Casado com a Susane há dois anos, conseguimos sair do aluguel para o nosso imóvel próprio; era um sonho de conquista desde quando ainda éramos namorados.
É prazeroso demais, embora saibamos que é uma luta todo mês para quitar todas as obrigações. Sou o Marcos: negro, vendedor e um "jovem senhor". Minha esposa, como disse, é a Susane. Ela é da área de Administração, mais jovem que eu, uma morena espetacular que adora viver a vida.
Adquirimos nosso apartamento na Zona Norte do RJ, um empreendimento na planta. Esses apartamentos de hoje em dia ficam um de frente para o outro. Montamos nossa casa como desejamos, detalhe por detalhe. Ficou, de fato, muito bom. Trabalhamos pesado, sob sol e chuva, já que temos bom gosto e o preço desse gosto nem sempre confere com a nossa renda.
O condomínio disponibiliza uma bela área de lazer com piscina, academia e salão de jogos. Sempre que saio do treino, procuro descansar na área de vivência para relaxar e tomar um sol. Foi em um desses momentos que ouvi, mesmo sem querer, a conversa de três homens. Não nego que gostei do que ouvi, embora o tema da conversa fosse a minha esposa. Obviamente, eles não sabiam quem eu era.
O diálogo era entre três homens fortes e altos que bebiam cerveja. Eles falavam da minha esposa com detalhes. A "Su" de fato é uma morena atraente, daquelas que atraem olhares. Eu já não me incomodo mais; ela é realmente muito sarada. Na boca do homem negro que aparentava ser o mais velho do trio, ela seria uma "cavala". Ele falava isso deduzindo só pelo olhar. Temos essa mania bizarra de achar que sabemos tudo apenas observando. Ele disse que ela devia "mamar gostoso" e, realmente, ele acertou.
O mais claro, que aparentava ser o mais novo, dizia detalhes sobre o corpo dela, como os seios médios e a bunda arrebitada. Mal sabe ele o quanto ela treina para ter o "bumbum na nuca", como ela mesma diz. Até as pernas ele detalhou. Ele conseguia tantas informações usando um binóculo que deixava perto da janela para não desperdiçar nenhuma oportunidade.
O último a falar comentou que até "homenagens" já havia feito após flagrá-la de quatro na cadeira em frente à porta da varanda. Disse que não conseguiu ver o cara, mas que ela transava mordendo os lábios. Os outros perguntaram quando tinha sido, e o espectador respondeu que foi na madrugada de sexta-feira. O sujeito levantou para beber água e viu tudo; de fato, tínhamos transado naquela madrugada e ele assistiu de "camarote".
Eu, sinceramente, não vi nada na hora, a não ser o prazer de estar com a minha mulher. Os outros dois disseram que passariam a acordar de madrugada para tentar ter a mesma sorte. O mais novo estava fissurado; falou dos seios e confessou que ficou admirando-a na piscina, lembrando até da cor do biquíni vermelho. Segundo esse tal de "Grillo", como os outros o chamavam, minha esposa era a mais gostosa do condomínio.
Mentalmente, concordei com eles. O mais velho perguntou se alguém sabia o nome dela e, nessa hora, fiquei atento, repassando o que ouvia para a Susane pelo WhatsApp. Ela estava rindo e gostando. Ouvi quando o Grillo disse: "Acho que o nome dela é Susane".
Não nego que estava excitado ouvindo tudo aquilo. Havia riqueza de detalhes. Saber que eu desfruto de algo tão invejável foi instigante. O diálogo durou cerca de trinta minutos. Infelizmente, não pude ouvir o que o mais velho queria fazer com ela, pois fui obrigado a voltar para casa. A Susane ficou excitada com o meu "relato" em tempo real; gravei o áudio do trecho sobre o voyeurismo e ela já estava se masturbando. Intimação não se recusa, e eu atendi prontamente ao chamado.
Já em casa, ainda suado da academia, assim que entrei, minha esposa me recebeu com todo o ardor. Ela perguntava se eu tinha mais informações e dizia que os vizinhos estavam perdendo a cena por não estarem em seus postos. Ela estava excitadíssima, exalava sexo. Pediu que eu a penetrasse enquanto ligava o áudio gravado. Ouvir o rapaz falando que nos viu transando a fez pedir para eu ir com mais força. Repetimos o áudio várias vezes até gozarmos juntos.
Depois, no banho, ela deixou o sabonete cair várias vezes "sem querer". Eu não perdoei quando ela se abaixou para pegar. Concordo com os "fãs" da minha esposa: ela é sensacional. Tem o costume de andar nua em casa, e a culpa não é dela, mas dos vizinhos curiosos. Não sabia que era tão prazeroso ouvir outros falarem da sua mulher com tanta propriedade.
Até a próxima aventura. A "doida" agora quer transar na escada de madrugada. Eu já aceitei. Sem histórias não há memórias, e eu quero aproveitar minha mulher de todos os jeitos possíveis.
Beijos e até a próxima.
Gostaria que eu fizesse alguma alteração específica no estilo (deixar mais formal ou ainda mais descontraído) ou quer ajuda com a continuação dessa história?
