O professor ofereceu ajuda pra ser aprovada na sua matéria

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 551 palavras
Data: 28/05/2025 21:37:28
Última revisão: 12/03/2026 18:54:10

O ano era 2003. Eu estava na flor da idade, ainda não era mãe e fazia um curso de informática. Mamãe pagava para mim e para o meu irmão, mas eu não queria nada com o estudo; nunca gostei de computador ou dessas tecnologias. Aproveitava as duas horas de aula para bater perna, beijar na boca e procurar sarna para me coçar. Acredito que foi a época em que mais fiz merda na vida (kkkkkk).

​Sou a Suzane. Você tem obrigação de saber de mim, pois vários relatos verídicos já foram postados; este será mais um para engrossar a lista. Meu irmão se chamava Marcos; esse, sim, era fiel aos estudos, não faltava e, de quebra, ajudava a irmã encobrindo as merdas que eu fazia.

​Certo dia, ao buscar meu irmão no curso para chegarmos em casa juntos, o professor comunicou que eu seria reprovada por falta, independentemente da nota, já que a ausência em sala reprova. Fui para casa atordoada. Só pensava no que "mainha" faria comigo. Dormi mal à noite e, na aula seguinte, não faltei. No término da aula, o professor pediu para falar comigo a sós.

​O canalha já chegou com a proposta formada e alisando meu braço. Disse que existiria uma condição para eu passar sem sofrer qualquer prejuízo. Óbvio que eu já tinha entendido a mensagem; até porque o olhar dele já me despia, sua forma de falar endossava a proposta e o toque no meu braço deixava claro que ele queria me comer.

​Ajustamos os detalhes. Eu disse que não abriria mão da camisinha e nada de beijo na boca. Minha sorte — ou meu azar — era que ele não gostava de comer cu. O professor era gordo, não fazia meu tipo nem de longe, mas eu confesso que queria ser surpreendida, pelo menos, na "hora H". Eu estava entre a cruz e a espada, já que, como pessoa, ele não tinha chances comigo.

​Fomos a uma sala desativada, com computadores velhos para descarte. Tudo foi muito mecânico: sentei na mesa e abri as pernas. Com a calcinha para o lado, ele começou a me chupar. Sinceramente? A calcinha ganhou mais lambidas que o meu clitóris. Ele podia ser bom em lecionar, mas era leigo em sexo oral. Acredito que estivesse nervoso, até pelas circunstâncias; não me parecia algo rotineiro levar alunas para aquela sala, ou até mesmo estar com uma mulher. Ele não tinha pegada, mas eu estava ali pela nota.

​Ele tentou me beijar, mas lembrei o combinado e fiz com que ele colocasse a camisinha — sem a minha ajuda, é claro. Ele colocou para fora a sua piroquinha e eu fiquei esperando o resto. Meu Deus, mesmo teso, o negócio era pequeno e fino.

​Ele colocou a proteção, eu fiquei de costas e levantei o vestido. Cuspi na mão, passei na minha bucetinha e fiquei esperando as "cócegas". Ele me penetrou e, sem exagero, não durou trinta segundos: ele gozou. Rápido demais. Quero crer que estava nervoso, ansioso, sei lá.

​Para mim, foi perfeito. Óbvio que eu ficaria feliz se saísse destruída, mas o meu objetivo principal foi alcançado. Recebi uma excelente nota, peguei o certificado de conclusão e, graças a Deus, não precisei voltar a encontrá-lo.

​Se eu soubesse, teria estudado; seria bem mais fácil.

​Beijos e até a próxima loucura!

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Gostei de sua aventura e amo trocar experiencias e parece ser uma mulher bem liberal, eu tenho 63 anos e amo conversar, trocar experiencias e trocar fotos e vídeos destas luxurias maravilhosas, vamos conversar? me lembre do conto por ler vários outros, segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

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