Sou casada há dez anos com o Paulo. Meu maridão trabalha embarcado em plataforma; somos felizes e bem-sucedidos. Moramos bem e decidimos não ter filhos; viajamos muito e, principalmente, vivemos uma vida sem hora marcada — especialmente quando ele está em terra, se é que me entendem.
Meu marido me dá de tudo. Não trabalho; sou formada em administração, mas prefiro curtir a grana do esposo. Em contrapartida, supro todas as suas necessidades: encaro "céu e mar" para agradá-lo. Sou sua puta, sua mulher, sua amante e, inclusive, empregada, já que me sinto bem remunerada em todos os quesitos.
Meu marido é um homem moreno, de baixa estatura, franzino e tem uma piroca pequena, mas é expert e muito bom de língua. Na verdade, consigo sentir algo por conta da sua língua e, claro, dos meus brinquedos, porque o pau não atende. Lembro-me da primeira vez que o vi: tive que controlar a expressão, pois era muito pequeno e, para piorar, fino.
Eu sou morena, peituda — sutiã tamanho 48, dá para ter noção do tamanho dos "gêmeos" — e tenho um bundão. Minha ppk é pequena e apertadinha. Gosto de sexo, mas sou obrigada a usar meus brinquedos, inclusive quando ele goza e vai dormir, deixando-me na mão. Ah, já ia esquecendo: me chamo Suzani.
Já fui flagrada por ele algumas vezes me masturbando na sala enquanto assistia a um filme adulto. Gosto muito de ver duas mulheres se chupando. Como disse, ele me faz gozar na chupada; é o que me excita muito: a língua no meu clitóris e no meu cuzinho me deixa louca.
Em nenhuma das vezes ele brigou ou criticou; ele sempre diz que sou insaciável, ninfomaníaca. Às vezes, nem sempre, ele me ajuda colocando o brinquedo em mim; outras vezes, fica sentado filmando. A propósito, gosto quando sou chamada de ninfomaníaca, mas, na verdade, ele não entendeu que me oferece pouco na cama. No entanto, o carro na garagem e a grana na conta compensam; equilibram a balança.
O que ele também não sabe é que eu tenho um "Plano B", que uso sempre quando ele está embarcado: a minha amiga Tamires. Temos um casinho; ela é minha amiga desde a adolescência e, agora, também minha amante. Faz a companhia de que eu preciso na ausência dele. Claro que ele nem desconfia; a Tatá, para ele, é minha best friend — e de fato é — mas é com ela que eu tenho orgasmos. Com ela, gozo como louca; com ela, tenho calafrios e arrepios; com ela, eu vou à lua. Ela entra entre as minhas pernas, beija minhas coxas, lambe meu cu como ninguém e, além de tudo, me domina.
A Tatá sabe exatamente onde me tocar. Desde a primeira vez que ficamos — tínhamos bebido muito e eu falei que gostava de assistir a filmes eróticos com mulheres —, liguei a TV. Estávamos sozinhas, com o marido viajando, e tudo aconteceu espontaneamente: ela me chupou divinamente. Daquele dia em diante, ela passou a ser minha amante. Já viajamos com o maridão bancando, sem ele saber; afinal, Tamires é "apenas" uma amiga.
Ela chupa meus seios com dois dedos no meu clitóris; a sintonia é tão perfeita e cadenciada que eu não consigo me controlar. Quando vejo, já estou me contorcendo e gozando. O beijo dela é maravilhoso e o corpo é muito lindo. Fazemos tudo juntas e o corno do meu marido sempre a convida para nossas resenhas, sem eu precisar pedir.
Minha mulher, Tamires, já dormiu comigo e com o Paulo na mesma cama. Como me senti realizada com meus dois amores juntos! A vida é assim: não podemos ter tudo de uma vez, então equilibramos usando o fiel da balança, que é o prazer. Tatá é maravilhosa, Paulo é maravilhoso, e eu gozo com os dois.
Beijos, até a próxima!
