O ano era 2003. Eu estava na flor da idade, ainda não era mãe e fazia um curso de informática. Mamãe pagava para mim e para o meu irmão, mas eu não queria nada com o estudo; nunca gostei de computador ou dessas tecnologias. Aproveitava as duas horas de aula para bater perna, beijar na boca e procurar sarna para me coçar. Acredito que foi a época em que mais fiz merda na vida (kkkkkk).
Sou a Suzane. Você tem obrigação de saber de mim, pois vários relatos verídicos já foram postados; este será mais um para engrossar a lista. Meu irmão se chamava Marcos; esse, sim, era fiel aos estudos, não faltava e, de quebra, ajudava a irmã encobrindo as merdas que eu fazia.
Certo dia, ao buscar meu irmão no curso para chegarmos em casa juntos, o professor comunicou que eu seria reprovada por falta, independentemente da nota, já que a ausência em sala reprova. Fui para casa atordoada. Só pensava no que "mainha" faria comigo. Dormi mal à noite e, na aula seguinte, não faltei. No término da aula, o professor pediu para falar comigo a sós.
O canalha já chegou com a proposta formada e alisando meu braço. Disse que existiria uma condição para eu passar sem sofrer qualquer prejuízo. Óbvio que eu já tinha entendido a mensagem; até porque o olhar dele já me despia, sua forma de falar endossava a proposta e o toque no meu braço deixava claro que ele queria me comer.
Ajustamos os detalhes. Eu disse que não abriria mão da camisinha e nada de beijo na boca. Minha sorte — ou meu azar — era que ele não gostava de comer cu. O professor era gordo, não fazia meu tipo nem de longe, mas eu confesso que queria ser surpreendida, pelo menos, na "hora H". Eu estava entre a cruz e a espada, já que, como pessoa, ele não tinha chances comigo.
Fomos a uma sala desativada, com computadores velhos para descarte. Tudo foi muito mecânico: sentei na mesa e abri as pernas. Com a calcinha para o lado, ele começou a me chupar. Sinceramente? A calcinha ganhou mais lambidas que o meu clitóris. Ele podia ser bom em lecionar, mas era leigo em sexo oral. Acredito que estivesse nervoso, até pelas circunstâncias; não me parecia algo rotineiro levar alunas para aquela sala, ou até mesmo estar com uma mulher. Ele não tinha pegada, mas eu estava ali pela nota.
Ele tentou me beijar, mas lembrei o combinado e fiz com que ele colocasse a camisinha — sem a minha ajuda, é claro. Ele colocou para fora a sua piroquinha e eu fiquei esperando o resto. Meu Deus, mesmo teso, o negócio era pequeno e fino.
Ele colocou a proteção, eu fiquei de costas e levantei o vestido. Cuspi na mão, passei na minha bucetinha e fiquei esperando as "cócegas". Ele me penetrou e, sem exagero, não durou trinta segundos: ele gozou. Rápido demais. Quero crer que estava nervoso, ansioso, sei lá.
Para mim, foi perfeito. Óbvio que eu ficaria feliz se saísse destruída, mas o meu objetivo principal foi alcançado. Recebi uma excelente nota, peguei o certificado de conclusão e, graças a Deus, não precisei voltar a encontrá-lo.
Se eu soubesse, teria estudado; seria bem mais fácil.
Beijos e até a próxima loucura!
