O Segredo com a Madastra

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 883 palavras
Data: 15/05/2025 19:54:03
Última revisão: 12/03/2026 19:17:41

Sou filho único. Minha mãe, infelizmente, faleceu no parto; não a conheci. Fui criado pelo meu pai, João, um senhor de 39 anos que nunca a esqueceu. Ele sempre falava dela e exaltava suas qualidades — acredito que era uma forma de manter a memória viva — enquanto, por fora, se aliviava sexualmente com primas ou gastando dinheiro com acompanhantes.

​Eu sou o Marcos, tenho 19 anos (quase 20), sou solteiro e não sou chegado a baladas. Ingressei na faculdade e trabalho prestando serviços em regime de home office. Sou tímido e já estou acostumado a ter a casa só para mim quando meu pai sai para a labuta no escritório.

​O padrão do dia a dia mudou quando meu pai passou a falar da Rebeca na hora do jantar. Ela é uma linda morena de cabelos pretos e longos, 27 anos, técnica de enfermagem e mãe solteira. Os dois se conheceram em um evento de trabalho; parece que ela foi convidada para uma ação de marketing na empresa onde meu pai atua. O relacionamento deles fluiu dia após dia — essas foram as informações que ele me passou. Ele disse que pensava em trazê-la à nossa casa e perguntou se eu tinha alguma objeção. Respondi que não, até porque torcia para que ele conhecesse alguém interessante. Incentivei e dei a força que ele esperava.

​Cerca de quinze dias depois da nossa conversa, meu pai a trouxe aqui. Ele comprou o jantar em um restaurante pelo aplicativo e fomos apresentados. De fato, era uma linda mulher, bem mais gata do que a descrição "embabacada" do meu pai. Após o jantar, fui para o meu quarto e deixei os dois à vontade na sala.

​Na madrugada, foi impossível não ouvi-los transando. E assim foi em todas as vezes que a Rebeca dormia lá em casa. Ela tem um estilo escandaloso; pedia coisas do tipo "me fode", "me bate", tudo em alto e bom som. Eu, do meu quarto, confesso que imaginava a cena. Nunca conversei com meu pai sobre o assunto; penso que, na empolgação, ele nem deve ter percebido. Fico pensando nos nossos vizinhos, kkkkk.

​O que de fato foi mais louco ocorreu cerca de dois anos atrás. Era uma segunda-feira, por volta das 9h da manhã. Eu estava na cozinha preparando meu café, imaginando estar sozinho em casa, quando ela apareceu só de lingerie. Foi um baita susto! Com naturalidade, ela disse que imaginava estar sozinha e que meu pai tinha lhe entregue uma cópia da chave para que, ao sair, ela deixasse tudo fechado.

​Eu a olhei de cima a baixo — uma bela imagem. Voltei a comer meu desjejum ficando de costas, até para respeitá-la, mas ela se manteve ali puxando assunto naturalmente. E assim passou a acontecer: cada vez que ela dormia lá e meu pai ia para o trabalho, ela aparecia de lingerie na cozinha. Uma mais linda que a outra. As conversas ficaram mais íntimas, a ponto de ela perguntar se eu tinha alguém. Não nego que já tinha rendido várias "homenagens" a ela no banheiro, na hora do banho. Que mulher gostosa!

​As lingeries eram provocantes, de renda, fio dental... e eu tentando fugir. Tudo complicou quando ela perguntou se podia conhecer meu quarto. A resposta positiva veio de forma automática. Ela entrou, jogou-se na minha cama sem qualquer cerimônia e perguntou se eu tinha vontade de penetrá-la. Perguntou se eu já tinha imaginado como era o sexo dela com o meu pai, fazendo questão de lembrar dos gemidos e pedidos altos que fazia.

​Nessa hora, ignorei tudo. Tirei minha roupa e parti para o ataque. Afastei a calcinha dela, o piercing pulou e eu passei a chupar aquela bucetinha pequena e depilada. A vagabunda dizia:

— Você chupa melhor que seu pai... chupa gostoso!

​Continuei chupando até que ela ficou de quatro e pediu para eu colocar nela. Eu estava muito atrasado para a faculdade — era dia de apresentação de trabalho em grupo — mas eu liguei o "foda-se". Meti o pau nela, segurando sua cintura. No vai e vem naquela bucetinha apertada e quente, o cu parecia já estar "trabalhado"; provavelmente meu pai já tinha alargado na noite anterior.

​Tirei da frente e coloquei no cuzinho dela também. Ela dizia que eu era audacioso por colocar sem pedir, e a vadia pedia para meter com força, sempre lembrando que eu era melhor que o namorado. Gozei na cara dela depois de algum tempo. A puta tratou de deixar tudo limpinho, saiu do meu quarto, vestiu a roupa e foi para o tal plantão, sem tomar banho. Que vadia deliciosa!

​Enfim, não comentei nada com meu pai, e ela também não. Nosso contato era sempre assim: ela esperava meu pai sair para o trabalho e ia para o meu quarto. Passou a ir nua, e eu não me fiz de rogado: metia a piroca na minha madrasta sempre. A mulher tinha um fogo além da conta.

​Infelizmente, o relacionamento deles não deu certo e chegou ao fim. Meu pai não estava interessado em assumir nada sério. Eu até tentei reconciliar o relacionamento deles — obviamente pensando no meu próprio proveito — mas não tive sucesso. Não a procurei, nem ela a mim. Se ela me procurar, obviamente irei até ela. Caso ocorra algum novo contato, contarei com prazer para vocês.

​Até a próxima!

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