Era 23 de abril. Acordei compulsoriamente na madrugada pela celebração do dia do santo guerreiro, São Jorge. Não só eu, mas acredito que a cidade do Rio de Janeiro inteira acordou cedo por conta do foguetório; já que é tradição, os pets sofrem e eu também — afinal, sou uma gatinha.
Me chamo Aryane. Sou branca, tenho 25 anos e sou dona de uma bela bunda. Meus peitinhos são de tamanho médio, mas estão firmes; aliás, adoro andar sem sutiã porque gosto de ostentar mesmo. Tenho um rostinho angelical e estou recém-separada de um relacionamento de sete anos que não deu certo. Enfim...
Tenho saído com um boy. O "cachorro" tem a minha faixa etária e eu já o conhecia. Quando separamos, parece que eles adivinham! Como hoje estou morando com o papai, o encontro foi inevitável; eu precisava relaxar e a química entre nós é perfeita. O WhatsApp voltou a ter mensagens de "bom dia, como você está?", e eu passei a me permitir ser cortejada. Sou gostosa mesmo e, no fundo, sei que o carinha só quer me comer — e eu quero dar, ser penetrada e chupada.
Como a semana citada estava lotada de feriados, aceitei marcar um date no dia 23. Fomos passear como namorados: beira da praia, shopping, lanches... e o boy, além de tocar em mim e me beijar, sabia atiçar minha libido inerte, já que eu não transava há algum tempo (meu ex era só briga e confusão).
Já era tarde para voltar para casa e eu estava com a calcinha molhada de tantos beijos, abraços e esfregação. O infeliz não me arrastava para o motel! Eu não queria ficar na siririca a noite toda, porque é sabido que a masturbação é um paliativo, não sacia o desejo; com certeza eu iria ficar com mais vontade ainda. Dei um ultimato:
— Não quero voltar para casa sem ser penetrada.
O "Mucilon" ficou doido e passou a procurar um local, porque a essa altura eu aceitava qualquer lugar. Encontramos uma obra em construção, mas não gostei. Olhamos ao redor e nada, até que vi uma viela deserta. Puta que pariu, o tesão cega! A vontade de foder limita o raciocínio. Ignorei que poderia ser assaltada e o arrastei para um beco. Tomei a iniciativa: agachei, abri a bermuda dele e caí de boca no seu pau. Chupei gostoso. Ele estava visivelmente assustado, olhando para os lados — carros passando, poucos transeuntes — e eu chupando divinamente. O pau cresceu bastante na minha boca. Fiquei em pé e de costas, baixei minha bermuda até o joelho e disse:
— Me fode, porra!
A buceta estava muito molhada, não haveria nenhuma dificuldade. Ele meteu. Eu, com as mãos na parede e empinadinha, senti as estocadas dele. Pedi para me comer com força, mas ele estava tão atônito que só sabia observar se tinha alguém olhando ou vindo. Eu olhava para ele por cima do ombro, pedindo para meter com mais força; estava muito fogosa, estava quente, queria gozar sendo penetrada na rua, logo na esquina da minha casa!
Mas ele tirou e gozou fora. E, como todo homem fraco, o pau arriou e eu, confesso, fiquei "chupando dedo". Ajeitei a roupa. Ele estava sorrindo e alegre; eu, puta, porque não gozei. Ele me deixou no portão de casa, entrei e tomei meu banho. Tive que me cutucar com o cabo da escova de cabelo; pelo menos assim eu gozei.
Já na cama, após comer um lanche, fiquei pensando: sou muito gata mesmo, porque o "Jorge" que arrumei não matou o dragão aqui... logo, não sou dragão, kkkkkk. As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental, e eu sou gata, dá licença!
No outro dia, o lindo ficou me perturbando no WhatsApp. Vou dar outra chance, mas espero que me leve ao motel e não me deixe na mão.
Beijos, até a próxima. Se acontecer, eu contarei!
