O sol já tava se pondo quando eu e a Amanda chegamos na casa de praia. Era um fim de semana que a gente vinha planejando há semanas, só pra dar um tempo da correria da cidade. A Amanda, minha esposa de 28 anos, desceu do carro toda animada, com aquele shortinho jeans que mal cobria a bunda grande e empinada dela. Morena, cabelo liso caindo até os ombros, peitos médios balançando de leve na blusinha soltinha sem sutiã — ela era um tesão sem nem se dar conta. Eu, com 32, já tava imaginando a gente se pegando na varanda com o barulho das ondas ao fundo. Mas o destino tinha outros planos pra essa viagem.
A casa era simples, mas tinha seu charme, colada na areia. Enquanto eu descarregava as malas, Amanda abriu as janelas, deixando o vento salgado invadir o lugar. “Amor, que delícia esse cantinho!” ela disse, com aquele jeitinho ingênuo que sempre me pegou de jeito. Ela era certinha pra caramba, sabe? Daquelas que nunca imaginaria algo fora da nossa bolha de casal. Mas isso tava prestes a mudar.
Não passou nem meia hora e eu ouvi umas vozes vindo da rua. Era sábado, o calor tava de rachar, e dois moleques da vizinhança tavam jogando bola na estrada de terra do lado da casa. Deviam ter uns 19, 20 anos, magrelos mas com aquele corpo de quem cresceu surfando e torrando no sol. O Léo, cabelo bagunçado e bronzeado, usava um short de surfista que marcava as coxas definidas. O Thiago, mais moreno, tinha um sorriso safado e uma camiseta rasgada que deixava o peito lisinho à mostra.
“Ô, tio, boa tarde!” gritou o Léo, acenando pra mim enquanto eu mexia no carro. “Tá de visita na casa do seu Zé, é?” “É, só uns dias pra relaxar,” respondi, meio seco, mas educado. “Show, tio! Se precisar de algo, é só chamar, a gente mora ali na esquina,” disse o Thiago, já dando uma secada descarada na Amanda, que tinha aparecido na varanda com uma cerveja na mão. Ela sorriu, toda simpática, sem nem captar o olhar faminto dos dois.
“Oi, meninos! Querem uma água ou algo gelado? Tá quente pra caralho hoje,” ela ofereceu, com aquela voz doce e despretensiosa. Eu quase ri da inocência dela, mas os moleques não perderam a chance. “Água gelada seria mó daora, tia!” respondeu o Léo, subindo os degraus da varanda como se fosse de casa. O Thiago foi atrás, e eu vi os olhos dele grudados na bunda da Amanda enquanto ela virava pra entrar. Aquilo me deu um ciúme foda, mas também uma curiosidade do caralho. Será que ela ia sacar o quanto aqueles dois tavam na dela?
Na cozinha, Amanda abriu a geladeira e pegou duas garrafinhas d’água. “Vocês moram aqui o ano todo?” perguntou, entregando as garrafas. O Léo deu um gole demorado, limpando a boca com o braço enquanto encarava os peitos dela, que marcavam a blusinha fina. “Sim, tia, a gente é cria daqui. Conhece cada pedaço dessa praia,” ele disse, com um tom que parecia mais uma promessa. “E vocês vêm muito pra cá?” perguntou o Thiago, se aproximando um pouco mais, quase roçando o ombro no dela enquanto fingia olhar pela janela. Amanda riu, sem graça, e balançou a cabeça. “Não, meu marido tá aí fora, a gente veio só pro fim de semana.”
Eu entrei na hora, carregando a última mala, e peguei a cena: os dois moleques quase colados nela, e a Amanda toda sorridente, sem nem desconfiar do clima que tava rolando. “Amor, os meninos são da vizinhança, super gente boa!” ela disse, me olhando com aquele brilho nos olhos. Eu só assenti, mas já tava sentindo o sangue esquentar — não sei se de raiva ou de outra coisa.
A noite caiu rapidinho, e depois de um jantar leve, eu e Amanda fomos pra varanda tomar uma breja. Ela tava deitada numa rede, as pernas morenas brilhando sob a luz fraca da lâmpada, o shortinho subindo ainda mais e mostrando a curva da bunda. Eu tava quase partindo pra cima dela ali mesmo quando ouvimos um barulho na rua. Era o Léo e o Thiago, agora com uma bola de vôlei na mão, gritando: “Tia, tio, bora jogar uma partida na areia? A lua tá cheia, dá pra ver tudo direitinho!”
Amanda se levantou num pulo, toda empolgada. “Ai, amor, vamos? Faz tempo que não jogo vôlei!” Eu resmunguei um “tá bom”, mais pra não bancar o estraga-prazeres do que por vontade. Mas quando chegamos na praia, o jogo virou outra parada. Os moleques tavam sem camisa, suados, correndo atrás da bola, e a Amanda, toda desajeitada, pulava pra tentar acertar. Cada pulo fazia a bunda dela quicar no short, e os peitos quase pularem pra fora da blusa. O Léo e o Thiago não disfarçavam mais: tavam devorando ela com os olhos.
“Caraca, tia, tu joga bem pra caramba, hein!” disse o Thiago, se aproximando pra “ajustar” a posição dela. Ele colocou as mãos nos quadris dela, guiando o corpo dela pra frente, e eu vi os dedos dele apertarem de leve a carne da cintura. Amanda riu, achando que era só zoeira. “Ai, para, eu sou horrível!” ela respondeu, sem nem perceber que o Léo tinha se posicionado atrás, quase colando o peito nas costas dela pra “ensinar” o saque.
Eu tava ali, assistindo tudo, com o pau começando a dar sinal de vida sem eu nem entender direito. Era ciúme misturado com um tesão foda, uma parada que eu nunca tinha sentido. O jogo terminou com os quatro rindo e suados, e o Léo jogou um comentário: “Tia, tio, amanhã a gente podia levar vocês pra conhecer umas praias aqui perto. Tem uns cantos que ninguém vai, mó tranquilo pra curtir.” Amanda, toda boba, virou pra mim: “Ai, amor, seria massa, né?” Eu só fiz que sim com a cabeça, mas já imaginando o que aqueles dois tavam armando na cabeça deles.
De manhã, os moleques apareceram cedo, batendo na porta. “Tio, tia, bora conhecer as praias que a gente falou?” A Amanda já tava pronta, com um biquíni fio dental vermelho que mal cobria a bunda grande e deixava os peitos quase pulando pra fora. “Vamos, amor, vai ser legal!” ela disse, toda animada. Eu concordei, mas já tava com o radar ligado pros dois.
A trilha pras praias isoladas era estreita, e o Léo e o Thiago iam na frente, virando pra trás toda hora pra “ajudar” a Amanda a pular as pedras. A bunda dela quicava a cada passo, o biquíni enfiado no rabo, e eu via os olhos dos moleques grudados nela. “Cuidado aí, tia, segura na minha mão,” disse o Léo, puxando ela pra perto, o braço roçando nos peitos dela. Chegamos numa praia deserta, o mar azulzão e ninguém por perto. “Aqui é mó paz, tia,” disse o Thiago, já tirando a camisa e mostrando o corpo magro e bronzeado.
Depois de um mergulho rápido, eles sugeriram “descansar” na areia. A Amanda deitou de bruços, a bunda empinada pro alto, e o Léo pegou o protetor solar. “Tia, deixa eu passar pra tu não queimar,” ele disse, jogando um sorriso pro Thiago. Ele começou pelas costas, as mãos grandes esfregando devagar, descendo pros quadris e apertando a bunda dela de leve. “Nossa, tua pele é mó macia, hein,” ele falou, enquanto o Thiago pegava nas pernas, subindo até quase encostar na buceta dela. “Relaxa, tia, a gente sabe cuidar bem,” ele disse, os dedos roçando a parte interna da coxa.
Ela suspirou, toda boba: “Ai, meninos, vocês são uns exagerados!” Mas eu vi o jeito que ela mexeu os quadris, sem nem perceber o tesão que tava sentindo. Meu pau tava duro de novo, e eu não sabia se mandava parar ou deixava rolar. Aí o Léo jogou a ideia da aposta: “Tia, bora brincar? Quem pegar mais conchas na água ganha um prêmio teu.” Ela riu: “Tá bom, mas o prêmio é só um abraço, hein!” Eles correram pro mar, voltando com as mãos cheias, e o Thiago ganhou.
Ele puxou ela pra um abraço colado, o peito suado grudando nos peitos dela, o pau duro roçando na coxa dela por cima do short. “Gostei do prêmio, tia,” ele disse, a voz baixa, e o Léo foi por trás, abraçando também, sanduichando ela entre os dois. “A gente merece um extra, vai,” ele sussurrou no ouvido dela, as mãos descendo pros quadris. Amanda deu um gritinho, meio rindo, meio confusa: “Ai, para, seus doidos!” Mas o gemidinho que escapou dela me fez quase explodir na bermuda.
O dia na praia isolada tinha acabado, o sol já tava se escondendo, e a gente resolveu voltar pra casa. O Léo e o Thiago, espertos como sempre, pediram carona: “Tio, deixa a gente ir junto, é caminho pra nossa casa!” Meu carro, um hatch velho que aguentava essas viagens, era apertado pra caramba, mas eu cedi: “Tá bom, se virem aí que a gente vai.” A Amanda, ainda de biquíni fio dental vermelho, tava suada e rindo, sem nem desconfiar do que vinha pela frente.
Eu sentei no banco do motorista, e a Amanda ia pro carona, mas o Thiago foi mais rápido e se jogou no assento da frente: “Tio, eu fico aqui pra te ajudar a guiar, sou o copiloto!” O Léo abriu a porta de trás e chamou: “Vem, tia, senta aqui comigo, tem espaço!” Antes que eu pudesse falar algo, a Amanda deu de ombros: “Tá bom, amor, a gente se aperta.” Mas o “aperta” virou outra história.
O banco de trás era pequeno pra caralho, e o Léo, com aquele corpo magro mas bronzeado, ocupava um espaço danado. “Tia, senta no meu colo, vai, senão tu vai ficar toda espremida,” ele disse, batendo na coxa com um sorriso safado. Amanda riu: “Ai, Léo, para de graça!” Mas o Thiago jogou: “Vai, tia, o caminho é cheio de buraco, no colo dele tu fica mais firme!” Ela me olhou, toda boba: “Tá ok pra você, amor?” Eu, com o pau já dando sinal de vida só de imaginar, murmurei um “vai lá” que saiu mais rouco do que eu queria.
Ela subiu no colo do Léo, mas de costas pra ele, a bunda grande encaixando direitinho na virilha dele. O biquíni fio dental mal cobria o rabo dela, e eu vi pelo retrovisor as mãos dele segurando os quadris dela, os dedos cravando na carne macia. “Pronto, tia, agora tu tá no lugar certo,” ele disse, a voz baixa, enquanto ela ria: “Ai, Léo, não aperta muito, hein!” O short de surfista dele já marcava o pau duro, pressionando contra a bunda dela, e ela nem parecia notar — ou fingia que não.
A estrada de terra era um inferno de buracos, e cada solavanco fazia o carro sacolejar pra caralho. A Amanda quicava no colo do Léo, a bunda dela esfregando no pau dele a cada tranco, e eu ouvia os gritinhos dela misturados com risadas. “Nossa, amor, essa estrada tá um caos!” ela disse, mas o Léo aproveitava cada buraco pra puxar ela mais pra trás, o pau dele roçando firme contra o biquíni. “Relaxa, tia, eu te seguro bem,” ele falou, as mãos subindo pros lados da cintura dela, os polegares quase roçando os peitos que balançavam na parte de cima do biquíni.
Num buraco mais fundo, o carro deu um pulo, e a Amanda deslizou ainda mais pra trás, a bunda dela colando no colo dele. “Ai, meu Deus!” ela gritou, rindo, mas o Léo segurou ela com força, uma mão descendo pra coxa dela e a outra apertando o quadril. “Tá tudo bem, tia, eu não deixo tu voar,” ele disse, o rosto tão perto das costas dela que dava pra ver o calor subindo. Pelo retrovisor, eu vi o short dele marcando o pau duro, pulsando contra a bunda dela, e os peitos dela quicando a cada solavanco.
“Porra, Léo, toma cuidado aí!” eu disse, tentando soar sério, mas minha voz tava tremendo de tesão. O Thiago virou pra trás, rindo: “Relaxa, tio, ele tá só garantindo a segurança da tia!” A Amanda tentou se ajeitar, mas cada movimento só fazia ela esfregar mais no Léo. “Ai, amor, esse carro vai me deixar louca de tanto sacolejo!” ela reclamou, mas o suspiro que escapou depois de um tranco forte entregou que ela tava sentindo algo a mais. As coxas dela tremiam de leve, e eu sabia que o calor do corpo dele colado nela tava mexendo com ela.
O Léo não segurava a onda. “Tá gostando do rolê, tia?” ele perguntou, a voz rouca, enquanto mexia os quadris de leve, o pau dele pressionando mais fundo contra a bunda dela. Ela riu, toda vermelha: “Para, Léo, tu é muito sem noção!” Mas o jeito que ela mexeu o quadril, “se ajeitando”, mostrou que ela tava sentindo cada centímetro dele. O Thiago virou pra mim: “Tio, essa estrada é punk, hein? Tá parecendo um teste de resistência aí atrás!” E o Léo completou: “Eu aguento, hein, tia, pode quicar o quanto quiser!”
Quando chegamos na casa, a Amanda desceu do colo dele com as pernas moles, o biquíni desalinhado, a bunda marcada pelas mãos do Léo. “Nossa, amor, que viagem doida!” ela disse, rindo, mas os olhos dela tavam brilhando de um jeito que eu conhecia bem. Os moleques se despediram, o Léo jogando um “até amanhã, tia” com um sorriso que prometia mais.