Essa era a minha quinta tentativa de adquirir a bendita CNH. Meu problema estava na baliza e, na verdade, em mim também. Vamos ao relato.
Sou Suzane, uma morena de 35 anos. Confesso que deixei para tirar a carteira de motorista já tarde e, se não tivesse sido obrigada pelo meu trabalho, penso que não a teria tirado. Não sou fã da direção, não curto dirigir; sempre fui carona com muita alegria. Até "passo marcha", mas não a do veículo, se é que me entendem... kkkk. Gosto de ver a paisagem; ser carona tem suas vantagens, como viajar sem ter que estar atenta às loucuras de terceiros.
Mas, como disse, o trabalho exigiu a CNH para ter agilidade na locomoção. Sou profissional de marketing e a empresa disponibilizou um veículo no intuito de atender mais clientes de forma célere. Tentei "empurrar com a barriga" o quanto pude, mas estou sendo pressionada pelo meu chefe. Não nasci para dirigir, estou ciente disso, mas também não posso abrir mão de um emprego que me paga bem e onde faço o que gosto.
Inscrevi-me na autoescola — esta já é a terceira, pois nas outras sempre perdia o prazo porque ignorava tudo. Passo sempre na teórica e, desta vez, tudo foi diferente. Gente, não sei se vocês vão conseguir mensurar através da escrita que instrutor maravilhoso eu encontrei. Marcelo era o nome dele. Como desejei aprender a dirigir! Bastou eu olhar aquele homenzarrão... pqp, mil vezes!
Quando ele me chamou pelo nome e disse que seria o meu instrutor, caminhei até o carro comentando que era a minha terceira tentativa e que não gostava de dirigir. Ele disse que eu iria mudar meu conceito. Fomos até o veículo e eu só pensava: "Vou gostar mesmo!". Levei a sério, até porque queria estar perto dele. O cara é um deus: alto, branco, sarado e — para foder com a minha racionalidade — cheiroso e atencioso. Tinha olhos azuis, boca carnuda... que vontade de sentar no colo dele para aprender com mais vontade!
Mas, enfim, o instrutor era muito técnico e gostoso também, kkkk. O cara não dava abertura; era sempre sisudo e objetivo nas colocações. Eu só faltava dizer que o queria. Já estava indo treinar com blusa sem sutiã, minissaia, shortinho... tenho um belo par de coxas. Pensava: "será que não rola nem uma passada de mão sem querer?". Pois bem, nada. Ele era sempre respeitoso, até demais.
Tive que jogar pesado: plano B. A cada acerto, eu o abraçava e roçava meus peitos nele. Para isso coloquei prótese: para andar sem sutiã. Não estava nem aí se ele era casado ou não, estava com desejo de dar para ele. De verdade, ele me motivou com o interesse de dirigir, e deixei isso claro para ele, que apenas sorria e se esquivava.
Algo aconteceu na penúltima aula; só pode ter sido contaminado pelo vírus da safadeza que eu transportava, kkkk. Como sempre fazia, cheguei adiantada. Quando o vi, dei-lhe um abraço e disse que estava muito animada, mas triste ao mesmo tempo por estar acabando. Nesse dia, eu estava de minissaia e o percurso seria em uma ladeira. Fomos a um local com poucos transeuntes, por ser muito íngreme, e o Marcelo pediu para eu estacionar. Assim eu fiz, certinho: liguei a sinalização, freei, acionei o freio de mão — tudo sem instrução — e desliguei o veículo como ele pediu.
Foi então que ele começou a passar a mão em mim. Foi estranho porque eu é que o atacava sempre, mas desta vez me senti no lugar dele. O cara começou passando as mãos nos meus seios, enfiou a mão por baixo da minha blusa, olhava compenetrado para mim e apertava minhas tetas, passando a palma da mão nos meus mamilos. Eu olhava tudo aquilo inerte; fui pega de surpresa, embora quisesse muito. Suspirava, é claro. Fiquei arrepiada e excitada. Comecei a alisar e a dedilhar meu clitóris com a mão esquerda. O instrutor já estava masturbando o pau — e que pau! Parecia um pêssego, com a cabeça enorme e o corpo médio. Com a boca cheia d'água, pedi para mamar e assim fiz.
Fiquei de quatro no banco e mamei aquela piroca linda, intercalando com pedidos para ser fodida. O carro era muito pequeno, não sei se daria certo, mas aproveitei a mamada até ele gozar na minha boca. Mesmo toda torta, sentei no colo dele. A calcinha foi para o lado, a saia virou adorno no abdômen, meus seios na boca dele e eu quicando com vontade, até que me estremeci toda. Comecei a gemer, gritar... pedi para ele me apertar. Caralho! Gozei maravilhosamente gostoso só na quicada, com dois dedos dele dentro do meu cuzinho, que piscava muito. Impossível resistir.
Desci do colo dele e voltei para a direção. Nos recompusemos, mas faltava o beijo na boca. Estava me sentindo uma puta sem o beijo; o cara era perfeito em tudo. Retornamos à aula; faltavam ainda vinte minutos. Foi a melhor aula, não errei nada. De fato, eu precisava de um "empurrão" do instrutor — na verdade, eu cavalguei nele, kkkkkk.
No dia da prova prática, deu tudo certo: passei! Tirei foto com ele e o carro de fundo. Marcamos de comemorar na minha casa; afinal, eu queria sentar no colo dele como sempre desejei. No dia marcado, ele chegou com uma garrafa de vinho e eu tinha preparado uma mesa de frios. Ele sentou na sala e dei o saca-rolhas para ele. Enquanto ele abria a garrafa, fui à cozinha, tirei a roupa e peguei as taças. Voltei para a sala só de lingerie vermelha, de salto, perfumada ao extremo e de cabelo preso. Realizei o desejo: o cara já estava excitado, sentei no colo dele e cheguei a soltar um "aaaaah" na sentada.
Depois foi só "ladeira acima", kkkk. Tomei no cu, na buceta, apanhei muito, fora as enforcadas. Pedi para ele me morder na bunda para deixar marca e tomei o leite dele na boca. Ele me xingava e me batia na cara; até de "puta oferecida" ele me chamou, kkkk. Ele voltou para casa e eu dormi sem banho; o cheiro dele estava em mim.
Assim que peguei minha CNH, ele quis ver como ficou a foto pessoalmente. Marcamos novamente e, desta vez, ele levou o cinto de segurança e me amarrou, explicando a "importância de estar segura no carro". Como apanhei e fui abusada presa! Acho que foi o dia em que mais gozei e tomei no cu. Amei, amei, amei.
Não sei se ele é casado, não perguntei e que se foda se for. Só sei que ele foi meu instrutor e hoje é meu PA (Pau Amigo). Ele continua me dando aulas: estamos revisando as placas. A cada erro, sou obrigada a mamá-lo; a cada acerto, ele tem que me chupar. Sinceramente, estou perdendo, kkkkk.
Até a próxima! Quem sabe contarei como está sendo essa prova oral.
