu irmão, vimos o vizinho aparecer na sacada sorrateiramente — fingindo desinteresse, mas a gente sabia. Assim que ele surgiu, ficamos sorrindo sobre a situação, e o Gabriel disse:

— Tira a calcinha e vai lá.

— Não… vou só na cozinha para ver se ele olha — respondi, tentando disfarçar o tremor na voz.

Caminhei até a cozinha devagar, de costas para ele, me esforçando para não olhar — mas cada passo era calculado. Fiquei ali com um leve balançar dos quadris de propósito para instigá-lo. Fiquei um instante, fingindo procurar algo na geladeira; pela janela, era suficiente para ele ter uma visão… privilegiada. Quando voltei para o quarto, já estava ofegante, e antes mesmo de entrar pela porta, soltei a pergunta que queimava na minha mente:

— Ele ficou me encarando?

O Gabriel sorriu, com um olhar safado, e falou: "Você não imagina…", murmurou, enquanto sua mão deslizava pela minha cintura. "O cara ficou te encarando igual um cachorrinho. Quase deixou cair o copo que estava segurando".

***

Depois de poucos instantes, senti o Gabriel apertar minha cintura com mais força, seus dedos afundando levemente, enquanto sussurrava:

— Olha lá, ele está te procurando Lili. Veja como ele fica olhando...

Meu coração disparou. Por cima do ombro, vi o vizinho parado na sacada dele, desta vez com um copo na mão, como se estivesse só tomando um ar. Mas com o olhar perdido, senti que estava só esperando para me observar. Na hora Gabriel começou me provocar:

— Já que não tem coragem de ir sem calcinha, dessa vez, deixa um lado da calcinha enfiada, tipo Só uma das bandas. Deixa ele ver a calcinha enfiada, deixa as pernas bem arreganhadas na hora...

Eu tremi, mas já estava molhada demais para recuar. A mão dele deslizou por baixo da minha camiseta, puxando a calcinha para o lado com um movimento lento, enfiando na minha bunda. O tecido fino se enterrou. Na hora me deu uma sensação de estar desprotegida que me fez arfar.

— Agora vai — ele insistiu, dando um tapa leve na minha bunda.

Saí do quarto com passos hesitantes, sentindo a calcinha atolada que chegava dar uma coceira. Aquela calcinha enfiada parecia uma corda queimando, esfregando onde eu mais... Cada passo era um tormento delicioso, e eu sabia que estava prestes a não me conter. Cada movimento fazia o tecido roçar no lugar "errado", e eu precisava morder o lábio para não gemer (aquilo me deu tanto tesão que nem sei descrever). Quando cheguei na sacada, peguei um pano e finji estar limpando algo no piso, mas me curvei devagar, deixando a camiseta subir o suficiente para mostrar exatamente como o Gabriel tinha pedido.

***

Até hoje não sei ao certo se naquele momento eu estava fazendo aquilo por curiosidade ou para deixar o Gabriel orgulhoso (deixe nos comentários o que vocês acham). Só sei que fazia e fica doida de tesão também.

Meu corpo pedia mais, mas minha mente gritava para parar. E ainda assim... eu me curvei de novo, sabendo que ele estava me vendo. Era como se eu não tivesse controle, como se eu fosse só um brinquedo nas mãos do Gabriel — e do vizinho

***

Eu sabia que nosso vizinho estava me vendo — conseguia sentir o olhar dele. Quando me virei de relance, ele estava imóvel, o copo praticamente esquecido na mão, a boca entreaberta. Dessa vez, ele não fugiu. Ficou encarando com aquele olhar de desejo.

Perdi o ar. Voltei para o quarto ofegante, com as pernas tremendo. Mal entrei, e ali estava o Gabriel, parado na minha frente. Fiquei sem ação por um segundo — até que, num impulso, puxei a camiseta para cima com um movimento brusco joguei no meu irmão:

— Você viu a cara dele?

O Gabriel sorriu, deixando a camiseta cair no chão, e respondeu:

— O corno quase engasgou!

Eu não respondi. O tesão tinha tomado conta de mim, e tudo o que eu queria era sentir as mãos do meu irmão em todo o meu corpo. Ele percebeu. Com um empurrão, me derrubou na cama e, ficando de pé na lateral, pegou minha calcinha e puxou, tirando-a de uma vez. Meteu os dedos na minha buceta encharcada antes mesmo de eu me recompor ou dizer qualquer coisa. Eu estava entregue, me contorcendo, massageando meus próprios seios, quando ouvi a provocação:

— Tá assim por causa dele, é safada?

Falou enquanto esfregava meu clitóris com a ponta dos dedos.Eu arquei as costas, gemendo alto quando senti seus dedos entrarem — não profundos, mas o suficiente para me deixar louca. Ele me provocou de novo:

— Fala verdade, é por causa dele que você tá assim?

Respondi em tom debochado, morrendo de tesão:

— Não... Não sou apenas eu que estou assim por causa dele. Você também…

Ele sorriu, apertando os dedos dentro de mim, acelerando até eu perder o fôlego. De repente, veio um tremor — intenso, muito intenso. Gozei… minhas pernas se fecharam na mão do meu irmão como se quisessem prendê-lo ali para sempre. Na loucura do momento, agarrei o short do Gabriel e puxei para baixo, deixando seu pau para fora, já latejando.

Eu, toda molinha porque ainda estava até gozando, vidrada no pau do Gabriel, quando ele começou a punhetar rápido, muito rápido, como nunca tinha visto antes. Os olhos grudados em mim toda nua. Os músculos do abdomem se tensionaram, e o primeiro jorro quente atingiu meus seios. Gozou grosso, muito, até cobrindo um dos meus mamilos, o rosto contorcido de prazer. Quando acabou, sussurrou:

— Agora imagina se ele visse você assim...

Disse isso enquanto esfregava a porra nos meus seios com a mão enquanto eu ainda tremia de tesão.

Fiquei deitada, melada e sem ar, enquanto o Gabriel saía do quarto como se nada tivesse acontecido. E eu? Só consegui fechar os olhos e imaginar o vizinho lá fora, ainda na sacada, sem saber que eu estava ali... exatamente como ele devia estar imaginando.

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Comentários

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Toda a série está uma delícia. Essa coisa da sedução entre vocês dois e agora com o vizinho também. Vc escreve bem sobre esse tipo de coisa...sobre como seduzir lentamente. Na verdade acho que é isso que vc tem feito com seus leitores... uma lenta e deliciosa sedução kkkkkk. Ótimo conto!!!

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Obrigada. Que bom que está gostando! Adoro escrever essas lembranças cheias... E esse vizinho... você nem imagina!

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