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Seduzido pela mulher do meu cliente preso.
Sou Ricardo Medeiros, advogado, 50 anos, branco e peludão. Com um físico em dia, 1,80m e 97 quilos, mantenho sempre o cavanhaque bem aparado. Ocupo o cargo de quem possui um "instrumento" fora do padrão nacional: grande, grosso e extremamente cabeçudo. Atualmente, o casamento passa por um período morno; a esposa está viajando e só retorna em dez dias. Com a vida financeira consolidada — boa casa, carro de luxo e uma grana gorda no banco vinda de aluguéis e honorários — a solidão começou a pesar.
O caso atual envolve um sujeito que acidentalmente atropelou um morador de rua. A cliente direta, no entanto, é a esposa dele. Eles são de uma comunidade carente, e decidi aceitar a causa sem cobrar honorários por uma questão de gratidão: ela é filha da dona Silvia, a empregada que foi minha segunda mãe e me criou enquanto a minha progenitora trabalhava em dois empregos.
Ela só teria gastos com taxas e protocolos. Mas, confesso, existe uma queda incontrolável por mulheres de comunidade. Há algo no jeito de vestir e de falar que desperta um tesão louco. Aos 26 anos, com 1,57m e 65 quilos, ela possui seios pequenos e firmes, além de uma bundinha redonda que, mesmo sem academia, é um espetáculo à parte.
Há duas semanas, ela me procurou no escritório para organizar a defesa. O trabalho jurídico começou, mas as mensagens no WhatsApp logo mudaram de tom. Eram quase duas horas de conversa por dia. Ela dizia ter inveja da minha esposa, me chamava de atraente e bonitão, alegando estar carente. Como profissional, tentei bloquear, mas o pau pulsava dentro da calça social só de ler as indiretas.
Na sexta-feira, às 14 horas, o escritório estava vazio. Ela perguntou se poderia passar lá. Quando entrou, o perfume erótico inundou a sala. Usava um vestidinho simples, mas os seios pareciam saltar para fora do decote. Sentou-se à minha frente de pernas cruzadas, esbanjando sensualidade. Perguntou sobre o marido. Expliquei que em 20 dias ele estaria na rua, mas a resposta dela me surpreendeu:
— Sabe, doutor... ele não quer saber de carinho nas visitas íntimas. Só reclama. Faz dois meses que não me procura. Já penso em me separar.
O domingo chegou e a solidão bateu forte. Ela me chamou no celular à noite. Entre indiretas e confissões, decidi quebrar a ética profissional. Dirigi até a casa dela. Quando cheguei, ela esperava na porta com um shortinho jeans minúsculo e uma blusinha provocante. Bebemos algumas cervejas e a música tomou conta do ambiente.
Ao abraçá-la para dançar, o corpo colou no meu. O membro endureceu na hora e, pela espessura da calça social, ela sentiu aquele volume roçando em sua barriga. O beijo foi inevitável; um encontro de línguas famintas. O tesão era desesperador. Começamos a tirar a roupa ali mesmo. Vê-la apenas de calcinha e sutiã me deixou enlouquecido.
— Você é muito gostoso, doutor — sussurrou ela, antes de me empurrar para o sofá.
Ajoelhou-se na minha frente. Retirou minha cueca e ficou cheirando minhas bolas e meu pau, contemplando o tamanho da peça. Começou a me chupar lentamente. Que boquinha quente! A língua deslizava por tudo, me levando ao limite.
— Tem camisinha? — perguntei.
Ela não respondeu. Simplesmente se encaixou no pelo, sentando com tudo.
A bucetinha era apertadíssima, minúscula para o meu tamanho. Ela rebolava suavemente, sentindo cada centímetro entrar. Levantei-me com ela pendurada no meu pescoço, as pernas trançadas na minha cintura, e a joguei no sofá, socando sem parar. Os gemidos e gritos dela ecoavam. Fomos para o quarto. Sem que eu pedisse, ela ficou de quatro, com a bundinha empinada.
Fiquei admirando aquela visão por alguns segundos antes de voltar a meter. Ela acariciava a própria clitóris enquanto eu a arrombava por trás.
— Não para! Soca! Soca esse pau, seu macho malvado! — gritava ela.
Ela gozou tanto que o lençol ficou ensopado. Depois de muito massacre, paramos para recuperar o fôlego. Deitados, ela começou uma punheta com chupada simultânea.
— Você é demais — dizia, enquanto engolia a cabeça do meu pau.
Nunca nenhuma mulher tinha me chupado daquela forma. Quando avisei que ia gozar, ela não parou. Engoliu todo o meu leite, olhando fixamente nos meus olhos enquanto eu terminava de descarregar.
Naquela madrugada, ela confessou que o marido, o Tadeu, tinha o pau muito pequeno e fino, e gozava rápido demais. Já o meu era "perfeito e safado". Revelou também que eu era o seu segundo homem na vida e que nunca tinha engolido porra nem dado o cuzinho — algo que ela decidiu que faria comigo.
Ficamos juntos até o amanhecer. Ela foi visitar o marido na prisão e eu fiquei esperando-a com o almoço pronto. Quando voltou, a felicidade dela era fascinante. Duas semanas depois, o Tadeu ganhou liberdade. Para minha surpresa, ela contou a ele sobre nós. O sujeito, em vez de brigar, quis participar e pediu dinheiro para "aceitar" a situação.
O desfecho foi radical: separei-me da minha esposa e ela veio morar comigo. Hoje somos felizes, frequentamos os pagodes da comunidade e estamos esperando gêmeos: Rennan e Renata. Quanto ao Tadeu? Três meses depois voltou para a tranca por dirigir bêbado e drogado. Soube que agora está na ala dos gays, envolvido com uma travesti.
