Tati é uma mãe solo que se permitiu viver novos momentos na sua vida profissional; todo começo tem dificuldades. É uma loira linda, de 1,70m, com seios médios. Ela disse que eles eram enormes e que os diminuiu — provavelmente não quis saber da opinião masculina — mas a "comissão de frente" está linda. Tem uma bunda enorme, é cheirosa e muito gata; não abre mão de manter a forma do corpo e, ao mesmo tempo, corre por fora em busca da realização de sonhos pessoais.
Eu, Roberto, amigo de academia e de condomínio, me aproximei porque a achei muito atraente, inteligente e cheirosa. Impossível não olhar. No cotidiano, pude conquistar sua amizade, intimidade e confiança, já que o ambiente da academia promove oportunidades e a conversa flui sobre vários assuntos.
Sou negro, alto e fiquei vidrado nela, não nego. Curto as fotos que ela posta em sua rede social e já rendi "homenagens"; os shorts que ela usa só ajudam a realizá-las (kkkkkk). O Google Fotos vira e mexe me traz lembranças de fotos em que ela aparecia ao fundo e, pasme: hoje ela está ainda mais gata e torneada. Óbvio que envio as fotos para ela; tudo é motivo para puxar assunto.
Apesar de ser muito gata, ela tem o "dedo podre": gosta de homem, mas não consegue firmar com ninguém. Acredito que não haja reciprocidade, sei lá. Só sei que a quero para o sexo; tenho muito desejo de chupá-la pós-cardio. Ela fica bastante suada e já imagino sua bucetinha salgadinha; eu lamberia tudo.
Nas idas e vindas do dia a dia, a oportunidade surgiu quando ela me confidenciou as dificuldades para pagar as contas do mês. Dar o dinheiro eu não daria sem qualquer retorno que me agradasse, e tampouco emprestaria, sabendo que ela não teria como devolver. Como um bom safado, joguei o veneno:
— "Nada que um job não resolvesse. Pré-requisitos você tem", e olhei para ela de cima a baixo.
Ela riu e respondeu que aceitaria, sim, dependendo de quem fosse, até porque as contas estavam atrapalhando seu sono. Fiquei com a informação na cabeça. Não falei mais nada e continuei a treinar. Já em casa, a lembrança do que ela tinha dito martelava na minha cachola; fervilhava. Eu queria comê-la e via a chance gritando na minha frente. E oportunidade, já se sabe: é careca e escorregadia; passou, já era.
Mandei uma mensagem que dizia apenas:
"Mil reais, uma hora. Só quero te chupar e comer seu cuzinho de quatro."
Quase uma hora depois — imaginem minha ansiedade, porque não tinha como saber se ela tinha lido — ela respondeu com um simples "sim" e explicou como seria, já que precisava do dinheiro com certa celeridade. Marcamos para o outro dia. Seria na casa dela e, ao entrar, eu já transferiria o valor via Pix.
Foi difícil dormir à noite. Depilei o menino, cortei o cabelo, fiz a barba; parecia minha primeira vez. O horário ficou marcado para as onze da manhã. Lá estava eu, com pontualidade britânica, tocando a campainha do seu apartamento com o celular em mãos.
Ela estava deslumbrante em um short de academia minúsculo e top branco. Ela estava hipersuada; após o bom dia, perguntou por que eu não fui treinar. Disse que estava ansioso pelo nosso encontro e ela mandou eu entrar para não haver flagrante dos vizinhos.
Entrei com as pernas tremendo; confesso que estava nervoso. Fiz a transferência e o celular dela emitiu um ruído, confirmando a entrada do valor. Ela disse que iria tomar banho e que já voltava, mas pedi para que não fosse; era exatamente como eu tinha imaginado. Ela disse:
— "Tá bom, se você quer assim."
E me puxou pelo braço até o quarto, onde pude tocar em seu corpo como sempre sonhei.
Como o combinado era chupá-la e comer seu cuzinho, agachei, tirei seu short molhado e passei a lamber suas coxas grossas. A calcinha era uma vermelha minúscula. Cheirei sua ppk como os cachorros fazem antes de comer a cadela no cio. Virei seu corpo e, de costas para mim, aquele rabo lindo ficou na minha direção. Ela debruçou na cama e parecia que a bunda tinha aumentado na minha frente. Passei a lamber seu cuzinho, o suor com gosto salgado; eu chupando e lambendo. Conforme ela mexia, a língua também agraciava a sua xaninha depilada e rosadinha.
Já era possível ouvir os primeiros gemidos. Ela rebolava com mais vontade na minha cara, pedia para não parar. E eu, como um cachorro com sede, usava seu corpo como pote de água; lambi com vontade e dei dedadas também. Ainda bem que eu treino agachamentos (kkkkkk)!
Em pé, tirei minha roupa. Ela subiu na cama ficando de quatro, pediu que eu passasse a pomada que estava no criado-mudo e colocasse a camisinha. Assim fiz. A cada dedada com pomada ela rebolava, e aproveitei para introduzir dois, três dedos no seu anel, alargando para não causar desconforto.
Eu a penetrei sem pena. Mesmo com a "capa do Batman", sentia meu piruzinho invadindo seu rabo, e ela passou a pedir: "Me fode, porra!". Eu ia metendo com força, segurando sua cintura. A safada estava gostando; não era só um negócio, já era prazer. Ela começou a dizer:
— "Vou gozar, porra! Vou gozar!"
No vai e vem acelerado, ela de fato gozou. Saiu da posição, caiu na cama em posição fetal e começou a se estremecer, a gemer, e eu olhando tudo aquilo enquanto me masturbava.
Ela voltou a si e, sem qualquer cerimônia, tirou a camisinha e chupou com vontade, pedindo para eu gozar na sua cara. Caralho, ela é uma boqueteira profissional! Que chupada divina nos meus ovos; engolia o mastro todo e, quando tirava da boca, perguntava:
— "Cadê o leite, caralho?"
Em uma dessas perguntas, eu gozei no seu focinho. Ela, com um sorriso estampado no rosto, esfregava o pau na cara, batia no rosto e perguntava se eu tinha gostado. Só consegui balançar a cabeça positivamente.
Coloquei a roupa e voltei para casa. Ela enviou uma mensagem dizendo que, na próxima semana, estaria disponível para mais "negócios", mas sempre atrás, nada na frente, porque tinha medo de engravidar e não tomava anticoncepcional. Disse que estava feliz com os acordos do nosso contrato e que entraria em contato, já que gostei muito do que recebi pelo que paguei.
Enfim, tivemos outros momentos e quero trazê-los aqui depois.
Abraços e até a próxima!
