Eles e Eu - A Realização de uma Fantasia

Um conto erótico de Kelly
Categoria: Grupal
Contém 1188 palavras
Data: 29/05/2025 08:08:02
Última revisão: 12/03/2026 18:52:09

Sou a Kely, uma morena linda, gostosa, maravilhosa e cheia de desejos e fantasias. Quero contar exatamente a realização de uma fantasia que sempre desejei. Lembro que já me masturbei assistindo a filmes eróticos dessa natureza: dois homens e uma mulher. Como fico excitada quando assisto a uma cena dessas! Chego a gravar a cena na minha mente, coisa de louco. Acredito que toda mulher tem essa fantasia; quem já realizou nunca reclamou, pelo contrário, exalta sempre o prazer obtido.

​Mas confesso que sempre tive medo. Não sei explicar, embora quisesse, havia algo que me travava, me engessava. Obviamente, fui convidada várias vezes por alguns carinhas com quem já fiquei, mas nunca aconteceu. Porém, o desejo de realizar isso nunca adormeceu dentro de mim.

​Até que conheci o Felipe, um moreno safado que adora me maltratar. Ele não só me come, ele me destrói na cama; falta pouco para arrancar meus cabelos. Come meu cuzinho com força — carinho passou longe — e destrói a minha ppk. Foi em um momento íntimo, enquanto eu era penetrada, que ele perguntou se eu não desejava ter outro macho entre nós. Pasmem: o comentário surgiu do nada.

​Disse: — "Sim", automaticamente.

​Sem pestanejar. Se ele estava sugerindo, por que eu seria a objeção? Aproveitei para dizer que eu arrumaria o outro macho, e a foda ficou até mais caliente depois disso. No outro dia, perguntei para o meu amigo, o Marcos, se ele teria coragem de transar com um casal, e, sem titubear, a resposta foi "sim". Não falei mais nada, e ele insistiu na razão da pergunta.

​Marcos e eu somos amigos de longa data, falamos de tudo, inclusive eu já tinha externado essa fantasia para ele. Voltando ao assunto, relembrei minha fantasia e disse que o boy queria outro macho entre nós e que eu tinha escolhido ele. Aí o "SIM" ficou ainda mais sonoro. Ajustamos o que podia e o que não podia, e enumerei do que eu não abriria mão em um grupo de WhatsApp. Então, chegou o tão sonhado dia.

​Na suíte, olhei para os dois, que já estavam pelados e de banho tomado. Cada um a seu tempo, vai que o sabonete cai tomando banho juntos e eu fico "a ver navios" (kkkkk). Eles vieram em minha direção e, nesse momento, senti um frio na barriga. Me pegaram pela mão e me ergueram. Lembro que beijei o Marcos primeiro e depois o Felipe. Enquanto eu os beijava, as mãos deles apalpavam meu corpo. Levantaram meu vestido; com os braços erguidos, facilitei a retirada. O sutiã foi arrancado mesmo, e os dois, simultaneamente, chuparam meus seios. As mãos, desta vez, bolinaram minha bunda e minha bucetinha. Enquanto eu curtia a boca quente nos meus seios — meu ponto fraco — pensei na cena: dois machos chupando minhas mamas.

​Tiraram minha calcinha e eu agachei, ficando entre as duas pirocas. Chupei a do Felipe e chupei a do Marcos; para não causar ciúme, chupava alternadamente enquanto ouvia a exigência: "Chupa direito, puta!".

​Já na cama, começou a exigência que eu mencionei no grupo: sempre quis ser o "recheio" de um sanduíche. Deitei o Felipe, subi e passei a cavalgar nele, enquanto o Marcos veio por trás e colocou no meu rabo. Vi estrelas nessa hora por vários motivos: era minha primeira vez anal e ele não foi carinhoso, entrou rasgando. Ele perguntou se era para parar e eu disse:

— "Claro que não!"

Completei dizendo que era para me foder com força.

​Nesse momento, Felipe estava parado, mas dentro da minha ppk, e o Marcos arreganhava minhas nádegas e empurrava sem pena. Como ele estava em pé na beira da cama, controlava bem o vai e vem e soltava pérolas do tipo: "Você não queria ser sanduíche, vagabunda?". Eu respondia balançando a cabeça, confirmando.

​Eles trocaram de posição e o Felipe também me maltratou bastante. Eu estava muito ardida no primeiro round. Começaram a me comer em uma "ciranda": eu fiquei de quatro, com um atrás no meu cu e o outro na boca, e ficaram alternando nisso. Eu já tinha gozado várias vezes. Eles são brutos, mas foi dito que não teriam pena. Minha cara não aguentava mais tapas; a todo instante eu apanhava. O Marcos, comendo meu cu, puxava meu cabelo para trás e o Felipe batia com força, sem contar os xingamentos.

​Até que chegou o momento mais fácil: eu deitei e o fdp do Marcos chupava minha abandonada grutinha, enquanto eu chupava os bagos e o pau do Felipe, que estava em cima de mim. O pau dele na minha boquinha parecia estar fodendo minha boca com o vai e vem; o caralho ia na garganta e lágrimas desciam pelo meu rosto. O negão me chupava divinamente; minhas pernas tremiam sozinhas, parecia que eu estava levando choques, com espasmos incontroláveis, enquanto eu engasgava com o Felipe. Nossa, foi a melhor parte para mim! O Felipe também me chupou; nesse instante, o negão chupava meus seios e apertava meus mamilos também.

​Já na reta final, com mais sexo anal, eu estava muito molhada. Nunca tinha gozado tanto. Eles resolveram gozar na minha boca; sustentaram bem, mereciam gozar também. Fiquei em pé e depois agachada novamente entre eles, com a boca aberta porque eles exigiram aos gritos. Eu, uma putinha obediente, apanhei mais na cara. O primeiro jato veio e caiu no meu olho — pqp, como ardia! O segundo caiu na boca. Eu só ouvia os gemidos e o outro jato de porra na minha boquinha. Ainda tive forças para segurar os paus em cada mão e chupar um a um. Alguém tirou a porra do meu olho com o dedo e colocou o dedo para eu chupar.

​Felipe foi para o banho e o Marcos ainda me comeu na posição de papai e mamãe, com a mão no meu pescoço. Caralho, vi estrelas! Ele apertou muito no enforcamento; fiquei sem ar, mas me mantive na disciplina, sem pedir arrego nem reclamar. Pqp, eram estocadas secas e firmes; sentia bater no meu útero. O negão é enorme, a piroca é proporcional ao seu tamanho e grossa. O Felipe, na porta do banheiro, dizia: "Já já será minha vez". E assim foi, porque o Marcos foi para o banho e veio mais piroca na buceta com a mão no pescoço. Mas o Felipe gosta de bater e, claro, apanhei mais.

​Já no banho, pude perceber o quanto estava destruída. Não conseguia passar o sabonete, ardia tudo. Eles estavam no quarto assistindo a um filme pornô; no áudio, uma mulher pedia para não ser maltratada, parecia eu implorando por carinho. Enrolada na toalha, tomei uma cerveja entre eles (que estavam de pau duro de novo — devem ter tomado algum remédio, não é possível), me esperando para o próximo round. Confesso que não aguentei e fugi. Sou negona, não nego fogo, mas estava muito destruída.

​Em casa, enviei uma mensagem agradecendo aos dois pilantras por realizarem minha tão sonhada fantasia sexual. Mandei no grupo das amigas o resumo do que tinha acontecido comigo horas antes. Foi engraçado; assim que postei, começaram as indagações.

​Beijos e até a próxima — e, com certeza, haverá uma próxima.

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Comentários

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Qdo é a mulher contando, é muito mais real, e excitante. Ainda mais, se havia o fetiche dela, de receber um pau bem duro na pepeka, e outro, no cuzinho! O meu fetiche, tb é participar de uma DP, pq nas q assisto sinto o maior tesão. Imagino q o pau nem vai amolecer depois da primeira gozada, pq diferente de uma transa comum de casal, havendo juntos se pegando na frente da gente uma mulher e um parceiro, o tesão surge, se mantém, e aumenta. E tb sendo dois paus se apertando proximamente na pepeka e no cuzinho, deve ficar muito mais gostosa a penetração pela fricção bem maior entre o pau e onde houver a penetração.

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