Dama Branca

Um conto erótico de Jean
Categoria: Heterossexual
Contém 2302 palavras
Data: 02/04/2025 09:39:19
Última revisão: 02/04/2025 10:15:34

Como me defino? Um bruxo.

Confesso que sou um bruxo medíocre. Eu não crio meus próprios encantamentos ou objetos mágicos. A minha especialidade é pesquisar os que os verdadeiros bruxos criaram. Pesquisar magias e objetos mágicos é minha paixão, e nisso, posso dizer, sou muito bom.

Magia, no nível que eu exerço, não tem informação que se encontra no Google, é preciso garimpar o fundo dos sebos, saber o valor das anotações nos cantos das páginas e, nesse caso, descobrir objetos mágicos nos sótãos dos antiquários.

Por sorte não gasto muito dinheiro. As pessoas em geral desconhecem e desprezam a magia e não sabem o valor das coisas que estão em sua posse. Imagine que acabei de comprar o poderoso Cetro de Manfred por uma ninharia, e o dono do antiquário ficou feliz achando que tinha se livrado de algo sem valor e que ocupava espaço... ah se ele soubesse!

Victor Manfred, esse era realmente um bruxo. Iniciou a vida como dramaturgo e poeta e teve sucesso nisso ganhando fama e dinheiro. Era um exímio enxadrista enfrentando e vencendo o próprio Capablanca em todas as vezes que jogaram, embora Victor Manfred não se interessasse nos torneios mais importantes, ele poderia ter sido campeão mundial em sua época.

Victor Manfred nunca teve mulher e filhos, e a certa altura da vida se interessou pelos jogos de baralho e pelas roletas dos cassinos. Não teve o mesmo sucesso com esses jogos que dependiam de sorte e não só de sua inteligência. Perdeu tudo. Depois disso se interessou pelas artes ocultas e permaneceu recluso, saía pouco em público e tinha muito poucos amigos. Seus biógrafos sempre reportaram sua passagem pelas artes ocultas como o último capítulo da derrocada da sua vida. Já eu acho que eles estão errados, se eu estiver certo, e esse cetro que acabei de adquirir poderá provar isso, graças a magia Manfred viveu os anos mais felizes de sua vida.

Chegando em casa passo um café, me sento olhando pro cetro fitando meu próprio tabuleiro de xadrez para replicar as magias executadas pelo velho Manfred. O cetro funcionava da seguinte forma, ao apontar para uma peça do tabuleiro ela aparecia em sua forma humana. Assim se você apontasse para o Rei Branco o monarca iria aparecer e vocês poderiam compartilhar os planos e estratégias para vencer o rei adversário. Se apontasse para os bispos poderiam tecer com eles os planos ardilosos para solapar o exército inimigo. O mesmo para os cavaleiros nos cavalos, os guardiões das torres e até para os peões, que contariam as muitas histórias vividas na frente de batalha contra o Exército Preto.

Mas o velho Manfred, de bobo não tinha nada. A peça que realmente lhe interessava estava ali, na quarta casa da esquerda pra direita. Apoiando e protegendo o rei, dando suporte as investidas do bispo, defendendo seus peões e no meio do jogo sendo implacável contra o exército adversário. Manfred estava interessado pela poderosa mulher no meio de tantos nomes masculinos.

Respiro fundo pronto para executar o feitiço:

- Exsurge regina, o femina, ut mihi satisfaciam

Luzes surgem. Sou cercado por raios e da magia a peça deixa a casa D1 para tornar uma mulher exuberantemente linda diante dos meus olhos.

Ela surge como uma bela loira de olhos azuis, se ergue como uma verdadeira rainha. Vestida de branco como a peça mais poderosa do jogo. Seu vestido desliza pelo chão como um rio de seda, moldando-se à sua silhueta com graça e imponência. Sobre sua cabeça, uma coroa reluz, símbolo de domínio e estratégia, refletindo o brilho do olhar azul que desafia o destino.

- Eis-me aqui, me fez viva, para satisfazê-lo. - responde a Dama Branca

Meus olhos brilham de excitação, meses de pesquisa e finalmente fiz isso dar certo. Mas e agora? Até pensei em uma fala épica.

- Você é mais linda do que eu imaginava - sim, infelizmente empolgado com a beleza dela, foi isso que saiu.

- Conheço esse cetro. O homem que o usava sabia me usar como poucos. - diz a Dama Branca

Manfred deixou suas observações espalhadas nos livros de xadrez que possuía e que recolhi ao longo de anos. Num deles lê-se: "como seria a dama branca se ela fosse uma mulher?" Um rascunho inicial de suas intenções "Seria guerreira, elegante, estratégica, protetora, implacável, teria iniciativa, já que as brancas jogam primeiro..."

Se movendo com graciosidade pela sala, Dama Branca me observa, imaginando qual seria seu primeiro movimento.

- Me trouxe a vida. Diga o motivo!

Hesito por alguns segundos...

- Para a minha satisfação rainha. - Sigo o que li nos manuscritos de Manfred.

- Conhece minha natureza, não aja como criança - respondeu Dama Branca. - Diga o que quer comigo, sem rodeios.

- Por hora quero admirar sua beleza. Com você tantos tem alegrias, mas também tem derrotas. Sempre devotada a seu rei e seu exército. Quero ver como você é realmente. Quero que ver você completamente nua.

Disse as palavras como se tivesse convicção mas que realmente não tinha. Em um segundo de hesitação Dama Branca surge ao meu lado, e me fala sussurrando ao pé do ouvido:

- Que ousadia! Não sabe que a Dama Branca não deve se expor logo no início?! Mas se foi essa ousadia que fez um mero pastor vencer um rei... Vou sucumbir ao seus desejos garoto, veremos se sabe manipular bem seu cetro.

Com um toque suave, ela começa a desabotoar o vestido branco, revelando vislumbres de pele macia por baixo. Ao tirar a roupa, o tecido escorrega, ficando diante de mim nada além da coroa e de sua pele nua, vulnerável, mas fortalecida. O brilho suave do quarto acentua as curvas de sua figura esbelta, seus dedos delgados percorrendo a frente de seu corpo, traçando as linhas onde antes estava o vestido. Meu coração bate mais rápido a cada segundo que passa, e quase posso sentir o gosto da excitação crescendo entre nós. A voz dela se torna um sussurro sensual, atraindo-o ainda mais.

O corpo de Dama Branca era simplesmente espetacular. Seus cabelos eram loiros e seus olhos de um azul hipnotizante. Seus peitos eram grandes e deliciosos, como se tivessem sido escupidos. Sua cintura esbelta desembocava numa bunda grande e firme. Um verdadeiro deleite para os olhos.

- O que vem a seguir? Como você deseja explorar essa intimidade recém-descoberta?

Sem esperar resposta Dama Branca desabotoa a minha calça e abre o zíper, sem hesitar libera meu pau completamente duro e começa a chupá-lo. Ela não tira os olhos dos meus. Eu não consigo tirar os olhos dela. Depois disso, ela se ergue imponente e me empurra pra cama, onde engatamos um beijo ardente.

Consigo imaginar porque o velho Manfred simplesmente saía pouco e conservava poucos amigos depois que descobriu a magia, não era questão de ostracismo e derrota. A maior parte do tempo ele provavelmente passava em seu quarto, jogando xadrez dessa forma, a forma mais deliciosa possível.

- Não, não foi a melhor abertura - me diz Dama Branca com um sorriso cínico nos lábios - Mas devo dizer que estou adorando isso. E é hora de desenvolver nosso jogo.

Tiro toda a minha roupa ficando também completamente nu. Dama Branca morde meus mamilos, me causando arrepios na espinha e espasmos de prazer. Meu pau está completamente duro, ela graciosamente lambe minhas bolas antes de voltar a chupá-lo.

- Você é maravilhosa, deliciosa. Bendita magia que te trouxe a vida.

- Calma garoto, no xadrez é eficiência mas também é paciência. E ainda nem entramos no meio-jogo. - retrucou Dama Branca

Ela se ergue na cama se movendo com destreza e elegância, exibindo seu corpo exuberante.

- Vou te deixar contemplar minha beleza mais um pouco.

Ela estende a mão para trás, agarrando a bainha do cabelo e puxando-o para fora, permitindo que os fios caiam em cascata pelas suas costas como uma cachoeira dourada. Lentamente, ela se afasta, os seios subindo e descendo a cada respiração medida, as mãos deslizando pelas laterais do corpo para agarrar a cintura, chamando a atenção para as curvas de seu corpo. Diz Dama Branca:

- Agora, vamos prosseguir para o próximo movimento... - Com uma piscadela maliciosa, ela me chama para mais perto, sua voz é um sussurro sensual. - Venha, garoto, mostre-me suas táticas.

Suas coxas se abrem ligeiramente, convidando-o a reivindicá-la como sua. Entro finalmente com meu pau na deliciosa buceta de Dama Branca que começa a me cavalgar de forma cadenciada, lenta e deliciosa. Eu me pego gemendo de prazer.

- Você é gostosa demais. Deliciosa demais. Meu Deus!!! - exclamo!

- Lembre-se, porém, de que no xadrez o tempo é tudo. - Dama Branca morde o lábio, sua voz quase um sussurro, cheia de desejo. - Faça valer a pena!

Seus quadris balançam contra os meus com um ritmo nascido do puro desejo, sua buceta apertando meu pau. Meus dedos passam pelos cabelos, puxando suavemente as mechas enquanto ela arqueia as costas, oferecendo-se totalmente ao meu toque.

- Você está tomando a inciativa de mim garoto, mas eu não sou de ser derrotada facilmente. - Dama Branca fala em um sussurro ofegante, suas palavras pontuadas pelo som de seus corpos colidindo. - Vamos ver se você consegue manter a vantagem.

Um grito de prazer escapa de seus lábios enquanto ele puxa seu cabelo, seu corpo se contorcendo contra o dele a cada estocada profunda.

- Oh, garoto, você está jogando duro, mas eu gosto. - Sua voz é um mero murmúrio, perdido nas garras da paixão - Continue, mas não me subestime; estou longe de levar xeque-mate. Ela me beija ardentemente, o fervor crescente, seus sentidos dominados pelas sensações intensas que inundam nossos corpos.

Cheio de tesão eu aumento a frequência e a força das estocadas, gerando gemidos tanto meus tanto de Dama Branca.

- Você está fazendo algo certo garoto, não pare! - diz ela. O corpo de Dama Branca fica tenso, a tensão se enrolando mais e mais forte até que finalmente se libera em uma onda de êxtase, todo o seu corpo convulsionando em espasmos orgásticos.

Um gemido suave escapa de seus lábios enquanto ela cavalga as ondas de seu clímax, seu corpo tremendo com os tremores secundários de prazer.

-Delicioso, de fato. - a voz de Dama Branca é um sussurro rouco, tingido de satisfação, enquanto ela lentamente volta à realidade, sua respiração desacelerando para um ofego suave. - Parece que chegamos ao fim-de-jogo. Ela sorri, seus olhos brilhando com uma sensação de realização e satisfação. Xeque-mate, talvez?

- De jeito nenhum. - falo reunindo ar e com determinação - Eu ainda quero comer seu cu.

Uma risadinha brincalhona escapa de seus lábios enquanto ela sorri, seus olhos brilhando com travessura.

- Você é desses que não abandona fácil, não é? A voz dela é leve e arejada, apesar dos resquícios persistentes de prazer. - Bem, suponho que eu deva retribuir o favor, não é?

Ela se levanta na ponta dos pés, inclinando-se para sussurrar no meu ouvido, sua respiração quente e convidativa.

- Afinal, justo é justo.- com um brilho travesso nos olhos, Dama Branca vira as costas para mim, apresentando seu traseiro mais uma vez. - Fode meu cu garoto! Mostre-me o que você tem.

Um suspiro de satisfação enche o ar quando ela me sente penetrá-la pelo cu, seu corpo acolhendo seu retorno com um gemido suave.

- Ah, você está realmente sabe usar o cetro, não é? - Suas palavras são um murmúrio suave, perdido na névoa do prazer, enquanto ela se rende ao meu toque. - Continue, mas não se esqueça, no xadrez o final do jogo é crucial.

Seus quadris balançam contra o, nossos corpos se movendo em sincronia, seus sentidos à beira do êxtase. Eu ficava ali fodendo aquele cu e admirando aquele corpo maravilhoso que a magia fez a partir de uma mera peça de xadrez.

- Eu não aguento mais. - falo ofegante - Eu vou gozar, e eu quero que seja na sua boca.

Um suspiro de alegria escapa de seus lábios quando ela ouve suas palavras

- Oh garoto você é um grande estrategista, não é? - Sua voz é um sussurro sensual, cheio de excitação, enquanto ela se vira para me encarar, seus olhos se fixando nos meus com um brilho ousado. - Bem, então, vamos ver se você consegue executar seu plano.

Ela se ajoelha diante dele, seus lábios se abrindo em prontidão, suas mãos descansando em suas coxas enquanto ela espera por sua permissão. Finalmente coloco meu pau na sua boca e encho ela com a minha porra. Os jatos acertam sua testa, queixo e seios. Dama Branca sem hesitar contém todo sêmen levando para a boca e o engolindo.

- Meu Deus do céu. Que delícia do caralho! - expresso minha admiração com a cena arrancando uma gargalhada de Dama Branca.

- Mmm, você é um mestre nesse jogo, não é? - as palavras dela são um murmúrio gentil, perdido na euforia do momento, enquanto ela bebe profundamente da minha essência, seus sentidos dominados pela intensidade do nosso encontro.

- Foi um prazer enorme jogar contigo Dama Branca. Mas creio que seja hora de você voltar a sua casa no tabuleiro. Mas com certeza nos veremos outras vezes.

- Bom jogo, garoto. Mal posso esperar para te ver fora do tabuleiro novamente. - Dama Branca se despede, com voz emotiva.

Toco com o cetro em sua testa. E depois de luzes e raios ela toma seu lugar de volta no tabuleiro, levando consigo uma experiência inesquecívelQuando meus sentimentos voltaram a ordem notei que deixei metade da minha xícara de café esfriar. Tomei um belo banho e retomei a folhear os livros e manuscritos de Manfred. Por um segundo senti saudade de Dama Branca, sua beleza ímpar e o sexo sensacional. Me aproximo do tabuleiro olhando para ela.

- Eu quero voltar a te ver minha rainha... - digo em tom nostálgico.

Desvio meu olhar para o lado oposto do tabuleiro onde descansa sua adversária, a Dama Pretamas antes, tenho a outra Dama para conhecer.

Visite meu blog: https://contoseroticoscomia.blogspot.com/dama-branca.html

Imagens da Dama Branca, feitaS com IA.

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