Hoje será um dia especial, mas não será o melhor dia da minha vida, muito pelo contrário, será o pior de todos os piores que já tive na minha existência. Hoje à noite, na casa daquele filho da puta, testemunharei Nacho, meu pior inimigo, fodendo minha mãe enquanto estarei em uma cadeira assistindo tudo.
Mais tarde, quando esse doente mental terminar de fornicar com ela, ele tomará meu lugar e eu tomarei o dele. Ou seja, vou fazer sexo com mamãe enquanto ele assiste a cena atentamente.
Tudo o que está prestes a acontecer é a coisa mais suja e repugnante que pode acontecer a um homem apaixonado, porque quando uma mulher trai seu homem, ele automaticamente se torna um corno. Quando quem trai a mulher é o homem, então é ela quem vira corna. Mas como você chama um filho quando sua mãe (que também é sua mulher) é infiel a ele?
Na verdade, não posso realmente definir o que mamãe fará hoje à noite como infidelidade, porque na realidade tudo será feito sob coação. Ela e eu estamos sendo chantageados pelo ex-amante dela, que descobriu de alguma forma o relacionamento incestuoso que nós dois temos.
Apesar de todas as coisas horríveis que acontecerão, mamãe e eu temos um objetivo e pretendemos usar essa extorsão a nosso favor e coletar provas dos seus vários crimes, incluindo abuso sexual que é o mais grave e o que pode colocá-lo na prisão por anos.
Acabei de chegar em casa, faltando apenas duas horas para essa reunião perversa. Na verdade, mamãe tem estado mais serena do que eu durante toda a tarde enquanto eu tento aceitar minha condição de “filho da puta”, e a verdade é que estou espantado com sua força, já que ela será o principal objeto da perversão desse desgraçado. Aquele que a despirá, aquele que a despojará de toda a dignidade, aquele que a humilhará e a transformará em pouco mais do que uma puta, e tudo isso na minha presença.
Já vi isso antes nos vídeos que ele me enviou. Nacho consegue humilhá-la e fazê-la se sentir uma perfeita vagabunda sem esforço, e o pior é que ela pareceu gostar de ser tratada assim por ele. Quero pensar que mamãe aceitou tudo isso porque era novo, pela morbidez que seu amante provocava nela, pelo seu desejo de se sentir mulher de novo e de satisfazer seus instintos mais baixos, desejos esses que meu pai lhe negou durante anos.
Mas agora estou preocupado com como mamãe vai agir e reagir a tudo que vai acontecer. Eu acredito que esta noite ela simplesmente se entregará a ele por coação, e para cumprir seu objetivo de coletar provas, pois ela nunca fararia nada que me machucaria assim. E é por isso que sei o quanto ela vai sofrer.
Continuo dizendo a mim mesmo que depois de todo esse horror que mamãe e eu enfrentaremos esta noite, o resultado final valerá a pena. Nacho nunca mais nos incomodará com essa chantagem, por bem ou por mal, ele vai ter que sair das nossas vidas.
Se o Ministério Público ver os vídeos que vou gravar através de uma câmera discreta em formato de caneta que tenho instalada no terno que acabei de comprar no shopping, Nacho irá parar na prisão por muitos e muitos anos, então, para ser bem sincero, não sei se torço para esse filho da puta manter sua palavra e apagar os vídeos, o que não destruiria nossas vidas, ou se torço para ele não cumprir, para que possamos fazê-lo pagar por tudo o que ele fez.
No fundo da minha alma, um rancor voraz queima com vontade de machucá-lo, de fazê-lo pagar por cada grama de sofrimento que ele me fez passar. De fazê-lo se arrepender amargamente de ter até mesmo conhecido minha mãe, porque eu nunca vou perdoá-lo por ter tocado nela.
Só de lembrar dos vídeos que ele me enviou, me faz queimar de raiva e ódio.
Enquanto isso, vou ter que encarar a situação de frente, como o homem responsável por sua família que sou.
— Você vai se arrepender amargamente, seu filho da puta.
Vou até o banheiro do andar de baixo e lavo o rosto com água gelada. Preciso acordar. Devo permanecer calmo e manter a cabeça fria. Faltam duas horas para o espetáculo infernal começar. Gostaria de saber se mamãe ficou mal enquanto eu estava fora. Afinal, não será fácil para ela assumir o status de vagabunda diante de seu filho, que a ama e a adora mais do que tudo.
Tenho certeza de que a força que mamãe tentou me expressar é fingida, ou pelo menos ela está tentando não me preocupar muito. Nenhuma mulher com o caráter e os valores de mamãe é capaz de enfrentar tamanha brutalidade com a coragem com que ela está assumindo tudo isso. E é por isso que eu a amo mais do que nunca agora. Ela é fabulosa, ótima, altruísta e com um estado de resignação digno de louvor. Mamãe criou esse plano para finalmente nos libertar daquele bastardo, e isso só me mostra que o desejo dela de encerrar tudo o que teve com ele é mais do que sincero.
— Você vai conseguir, Tito, — digo a mim mesmo em frente ao espelho, com a cabeça molhada. — Você tem que ser capaz de fazer isso. Você é forte. Mostre que você já é um homem que pode enfrentar qualquer perigo e defender sua mãe e sua irmã.
Limpo meu rosto com uma toalha e esfrego com mais força do que deveria. Olhando no espelho novamente, percebo que minhas bochechas ficaram vermelhas. Agora, levo a toalha até o cabelo para secá-lo enquanto luto para inalar o máximo de oxigênio possível.
Eu estava fazendo isso quando recebi uma notificação no WhatsApp do meu celular. Seco as mãos e deixo a toalha no suporte ao lado do espelho. Coloco a mão no bolso da calça e olho o nome do remetente.
“Lucy”
Puta merda, é minha irmã, minha linda princesinha de quem eu sinto muita falta! Nunca pensei que sua ausência me afetaria tanto. Nunca pensei que chegaria o dia em que sentiria falta de olhar seu rosto angelical, suas travessuras diabólicas, sua pele linda e rosada que me lembra uma bonequinha de porcelana. Seus olhinhos brilhantes, tão azuis quanto o céu ao amanhecer. E Seus lábios pequenos, mas grossos, fofos, brilhantes e avermelhados.
Sua pequena estatura e aquelas pernas grossinhas que estão amadurecendo e que na última noite em que esteve nesta casa se abriram para mim, mostrando-me suas coxas brancas e macias, assim como seus lábios verticais, suculentos, rosados, delicados, brotando como uma rosa fresca na primavera.
Seus seios lindos crescentes, cada dia mais gordos e, tenho certeza, macios e duros ao mesmo tempo. Eu não consigo entender por que estou pensando nela de uma forma tão lasciva. Não sei explicar por que meu pênis pulsou só de ver o nome dela no meu celular. Não sei explicar por que estou tendo uma ereção lembrando daquela deliciosa sensação de enterrar minha boca em sua parte mais preciosa, cujos sucos umedeciam a minha língua.
— Uffff! Lucy…
Eu entendo que é uma perversão desejá-la. Uma coisa é o que sinto e fiz com mamãe, cujas experiências aconteceram quase que por acaso, e outra coisa bem diferente é a minha posição em relação à Luciana.
Ela é minha irmãzinha e, como irmão mais velho, é meu dever protegê-la, não ficar excitado ao lembrar de sua delicada nudez. Resignado, encosto-me na pia do banheiro e abro a mensagem da minha irmã, onde ela me escreveu o seguinte:
LUCY: Vou fugir amanhã, Tito, e quero que você me ajude, por favor. Já falei com a conselheira escolar e ela me disse que a lei leva minha decisão em consideração ao decidir onde quero ficar e que papai não tinha o direito de me levar a força. Amo muito meu pai, muito mesmo. Mas desde que estou com ele, ele se tornou mais restritivo e rabugento. É insuportável. Ele me proibiu de tudo. E eu já estou com raiva. Prefiro estar com vocês. Preciso de você, irmãozinho, você pode me ajudar?
Tito: Olá, minha princesinha, como você pode achar que eu não te ajudaria? Obviamente eu ajudo com o que você precisar. O problema será o papai quando ele descobrir que você fugiu. O primeiro lugar onde ele irá te procurar vai ser aqui.
Lucy: Vou sair escondida amanhã à noite, quando papai achar que estou dormindo. Deixarei um bilhete expressando minha decisão de deixá-lo e não retornar até a audiência de custódia preliminar onde Sugey vai ganhar minha guarda terminar.
Tito: Está tudo muito bonito, princesinha, mas isso é loucura, você acha mesmo que papai vai ficar calmo? Ele chamará a polícia e fará o caos aqui.
Lucy: E quem te disse que eu estarei aí em casa?
Tito: NÃO?
Lucy: Obviamente que não. Tenho um plano: vou ficar escondida até a audiência preliminar em 3 dias, ele está me pedindo para falar que quero ficar com ele, quase me obrigando, mas eu vou escolher vocês, vou escolher ficar com Sugey.
Tito: O que você quer dizer com "ficar escondida"?! Com quem?!
Lucy: Em um lugar que nem você conhece.
Tito: E você realmente acha que eu vou deixar você ir para esse lugar sozinha? Não fale bobagens, garota.
Lucy: Não vou ficar sozinha naquele lugar.
Sua resposta me deixa paralisado e com uma angústia brutal. Essa pimentinha e sua loucura.
Tito: Ah não? E então com quem você estará?
Lucy: Com você, obviamente. Você terá que cuidar de mim.
Tito: O quê? Vamos, Lucy, você está me deixando louco!
Lucy: Você não vai cuidar de mim?
Tito: Você sabe que vou, princesinha, eu cuidaria de você o quanto você quiser…
Lucy: Eu adoro que você me chame de princesinha, irmãozinho…
Tito: Princesinha, princesinha, princesinha, princesinha…
Lucy: Eu te amo, Tito!
Ler esse último comentário me deixa louco. Quero supor que ela queira dizer que me ama como um irmão, por isso lhe respondo:
Tito: Eu também te amo, irmãzinha, mesmo que você esteja me colocando em uma posição difícil com essa sua nova loucura. Você pode pelo menos me explicar qual é seu plano?
Lucy: Amanhã…
Tito: O que vai acontecer amanhã, menina safada?
Lucy: Amanhã eu te conto meu plano, quando eu o tiver aperfeiçoado.
Tito: Mas Lucy!
Lucy: Confie em mim, Tito. E, por favor, não conte nada disso a Sugey, entendeu? Ela é capaz de contar meus planos ao papai e estragar tudo para não compartilhar você comigo. Então, por favor, guarde meu segredo ou nunca mais confiarei em você.
Eu engulo. Eu me viro para o espelho e vejo no reflexo um irmão mais velho irresponsável que, de alguma forma, está encobrindo as loucuras de uma garotinha travessa.
Tito: Mamãe nunca faria isso, Lucy, você não tem ideia do quanto mamãe te ama, e de até onde ela iria para te manter com ela! Tem certeza de que não vai se colocar em perigo, Luciana?
Lucy: Claro que tenho, Tito. Também estou confiando que você ficará comigo, tá? Você vai dormir comigo... a noite toda enquanto estou no meu esconderijo? Você não pode simplesmente deixar uma anjinha inocente sozinha, pode?
Tito: Sim, pequena, eu não vou deixar essa “anjinha inocente” sozinha, mas me diga onde é seu esconderijo.
Lucy: Eu já te disse que te conto amanhã. Dá azar contar planos com antecedência.
Tito: Tudo bem, como você quiser, mas, por favor, não quero que você faça nada sem me consultar antes, entendeu, louca?
Lucy: Entendi, macaquinho feio.
Tito: Então descanse, monstrinha, eu tenho que fazer… algumas coisas.
Lucy: Sonhe comigo, irmãozinho.
Tito: Com essas loucuras que você faz, no máximo terei pesadelos.
Suspiro, genuinamente preocupado, como tudo desandou tão rápido?
Lucy: Se você sonhar com o que fizemos ontem, talvez você se sinta melhor.
A resposta dela me perturba por vários segundos. Ela quer dizer... sonhar com... minha boca e meus dedos... brincando com a sua bucetinha dela?
Tito: O que exatamente você quer dizer?
Lucy: hahahahaha, nada, esquece.
***
Já faz meia hora que cheguei em casa e quase quinze minutos que terminei de conversar com minha irmã e, pelo que ouvi ao fundo, é o mesmo tempo que mamãe ficou trancada no banheiro.
Em uma hora e meia temos que nos encontrar com Nacho e não sei se mamãe teve tempo suficiente para processar isso. Estou preocupado que ela tenha ficado trancada no banheiro por tanto tempo. Eu ficaria magoado em saber que ela está chorando, angustiada e com medo do que está por vir. Então decido subir até o segundo andar, onde fica o banheiro dela, em frente ao meu antigo quarto, e a chamo:
— Mãe? Você está bem?
Ainda me parece muito estranho estar em uma casa sem um único móvel, exceto por um forno, que papai não conseguiu levar mesmo querendo.
— Você está bem, mãe? — Bato na porta do banheiro preocupado quando não encontro resposta.
Mas então ouço sua voz, com uma entonação que me parece quase cotidiana, que momentaneamente me tira da minha angústia.
— Estou bem, meu amor, que bom que você está aqui.
— Sim, na verdade, já estou em casa há algum tempo.
— E por que você não subiu logo? Você me deixou preocupada.
— Porque… — Eu não posso falhar com minha irmã. Devo manter minha promessa de não contar a mamãe sobre suas palhaçadas e seu plano, pelo menos por enquanto, agora não é o momento de trazer mais estresse para a nossa situação. — Eu estava no banheiro, refrescando meu rosto.
— Entendi...
— Mas e você, mãe, está mesmo bem? Você está aí há muito tempo.
— Sim, bem, coisas de mulher.
— Coisas de mulher? O que você quer dizer com coisas de mulher?
— Ai — ela reclama de dor, como se tivesse se machucado com alguma coisa. Ouço um barulho de água batendo na banheira e então escuto uma cadeira se arrastando.
— Você está bem, mãe? O que aconteceu com você? Você precisa que eu entre?
— Acho que sim, meu amor, preciso da sua ajuda, não consigo fazer isso sozinha. Entre, entre.
Por que ela precisaria da minha ajuda?
Estou morrendo de curiosidade para saber o que mamãe está fazendo ali, então entro imediatamente no banheiro, sem hesitar e sem o pudor que me causaria algum tempo atrás, quando éramos apenas mãe e filho. Mas então meus olhos se arregalam quando percebo o que ela está fazendo com uma surpresa brutal.
— Porra! — exclamei.
Mamãe está completamente e lindamente nua, deitada no lado oposto da torneira, em um tapete de banho que ela colocou dentro da banheira. Na frente dela, ela colocou a cadeira em que papai costumava sentar quando fazia a barba. Na frente daquela cadeira está o espelho que deveria ficar pendurado na parede da pia. E lá está ela, como uma deusa, com suas pernas grossas abertas, seus seios deliciosos pendurados no peito, sua barriga lisa contraída e sua pélvis projetada para cima.
— Mãe!
Todo o seu púbis e virilha estão cobertos por um creme rosa com cheiro de flores e que mamãe está tentando remover com uma “espátula” que veio com o creme.
— Vamos, querido, você tem que me ajudar a terminar isso — ela se senta.
Seus seios balançam enquanto ela se move e seus mamilos rosados se levantam levemente.
— Vo… você… você está se depilando?
Até a pergunta é estúpida, dado o que vi. Mas meus olhos e minha mente não podem compreender tal arbitrariedade.
— Como você pode estar depilando sua boceta, MÃE?
Mamãe, que tem o cabelo loiro preso atrás do pescoço para não molhar, vira a cabeça e seus olhos azuis encontram os meus.
— O que houve, filho?
— O que houve? — Não acredito no que está acontecendo. Sinto-me indignado, ofendido, revoltado. — Como você pode estar se depilando para ele, mãe? Porra! Você ficou louca?
Mamãe suspira, como se eu fosse um idiota que não entende nada, ou pelo menos com aquele gesto ela faz eu me sentir assim. Não consigo deixar de me sentir humilhado quando ela fica naquela posição obscena, com as pernas abertas e os calcanhares presos à banheira se depilando para aquele filho da puta.
— Ele vai praticamente abusar de você, mãe! Ele vai forçar você a fazer algo que você não quer fazer! Como você pode ser tão inconsciente a ponto de oferecer a ele até mesmo sua boceta depilada? Você está se preparando para ele? É isso? Além dele estragar nossas vidas, você vai recompensá-lo? Use seu cérebro, mãe! Parece incomum, e irreal para mim que você faça isso. O que você está fazendo me ofende de maneiras que você não pode imaginar!
Mamãe suspira novamente, mas o pior de tudo é que ela não fecha as pernas. Ela não muda de posição. Ela não tira aquele maldito creme depilatório e parece querer continuar com sua intenção de remover os pelos que estão começando a crescer.
— Pare de fazer drama e me ajude com isso, filho, pode ser? — ela me diz, e sua voz me parece diferente, quase autoritária.
Mamãe mais uma vez interpreta o papel da mãe que ordena ao filho que pare de fazer birra e faça o que ela diz.
— Ajudar você com o quê, mãe? — Pergunto-lhe surpreso.
— A tirar todos os pelinhos da minha buceta — ela responde como se não tivesse ouvido tudo o que acabei de lhe dizer anteriormente. — É muito complicado fazer isso sozinha… principalmente porque toda vez que passo creme… aqui — ela aponta descaradamente para seus genitais lambuzados de creme, — minha própria umidade faz o creme escorregar, tornando meu trabalho bem difícil.
— Você está ouvindo a si mesmo, mãe? — Pergunto espantado, indignado. — Não… Você ao menos ouviu o que eu acabei de te dizer?!
Mamãe acomoda suas nádegas grandes no tapete da banheira e com o movimento seus peitos gordos balançam novamente. E eu tento desviar os olhos daquela beldade e me forço a olhar nos olhos dela. Não quero me distrair com sua volúpia. Eu a quero muito, sempre quero. Mamãe me fascina como ninguém, mas não quero me encantar por ela nesse momento.
— Sim, Tito, eu ouvi você, e você também ouviu o que eu acabei de lhe dizer? — Mamãe fala com um tom diferente, autoritário, provocante. — Venha e me ajude a tirar isso antes que minha pele fique irritada. O creme deve ser deixado na pele por apenas dez minutos, pois pode irritar a pele e deixá-la vermelha. Você poderia vir aqui e ajudar a mamãe, querido?
Quando seu olhar sensual cai sobre meu rosto, eu congelo em frente à banheira. Não acredito na atitude arrogante e sedutora que ela está adotando ao falar comigo nessa situação.
— Por que você está me tratando assim, mãe?
— Como assim, filho?
— Dessa forma… tão cínica… tão indiferente.
— Claro que não, meu amor.
— Você quer que eu te ajude a depilar sua buceta para Nacho?! — Digo revoltado. — Isso é tão humilhante para mim que você não faz ideia. Por que você me pede algo assim se sabe o quanto isso me ofende?
Mamãe suspira, pega a espatula removedora sem lâmina com os dedos e tenta remover ela mesma o creme depilatório da altura do púbis, abaixo da barriga, e o resultado é que, à medida que o removedor passa, sua pele limpa aparece sem pelos, lisinha, perfeita, mais parecida com a pele de um bebê.
— Você é o meu homem agora, filho, o homem da casa, você não me diz isso o tempo todo?
— Sim, eu te digo o tempo todo que sou o homem da casa, o seu homem.
— Então, como meu homem… — mamãe diz sedutora, — você tem que fazer exatamente o que a mamãe está pedindo.
— E o que você está me pedindo é para te ajudar a depilar sua buceta até ela ficar lisinha para Nacho?
Não consigo acreditar que mamãe está agindo assim! Não consigo acreditar que ela está me pedindo isso, mesmo depois de eu ter deixado claro o quanto isso me humilha!
Mamãe suspira novamente. Ela balança a cabeça e eu me concentro em como seus seios enormes inflam e desinflam a cada uma de suas respirações, enquanto seu removedor continua o trabalho, removendo todos os pelos da área triangular de seu púbis.
— Vamos ver, meu lindo homenzinho — mamãe me diz num tom carinhoso e muito amoroso. — Vem aqui com a mamãe.
— Não, mãe, eu não quero.
— Vem cá, meu menino, por favor?
Não posso negar aquele lindo olhar azul que mamãe me dá, cujo sorriso e covinhas tornam impossível que eu fique permanentemente bravo com ela.
— Você pode vir aqui com a mamãe, meu bebê? — Ela age toda dengosa, amorosa, sabendo que eu sempre me rendo a esse seu lado muito mais do que ao seu lado sedutor.
— Para que? — Respondo entrando no jogo, com um bebê caprichoso que não quer dar atenção à mamãe.
— Para que a mamãe possa te mimar e te fazer se sentir melhor — ela responde com um sorriso e continua seu trabalho. — Olha, meu amor... Acho que não vou precisar da sua ajuda no final, meu príncipe, a mamãe está conseguindo tirar todos os pelinhos da buceta sozinha. Não consegui antes porque não deixei passar o tempo necessário para esse creme maravilhoso fazer efeito. Ainda bem que seu pai não levou os itens do banheiro.
Mamãe continua removendo todo o creme dos seus órgãos genitais e eu continuo horrorizado, observando como ela procede sem nenhuma consideração. Apesar das minhas reprovações anteriores ela continua se depilando explicitamente para mim.
— A mamãe vai ficar brava com o bebê dela se ele não vier aqui com a mamãe, tá bom?
Neste exato momento, deixo de ser o homem da casa, o homem da minha mãe e me torno seu bebê, caminhando em sua direção, mórbido. Se como seu homem não consegui obter uma resposta dela, espero que como seu “bebê”, que precisa ser mimado, eu tenha mais sorte. No final sempre conseguimos ter um pouco mais de amor e perversão nessa forma de tratamento entre nós.
Vou até a banheira e me ajoelho ao lado dela, do lado de fora da banheira, bem na altura de onde estão seus seios maravilhosos. Mamãe faz uma cara feliz quando me sente tão perto dela. Ela levanta um pouco mais a pélvis e passa o removedor de creme pelos contornos do púbis, quase alcançando os lábios verticais.
— O bebê está melhor agora que está perto da mamãe? — ela me pergunta, aproximando-se, colocando delicadamente uma mão no meu rosto para me dar um beijo carinhoso na boca.
Recebo o beijo sem abrir os lábios e mamãe se afasta um pouco vendo isso, sorrindo:
— Então meu bebê ainda está bravo com a mamãe?
Eu aceno, sem dizer uma única palavra. Olho para a virilha dela e percebo que mamãe abriu um pouco mais as coxas para deixar seus lábios suculentos aparecerem.
— Nacho é um cara mau, querido, você sabia?
Concordo, sentindo-me uma idiota por me comportar como um bebê quando minha própria mãe me humilha dessa maneira, fazendo eu me sentir um idiota. Que diabos é essa coisa de “cara mau”?
— Bem, meu bebê, o homem mau quer executar seu plano maligno sem dar à mamãe uma chance de se defender. Ele vai agir de forma muito pior, e você vai precisar suportar isso, meu amor, mas você já está bravo com a mamãe se depilando, então como vamos conseguir fazer isso? — Ela suspira. — Ele sabe que a mamãe tem algo em mente para prejudicá-lo, então a mamãe tem que fazê-lo acreditar que está obedecendo e que ele não tem motivos para desconfiar. É por isso que estou me depilando todinha para ele. Nacho sempre quiz isso, ele tem que ser convencido de que meus desejos de... me deixar possuir por ele são reais, genuínos. Que eu não estou indo só porque estou sendo chantageada.
Penso no que ela diz e, mesmo que ela esteja certa, ainda sinto ciúmes, ainda me sinto humilhado e indignado.
— Eu estou preocupada, meu filho… — ela me olha carinhosamente nos olhos. — Preocupada que você não consiga suportar, que você se machuque muito, que a gente não consiga provas e que ele continue invadindo nossa vida.
Eu engulo em seco, e permaneço em silêncio.
— Nacho vai fazer coisas muito piores, mas você já estava tão abalado ao ver a mamãe depilando a buceta…
Ela se aproxima, carinhosamente com uma mão acariciando o meu rosto, e me da mais um selinho, falando comigo assim, bem pertinho, com os lábios quase roçando o meu.
— A gente vai precisar suportar, meu amor, nós precisamos das provas para colocá-lo na cadeia se ele não apagar os vídeos. Elvira até me emprestou roupas para a ocasião, meu príncipe. Você sabe o que ela me emprestou? Você não vai acreditar, filho. É um vestido longo, como um vestido de noite, com uma longa abertura na coxa direita que vai revelar toda a minha perna até os pés.
Eu a escuto atentamente enquanto ela volta a raspar sua buceta e não consigo acreditar no quanto ela está se preparando para ele. Conforme o creme é removido de sua pele, sua vulva parece mais lisa, nua, perfeita.
— Vou calçar o salto alto que usei no dia do ménage com Elvira na cabana, lembra-se dele, meu amor?
Os lábios da boceta de mamãe parecem carnudos e inchados sob todo aquele creme rosa que foi removido. Eles são lindos e brilhantes, e não posso deixar de reconfirmar que este seja um dos meus lugares favoritos para se estar no mundo.
— Mas filho, você tem que ser maduro e não pode ficar chateado comigo porque eu estou me depilando para ele, porque eu vou usar aquele vestido preto que, não é para te dar um ataque cardíaco, meu amor, mas que fica extraordinariamente justo no meu corpo, destacando meus seios, minhas nádegas, meu corpo. Como a Jessica Rabit, mas com uma roupa preta. Também não pode ficar chateado com a calcinha que Elvira me emprestou. Por quê... meu Deus, meu querido! O fio dessa calcinha fica completamente devorado pelas nádegas da mamãe, e não há poder humano que possa retirá-la de lá, a menos que seja feito com os dentes.
As palavras descaradas de mamãe me pegam de surpresa. E ainda assim continuo observando hipnotizado enquanto ela termina de remover todos os pelinhos da buceta.
— Mas não fique assim, querido. Você é tão lindo... então não fique com esse rostinho assim enquanto olha pra mamãe, por favor. Vamos vencer Nacho hoje à noite, meu amor, entendeu?
— Ao custo de… muito sofrimento, mãe — respondo, quebrando a lei do gelo que eu mesmo lhe impus há alguns minutos. Tudo isso gera estresse e muita desconfiança em mim. Eu esperava tudo, menos que mamãe estivesse agindo assim!
Sinceramente não sei como me sentir, ou o que pensar sobre tudo isso.
— É compreensível, meu amor, mas eu juro que essa será a última vez que você sofrerá, a mamãe é sua querido, eu te amo mais do que tudo, você confia em mim, meu filho?
— Sim, mãe, eu confio.
— Bom, se for esse o caso, então tente manter a calma, porque hoje à noite o que você mais vai precisar é de coragem e calma, meu amor. Você estava bravo com a mamãe por estar se depilando, mas lá vai ser muito pior, e você vai precisar se manter calmo, entendeu?
— Nacho vai querer competir comigo, mãe, para me humilhar. Ele vai... te humilhar, ele será selvagem com você, e ele fará coisas horríveis com você que eu não sei se serei capaz de aceitar ou... ou... replicar. E isso faz eu me sentir mal, porque quando chegar a minha vez e ele nos observar fazendo amor, ele vai tirar sarro da gente. Não, não da gente, ele vai tirar sarro de mim, ele vai fazer questão de tentar fazer você sentir mais prazer com ele, e eu não sei se vou suportar ver você... ver você assim.
Eu respiro fundo. — Além disso, não sei se meu... pênis ficará duro com ele assistindo.
Mamãe finalmente terminou sua tarefa de depilação. Sua buceta agora está lisinha, rosa, brilhante e completamente pronta para ser...
— Meu amor, percebo que você está mais sobrecarregado do que eu esperava, mas sabe de uma coisa? Eu tenho o remédio perfeito para ajudar você a se acalmar. É algo que eu fiz muito para te acalmar e te impedir de chorar quando você era um bebê em meus braços.
Sento-me um pouco, ali no chão, e espero com curiosidade que mamãe me diga do que se trata esse remédio abençoado.
— Que remédio é esse, mãe?
— O que você acha, meu amor? O remédio que eu sempre usei para controlar suas emoções quando você era pequeno e estava crescendo... te dar um banho bem gostoso enquanto eu te amamento.
Sua resposta mexe com meu peito e me deixa excitado e perplexo. Mal notei mamãe se ajoelhando para abrir totalmente a água quente e fria para avaliar a temperatura adequada para o banho.
Mal percebo que enquanto mamãe faz o resto das manobras, como colocar sabonete líquido na banheira, eu já estou me despindo e me entregando à sua nova manipulação. Com o pau duro, contemplo o corpo ajoelhado da minha mãe que está toda amostra para mim.
Seus seios fartos batem um contra o outro enquanto ela se acomoda na banheira, depois de me pedir para pegar a cadeira do papai e seu depilador e os colocar no canto. Então ela me diz, com um tom sensual:
— Vem, meu amor, vem com a mamãe. Preciso relaxar você.
Sem diminuir o ritmo ou hesitar, entro na água quente, que ainda não está transbordando, e ela abre as pernas e os braços para me receber.
— Você quer chupar os peitos da mamãe, meu bebê?
— S…sim…estou ansioso por isso — respondo.
— Então vem, meu príncipe — ela me diz, oferecendo-me seus dois seios deliciosos que ela levanta com as mãos para mim.
— Ufff!
Coloco meus joelhos entre suas pernas enquanto aproximo minha boca de seus deliciosos seios, que coloco em minha boca e chupo, primeiro um e depois o outro. Sua pele é sedosa, rosada e brilha sob a luz da luminária do banheiro. Seus mamilos cravam em meu palato enquanto eu os chupo e engulo o máximo que posso.
— Você é tão gostosa e peituda, mãe!
— ~Hnnnm... continua meu amor... Eu gosto tanto de ver você assim, meu filho, todo amoroso, carinhoso, chupando meus peitos e me amando... A mamãe gosta tanto de receber seus carinhos, filho, eu amo tanto você meu menino, você não faz ideia do quanto a mamãe é louca por você.
Mamãe aproveita que estou de frente para ela e acaricia meus cabelos amorosamente enquanto me observa mamar seus peitos.
Depois de um tempo, mamãe se abaixa para pegar uma esponja e ensaboar minhas costas enquanto eu continuo chupando seus peitos grandes.
— Mãe...
Meu coração bate muito forte, e meu pênis pulsa impetuosamente debaixo d'água e esfrega-se contra uma de suas coxas. “~Mmmm”, mamãe suspira, continuando a me ensaboar.
E enquanto isso faço movimentos suaves e contínuos em seus seios imensos, ofegante, como se realmente quisesse ordenhá-la como quando eu era bebê. Como se eu realmente esperasse que um jato de leite saísse do seu mamilo para amamentar seu filho.
— ~Aii, meu amor, que boca gostosa! — Mamãe choraminga, começando a sacudir seus seios gordos na minha boca enquanto não paro de mordê-los e chupá-los. — ~Hummm! É isso, é assim que a mamãe gosta, meu príncipe...! Você me deixa com tanto tesão, filho! Você sempre me deixa assim!
Mamãe pega minha mão e a leva até sua buceta, e quando coloco o dedo, sinto ela encharcada, quente, tão quente que me faz delirar. Mamãe também está delirando com o jeito com que eu mordo e chupo seus mamilos, porque ela geme novamente e sua pele se arrepia.
— ~HNNNM… Meu---Deus!
Mamãe mexe as nádegas na água que não para de espirrar. A sensação da sua buceta apertando meu dedo me deixa louco. A esponja continua esfregando minhas costas enquanto ela geme, geme e geme, e eu chupo, chupo, e mordo. É simplesmente impossível terminar um dos seus seios enormes com a minha boca, e é exatamente isso que mais me excita, saber que eles são enormes, grandes, carnudos, branquinhos e delicados, que cada mordida e chupada, deixa sua pele levemente marcada por mim. Eles são tão deliciosos que sinto que vou gozar sem nem penetrá-la se eu me permitir entrar nessa espiral de prazer e morbidez, então paro quando mamãe me pede para me virar e apoiar as costas no corpo dela.
Ver todos os pelinhos do corpo da minha mãe arrepiado enquanto me viro só me deixa ainda mais excitado e agitado.
— Ufff… meu homenzinho, você chupa os peitos da mamãe com a mesma fome de quando era bebê.
Eu rio e então sento entre as pernas dela. Eu descanso minha cabeça entre suas imensidões redondas. Meu pescoço repousa sobre seus mamilos, e mamãe começa a acariciar meu peito com sua esponja.
— Feche os olhos, meu amor.
E eu a escuto. Fecho os olhos e deixo-me levar pelo momento. Aquele momento extraordinário quando mamãe começa a brincar com meu corpo nu. Primeiro ela passou suas unhas longas pela minha boca, pescoço, peito, barriga e púbis.
Então ela continua descendo lentamente até chegar ao meu pau duro, que já está tão ereto quanto minha vontade de penetrá-la.
— De quem é essa delícia que estou esfregando com as mãos, meu bebê? — ela pergunta no meu ouvido, carinhosamente, punhetando meu pau com amor pra cima e pra baixo.
— Do seu macho mamãe... do seu homem… do seu filho… meu pau sempre fica assim, querendo brincar com a minha mamãe gostosa e safada.
Ela sorri, satisfeita e beija meu pescoço, me deixando todo arrepiado. Então, com a mão livre, ela esfrega novamente meus genitais, mas agora direcionados exclusivamente aos meus testículos, que quase explodem de prazer quando ela os acaricia.
— ~Hnnnnm... Esses ovinhos pesados e cheios de leite também são da mamãe, meu amor?
— São, mãe! São todos seus! — Eu ofego. — Seu bebê adora ver a mamãe mamando...
— ~Aii, filho... — Mamãe suspira. — Você sempre deixa a mamãe pegando fogo, onde eu fui me meter em, meu amor. Como você sempre consegue me deixar assim?
Eu sorrio com o comentário dela, e mamãe acaricia meus testículos, e também meu pau sedutoramente. Mamãe cheira profundamente meu pescoço, meu cabelo, meu corpo, enquanto passa suas delicadas mãos por mim como se quisesse me absorver, como se quisesse me gravar nela e isso me deixa louco. Ela me trata com tanto carinho, e com tanto amor, me acariciando e me beijando que eu fico ali, derretido, aproveitando cada segundo disso. Mas o que ela não permite é que eu ejacule, porque nós dois sabemos que preciso do meu sêmen e das minhas energias... para essa noite em particular.
***
Desta vez não é um pesadelo. Chegou a hora. O táxi acabou de nos deixar em frente a uma casa que mamãe diz que pertence ao seu ex-amante. Meu coração quase quer explodir quando me aproximo com ela daquela casa de dois andares com fachada branca, longe de quase todos os subúrbios, onde a cova dos leões nos espera.
Com as mãos suando e suspirando profundamente, percebo que finalmente estou com mamãe batendo na porta da casa de Nacho. Mamãe está atrás de mim e agora posso ver que ela está nervosa. Aquela confiança que ela tinha antes se foi, e são justamente essas suas inseguranças que me infectam e me transformam em um flanco de nervosismo e terror.
Não há como voltar atrás, e com essa mesma mensagem em mente e minha mão tremendo, bato na porta da casa novamente e tento reunir coragem e muito oxigênio.
Mamãe está ofegante atrás de mim. O casaco de pele branca que ela usa é muito apropriado para a ocasião, pois cobre boa parte do seu corpo e impede que o lindo vestido de noite preto, longo e justo, com uma abertura na perna direita, seja visto. Seu decote profundo e sensual que deixa à mostra metade de seus grandes seios será um espetáculo para os olhos de Nacho.
Sua fragrância requintada tenta me acalmar, mas quando me viro para ela percebo que nem mesmo sua maquiagem consegue acalmar minha sensação de alerta. Muito menos sua cortina de cabelos dourados caindo sobre suas costas, seus lindos olhos azuis me olhando com preocupação e aquela boca, com lábios grossos, pintados com seu batom elegante vermelho fosco, o mesmo que ela só usava com papai e que oferecem ao seu olhar uma sensualidade que excitaria qualquer homem.
Vê-la daquele jeito me faz tremer levemente, a ficha do que vai acontecer finalmente está caindo, eu engulo em seco, com o coração errático e uma sensação horrível.
— Vou te pedir de novo, meu amor, — mamãe sussurra para mim, dando um passo à frente com seus saltos altos pretos. — Não contradiga Nacho em hipótese alguma, por mais que ele provoque você. Por favor, não faça comentários que possam fazê-lo desconfiar das nossas intenções. Deixe tudo seguir seu curso. Seja corajoso, maduro e sensato. Tenha coragem, meu filho. E não deixe ele tirar o terno que você está vestindo, porque é lá que está instalada a câmera que vai filmar tudo o que está acontecendo.
— Sim, mãe, eu sei, você já me disse isso muitas vezes — digo a ela com certa preocupação, justamente quando ouço o som de alguém caminhando lá dentro e se aproximando de nós para abrir a porta. — Mas não espere que eu fique sentado sem fazer nada se ele for muito rude com você. Juro que não vou conseguir evitar de quebrar a cabeça dele se...
— Shhh, aí vem ele, meu amor. Só peço que não se esqueça do quanto eu te amo e que isso é um sacrifício para nós dois. E, por favor, Ernesto, não estrague nosso plano em hipótese alguma!
— Nós vamos vencer, mãe, eu prometo — digo a ela, assim que a porta se abre…
E Nacho aparece atrás dela, com um sorriso triunfante que prenuncia a pior noite da minha vida.
[Continua]
Atualização toda quarta feira às 20h.
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