Quando retornei com a água, ela ainda estava estirada na borda da piscina recuperando o ar. Enchi o seu copo e entreguei, e ela bebeu com rapidez. Sentei na minha espreguiçadeira e, mesmo com o pau ainda bem duro, acendi um cigarro e enchi minha taça de vinho. Não vou negar que já estava ficando embriagado, mas o tesão me fazia permanecer no eixo. Ela se levantou e entrou na água. Mergulhou para molhar todo o corpo e logo saiu. A essa altura, eu já estava recostado em minha espreguiçadeira apenas curtindo o cigarro e o vinho. Ainda molhada (da água), ela veio e se deitou ao meu lado. Passei o braço por trás do seu pescoço dando-lhe um abraço, mas segui degustando meu cigarro. Ela se aninhou em meu peito como quem descansava, em silêncio profundo. Girou o corpo de lado, virando de frente para mim, e com a cabeça em meu peito fazia carinho com seu braço direito pelo meu corpo.
Sua mão passeava suavemente pela minha barriga e costelas, mas meu pau, que ainda não tinha abaixado, nitidamente pedia por um toque. Comecei a retribuir os carinhos, primeiros pelo seu braço e depois pela lateral de suas costas. Meu cigarro acabara e só sobrava o desejo pulsante de foder aquela mulher.
Eu gostava desse joguinho, então continuei na carícia leve. Dei até um beijo no topo da sua cabeça, como quem está apenas fazendo carinho, mesmo que minha rola furando a sunga dissesse o contrário. Ela novamente ajeitou seu corpo de modo que sua cabeça ficou na altura do meu pescoço. Enquanto acariciava meu corpo, começou a respirar mais perto do pescoço, me deixando arrepiado. Ela percebia, fazia de propósito. Não demorou e começou a dar beijos por ali. Sua mão lentamente procurou o meu mamilo esquerdo e por ele passou suavemente. Ela percebeu que eu havia gostado da carícia e passou a investir no local. Quando esfregou a mão levemente por ali, conseguiu ver meu pênis fazendo um movimento involuntário. Imediatamente levou sua mão a ele sobre a sunga e falou da maneira mais cínica do mundo:
"Nossa, você tá com tanto tesão assim?"
Minha resposta foi somente olhar para ela, sorrir e apertar sua bunda, seguido de um tapinha.
"Melhor deixar ele respirar", disse ela colocando a mão por dentro da sunga e tirando meu pênis.
Com o piru para fora, ainda apertado sobre a sunga, ela começou a fazer um carinho superficial. Decidi abandonar o joguinho da inocência e abaixei a sunga de uma vez, retirando pelas pernas. Com a rola 100% livre, eu a senti ser agasalhada pela sua mão, que lentamente me masturbava. Ela ajeitou seu corpo de modo que a mão direita poderia seguir no meu pênis e a esquerda passava por trás do meu pescoço, me dando um abraço e com a sua boca voltando a beijar e lamber meu pescoço. A sensação era deliciosa. Sua mão esquerda novamente voltou a procurar meu mamilo para provocar com aquela carícia sutil e ela novamente percebeu a resposta em meu pênis.
Ela deu um beijo mais intenso em meu pescoço e novamente se mexeu, sem largar a piroca, deslizando seu corpo novamente para deitar ao meu lado. Seu beijos no pescoço iam descendo até chegar em meu peito, onde sua boca encontrou o meu mamilo direito. Ali, sua língua passou suavemente, arrepiando o lado direito do meu corpo, no momento exato que apertei forte sua bunda. Ela repetiu o movimento mais duas vezes, e em todas eu apertei a sua bunda quase que como um reflexo. Então, ela grudou sua boca ali e começou um verdadeiro beijo. O movimento coordenado de lábios e língua me levava à loucura. Somado à leve punheta que eu recebia, minha reação era um gemido rouco, beijos no topo da sua cabeça e apertões na bunda que eu acariciava.
Não deixei aquilo durar porque eu gozaria antes de comer aquela buceta. Dei um tapa forte na sua bunda e sua boca interrompeu o trabalho para emitir aquele gemido de dor com prazer. Peguei ela pela nuca, afastei de mim e levantei.
"Não tava gostoso, amor?"
"Eu quero te comer"
Eu a deitei de barriga para cima na espreguiçadeira e fui para a parte de trás, na altura da sua cabeça. Abri a espreguiçadeira em 180°, puxei seu corpo de maneira que a cabeça ficasse pendurada para fora e me ajoelhei.
"Chupa"
Deitada meio que de cabeça pra baixo, ela levou sua mão ao meu pau e direcionou à sua boca. Engoliu primeiro a cabeça, onde passava a língua por toda a extensão. Depois, tirou de dentro e lambeu o corpo do pau. Tentou engolir o máximo que podia, deixando tudo babado, e eu tirei o pau da boca dela. Levantei o piru e ofereci as bolas. Ela começou a lamber ali enquanto voltava a tentar me masturbar com as mãos. O tesão ia ficando maior e eu já estava ficando fora de mim. Direcionei novamente a piroca em sua boca e deixei ela engolir a cabeça. Levei minhas duas mãos aos seus peitos e comecei um movimento de penetração na sua boca. Fui acelerando aos poucos e não demorou para eu estar fodendo sua garganta como se fosse uma buceta. Metia com força e em sequência, depois tirava por dois segundos para ela respirar. Apertava seus peitos com força enquanto fodia a sua garganta e sentia um prazer absurdo.
Chega. Precisava comer aquela xereca. Quando tirei pela última vez a piroca da garganta, ela deu um sorriso safado de quem havia adorado aquilo. Que piranha! O tesão que aquela vagabunda estava me fazendo sentir me enlouquecia. Enquanto eu levantava, ela girava o corpo para também levantar. Para ficar de pé, antes ficou de quatro. Segurei firme pelo cabelo e puxei para levantar. Ela olhou novamente para mim com aquele sorriso safado. Parecia que queria me desafiar. Puxei pelo cabelo contra mim e dei um tapa forte no seu rosto. Outro sorriso. Caralho, que vagabunda! Coloquei ela de costas para mim à minha frente e dei uma chupada firme no seu pescoço, enquanto meu piru roçava na sua bunda. Sem soltar o seu cabelo, comecei a andar guiando ela em direção a parte interna da casa. O tesão já tinha tomado conta de mim. Enquanto andávamos, apalpava sua cintura e buceta. Parei e apertei o seu peito enquanto dava outro beijo intenso em seu pescoço.
"Piranha gostosa do caralho", falei ao pé do seu ouvido. Ela só rebolou a bunda no meu pau e novamente deu aquele sorriso.
Não consegui reagir de maneira diferente: ainda segurando seus cabelos, direcionei para abaixar e chupar novamente meu pau. Ela é tão cachorra que nem se ajoelhou, só se agachou e foi obedecer. Ela logo tentou engolir tudo e recebeu um tapa na cara quando soltou a boca. Segurei a minha piroca e comecei a bater com ela em seu rosto. Ela só olhava pra cima e abria a boca com a língua ora fora pedindo mais. Coloquei novamente a rola em sua boca e ela mamava com maestria. Novamente tentou engolir tudo e, antes que eu desse mais um tapa, ela mesma pegou a pica e começou a bater em seu rosto. Caralho, que vagabunda era essa?! Voltei a segurá-la firme pelo cabelo enquanto ela engolia a rola e não me aguentei: voltei a foder aquela boca. Fodia forte, com raiva e comecei a sentir prazer ao vê-la tossir quando eu tirava pra ela respirar. A tosse era sempre seguida daquele sorriso, então não demorava pra eu novamente estocar na garganta daquela puta.
Eu não podia gozar naquele momento, já havia segurado muito para foder aquela buceta, então dei a última estocada fundo na sua garganta e tirei dizendo "vamos lá dentro". Andei puxando pelos cabelos e ela tentou seguir agachada, mas não deu certo e caiu de joelhos. "Anda" falei puxando novamente, deixando-a de quatro. Ela veio me seguindo como um cachorro na coleira sem protestar, e isso me deu mais tesão ainda. Entrando na casa, eu a levei até o sofá e mandei subir.
Ela ficou de joelhos no sofá, com o corpo apoiado no encosto e a bunda empinada. A visão daquele rabo redondinho coberto somente por um pequeno fio vermelho me enlouquecia. Dei o primeiro tapa, com bastante força: "piranha!". Ela novamente deu um gemido e olhou para trás com aquele sorriso. Foi o código para eu dar outro: "vagabunda!". A reação foi a mesma. Ela realmente sentia um prazer enorme em ser tratada como uma puta, e isso me dava ainda mais tesão.
Desferi uma série de tapas e a excitação dela só subia. Afastei a calcinha de lado, revelando aquela xereca linda e o cuzinho apertado. Eu me abaixei para dar mais uma chupada, mas ao enfiar o dedo vi que ela já estava completamente molhada. Brinquei um pouco ali, dei algumas lambidas e levantei para fazer o que precisava há algum tempo. Já de pé, segurei pelo cabelo e a puxei deixando de lado no sofá, em altura perfeita para dar mais uma mamada. Enfiei meu pau fundo na sua garganta três vezes e tirei todo babado. Soltei seu cabelo, dei outro tapa firme na bunda e falei "volta".
Ela rapidamente me entendeu e ficou na posição anterior, com a bunda empinada para mim. Novamente segurei o cabelo dela e penetrei devagar naquela buceta quente. Que sensação deliciosa! Com a mão livre, segurei no seu quadril e ia fazendo movimentos ritmados. Ela gemia alto e eu não parava de meter na cadência. O tesão subia e a minha velocidade aumentava. Vez ou outra dava um tapa estalado na sua bunda, e ela dava uma reboladinha. Comecei a diminuir o ritmo e puxei seu corpo contra o meu sem tirar de dentro. Alcancei sua orelha com a minha língua e dei um beijo. A mão que estava no quadril apertou o seu pescoço e eu falei no pé do ouvido: "você é a vagabunda mais gostosa que eu já comi". Sem soltar sua garganta, voltei a acelerar o movimento. Virava o rosto dela para mim e via aquela cara de safada, com os olhos revirando de prazer. Fui acelerando até o máximo que conseguia e soltei o cabelo dela para dar mais um tapão na bunda. Depois, segurei o quadril com as duas mãos e metia com a maior força e velocidade que eu podia.
Se eu ficasse muito ali, o champagne ia estourar e eu queria mais. Ela gemia muito alto e eu simplesmente larguei ela e saí de dentro. Ela logo se virou e sentou no sofá com as pernas abertas: "vem!". Dei um sorriso e cheguei perto dela para dar um beijo. A mão na nuca logo virou uma enforcada e eu já pincelava a cabeça do pau na sua buceta. Penetrei a cabecinha olhando nos olhos dela e quando enfiei até o fundo suspirei de prazer. Fui tirando e botando de levinho, bem devagar, apreciando cada centímetro daquela xoxota. Até que tirei quase tudo, olhei para aquele rostinho de olho fechado com expressão de prazer, e larguei um tapa forte na cara. Foi quase que um comunicado de que o bagulho ia ficar de verdade. Dei logo uma metida funda e comecei novamente a foder com o máximo de força e velocidade que conseguia. Ela gemia muito alto e eu via seu rosto ficando vermelho com a enforcada. Apertei os peitos com as duas mãos e metia como se minha vida dependesse daquilo.
Já estava com o corpo praticamente inclinado sobre o dela, quando ela me abraçou e cruzou as pernas. Fodeu, ela tinha me prendido e se desse vontade de gozar teria que soltar tudo dentro dela. Aproveitei o movimento dela para retribuir o abraço e pegá-la no colo. Com ela suspensa pelos meus braços, investi numa metida mais cadenciada, ora olhando nos seus olhos e ora beijando seu pescoço.
Andei com ela até a parede mais próxima e a encostei. Segui com as bombadas e via a cara de prazer dela. Ela mexia o quadril enquanto eu fodia de uma maneira deliciosa. Comecei a sentir arranhões mais firmes nas costas e a respiração dela ficando ofegante. Mantive o ritmo enquanto ouvia os gemidos voltando a subir de tom e o corpo querendo se contorcer mesmo preso pelos meus braços. Ela encravou as unhas nas minhas costas e deu um gemido mais longo, relaxando depois o corpo com a cabeça sobre meu ombro.
Continuei uma metida mais carinhosa, dando beijinhos em seu rosto, e a levei novamente para o sofá. Deitei o corpo dela, apoiei as pernas em meu ombro e continuei a metida. Percebia que ela balbuciava algumas palavras, tentando dizer algo, mas seguia no meu trabalho. A metida mais lenta, com carinhos nas pernas e nos peitos era puro romance, diferentemente do instinto animal de antes.
"Não para não, amor!" Ela finalmente conseguiu proferir o que eu queria ouvir.
"Você é uma delícia!" Eu respondi descendo o corpo para beijá-la.
Ainda enquanto beijava, comecei a acelerar o ritmo. A vontade de gozar era enorme, e eu disse isso para ela.
"Goza pra mim, amor" ela proferia essas palavras fazendo carinho no meu cabelo de um jeito tão dengoso que não tinha como resistir.
Ela percebia minha excitação aumentando e via que meu gozo estava próximo. Ela deu um beijo na minha bochecha e sussurrou no meu ouvido:
"Eu sou sua"
"Você é minha. Minha putinha!"
"Eu amo ser sua putinha!"
"Eu vou te encher de porra"
"Goza em cima da sua putinha, goza!"
"Você é uma vagabunda deliciosa"
"Cobre essa puta com o seu leite, vai. Quero ficar toda gozada e usada pelo meu macho."
Reuni forças para mais algumas estocadas com força, até que tirei o piru de dentro daquela buceta e gozei muito em cima da barriga e dos peitos dela.
Ao terminar, me joguei ao lado dela no sofá, ainda ofegante, e ela virou o rosto com um sorriso para me dar um beijo.
"Muito obrigado por essa foda" ela disse.
Eu sorri e com a voz serena respondi: "Vai se limpar porque daqui a pouco é a vez do seu cu"