Eu estava com 30 anos de idade, quando numa tarde resolvi sair mais cedo do banco em que trabalhava como gerente. Mas, quando já passava a chave na porta, o telefone tocou e eu voltei para atender. Afinal, poderia ser o gerente-geral ou o diretor-regional. Na época, não havia celular. Atendi e a telefonista disse que uma pessoa que se identificou como Celinha, desejava falar comigo.
A Celinha era uma amiga lésbica e nossa relação era como a de dois irmãos. Eu tinha total liberdade na casa dela e vice-versa, mas nenhum contato íntimo. Entretanto, nos divertíamos muito nas tardes e nas noites, na casa dela ou num motel ou hotel.
Celinha, quando tinha uma nova amiga bissexual, falava de mim e me apresentava; eu, quando conhecia e fazia amizade com uma lésbica ou uma bissexual, falava sobre ela e a apresentava. E acabávamos saindo para nos divertir entre fodas, esfregações, chupadas e orgasmos. Eram farras memoráveis.
Naquela tarde, ao telefone, ela me disse que queria me apresentar um nova amiga e perguntou a que horas eu sairia do banco. Eu respondi que estava saindo mais cedo e que poderia ir até a casa dela. "Que coincidência, eu estou aqui perto, passo aí e te apanho", disse ela, que, em menos de dos minutos, me apanhou na porta do banco.
No carro, muito empolgada, ela me disse que a garota, apesar de ter 19 anos, era "um mulherão" e gostava de mulheres e homens na casa dos 30. Ou seja, da nossa faixa de idade, já que Celinha tinha 32 anos. Falou também que levaria junto a amiga Alice, lésbica. "Assim, tu ficas com novinha e eu com a minha amiga, faz tempo que não nos chupamos". Sorrimos e partimos aos nossos destinos.
Primeiramente, apanhamos Alice, que eu já conhecia de um almoço na casa de Celinha, mas não lembrava muito bem dela. Trocamos beijinhos no rosto e fomos conversando sobre nossas pequenas farras. Minutos depois, apanhamos Melissa. Esse era o nome da garota, realmente com jeito de mulherão, assim como Alice, uma fêmea e tanto.
Logo nos entrosamos, nos apresentamos, ela disse que era filha de um piloto comercial e que os pais estavam de férias, no exterior. Ali o clima já começou esquentar. Cheguei a dar uns beijos nela e chupar um dos maravilhosos peitinhos. Mas, já na suíte do motel, a coisa teve uma mudança. Todos já nus, bebemos alguma coisa, acompanhada de uns petiscos e, quando me aproximei novamente da garota, ela, muito delicadamente, com gestos e um sorriso tímido, me rejeitou.
Celinha, que já na cama se entregava aos amassos com Alice, muito perspicaz percebeu o constrangimento, cochichou algo no ouvido da amiga e veio para o meu lado: "Celinha, eu acho que ela quer você", falei, ao que minha amiga cochichou: "Gostou da língua e dos dedos da sapatão balzaquiana aqui e quer mais". Não pude deixar de rir disfarçadamente. Nós não prestávamos!
Minha amiga voltou para o lado da Alice, cochichou de novo e a mulher veio sentar ao meu lado na imensa cama, enquanto Celinha, mo outro lado, já "comia" a novinha, lhe chupando os peitinhos rosados e durinhos, arrancando gemidos de Melissa.
Celinha esmagava os lábios da garota contra os dela, enquanto apertava delicadamente os peitinhos duros, juvenis, depois linguava os mamilos, lambia as auréolas, já com a mão lá embaixo, alisando a xoxota de Melissa, que, de olhos fechados, gemia e se contorcia na cama.
Minha amiga, muito experiente na arte de agradar outra mulher, descia a boca lentamente, com beijos molhados, percorreu o ventre da garota, sempre alisando a bucetinha jovem, pulou a vulva e passou a linguar as partes internas das coxas da garota, bem próximo do vértice do prazer, já aspirando o cheiro do sexo juvenil.
Dali para abocanhar a protuberante buceta de Melissa foi um segundo. Minha amiga parecia um animal degustando a caça: beijou e mamou os pequenos e grandes lábios, salivou um a um, lambeu, enfiou a língua na vagina e masturbou o grelo da nova presa, que gozou, gemendo alto, respirando fundo, contorcendo o corpo, quase com falta de ar e serpenteando na cama, querendo se livrar da boca de Celinha, querendo se refazer do forte orgasmo.
Mas minha amiga não deixou e deu o golpe de misericórdia, segurou firme as grossas coxas de Melissa e atacou de língua o grelo duro e saliente, que chupou em seguida, até que a garota gozasse novamente, agora um orgasmo avassalador, seguido de um gemido muito alto e longo e de um semisdesmaio. Celinha sorriu. Aquela garota estava nas mãos dela.
Eu assistia aquilo tudo, de pau duro e batendo muita punheta, enquanto Alice, de olhos semicerrados, tocava uma bela siririca. Ver aquela buceta enorme, bonita, com um belo grelão, dobrou o meu tesão e eu, então, arrisquei: "Você me deixa chupar essa buceta, Alice?", perguntei.
Ela, meio sem graça, abriu os o olhos, me olhou bem de perto e, balbuciou: "Nunca um homem me chupou. Mas eu não estou aguentando mais, assim como você. Ficar só de espectadora é desesperador. Vem, quero experimentar uma língua de macho, pela primeira vez".
No segundo seguinte eu já estava sobre Alice, que, de olhos fechados, recebia os meus lábios nos dela, abria a boca timidamente, mas logo em seguida já devorava a minha língua. Desci a boca e, um a um, mamei seus grandes seios e mamilos bem desenvolvidos. A lésbica, muito excitada, começou a esfregar o corpo no meu fazendo com que a cabeça do meu pau, tocasse na entrada da buceta dela.
Mas, ao sentir, Alice me empurrou um pouco, delicadamente, e com a voz entrecortada de excitação, disse num balbucio quase inaudível: "Eu nunca fui penetrada por uma pica. Nem por consolos, só por dedos e línguas. Quem sabe hoje, mas, por enquanto, não".
Respeitei a limitação e logo estava mamando a grande buceta daquela lésbica gostosa. Chupei cada parte, cada centímetro, cada dobra. Ela começou a retesar o corpo, rebolar na minha boca, como numa dança do ventre. E segurava a minha cabeça, como para me impedir de parar.
E eu não parei. Me concentrei no grande grelo de Alice, linguei, dei voltas com a língua, "surrei" e chupei até que ela gozou, com um gemido discreto, baixinho, longo, respiração pesada, dizendo: "Que delícia, nossa, ainda tô sentindo o gozo. Quero mais, quero sentir tudo, mete em mim", pediu.
Eu, que já estava a ponto de explodir, meti. Devagar, centímetro a centímetro, naquela buceta molhada, preenchi aquela vagina apertada, com Alice rebolando sob o meu corpo. Ela se acostumou rapidamente e me abraçou forte, nos beijamos, ela sentiu o sabor da própria buceta, começamos uma cadenciada dança de corpos e gozamos juntos, entre gemidos e sussurros de prazer.
Célia, que já havia gozado na boca da novinha, assim como a fez gozar e desmaiar mais umas duas vezes, só então percebeu que havíamos trepado, e exclamou: "Caraaalho, vocês fuderam. Você meteu na buceta da Alice. E olha como ela gozou com a rola na buceta, nunca imaginei ver isso". Falou e bateu palmas, nos deixando momentaneamente encabulados.
Nos refizemos aos poucos, saí de cima de Alice, acariciei o rosto e os cabelos dela, que fechou os olhos e curtiu aquele carinho, entreabriu a boca e nossas línguas se encontraram de novo, enquanto na outra metade da cama, Celinha e Melissa, como duas tesouras abertas entrelaçadas, esfregavam as bucetas e os grelos, gemendo alto, curtindo o momento.
Alice então, desceu a boca direto no meu caralho, que já estava duro de novo e chupou muito gostoso, mesmo sendo, segundo ela, a primeira vez que fazia um boquete. Fudemos de novo, dessa vez calmamente, até gozarmos num vai e vem lento, mas muito gostoso.
Depois de tanto sexo, nos recompusemos e fomos embora. Antes de nos despedirmos, dei meu cartão de visita a Alice, dizendo que, caso quisesse que nos encontrássemos de novo, era só me ligar. Não se passaram duas semanas e recebi uma ligação dela.
Marcamos um almoço para o mesmo dia e nos encontramos no restaurante de um hotel, no centro da cidade, próximo ao banco. Comemos, conversamos, sorrimos sobre tudo o que aconteceu e Alice disse que gostaria de experimentar de novo o sexo com um homem, mas tinha de ser comigo.
Bem, já que estávamos em um hotel, subimos a um dos quartos, tomamos banho separadamente e já saímos nus do banheiro. Alice era realmente um mulherão. "Gostei do modo como você me pegou, entendendo que eu nunca havia feito nada daquilo. Nem minha virgindade perdi com penetração de pica. Foi com os dedos de uma tia que me iniciou no lesbianismo", falou sempre com uma voz baixa e suave".
"Você foi bem delicado, paciente, fez muito gostoso, me transformou numa bissexual. Eu nunca tive nojo ou raiva de homens. Fui introduzida no lesbianismo muito cedo, ainda adolescente, gostei e gosto de buceta e nunca tinha me interessado por homem, mas naquele dia, no motel, foi diferente. Ambos estávamos muito excitados e a nossa aproximação foi natural", disse Alice.
Novamente nossos corpos se envolveram, dessa vez começamos com um sessenta e nove. Mamei aquele grelo ela sugou a minha rola até ambos gozarmos na boca um do outro. Mas, antes que saíssemos, Alice fez mais um pedido: "Quero fazer anal, você me despertou a curiosidade de fazer tudo".
Desci ao térreo do hotel e, na farmácia ao lado, comprei gel lubrificante. Já de volta ao quarto, nos envolvemos em nova foda, mais uma vez a fiz gozar, desta vez de quatro. E aproveitei para lamber o cuzinho da lésbica, enfiei a língua, chupei. Alice gemia e dizia que aquilo era "muito bom", diferente, excitante. Eu, então, lubrifiquei meu caralho e o anel e couro dela.
Fui pincelando a entradinha com a cabeça da pica, disse que ela relaxasse, forcei a primeira vez, não entrou. Pincelei de novo bastante, forcei, quase entra. Mas na terceira tentativa, para minha surpresa, Alice ajudou. Quando eu comecei a tentar de novo, ela jogou a bunda para trás e a metade da rola entrou de uma vez: "Aiiiiii", ela reclamou.
"Se você quiser, a gente para tudo", falei, ao que ela respondeu: "Foi suportável. Quero que você entre todo, todinho. Quero que foda o meu cu", disse, determinada. Eu apenas atendi. Alice se acostumou logo com a trolha no cu e, enquanto eu a enrabava com vontade, ela tocava siririca. Gozamos juntos.
Depois desse primeiro encontro a sós, tivemos outros, tanto durante as farras da Celinha, quanto só nós dois. Aquilo durou por uns dois anos, mas as ocupações, os novos empregos, mais responsabilidades foram nos separando aos poucos. Para mim, foi uma experiência fantástica ter uma boceta amiga (BA) lésbica e para ela deve ter sido também.
(FIM)