Todo serviço tem que ser recompensado

Um conto erótico de Penélope
Categoria: Heterossexual
Contém 454 palavras
Data: 19/05/2025 06:03:26
Última revisão: 12/03/2026 19:16:02

​O que vou contar para vocês será tão rápido e excitante quanto foi na hora da ocorrência.

​Sou a Penélope, uma preta sexy, mãe e profissional da área da saúde. Eu estava em um expediente hiper-mega agitado, com o nariz muito congestionado e trabalhando com dificuldade, até que a médica — após ouvir meus sintomas — comentou que eu poderia estar com sinusite.

​Fui até um colega e comentei sobre o caso. Ele ofereceu ajuda para fazer o exame de imagem e eu prontamente aceitei. Acreditei que seria "0800"... bem, eu achei. Mal entrei na sala e o clima pesou; a verdade é que já rolou um caso entre nós antes e às vezes — quase sempre — rolam beijos e mãos bobas.

​Enfim, entrei na sala e fiz os exames. Agradeci pela atenção e, quando ia sair, o canalha cobrou pelo exame. Eu já estava na porta tentando sair, mas fui pressionada pelas mãos dele. Ele é forte e alto: um negão cheiroso, com um perfume embriagador. Dava para perceber as pessoas passando no corredor, já que estávamos em uma emergência. Eu estava receosa de alguém bater na porta, mas ele não estava nem aí. Chupava meus seios com vontade, sem pressa; chupou um, depois o outro. Eu pedia para sair, mas minha voz já estava melosa. Porra, ele estava chupando meu ponto fraco! A essa altura, eu já gemia baixinho.

​Ele me virou. Eu pedia para não rolar ali, em pé, com as mãos na porta de saída da sala. Ele, atrás de mim e sem dizer uma palavra, abriu a calça, arriou a minha com uma mão só e enfiou aquela piroca enorme na minha bucetinha, por trás, que já estava mega molhadinha. Começou a socar com força.

​Eu já não queria mais ir embora. Ele falava no meu ouvido que "todo trabalho tem que ser recompensado", e eu já estava concordando. Como toda rapidinha, ele gozou dentro de mim e limpou o pau na minha roupa. Beijou a minha boca e mandou eu ir embora, como se eu fosse uma puta contratada.

​Fui ao banheiro me limpar e, pasmem: bati uma siririca porque ainda estava cheia de tesão. As palavras dele ainda ecoavam na minha mente. Foi excitante; é sempre bom cometer loucuras.

​Passados alguns minutos, ele passou na minha sala perguntando se eu estava melhor. Só no olhar e no sorriso de canto de boca, disse que a médica descartou a sinusite com as imagens do exame. E ele, o pilantra, disse que estaria disponível para ajudar se eu precisasse. Depois, mandou mensagem no celular me xingando e me chamando para uma segunda dose de "injeção pirocolina", kkkkkk. Nem respondi, só dei gargalhadas.

​Rapidinhas são sempre muito excitantes. Beijos e até a próxima!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Listas em que este conto está presente

Suzane
Meus contos preferidos
Nata_Preta
Os contos que amei
Negao_RJ
Os melhores