Nossa vida foi bem agitada desde antes da formatura e assim continuou logo chegando as festas de final de ano. Meu primeiro natal como vadiazinha completa de meu dono foi comportado em família na casa de meus avós maternos e muito agitado em casa de madrugada após chegarmos. Para presentear nosso dono tínhamos nos vestido idênticas com vestidos iguais vermelhos e lingeries também vermelhas, desta vez autorizadas previamente por nosso dono.
Durante toda a festa percebíamos que papai ia ficando cada vez mais tarado pelos olhares que nos dava e quando chegou em casa ele ligou seu modo dominador e mantendo sua tara por roupas, nos comeu de 4 sem que a tirássemos começando em nossas bucetinhas terminando em nossos cuzinhos gozando neles. Primeiro com mamãe e depois de um leve descanso e de se limpar, terminou a noite fazendo o mesmo comigo.
O réveillon se resumiu a nossa pequena família, pois ele reservou 3 noites em um Resort e para lá fomos. Para a festa tínhamos comprado 2 vestidinhos brancos de verão de um tecido enrugado molinho e uma calcinha simples de lycra branca por determinação de nosso dono.
Naquela festa de réveillon muito linda e organizada do resort onde também chamávamos atenção por nossa semelhança, estranhei quando ele pegou em minha mão e na de mamãe faltando 15 minutos para a meia-noite e foi nos puxando para o quarto, mas como submissa aceitei sem contestar e ao entrar no quarto, deu a explicação que quase me fez gozar em pé.
– Bel, já teve duas passagens de ano que passei dentro de sua mãe quando você era pequena e como esse é nosso primeiro ano juntos, desta vez vou fazer o mesmo com você. Como agora somos um trio, pensei em uma forma de estarmos os três conectados quando o ano começar. Vamos para a cama.
Fui com as pernas bambas sorrindo como um boba ao lado de meus pais sem conseguir dizer nada imaginado o que ele faria. No relógio da cabeceira mostrava que faltavam 10 para meia-noite.
Antes de subimos na cama, ele continuou.
– Teve um motivo que pedi que usassem vestidos e calcinhas bem acessíveis e agora vocês vão descobrir. Deite na cama Bel na posição tradicional. Pode tirar a sandália.
Como meu dono ordenou me deixando ainda mais excitada deitei no centro da cama na posição papai e mamãe e logo papai se ajoelhou entre minhas pernas, abriu sua bermuda branca e abaixou sua cueca também branca exibindo seu mastro poderoso com sua glande melada de seu pré-semen.
Tentando descobrir o que papai faria, eu e mamãe estávamos quietas esperando suas orientações, mas sabia que como eu, ela também já devia estar vazando e só ficou mais intenso quando por fim ele explicou.
– Enquanto eu comer sua bucetinha durante a passagem de ano como já fiz com ela algumas vezes, sua mãe vai estar sentada em seu rosto de frente para mim com você chupando a bucetinha dela e ao dar meia noite a beijarei unindo nosso trio e logo após escutando os fogos vamos gozar os 3 juntos. Entenderam?
Um dos dons de papai era ser muito criativo, daí seu sucesso como arquiteto e ele sempre nos surpreendeu nos momentos sexuais, mas aquilo foi demais. Imaginado em minha mente estaríamos os 3 unidos em carne e alma formando geometricamente um triangulo na cama durante a mudança de ano, símbolo de nossa união.
De novo fiquei sem palavras apenas balançando a cabeça dizendo que tinha entendido. Mamãe disse um sim com dificuldade pois também parecia desnorteada de tanta excitação.
Faltavam 6 minutos para a meia-noite quando papai levantou meu vestido, afastou minha calcinha e me penetrou vagarosamente olhando tarado para sua penetração.
– Desculpe, mas hoje é sem preliminares, falou pedindo uma rara desculpa como nosso dono.
Quase não consegui falar fazendo força para segurar meu orgasmo que queria chegar antes da hora.
– Ainda bem papai, ou já teria gozado e estragado tudo.
Com um sorriso lindo de satisfação ele chegou ao fundo de minha bucetinha encharcada mesmo sem preliminares, então o tirou quase todo e se afundou novamente com calma me fazendo gemer a cada vez que me enchia e me tornava completa, o que só acontecia quando tinha seu grandioso pau totalmente enterrado em mim.
– Senta de frente para mim no rosto de nossa vadiazinha, Angel. E fica segurando sua bucetinha aberta para facilitar que ela lamba seu clitóris para você gozar conosco quando os fogos começarem.
Mamãe obedeceu a nosso dono e quando se pôs sobre mim, ela mesma afastou a calcinha e com um dedo de cada mão abriu sua fenda encharcada expondo seu botãozinho tão pequeno quanto o meu, mas extremamente sensível. Infelizmente perdi a visão dos rostos lindos e safados de meus pais, mas amava de paixão a bucetinha de mamãe e dar carinho nela e sabia que estávamos em uma momento que jamais seria esquecido.
Assim que passei a língua pela primeira vez em seu interior, seu corpinho tremeu.
– Ahhhhh Bel. A mamãe gosta tanto de seus carinhos.
Eu gostava o mesmo tanto de dar carinho a melhor mãe do mundo incomparavelmente. Papai foi atualizando o horário.
– Faltam 3 minutos.
Ele não colocava muita velocidade, mas suas estocadas lentas quase tirando fora e depois empurrando com vigor até o fundo me levavam ao êxtase, mas também me permitiam não perder o controle de minha língua em mamãe.
Os sons no ambiente eram os gemidos de mamãe, os grunhidos de papai, o leve ploc molhando de suas penetrações e até o baixinho som de minha língua lambendo agora o clitóris delicioso de mamãe.
– 2 minutos. Obrigado amor por me dar um filha igualzinha a você que nos uniu muito mais e que deixa nossa vida mais completa e felize mais prazerosa também.
– Amo nossa filha mais do que tudo em minha vida. Ahhhhhh. E a fazer igual a mim e a dar a você me torna imensamente mais submissa e completa minha submissão total a você. Ohhhh Bel. Eu te amo tanto. Você é carne de minha carne.
Aquele conversa de meus pais se referindo a mim daquele jeito me levou ao ponto de ebulição, quase a ponto de não me segurar ainda mais papai me estocando daquela forma. Ao menos faltava pouco tempo para poder me liberar.
– Falta 1 minuto.
Daí em diante só papai falou, pois precisando fazer mamãe gozar conosco fiquei com a língua pincelando direto em seu clitóris enquanto ela só conseguia gemer.
– Faltam 20 segundos.
Parecíamos estar em perfeita sintonia como o trio que éramos, todos a beira de um dos momentos mais espetaculares de nossa vida.
– 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1.... Feliz Ano Novo meus amores, razão de minha vida. Que tenhamos um ano cheio de alegrias e amor.
Papai parou de falar e o senti se inclinando para a frente com mãe fazendo o mesmo e o silencio tomou conto pois eles se beijavam enquanto ele me estocava mais forte e eu lambia o grelinho de mamãe com mais ímpeto formando um trio perfeito, amoroso e geométrico com nossos corpos.
Quando escutamos o início das explosões dos fogos da festa do Resort explodimos como eles em um orgasmo inigualável e sem controle. Ao mesmo tempo que sentia a imensa quantidade de esperma de papai inundando meu ventre sentia o saboroso suco de mamãe descendo em cascata quase me afogando, os dois alimentado meu prazer naquele orgasmo incrível.
Eu me sentia o ser mais privilegiado do universo com meus pais me enchendo com seus fluidos amorosos enquanto se beijavam apaixonados conectados intimamente a meu corpo bem no início de um novo ano.
Assim que seus lábios se separaram voltei a ouvir seus gemidos e até o orgasmo de papai foi bem mais longo que o normal e quando terminou não parou de me estocar enquanto eu não parava de lamber mamãe prolongando nosso momento de prazer escutando os fogos ao fundo.
Quando terminamos papai parecia apressado.
– Temos que nos apressar para poder voltar a festa, mas antes vamos fazer de novo mudando a posição. Sai de cima dela Angel. Antes quero dar um beijo de feliz ano novo na Bel também.
Assim que mamãe saiu me deixando com o rosto todo melado de seu orgasmo papai se deitou sobre mim.
– Eu te amo mais do que tudo em minha vida amor. Que você seja muito feliz. Feliz Ano Novo.
– Também te amo papai e acho que seria impossível ser mais feliz do que sou com vocês. Feliz Ano Novo.
Ele me beijou amoroso, mas também com volúpia e com suas estocadas percebia que ele ficava duro de novo em meio a nosso pântano de fluidos e com minhas paredes apertadas o massageando ficou praticamente pronto para mamãe que o teria logo mais e me teria chupando minha bucetinha transbordando o esperma de nosso dono.
Não podendo perder tempo, assim que estava duro novamente, parou de me beijar e saiu de mim.
– Agora troquem as posições.
Foi uma repetição do que tínhamos feito antes, somente com minha inversão com mamãe. Apesar de termos tido antes um dos maiores orgasmo de nossas vidas, estávamos excitados de novo. Mamãe mais do que todos, pois além de ter o enorme e delicioso pau de papai a preenchendo também saboreava seu esperma em minha bucetinha, mas lembrando disso os toques de sua língua ficavam ainda mais excitantes.
Quando sentiu que estávamos perto de um novo orgasmo coletivo, papai se inclinou para mim e eu para ele e me beijou fogoso com nossas línguas dentro da boca do outro conectando nossos 3 corpos nos levando a outro gigantesco orgasmo. Quando terminamos o relógio marcava meia-noite e dezoito e papai não nos deixou curtir aquele pós orgasmos.
– Vamos voltar para a festa. Quero curtir com minhas esposas até o amanhecer e pular na piscina quando o sol nascer. Agora com as duas com meu esperma em seus úteros, falou olhando para nós com uma cara de pervertido, inacreditavelmente me fazendo ficar excitada novamente. E pela carinha de mamãe, ela também.
Desta vez eu não usava a aliança de mamãe porque o Resort não era muito distante de nossa casa e poderia ter alguém conhecido, que por fim não aconteceu de ter. No entanto, ele fez mamãe deixar a aliança em casa o que certamente confundia todos que olhavam para nós por minha semelhança com ela querendo entender nossa relação.
Os funcionários do hotel sabiam que uma era a mãe e a outra a filha, mas muitas vezes se enganaram quando se dirigiram a nós e era divertido quando mamãe era confundia como a filha.
Após uns retoque na maquiagem, voltamos a festa e dançamos e curtimos sempre juntos confundindo a todos. Lá embaixo entre as pernas senti a noite toda o esperma de papai em meus lábios pequenos e fechadinhos me mantendo excitada por estar assim na frente de todas aquelas pessoas.
Bebemos pouco ficando só alegrinhos e ao nascer do sol, como papai queria pulamos de roupa e tudo na piscina, mas não fomos só nós. Ficamos uns 20 minutos naquela manhã quente de 1º de janeiro e quando saímos da água foi que descobrimos que o vestido molhado tinha ficado totalmente transparente e colocado em evidencia nossos corpos sinuosos com nossas curvas destacadas e a calcinha branca por baixo. Quando pensamos em correr para pegar as toalhas disponíveis aos banhistas, papai nos surpreendeu.
– Não vão se machucar e não precisa pressa. Deixem que olhem as lindas mulheres que me pertencem.
Ele sempre era ciumento controlado com suas mulheres, mas naquele momento de festa o suprimiu todo orgulhoso da beleza delas, uma das quais ajudou a produzir. E para quem tinha nos visto por 3 dias de biquini naquela mesma piscina, não era nenhuma grande novidade apesar da situação ser bem mais sensual.
Quando chegamos no quarto, apenas tiramos as roupas molhadas, nos enxugamos e fomos dormir, mas não seria um sono longo pois teríamos o almoço de Ano Novo em meus avós maternos e demoraria uma hora para retornar. Por sorte o almoço de Réveillon na casa deles nunca saía antes das 2 horas da tarde.
Assim que abri os olhos lá pelas 11 da manhã, queria dormir um pouco mais, mas quando senti a cama balançando e olhei meus lindos pais em um papai e mamãe amoroso despertei e assisti. Assim que gozaram e papai me viu acordada, deu um beijo em mamãe.
– Vai tomando banho para adiantar Angel. Quero fazer amor com a Bel também, falou me olhando safado.
Nada melhor do que fazer amor com o homem por quem sou apaixonada na manhã do primeiro dia do ano. Só que comigo foi diferente e eu adorei a posição que ele escolheu.
– Vem no colo do papai, filha, falou malicioso.
Sempre que destacava nossa relação de pai e filha, sabia que me excitava e se excitava também. Seu pau já duro ele segurava em riste quando o obedeci e fui sentando no delicioso colo de meu papai. Era uma sensação sem igual ir sentindo seu membro duro quente, pulsante, grosso e atrevido ir preenchendo e expandindo meu canal apertado que se agarrava nele com todas as forças de meus músculos vaginais.
Só essa sensação já era um orgasmo antes do orgasmo e me levava a sentir que éramos um só corpo. Assim que estava com ele totalmente dentro de mim, suas mãos pegaram minhas ancas me levando para trás e para frente escorregando em suas pernas e quando percebeu que eu fazia o movimento por conta própria, levou suas mãos a meus seios e os segurando por baixo deu um leve beijo em cada aréola.
– Amo seu seios Bel. Nunca vou me cansar deles.
– Eles são pequenos, o provoquei querendo elogios.
– Eles são incrivelmente firmes, tem o formato perfeito e combinam perfeitamente com seu corpo que não é grande e tem muitas curvas. E até os 21 anos eles crescerão mais um pouquinho e ficarão iguais aos de sua mãe. Agora chega de elogios porque você sabe que acho eles perfeitos, falou se curvando e colocando um mamilos em sua boca.
– Ahhh papai. Eu sei, só que adoro você falando o quando gosta de meu corpo, o corpo que te pertence.
Daí em diante só nos concentramos no delicioso amor que fazíamos e não demorou muito para gozarmos e receber mais uma carga de esperma de papai naquele Ano Novo, mal começado.
Corremos para o banho onde mamãe nos esperava e depois colocamos outras roupas claras, desta vez a minha diferente da de mamãe e sem tomar café da manhã deixamos o hotel e chegamos a casa de meus avós em tempo de participar dos preparativos e depois almoçarmos em família.
Desta vez não foi papai quem tocou no assunto, mas eu mesma me lembrei que estava com seu esperma em meu ventre na frente de avós tios, tias e primas. Se bem que isso já estava se tornando frequente, mas para alimentar minha excitação me lembrei que aquela era a primeira vez daquele novo ano.
Os dias seguintes foram bem mais calmos sexualmente falando, pois com a proximidade do vestibular comecei a estudar muito, muitas vezes contando com a ajuda de papai ou de mamãe. Para diminuir a tensão fazíamos amor sem entrar no modo vadiazinha para não despender energia demais.
Senti falta, mas como papai prometeu que voltaríamos ao normal quando as provas terminassem, me segurei. Os dias de provas foram tensos, mas com o apoio em tempo integral que tinha de meus pais ficou mais fácil.
Como prometeu, assim que terminou a última prova, papai voltou ao normal me pegando tarado pela casa ou na cama como vadiazinha quando tinha vontade, sempre que podia com mamãe junto. Isso ajudou muito a diminuir a ansiedade antes do resultado do vestibular e quando saiu durante uma tarde, papai interrompeu seu trabalho e nos levou para a cama para comemorar até anoitecer em uma tarde de sexo bem intensa e prazerosa.
Fiz a matricula na faculdade e após algumas semanas as aulas começaram e após somente uma semana estava feliz, pois tinha a certeza que tinha escolhido a profissão certa. Eram ainda aulas básicas de primeiro ano, mas já comecei a ver algumas coisas de meu interesse sobre adolescentes e com dicas de professores e lendo livros, já fui me aprofundando no assunto confirmando que o que eu e mamãe tínhamos era sim uma “disfunção sexual psicológica”, mas não só pois essa só ocorre por ordem emocional e a nossa parecia ser física também, mas ao longo dos 4 anos eu teria nosso diagnostico.
Quando tudo parecia ter voltado a rotina da tranquilidade, meu aniversário de maioridade chegou e por ser uma data importante meus pais deram um festa convidando toda a família, amigas do colégio e novas amigas da faculdade. Foi durante o almoço no sábado, exato dia de meu aniversário. A festa foi linda e animada, só que eu estava um pouco triste porque papai não fez amor comigo naquela manhã em que eu tinha esperado que isso acontecesse. Ao invés disso ele só tinha me cumprimentado e dado os parabéns.
A festa terminou lá pelas 5 horas da tarde e após colocar todos os presentes no carro, voltamos para casa. Cansados tomamos um banho rápido um por vez e voltamos para a sala para descansar. Esperava que papai me desse o tão desejado presente na sala mesmo, mas o presente que ganhei foi outro.
– Bel, vá até a mesa de meu escritório e pegue seu presente.
Me animei e fui e voltei rápido e sentada no sofá ao lado deles abri e quase caí de costas ao ver que era a chave de um carro. Abracei e beijei muito os dois agradecendo pois facilitaria muito ir para a faculdade sem depender dos outros.
– É um carro simples, mas é novo, papai falou.
– É o melhor presente de todos..... bem o segundo melhor, falei me insinuando e sorrindo.
Papai desconversou a após trocarmos ideias de como fazer melhor uso do carro nos acomodamos cada uma de um lado dele e procuramos algo para assistir na TV relaxando nossas pernas doloridas de tanto ficar em pé antes e durante a festa.
Não jantamos pois o almoço foi bem tarde e quando deu quase 9 horas da noite, papai me deixou esperançosa que algo ainda poderia acontecer na cama.
– Vamos para a cama. Lá ficaremos melhor, pois o dia foi bem cansativo.
Nos levantamos, desligamos a TV e ao começar ir em direção ao quarto, papai parou e paramos com ele.
– Ah Bel. Estava esquecendo que tem outro presente. Pegue lá na porta da direita do armário do escritório um pacote vermelho, mas não vá abrir sozinha. Leve para o quarto.
Papai e mamãe foram na frente enquanto fui para o escritório e ao abrir a porta do armário logo dei de cara com uma linda caixa vermelha brilhante com o dobro da largura e comprimento de uma caixa de sapatos e altura igual. Seus laços de fitas largas eram bonitos e bem feitos e quando a peguei era levemente pesada, mas indecifrável do que tinha dentro.
Ansiosa corri para o quarto e quando cheguei papai e mamãe estavam nus o que não era a forma natural como dormiam, mas fiquei meio perdida do porque estavam assim. E só fiquei mais com sua ordem.
– Coloque o presente na cama e fique nua Bel.
Não sabia que havia uma relação em ficar nua e o presente, mas de qualquer forma estava ficando excitada quando me coloquei nua na frente deles sentados na borda da cama.
– Sabe Bel. Quando te disse que você se formou em ser vadiazinha pois já tinha feito com você tudo que já tinha feito com sua mãe, não menti. Porém tem coisas que faço com ela na questão da submissão que ainda não fiz com você. Não é algo costumeiro pois me aperta o coração, mas como ela gosta, faço isso as vezes para satisfazer seus desejos mais profundos de submissão. Lá no começo quando você fez a primeira pesquisa sobre isso ficou assustada e até pensou em não aceitar ser submissa, então se não quiser ir em frente, vou respeitar. Agora você tem 18 anos e é responsável por suas escolhas. Só te digo que meu limite fazendo isso é o amor que sinto por sua mãe e será o mesmo com você. Nada se compara ao que está na internet. Então abra seu presente, e veja se você vai o aceitar.
Minha boca ficou seca, meu corpo suava frio e eu tremia toda não sabendo se era excitação ou medo. Com dificuldade fui até a cama e comecei a abrir o embrulho sob os olhos atentos e ansiosos de meus pais, os quais eu confiava até a morte que não fariam mal a mim.
Demorei um pouco pois não conseguia controlar minhas mãos direito e quando tirei todo o papel e abri a tampa, haviam vários acessórios que eu tinha ideia do que eram, mas não certeza para que serviriam. A primeira peça que peguei e tirei da caixa era meio evidente pois estava escrito “Vadiazinha”.
– Essa é uma coleira de submissa Bel. De couro e forrada com um tecido macio por dentro para não machucar. Mandei escrever especialmente para você, se quiser usar, mas só na hora de brincar assim como tudo o resto.
Tinha ouvido a explicação de papai, mas estava com os olhos vidrados naquela caixa e no que tinha dentro. Coloquei a coleira na cama e a seguir tirei um rolo de cordas, mas era muito mais macia do que as cordas normais.
– Essas são cordas especiais de algodão para amarrar sem machucar Bel.
Pouco a pouco fui tirando peça por peça e papai explicando cada uma delas. Havia uma mordaça, 2 pares de algemas também forradas como a coleira, uma venda e por fim um plug anal que foi o último a ser explicado por papai
– Esse é um plug anal. Você deve imaginar para o que serve. Podemos deixa-lo enterrado enquanto brincamos com as outras coisas.
Tudo colocado sobre a mesa, fiquei lá sem reagir, mas sentia que meus fluidos tinham escorrido até o meio das coxas de tanto que os produzia. Era uma excitação incontrolável junto com o medo de saber até onde papai iria se eu aceitasse.
– Então Bel? Vai querer experimentar seu presente? Se não quiser ainda, podemos esperar uma outra oportunidade ou nunca fazer continuaremos agora fazendo amor como sempre fazemos.
– Eu não sei. E a mamãe?
– A mamãe tem o kit de brinquedos dela igual ao seu e se você aceitar vou brincar com as duas juntas.
Se mamãe fazia antes com papai era porque era bom e ela gostava. Se ela gostava, por ter puxado a ela e gostar de tudo o que ela gostava, provavelmente eu gostaria também. E aquele que me imobilizaria e me usaria era meu pai maravilhoso e sabia que seus limites poderiam ser ainda mais restritos do que eu e mamãe poderíamos aceitar. Mais uma vez me entreguei de corpo e alma a ele e se era um curso de pós graduação de submissão queria começar um uma nota alta.
– Papai. Eu te pertenço. Sou sua propriedade e você pode me usar como quiser. Com ou sem esses brinquedos. Você nunca mais precisa minha permissão para mais nada. Tudo que você quiser está permitido.
Ele deu um sorriso enorme se levantando da cama e pegando a coleira.
– Vou fazer com que você nunca se arrependa dessa decisão Bel. Agora se vire que vou colocar o primeiro item. Enquanto isso, pegue seus brinquedos Angel.
Enquanto papai me encoleirava um calor incontrolável subiu por meu corpo nu me fazendo quase jorrar meus fluidos que já tinham escorrido até os joelhos.
– Está muito apertado, perguntou ao terminar.
– Não, está justo, mas não apertado.
– Muito bem. Agora vou colocar o de sua mãe. Antes a coleira dela só estava escrito Angel, mas decidi fazer uma nova para ela também com vadiazinha que é o que vocês são.
Mamãe tinha voltado e se colocado a meu lado e indo atrás dela papai colocou em seu pescoço também a coleira escrita “vadiazinha”. Eu não me via no espelho, mas olhar para mamãe era como olhar para mim e com aquela coleira quase gozei sabendo que estava igual.
– Ahhh papai. Acho que vou gozar.
– Se você quer se formar na pós-graduação de submissa só pode gozar quando te é permitido.
– Ahhhhh..... vou.... tentar.
– Como hoje é seu aniversário não será punida se não conseguir, mas perderá pontos, falou como se estivesse falando sério como um professor verdadeiro.
– Prometo que vou tentar. Não quero perder pontos, falei excitada.
– Sempre imobilizei sua mãe sozinha e hoje ao invés de imobilizar cada uma separadamente, vou fazer um teste com as duas juntas. Fiquem de 4 na borda da cama antes.
De rabo de olho vi papai pegando meu plug anal e depois foi nas coisas de mamãe devendo ter pego o dela, mas não consegui ver. Também pegou uma segunda coisa e quando voltou me virei olhando para ele e vi um frasco em sua mão.
– Olhe para frente vadiazinha.
Me chamar de vadiazinha sempre era um combustível para meu tesão e lembrando que tinha essa identificação estampada na garganta, quase gozei de novo.
– Ohhhhhh papaiiiiii.
– Não goze agora, ordenou firme quase me fazendo explodir de prazer me sentindo mais submissa do que nunca.
Finalmente entendia que papai sempre poderia me fazer sentir mais submissa do que já me sentia. E estava adorando descobrir isso.
Senti um liquido em meu buraquinho e depois uma ponta fria girando em minhas preguinhas e as vezes ameaçando entrar. Eu tinha pego o plug em minha mão e em sua parte mais grossa ainda era bem mais fino do que o pau de papai, mesmo assim sabia que não entraria tão facilmente.
Enquanto brincava com meu cuzinho só ameaçando entrar, com a outra mão lubrificou o de mamãe e pegando seu plug fazia o mesmo com ela. Nós gemíamos de prazer enquanto as vezes ele enfiava um pouco, tirava e devagar ia colocando mais e tirando novamente.
– Essas bundas lindas vão ficar ainda mais lindas quando estas joias estiverem no lugar, empurrou até me fazer sentir meu cuzinho começando a se alargar para valer.
O plug que papai tinha comprado para mim, parecia ter uma joia vermelha na parte externa que seria a única coisa exposta quando estivesse totalmente enterrado. O de mamãe devia ser igual, mas não sabia a cor.
A cada alargada em meu anelzinho apertado eu gemia esperando que daquela vez entraria todo, até que finalmente me senti alargar e depois apertar prendendo algo.
– Ahhhhhh papai.
Mamãe gemeu também ao meu lado.
– Ahhhnnnnn.
– Calma minha vadiazinhas. O pior já foi e agora está dentro. Vocês não imaginam como suas bundas ficaram lindas com essas joias. Agora vamos a próxima etapa para nossa aluna Bel aprender um pouco mais sobre submissão. Se deitem lado a lado na cama.
Sentindo aquele plug em meu anus apertado era quase impossível me controlar, mas consegui me jogar na cama ao lado de mamãe.
– Vou deixar vocês como se fossem 2 XX juntos totalmente vulneráveis e a minha vontade. Agora vou fazer meu trabalho e pode demorar um pouquinho. Tenham paciência.
Pegando uma algema papai prendeu meu pulso direito ao esquerdo de mamãe, os dois para o alto de nossas cabeças. Eu tinha o rosto virado para mamãe que também olhava para mim e sentíamos o mesmo tesão avassalador sendo levadas juntas ao mesmo lugar.
Papai pegou outra algema e fez o mesmo prendendo meu tornozelo direito no esquerdo de mamãe nos deixando uma presa outra. Ele subiu um pouco na cama e nos empurrou cada uma para uma lateral nos deixando o mais longe que poderia e voltou a descer.
Dessa vez pegou uma daquelas cordas de algodão e passando por trás da cabeceira amarrou meu punho esquerdo pelo lado de fora fazendo meu braços ficarem abertos no alto da cabeça e na outra ponta da corda amarrou o pulso direito de mamãe fazendo o mesmo com ela.
Papai agia enquanto eu e mamãe sentíamos perder nossa liberdade cada vez uma mais amarrada na outra. Quase passando por baixo da cama, papai jogou a outra corda por baixo e em uma ponta amarrou meu tornozelo esquerdo e do outro lado o direito de mamãe nos deixando exatamente como ele havia explicado antes. Estávamos em um XX e se uma puxasse uma perna ou uma mão a da outra tinha que se movimentar junto.
Me vendo naquela situação, o medo que uma vez senti não existia mais, sobrando só uma excitação extrema que era meu maior problema pois não poderia gozar, mesmo já parecendo estar gozando. Nos olhinhos de mamãe havia muita luxuria, o mesmo devendo estar acontecendo comigo.
– Ahhh Bel. É muito mais gostoso fazer isso estando amarrada em você do que sozinha.
– Ohhhh mamãe. Só sei que com você é muito excitante. Quase não estou me aguentando.
– Se segure Bel. Se conseguir você terá um orgasmo maior do que todos que já teve. Esta proibição aumenta em muito o prazer. E depois obedecer para gozar é a cereja do bolo.
– Ouça sua mãe Bel. Ela é uma submissa experiente. Até ela vai gozar mais forte hoje com você ao lado dela. Tem horas que acho que ela te fez e me deixou te possuir só para aumentar o prazer dela, provocou.
Ao meu lado em pé fora da cama ele segurava as duas mordaças.
– Antes que eu coloque essa mordaça e não possa mais falar, você tem que me pedir tudo o que quer que eu faça como você Bel. Como uma boa submissa.
Nem hesitei.
– Por favor papai, me use de todas as formas que você quiser e coloque esse seu pau grande e delicioso dentro de mim por qualquer lugar. Só me use. Meu prazer é te dar prazer e te fazer feliz.
– Muito bem minha vadiazinha submissa. Vou te atender, mas só quando eu estiver com vontade falou encaixando a mordaça e levantando minha cabeça para o prender por trás.
Estava totalmente a mercê dos desejos de papai e jamais conseguiria escapar e se tentasse poderia machucar mamãe presa a mim. Ao invés de estar preocupada precisei pensar em algumas coisas bem ruins para conseguir me controlar. Meu cuzinho piscava com o plug enterrado nele e sentia escorrer pela joia meus fluidos abundantes que vinham de minha fenda e que iam para a cama.
Ao meu lado mamãe fazia um pedido similar ao meu a nosso dono, porém no fim uma surpresa em seu pedido.
– Use sua outra vadiazinha primeiro. Hoje é aniversário dela e não vou sentir nenhum ciúme.
– Muito bem vadiazinha Angel. Você mostra porque já é formada na submissão, pois sente prazer em compartilhar, falou colocando a mordaça e depois a prendendo por trás da cabeça de mamãe.
Pensei que terminando de imobilizar mamãe, papai viria até mim, subiria na cama e enterraria seu delicioso e imenso pau em minha bucetinha sedenta, mas não foi o que fez.
– Poderia venda-las também, mas quero deixar que uma possa olhar e ver a outra e o que vou fazer com ela.
Sem falar mais nada ele meio que desapareceu mesmo sabendo que estava no quarto e quando levantei a cabeça do colchão o vi tranquilamente sentado na poltrona do quarto olhando seu celular nos deixando lá na cama esperando por ele sem saber quando voltaria.