Um aparelho de celular na bucetinha, o outro aparelho de celular no cuzinho

Um conto erótico de Silvania
Categoria: Heterossexual
Contém 884 palavras
Data: 23/05/2025 06:32:15
Última revisão: 12/03/2026 19:14:31

​O que quero contar para vocês foi uma das experiências mais loucas que já vivi, principalmente por conta da época. Sou a Silvania: loira, magrinha, peitinho pequeno, bunda pequena e ppk pequena e raspadinha. Eu adoro homem negro. Os relatos a seguir foram no ano de 2010 — para ser mais precisa, refiro-me ao mês de setembro.

​Na época, eu precisava ajudar na renda de casa. Trabalhava em um grande hospital no Rio de Janeiro, na área do asseio. A cada plantão, eu estava em um setor diferente, até que chegou o dia de labutar na emergência. Apesar de ser uma área extensa e com muito trabalho, era um setor de alto trânsito e muito movimentado. Eu me refugiava no setor de imagem (quem não "voa" no trabalho?), e lá tinha um negão gostoso que não perdia a oportunidade de mexer comigo, fora os olhares que me deixavam literalmente nua.

​Nos plantões seguintes, independentemente de estar na emergência, eu ia para lá dar minhas fugidas. O negão estava sempre lá, pronto para atazanar minha mente; isso quando não o encontrava pelos corredores empurrando seu aparelho portátil. Eu com meu carro de limpeza, e a piada era sempre a mesma: se tinha "sorvete". Eu ficava louca para responder que chuparia o picolé dele. Óbvio que eu tinha a intenção de provocá-lo; era de caso pensado, era proposital ir ao setor dele.

​Resumindo: nos pegamos no banheiro de uma sala de exame do ambulatório. Aos finais de semana não havia atendimento, então ficava mais fácil fazer merda. Já no primeiro contato, ele comeu meu cuzinho. Eu, debruçada na pia, não pude nem dizer não; quando vi, já estava sendo enrabada. O local era muito apertado e pequeno, e fui penetrada várias vezes por trás. A ppk, coitada, foi ignorada com sucesso — até porque tinha que ser rapidinho, para não sermos flagrados.

​E assim sucedeu. Bastava os plantões cruzarem para ser certo rolar sexo no meio do expediente. O banheiro do supervisor ficava trancado e, como se tratava do chefe, era um espaço maior e mais confortável. Pois bem, acharam um jeito de abrir e aquilo virou uma espécie de motel, porque não eram só o Marcos e eu que nos pegávamos; havia outros casais formados e tinha até escala com horários firmados para usar o banheiro do chefe. A bagunça tinha organização (kkkkkk).

​O mais louco disso tudo é que eu saía de Santa Cruz até Bonsucesso — para quem conhece o Rio, falo de uma distância de uns 35 km — só para tomar pirocada, apanhar na cara, ser mordida e urinada. Adorava voltar para casa destruída. Lembro do dia em que comentei com uma amiga do plantão; na verdade, mostrei o cafajeste para ela e dei detalhes do que acontecia. Ela ficou impressionada com os hematomas que mostrei na bunda; eram muitos e estavam roxos. Eu demonstrava até dificuldade para sentar. Mas o que era horrível para ela, era satisfatório e prazeroso para mim.

​Recordo-me do dia em que ele enfiou cinco dedos no meu cu de quatro; vi estrelas. Ele não tinha carinho em nenhum momento e eu amava sexo selvagem. Como eu disse, eu era magrinha e ele um negão alto e grandão. Eu, franzina, mamei muito a piroca dele de cabeça para baixo e fizemos 69 em pé. Mas vamos ao assunto que dá nome a este conto verídico.

​Aconteceu no motel. Vale lembrar que, na época, não havia carros de aplicativo e o táxi era caro. Eu ia de táxi, vestidinho curto e bolsinha, parecendo uma puta. Entrava no motel com ele sob os olhares das quengas da rua; provavelmente imaginavam: "puta nova na área". Eu amava passar por essa situação.

​Nesse dia, lembro bem que estava chuvoso. Entramos na suíte e ele estava com duas camisinhas na mão. Fiquei sem entender, pois não transávamos de camisinha. Ele pediu meu celular e o colocou dentro de uma camisinha; pegou o dele, que era largo, e fez o mesmo. Me comeu bastante e depois enfiou o dele, largo e maior, no meu cu, e o meu na minha bucetinha. Não adiantava dizer que estava doendo ou que não entraria, porque ele mandava eu calar a boca e logo vinha um tabefe na cara. Fiquei assim por alguns minutos, sentada e mamando seu piru enquanto ele bebia sua cerveja (que não era long neck, no frigobar só tinha garrafa de 600 ml). Parecia que ele esperava algum contato para que eu sentisse a vibração do celular nas minhas entranhas. Como não aconteceu, ele me arrastou para o banheiro e urinou na minha cara — golden shower, chuva de prata, como preferir. Ele fazia isso sempre.

​Pós-banho, deitei na cama na posição de papai e mamãe. Ele puxou primeiro o meu aparelho; como parte da camisinha estava para fora, facilitou a retirada. Já no meu cuzinho foi mais difícil, porque o celular era um Nokia C3-00; saiu com dificuldade. Logo após, tomei no cuzinho de quatro com o pé dele pisando na minha cara.

​Eram momentos prazerosos para nós. Não sei como perdemos o contato; ele e eu saímos da empresa e não nos vimos mais. Confesso que não esperava nada além do sexo; de fato, era isso que eu queria e ele também. Acredito que não ficamos devendo nada para ninguém.

​Beijos e até a próxima!

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