Uma Fantasia Armada: O Bar em Porto Alegre
(Baseado no relato de um amigo e sua esposa)
Olá, pessoal. Sou o Rogério — Roger para os íntimos. Tenho 39 anos, 1,80m e um estilo rústico, bem "homem do campo". Sou proprietário de uma madeireira em Porto Alegre e casado há 15 anos com a Flávia, uma mulher deslumbrante de 37 anos. Somos parceiros de vida, apaixonados e, acima de tudo, confidentes. Nossa regra é clara: conversamos sobre tudo para que nada envenene nossa relação.
Sempre buscamos formas de esquentar o clima. Assistíamos a filmes de ménage, voyeurismo e trocas. Ela, em especial, curtia a temática bissexual masculina. Confesso que eu não era tão fã, mas acompanhava para agradá-la. Até então, tudo não passava de imaginação.
Há um ano, sentimos que o sexo estava ficando mecânico, com mais amizade do que paixão. Decidimos abrir o jogo sobre fantasias secretas. Eu disse que adoraria um trio com outra mulher, ou transar com duas mulheres enquanto os maridos assistiam. Ela, com um olhar safado, disse que realizaria meu desejo se eu realizasse o dela: ver-me com outro homem e uma mulher, ou ela ser possuída por mim enquanto um cara nos estimulava.
Rimos muito, e a conversa gerou um tesão absurdo que nos manteve acordados até o amanhecer. No dia seguinte, ela me presenteou com duas cuecas de tecido transparente na frente e anunciou: na sexta-feira, comemoraríamos nosso aniversário de casamento no centro de Porto Alegre.
A Noite no Centro.
Saímos sem rumo e acabamos na Avenida Salgado Filho, perto da Venâncio Aires. O movimento era intenso e alegre, predominantemente frequentado pelo público homossexual masculino. Por volta de 1h da manhã, seguindo a dica de um garçom, entramos no "Discretus Bar".
Lá dentro, o clima era de festa: música eletrônica e muitos homens sem camisa dançando. Eu quis ir embora, mas a Flávia, fascinada, quis ficar. Enquanto eu buscava bebidas, um homem elegante se aproximou dela. Quando voltei, ele se afastou.
— O que ele queria? — perguntei.
— Saber quem era você. Eu disse que você era meu irmão passando uns dias na cidade.
— Por que disse isso?
— Ah, amor, foi o que veio à cabeça. E ele disse que você é um "gostosão"!
O Show de Stripper.
A noite seguiu com um show de strippers. Depois, o apresentador anunciou um concurso para clientes: quem subisse ao palco e fizesse um strip até ficar de cueca ganharia 5 cervejas e um prêmio de 500 reais. Estimulado pela Flávia (e pela bebida), resolvi participar.
Subi ao som de “I’m Sexy and I Know It”. A recepção foi eufórica. Quando fiquei apenas com a cueca transparente que ela me dera, o público foi ao delírio. Ganhei o concurso e saí de lá com os 500 reais do prêmio mais 320 reais que jogaram no palco. Flávia me abraçou radiante: "Você não imagina o tesão que eu senti vendo todos eles te querendo".
O Convite estranho..
Perto das 3h da manhã, conhecemos Douglas, irmão do dono do bar. Bonitão e charmoso, ele nos convidou para continuar a festa em sua casa. Flávia aceitou de imediato. A casa era luxuosa, com uma adega impecável.
A conversa fluiu. Douglas contou que estava separado há quatro meses e que aquela era sua primeira vez em um bar daquele estilo. O clima esquentou quando Flávia sugeriu o trio. Eu impus uma condição: "Tudo bem, mas eu não faço nada com ele". Douglas sorriu: "Você decide o que fazer".
O Encontro.
O beijo começou triplo. Douglas se ajoelhou e começou a me estimular por cima da cueca enquanto eu beijava minha esposa. Flávia sussurrou: "Amor, deixa rolar". Eu permiti. Logo, estávamos todos envolvidos.
Houve um momento em que Douglas pediu para ser possuído por mim. Flávia preparou tudo, e eu, tomado pela adrenalina, aceitei. Foi uma experiência intensa e diferente para todos. Depois, exaustos e satisfeitos, Douglas nos chamou para a hidromassagem. Flávia, em um gesto inesperado, disse: "Vão vocês dois, eu vou descansar aqui. Vai lá e termina o que começou, seu garanhão".
Suspeitas e Desfecho.
Enquanto subia, uma pulga atrás da orelha surgiu. Douglas parecia o cara que estava ao lado dela enquanto eu estava no palco. E ele a chamou de "Anna" algumas vezes — um apelido que só eu usava. Seria tudo uma armação dela?
No quarto, fiz um show particular para ele, que retribuiu colocando notas de 100 reais na minha cueca. Dormimos todos e, na manhã seguinte, após conhecermos um amigo dele que apareceu para o café, decidimos ir embora.
No carro, o clima era de deboche e prazer.
— E aí, garanhão, está com ciúmes? — ela brincou.
Mostrei o bolo de dinheiro que ganhei.
— Essa resposta serve? Eles querem repeteco amanhã, você deixa?
— Claro que não, seu safado! — ela riu, selando nossa aventura.
(Fim da primeira parte. Continuação prevista para agosto/26.)
