Promessa é dívida! Segue a continuação da série do Thiago
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“AHHHHH!”. Senti enfim o chicote estourar na minha bunda, fazendo um barulho tão alto que fez até um eco pela sala. O Yuri passou a alternar as chicotadas cada vez mais fortes entre as duas bandas da minha bunda, querendo testar os meus limites. Durante as pequenas pausas entre um golpe e e outra, sentia uma sensação absurda de ardência no rabo. Não tinha como saber quando viria a próxima. 10, 15, 20 segundos pareciam durar uma eternidade.
Tenho que admitir: a dor era pior do que eu tinha imaginado. Mas eu estava disposto a segurar a onda! Mal terminava uma chicotada, já voltava para a posição inicial, me condicionando ao máximo para não gritar. Queria mostrar pro Yuri que apesar de até estar me submetendo a ele, eu também não era nenhum medroso!
Mas claro que ele tinha que me surpreender: de repente, o chicote cantou três vezes seguidas no meu rabo. “AAHHHHHHHHHHHHH”. O grito veio do peito. De tanta dor, perdi o equilíbrio. Se minhas mãos algemadas não tivessem presas naquele gancho, teria desabado de joelhos. A pele da minha bunda parecia queimar em brasa. Já a camisa do meu uniforme ficou empapada de suor, como se tivesse acabado de sair de uma partida de fut com prorrogação e disputa de pênalti.
Mas ali, naquela posição humilhante, senti meu pau latejando dentro da gaiolinha de metal. Me dei conta então que aquele grito que eu tinha soltado não era de dor. Pelo menos não apenas. A fronteira entre dor e prazer, que pra mim sempre tinha sido tão clara, começava a se desfazer ali.
A verdade era uma só. Eu estava gostando de apanhar:
-E aí, Thi Thi?- o Yuri me perguntou em tom de zoeira, encostando de leve a ponta do chicote na minha bunda- tá gostando de ser tratada como égua?
-Hmmm, sim, Yuri!- confessei com uma voz manhosa, me colocando de pé. O total oposto da pose desafiante que eu tava tentando bancar até alguns minutos antes.
-Sabia que você ia gostar! Mas também, quem mandou ter esse bundão enorme?- o Yuri apertou com força meu rabo, fazendo ele chacoalhar- É tudo culpa sua: você fica andando aí com calção de futebol, exibindo essa raba pra faculdade inteira, e depois não quer levar uns tapas? Fala aí: o que tu quer mesmo é atiçar os macho, né?
Achei que ele não estivesse esperando uma resposta. Foi quando senti o chicote cantar mais uma vez:
-Vai Thiago, responde, porra! Me fala: por que você fica andando de calção por aí o dia todo?
-Caralho, Yuri!- eu ainda estava me recuperando da chicoteada surpresa- eu..eu…sim, eu quero mesmo é atiçar os caras!
-Repete comigo: “eu ando de shortinho o dia inteiro porque eu quero que todo mundo veja como eu sou rabuda!”
-Eu ando de shortinho o dia inteiro porque eu quero que todo mundo veja como eu sou rabuda!
Meu Deus, do que eu tava falando? Na real eu nunca tinha dado bola pra minha bunda. Ok, eu já tinha ouvido alguns comentários aqui e ali, desde o ensino médio, sobre como ela era grande e musculosa. Provavelmente, os anos jogando futebol tinham ajudado nisso. Mas até parece que eu tinha ligado muito pro tamanho do meu rabo. Como é que então eu tinha chegado ao ponto de me chamar de “rabuda”? Ainda mais assim, no feminino?
-Thi Thi, vou te falar, você tá saindo melhor que a encomenda! - o Yuri riu satisfeito- Até merece um prêmio! Relaxa, que agora teu macho vai cuidar de você…
Ainda vendado, fiquei na expectativa pelo o que viria. Com o fim das chicotadas, parecia que minha bunda ardia ainda mais. “Tomara mesmo que esse filho da puta não tenha deixado mesmo marca!”, pensei. As mãos do Yuri abriram meu rabo. “O que ele vai aprontar agora”?
Depois da sessão de espancamento, sentir aquela língua enorme, molhada, lambendo o meu cuzinho pela primeira vez, foi mágico. Mais uma vez, fiquei besta de ver como o Yuri mandava bem naquilo. Ele começou dando umas linguadas demoradas, de cima a baixo, quase como um cachorro tomando água. Mas depois ele começou a brincar com as bordas do cuzinho, enfiando a língua lá dentro. E tudo isso sem tirar as duas mãozonas da minha bunda, de vez em quando lascando um tapão que me fazia gritar.
Caralho, aquilo era tão, mas TÃO gostoso! Mal percebi quando passei a empinar o rabo, louco para guardar a língua do Yuri todinha dentro de mim:
-Porra, Thi Thi! Mas que banquete, hein?- ele me disse logo depois de me dar mais um tapa- Agora vem a parte que eu sei que tu tava mais esperando….
O Yuri então tirou a venda que cobria minha visão e me desalgemou. Depois de apertar os olhos, incomodado com a luz, fui entendendo onde é que tinha ido parar. Era um lugar bizarro: parecia um porão enorme, cheio de umas máquinas que eu nunca tinha visto antes, além de vários chicotes e máscaras penduradas nas paredes. Me lembrei na hora daquela salas de tortura medieval, que a gente lê nos livros de história. Tive um calafrio ao pensar em quantos outros caras tinham passado por ali...
Meu rival me pediu para que eu jogasse meus shorts em um canto. Fiquei então só com as chuteiras e a camisa do time. Passei a mão na bunda, para avaliar o estrago. Por mais que estivesse ardendo como o inferno, aparentemente não tinha nenhum machucado ou sangramento. O Yuri, pelo o que parecia, tinha cumprido a promessa de não deixar nenhuma marca.
Fui guiado até uma cama. De longe, o móvel mais normal daquela sala:
-A gente vai começar com você de quatro, Thi Thi!- ele me falou rindo- Bora lá, você sabe o que fazer…
Ele tinha razão: eu sabia o que fazer. Mas mesmo assim, aquilo era vergonhoso demais. Quem diria, eu me apoiando de quatro para outro cara! Fui me ajeitando o melhor que pude, de costas para o Yuri. Até que senti a mão pesada dele afundando minhas costas:
-Vai, arqueia! E joga essa bundona lá pro alto, porra!
Depois de corrigir minha postura, a iluminação se alterou, ficando um pouco mais forte. Uma puxada pelo cabelo me fez erguer a cabeça:
-Arrumei a lâmpada para você conseguir se ver melhor, Thi Thi- o Yuri me sussurrou ao pé do ouvido- Olha pra frente…
Só então reparei que, bem na parede em frente à cama, tinha um espelho. Conseguia me ver perfeitamente pelo reflexo. Eu de quatro, com o Yuri atrás de mim. Da cintura para cima, continuava o mesmo “Thiagão” de sempre. O maxilar quadrado, o topetinho, o uniforme do fut, que como uma luva no meu físico. Tudo estava igual.
Mas bom, da cintura pra baixo… o reflexo não mentia: meu pau estava aprisionado em uma jaulinha prateada, que reluzia à meia-luz do quarto. A pica do Yuri começou a roçar atrás de mim. Tão dura que seria capaz de rasgar a calça dele. Um arrepio subiu pelas minhas costas:
-Curtindo o que tá vendo, bebê? Tu tá tão gostosinho assim…- ele disse acariciando a parte interna das minhas coxas- Quer levar vara, quer?
-Ah…eu quero!- eu disse baixinho, arfando de tesão, sem desgrudar os olhos do espelho.
-Hmmm, muito bom!- ele passou a mordiscar a minha orelha de leve- mas viu, tem uma coisinha que eu quero que você faça…
-O quê?- perguntei surpreso.
O Yuri então também olhou para o espelho, com um olhar assustador. Ele agarrou o meu pau engaiolado e disse:
-Caralho, tu tinha tudo mesmo né, Thiago? Até pauzudo você nasceu, filho da puta! Como pode né, um cara assim se sujeitar a passar o que você tá passando…
-Fala Yuri, o que você quer?- estava ficando inquieto, sentindo aquela mão envolver o “Thiagão” aprisionado.
-É simples, Thi Thi… ele deu mais um riso macabro- é que eu preciso que você entenda um negócio: tu até podia ter um pau no meio das pernas, se achar homem e tal. Mas agora? Me diz… tu tá vendo algum pau aí no espelho?
Ele soltou minha rola enjaulada, fazendo ela balançar. Como eu tinha ficado mais forte naquele último mês, o contraste entre o meu pau engaiolado e o restante do meu corpo parecia maior:
-Ué, s-sim!- eu respondi nervoso, com a voz quebrando- Ele pode tá preso, mas é meu pau, porra! E inclusive, você disse que talvez me deixasse eu gozar com ele solto hoje!
A-h, eu falei isso? oPxa, mas você fica tão mais bonitinho desse jeito!- ele brincou, pegando com os dedos a chavinha pendurada na corrente- E muito louco, né? Se eu quisesse, seria tão fácil para mim libertar você…em dois segundos, eu soltaria o teu amigão e você teria a sua vida de volta. Mas bom isso, isso se eu quisesse né…
O Yuri então voltou a apertar minha pica enjaulada:
- Agora vem cá: como é que um homem pode chamar essa coisinha aí de pau? Sabe o que eu tô vendo no espelho?- ele fez uma pausa antes de sussurrar- um GRE-LO!
Aquela palavra — referindo-se ao meu pau! — me fez estremecer. Minha vontade era socar aquele filho da puta mais uma vez. Mas estaria mentindo se dissesse que ouvir essa palavra sair da boca dele não me deixou doido de tesão. Até os meus mamilos estavam marcando no tecido da camisa do fut:
-Vai Thi Thi, comigo mais uma vez: “meu nome é Thiago, eu sou uma rabuda e tenho um grelo!”
Ele parecia amar aquele jogo de repetição! Me olhei no espelho, sem acreditar no que estava vivendo. A que ponto eu tinha chegado!
Comecei a recitar a ladainha:
-Meu nome é Thiago, eu sou uma rabuda…a voz travou quando me olhei no espelho mais uma vez. Não, não podia chegar tão longe!
-Vai bebê, falta uma parte!- o Yuri não se aguentava, dando risinhos enquanto mordia de leve meu pescoço- O que é que você tem? É aquele pauzão que tu exibia no vestiário?
Pelo reflexo, notei mais uma vez um brilho prateado reluzindo no cinto de castidade:
-Não…- eu dizia, como se estivesse enfeitiçado
-Não?- ele também olhou em direção ao espelho- O que que é então?
A palavra deslizou dos meus lábios:
-É um…um…grelo!
Pronto, agora já tava feito. Fiquei pasmo. Olhando para o meu próprio reflexo, pensei no quão pouco eu conhecia a mim mesmo:
-Era só isso que eu queria…- ele falou me segurando pela cintura, sorrindo- Agora se prepara pro teu batismo, safada!
E nisso, pelo reflexo, vi a pica do Yuri pular para fora do moletom cinza. Meu queixo até caiu. Tinha algo naquela vara imensa empunhada que emanava um poder incontestável, me fazendo quase literalmente babar. Depois de lubrificar o meu cu com o próprio cuspe, meu rival, já sem roupa, fincou uma perna na cama e começou a enfiar a cara em mim. Senti mais uma vez aquela sensação do meu cu se alargando, que eu já tinha experimentado com o consolo rosa. Mas era bem diferente ser penetrado por aquele pau pulsando, veiudo, duro do que por um pedaço de plástico:
-Ainnnn!- gemi um pouco mais alto, mas ao mesmo tempo arrebitando o rabo.
-“Ainnnn!”- o Yuri zoou, repetindo com uma voz afinada- mas é muito viadinha mesmo, né? Fica de boa, que agora eu já tô dentro de você!
Porra, todo aquele caralho dentro de mim? Eu mal podia acreditar! O Yuri passou então a bombar devagar. Era uma sensação pra lá de esquisita, sentir um pau de um cara dentro de você, indo e voltando. Era ele quem ditava o ritmo: me segurando firme pela cintura, eu realmente me senti uma égua. E ele, o cowboy que me conduzia!
-Não tira o olho do espelho!- ele me dizia quando desviava os olhos para os lados- É, parece que o camisa 10 aqui é campeão em outro esporte também…agora se prepara pra pancadaria, Thi Thi!
De repente, aquele ritmo cadenciado de antes foi substituído por uma meteção desenfreada. A pica do Yuri saía quase todo do meu cuzinho, para depois ele enfiar tudo até o talo mais uma vez. Era como se eu estivesse sendo empalado, mais uma vez me lembrando das torturas medievais que aprendi no colégio. Mas se no começo era incômodo, a cada metida eu ia cada vez mais relaxando. Até que eu já estranhava, sentindo uma sensação de vazio, quando aquela tora de macho saía de dentro de mim...
Seguindo as ordens dele, não tirava os olhos do espelho. Minha cara estava transformada pelo prazer. E a parte mais vergonha era ver meu pau trancafiado, balançando para cima e para baixo, babando fios grossos que despencavam no lençól:
Olha, tá toda molhadinha ela!- o Yuri deu uma gargalhada alta- Hora de mudar de posição! Quero olhar no teu olho enquanto eu gozo!
Ele então me girou pela cintura. Me deparei com a imagem daquele homem enorme, peludo, batendo com a vara cabeçuda na palma da mão. Pronto para meter em mim de novo. "Caralho mano, será que é isso que as minas sentem quando tão comigo?” pensei. Será que elas também tinham aquela sensação de serem subjugadas por um homem que exalava masculinidade dos pés à cabeça? Aquela sensação de serem totalmente dominadas por um macho raíz como o Yuri?
Nem eu acreditei no que eu fiz. Senti que aquele mês todo que tinha vivido em castidade culminou naquele momento. Arreganhei as pernas e implorei, com a voz afinada:
-Vai, Yuri!- e com a ponta dos dedos abrindo as bordas do cu, completei- Mete na minha buceta, vai!
Ele arregalou os olhos em resposta, parecendo surpreso de ver a que nível de safadeza eu tinha chegado. Eu já tinha passado há muito tempo do ponto de não retorno. “Entrega total”, como o Yuri mesmo tinha dito. Como já estava laceado e era uma posição mais confortável, aguentei firme quando o meu rival começou a meter em mim de franguinho. Apoiei as mãos naquele peitoral peludo, implorando “mais forte, mais forte”, como se fosse morrer se ele parasse de me foder. Enquanto isso, meu pau– ou melhor, grelo– preso se limitava a sacudir para todo lado, no ritmo das bombadas . O Yuri olhou para ele e deu uma risada alta:
-Que gracinha o seu grelo balançando, gostosa! É só pra isso que ele serve mesmo!- e voltando os olhos para mim- Caralho, Thiago! Quem diria hein, que em um mês você viraria essa cachorra! Você tem tanto potencial, bebê!
Ele continuou metendo, com um jogo de cintura que me deixava sem ar. O contato visual com o Yuri era intenso. Era como se eu tivesse sendo duplamente penetrado: o corpo por aquela pica colossal, e a alma por aqueles olhos negros profundos. Eu ainda não tinha desvendado o mistério daqueles olhos. Mas se antes eles sempre me inspiraram medo, naquela noite eu senti pela primeira vez algo diferente. Finalmente me dei conta que o Yuri, apesar de toda aquela zoação e banca de macho, não era só pura brutalidade. Naquele olhar, eu também conseguia captar alguma coisa de triste, de melancólico. E até mesmo de apaixonado. Aquele era um cara que estava entregando tudo o que tinha naquela transa. Pingando de suor, ofegante, ele dizia com todo o corpo o quão feliz ele estava de estar ali.
Ele então me puxou para mais perto, me envolvendo em um abraço. Depois de dar mais um tapa da minha bunda, sussurrou no meu ouvido:
-Sabe o que eu imagino? Tu casando com a Amandinha ou qualquer outra tonta, virando pai de família, todo bem sucedido…mas no sigilo, vindo dar pro Yuri aqui! Com o grelinho preso, claro!
-Porra, Yuri! Assim eu vou gozar!- quanto mais ele me dizia aquelas safadezas, mais eu sentia a leitada vindo.
-Sim, Thiago! Tu vai virar esses caras que mentem pra esposa que tão presos no trabalho, mas tão dando pro amante assim, de franguinho! Eu sou o único que sei o que te dá prazer, bebê!
-AHHH Yuri!- cacete, porque eu me excitava tanto com aquelas putarias? Enquanto isso, sentia minha próstata latejar. Tava chegando. O orgasmo que eu não tinha sentido na biblioteca. Enfim tava vindo!
CARALHO, e como veio! Nunca imaginei que uma pica trancafiada em um cinto pudesse gozar tanto. Jatos e jatos explodiram como fogos de artifício. O grito de prazer que eu dei foi primitivo. Senti aquele orgasmo com o corpo todo. Uma sensação bem diferente das minhas transas anteriores- mas muito mais intensa!
-PORRA!- o Yuri, não sei como, acelerou ainda mais a meteção- eu vou fazer um filho em você, gostosa!
Senti então aquele leite farto, espesso, esquentando o meu cuzinho. Nossa, o Yuri gozava com a potência de um cavalo! Quando eu achei que ele já tinha terminado, lá vinha mais uma jatada…e mais outra, e outra. Sinceramente, aquilo me fez sentir em casa. Toda a angústia daqueles dias, o tormento, a tensão, nada disso importava mais. Porque aquele macho gostoso do Yuri tinha despejado a gala dele toda dentro de mim. Dentro da minha buceta!
Suados, despencamos na cama. Acabamos dormindo de conchinha, com o pau do Yuri ainda dentro de mim.
Antes eu tinha ficado incomodado com o comentário dele sobre as minhas “transinhas sem sal. Mas depois daquela experiência, como eu teria coragem de discordar? Sem brincadeira: minha primeira transa com o Yuri foi a melhor da minha vida.
Pelo menos até então...
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Espero que tenham curtido! Esse eu escrevi um pouco rápido, então peço desculpas se deixei passar algo na revisão. No próximo conto, vamos ver a quantas andam as aventuras do gaúcho e do Du!