Uma manhã com minha puta - Parte I

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 2468 palavras
Data: 02/04/2025 16:09:52

Sabe quando você bebe demais na noite anterior e acorda ainda desnorteado, sem saber onde está? Foi exatamente o que me aconteceu naquele dia. Peguei o celular e vi as horas: "caralho, já são 11h20". Saí do quarto ainda só de cueca, fui ao banheiro e desci para a sala. A casa parecia vazia, em um silêncio sepulcral.

Ao chegar na cozinha, encontrei um prato com ovos mexidos, minha caneca e uma garrafa de café à mesa; ao lado, um bilhete: "deixei seu café pronto e vim para a piscina. Beijos". A delicadeza e o gesto me tiraram um sorriso de canto de rosto e, não vou negar, também me deu um pouco de tesão. Comi os ovos e subi novamente para me trocar, ainda com a caneca cheia de café. Vesti a sunga, coloquei os óculos escuros, peguei o maço de cigarro, o isqueiro e desci novamente.

Passei pela sala de estar, segui o corredor, cheguei na sala de jantar e fui em direção à piscina. Estava, de fato, um lindo dia ensolarado, o que não havia percebido até então por conta das cortinas fechadas. Ao chegar na varanda, eu me senti no paraíso, e peço licença para descrever a cena com detalhes.

Moro em um apartamento grande e confortável, não vou negar. Minha varanda tem uma churrasqueira, um chuveirão para tirar o cloro e, claro, uma bela piscina. Ali, a cena que eu via era coisa de cinema: uma mulher deslumbrante deitada em uma espreguiçadeira aberta em 120° graus pegando sol. Até aí, normal; eu sabia que ela estava lá. A questão é que não descrevi ELA. Sabe aquele tipo de mulher que não precisa fazer esforço para ser gostosa? É ela.

Seus 1.60 e poucos eram cobertos por uma pele branca, mas que vivia bronzeada na medida certa; seus cabelos castanhos tinham cachos que a fazia parecer ter saído de uma pintura renascentista; seu corpo era bem distribuído, com gorduras nos lugares certos, e tudo deliciosamente proporcional: seus peitos médios combinavam com sua cintura levemente fina e um quadril um pouco mais largo que dava indícios de que aquela bunda, além de redondinha, tinha o tamanho certo. Sua pele bronzeada e totalmente lisa, sem nenhuma tatuagem, ganhavam o contraste de um pequeno piercing brilhante em seu umbigo, dando ainda mais charme àquela barriga sensual.

Não bastasse toda essa perfeição, que ela cultivava sem dietas loucas e academia, eu a encontrei sob um chapéu de palha para proteger do sol, usando um elegante óculos escuros e vestindo um biquíni vermelho que realçava ainda mais toda a sua beleza. A parte de cima cobria o suficiente para não ser vulgar, mas mostrava o suficiente para ser sexy, enquanto as alças finas desenhariam uma marquinha cujo efeito em mim nenhum tadalafila ou viagra conseguiria repetir. A calcinha tinha o formato asa delta, desenhando sua cintura, com as alças finas e a parte da frente cobria o que tinha que cobrir, mas atiçava a curiosidade de saber o que tinha embaixo. Observei ainda de dentro de casa ela puxar o maço de cigarro e, sempre elegante, acender um enquanto curtia o sol e o vinho branco que estava no gelo.

Não sei há quanto tempo ela estava se banhando de sol, mas sei que me esperava e eu não aguentava mais ficar de longe. Fui em sua direção e fui recebido com um levantar de óculos e um sorriso enorme. Puro charme!

"Bom dia, meu amor! Obrigado pelo café", disse eu após dar um rápido selinho. Apoiei minhas coisas na mesa e fui jogar uma água gelada no corpo para refrescar.

Ao retornar, me sentei na espreguiçadeira ao lado, estrategicamente posicionada de maneira que eu pudesse observar aquela linda cena, enchi minha taça de vinho, brindei e dei um gole. "À beleza da vida". Enquanto o cigarro dela acabava, eu acendia o meu. Já aceso, sou novamente relembrado do quão bonita e gostosa é a vida, e ela se levanta da espreguiçadeira e vai rumo ao mesmo chuveiro se refrescar.

Senhoras e senhoras, que visão! Já sem o chapéu, o seu lindo cabelo cacheado ficava livre pelas suas costas, como quem aponta para aquela bunda redondinha, com uma calcinha fio dental enterradinha dentro dela, balançando conforme os movimentos do seu caminhar. Naturalmente fiquei vidrado na cena, com um sorriso no rosto, viajando em meu próprio prazer e pensamento. Ela, claro, sabia do poder que tinha sobre mim, e gostava disso. Ligou o chuveiro e deixou a água cair sobre o seu corpo, já virada para mim. Vendo minha cara de tesão, fez questão de passar a mão por todo o seu corpo e virar de costas. Deu aquela ajeitadinha nas laterais da calcinha, enterrando ainda mais aquele fio em meio às suas nádegas, e curtiu a água caindo sobre seu corpo.

Voltou à minha direção ainda molhada, sentou de frente para mim e acendeu um cigarro. Com a taça apoiada à sua esquerda e o cigarro na mão direita, me brindava com uma visão que muitos morreriam para ter. Deu um trago e, com um sorriso sacana, falou: "Hoje o dia tá tão lindo, né, amor?"

Conversamos amenidades até o seu cigarro acabar. Ela levantou, pegou a toalha e se secou. Amarrou o cabelo em um coque, vestiu o chapéu e pediu:

- Quero pegar sol nas costas. Passa o bronzeador em mim, por favor?

Aquele pedido era o que eu queria ouvir desde que li o bilhete dizendo que ela estava na piscina. Não me fiz de rogado e enchi minha mão. Decidi passar como uma massagem, começando de maneira leve pelas suas panturrilhas, espalhando bastante. Subi para a parte de trás daquela coxa carnuda que tanto me excitava; ali, mais acariciei do que passei o bronzeador. Dali, subi para as suas costas, onde também alternei as esfregadas de mão com leves massagens, sobretudo no pescoço. É óbvio que ela desamarrou a parte de trás para minha mão percorrer mais livre e eu poder aproveitar a lateral dos seus peitos que ficavam mais soltos. Quando descia pelas costas, chegando na altura da cintura, a pegada ficava mais firme, e eu percebia seu corpo já arrepiado. Quando já sentia meu pênis bem rígido, decidi parar. Amarrei novamente a parte de cima do seu biquíni e parei sem passar protetor na bunda, claro, porque eu queria ouvir aquilo:

- Faltou passar na minha bunda, amor! - o que ela disse virando o rosto para trás com o sorriso mais sacana do mundo.

Não preciso dizer que uma tarefa de, sei lá, 15 segundos, durou uns 2 minutos, né? Terminei a tarefa com um tapa estalado na bunda, seguido de um gemidinho gostoso, acompanhado novamente daquele olhar pra trás e aquele sorriso sacana.

Àquela altura, meu piru já estava explodindo sob a sunga, mas eu queria aproveitar o momento. Peguei a taça de vinho, o cigarro, botei na beira da piscina e entrei. A expectativa era que a água fria abaixasse a ereção e ainda poderia fazer um charme de que não sou um tarado que atrapalhou seu banho de sol.

Dentro da água, curtia o vinho e o cigarro, junto com um papo furado e a visão daquelas curvas como o pão de açúcar a minha frente. Ficamos nessa por uns 30 minutos, até que o calor a fizesse precisar se refrescar. Ela escolheu o chuveirão, mas eu insisti para que mergulhasse na piscina. Com aquele clima e cheiro de sexo no ar, era impossivel que ela não viesse.

Dentro da água, abracei seu corpo com firmeza e enquanto minha língua encontrava a sua, minha mão apertava aquela bunda que me deixa louco. Ela posicionou sua coxa esquerda de modo que pressionasse o meu pênis ainda sob o tecido, o que dava um leve prazer. Nosso beijo ganhava intensidade quando escorreguei minha boca para o seu pescoço, curtindo sua boca e seu cheiro. Com as duas mãos já apalpando sua bunda, puxei seu corpo para cima e ela entrelaçou as pernas ao redor do meu corpo, ficando no meu colo. Encostei seu corpo contra a parede da piscina, já com nosso sexo se tocando sob o tecido, e o nosso beijo passou a ser ainda mais intenso. Sem me aguentar, já mexia o quadril para ela sentir minha piroca sarrar na sua bucetinha. Ainda vestidos, fui aumentando a velocidade da sarrada e minha mão já procurava o seu peito. Afastei o biquíni para o lado e levei minha boca àquele seio macio de aureolas pequenas. Com as duas mãos em volta do seu quadril, acelerei o movimento de metida ainda vestidos. Ouvia sua respiração um pouco mais ofegante e uns gemidos ainda tímidos, então levei minha mão direita à sua buceta, afastando a calcinha de lado e penetrando apenas o meu dedo do meio. A entrada com facilidade arrancou um gemido mais alto dela, que abriu a porteira para uma sequência de sons de prazer à medida em que eu acariciava sua xereca por dentro, sem tirar a boca do seu peito.

Quando os gemidos ficaram mais intensos e em maior sequência, ela puxou minha cabeça do peito dela e afastou minha mão da sua buceta. "Vou buscar mais vinho para nós", disse após uma respirada mais funda.

Ela ajeitou o biquíni e saiu da água, novamente me brindando com a imagem daquela bunda redonda coberta por um fino fio vermelho. Observei como um jovem tarado o seu caminhar até a geladeira próxima à churrasqueira, apreciando o balançar coordenado daquela bunda. Meu olhar seguiu vidrado, com um sorriso no rosto, enquanto ela voltava para perto da piscina.

Pegou as duas taças, se sentou à borda da piscina, somente com as canelas dentro da água, e nos serviu. Acendeu mais um cigarro, em que prontamente a acompanhei. Ainda dentro da água, fiquei de costas para ela com a cabeça entre suas pernas, curtindo o cafuné que ela fazia em minha cabeça. Logo puxou algum assunto aleatório, com nenhuma relação ao clima de foda que pairava no ar. Ao responder, virei de frente para ela, que bebeu um gole do vinho e reclinou o corpo, se apoiando nos cotovelos, sem parar de desenvolver o tema, que parecia importante. Fiz o maior esforço que pude para engajar na conversa, mas era muito difícil com aquela beldade seminua à minha frente, sobretudo com um delicioso par de coxas grossas livres de qualquer tecido tão próximo à minha mão e boca.

A essa altura, meu cigarro já havia acabado e ela já havia acendido outro para si. Com a mão livre, iniciei um carinho leve na sua perna, perto do joelho, e ouvia seu discurso empolgado sobre aquele assunto. Não demorou e a outra mão, a da taça, começou a intercalar entre os mesmos carinhos na perna e à levar a taça para minha boca. Os carinhos foram subindo lentamente pela sua coxa e eu já sentia o arrepio no seu corpo. Ela seguia no assunto, como um jogo de fingir que aquilo não estava acontecendo. Eu gostava daquele jogo, e permanecia na conversa sem interromper as carícias que já alcançavam a parte superior das coxas.

A tensão da brincadeira potencializava o nosso tesão e eu comecei a dar beijinhos nas suas pernas enquanto mantinhamos a conversa. Não demorou para entrarmos em um território de escolha, pois minha mão já alcançava a sua virilha e minha boca sentia o sabor da parte interna das suas coxas. Ela tentava fingir que nada estava acontecendo, mas suas falas já eram cortadas por alguns suspiros.

O tesão estava no ar e eu não aguentava mais só a provocação. Percebi o fim do seu cigarro e decidi avançar. Afastei a sua calcinha para o lado, revelando aquela linda buceta. O sexy penteado moicano contrastava perfeitamente com o desenho daquela xoxota. Minha boca já explorava a lateral da sua coxa e minha mão acariciava lentamente a parte de fora daquela vulva. Deslizei a mão direita para o seu quadril, onde segurei com firmeza, e a mão esquerda fazia movimentos leves ao redor da xereca.

Ali, fazia uma verdadeira massagem na sua xoxota, e comecei a avançar para os lábios internos. Percebendo que a sua excitação já era enorme, entendi que era hora de levar minha boca à sentir aquele delicioso sabor. Novamente inseri o meu dedo do meio naquela buceta quente e toda molhada e apertei sua bunda com a mão direita. Para a minha surpresa, após um gemido mais intenso, eu a vi acendendo mais um cigarro. Se era algum tipo de fetiche, eu não fazia ideia, mas preferi acreditar que sim e comecei a chupar.

Minha língua percorria toda a extensão da sua vulva, como se estivesse conhecendo o terreno. Foquei em um beijo molhado nos seus pequenos lábios enquanto meu dedo, de maneira sincronizada, acariciava a parte de dentro. Com os gemidos aumentando de volume e frequência, coloquei mais um dedo e segui no movimento. Aproveitava a mão livre para apertar sua bunda, quadril e peitos, enquanto a boca trabalhava.

Sinceramente, nem dei bola para o cigarro e foquei no meu serviço. Com os dois dedos fazendo a massagem interna, subi a língua para a altura do seu clitóris. Agora era a hora de finalizar essa mulher que estava me deixando maluco. Ao subir a língua, acompanhei com a mão livre ao seu peito, onde apertei com volúpia. Ao tocar com a língua na altura do seu grelo, o gemido foi bem mais alto e a minha mão, que ia descer novamente para o quadril, foi segurada por ela. Consegui levantar os olhos e ver ela afastando as laterais do biquini para deixar seu peito de fora e dar a última tragada no cigarro que acabava.

Apertando com força seu peito, com dois dedos massageando a sua buceta na mesma intensidade da língua que esfregava seu grelo, comecei a sentir seu corpo se contorcer. Ela entrelaçou suas pernas ao redor do meu pescoço e suas coxas apertavam minha cabeça, me deixando sem ar. Seu corpo se contorcia descontroladamente e seus gemidos eram muito altos. Eu me esforçava para manter o movimento dos dedos e língua e levava ela a um prazer enorme. Quando eu mesmo já estava ficando sem ar, um último gemido mais alto foi acompanhado por um relaxamento do seu corpo, com as suas pernas, ainda sobre meus ombros, me permitindo respirar novamente. Soltei seu peito e seu corpo relaxou estirado no chão. Retirei meus dedos de dentro e chupei o mel que restava em meus dedos. Peguei uma taça que ainda tinha vinho e bebi observando os movimentos da respiração funda do seu corpo, tentando se recuperar do orgasmo obtido. Dei um beijinho em cada coxa, ajeitei o biquini cobrindo a buceta e dei um beijinho por cima do tecido. Saí da piscina, ainda com o pau muito duro, e fui buscar um copo d'água.

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