Dei no trabalho dele

Um conto erótico de Kaka
Categoria: Heterossexual
Contém 791 palavras
Data: 30/06/2025 18:06:27
Última revisão: 12/03/2026 18:31:50

Depois de muitos encontros e desencontros, com nossos horários não coincidindo, conseguimos marcar em um local inusitado: no trabalho dele.

​Sou a Kaká, uma morena gostosa. Gosto muito de sexo e, principalmente, de dar o cu. Gosto de apanhar, gosto de ficar marcada, e o que me prende a esse cafajeste gostoso não é só o fato de ele ser negro, mas porque ele me chupou divinamente. Nunca tinha sido chupada do jeito que ele me chupa; a língua dele bate exatamente onde fica meu clitóris. Caralho, ele caiu de boca na minha bucetinha! Além de ter espasmos e ficar desconcertada, gozei inúmeras vezes na boca dele, sem ser penetrada, só no oral. Enfim, ele me marcou. Eu precisava dar de novo para ele; hoje em dia os caras nem chupam, e ele é acima da média.

​Como eu dizia, marcamos no seu trabalho. Combinamos que eu iria de vestido, até para facilitar, e a calcinha seria colocada para o lado. Pedi para ele só colocar no meu cuzinho, sem chupada, pois não tenho controle. Fui tomada pela ansiedade, até porque, nos dias que antecedem o encontro, ele me perturba enviando fotos pelado. Eu não sou santa; também envio vídeos me masturbando e digo o que quero. Não abro mão de mordidinhas nos meus mamilos e de que ele chupe meus seios. Também disse que queria chupar o seu piruzão antes de ele colocar no meu cu. Não queria que ele me chupasse porque eu não conseguiria resistir e iria gemer alto. Já dei o rabo onde ele trabalha no passado e, de fato, não gemi; aguentei calada, apesar de ele nunca meter com carinho. Ele aproveita para me maltratar, já que não posso gritar.

​Cheguei ao trabalho dele — posso adiantar que é uma unidade hospitalar — no horário combinado, trajando um vestido florido. Enviei uma mensagem avisando da chegada; ele veio me buscar na recepção e fomos à sua sala. Mal entrei, ele fechou a porta, segurou-me pelo pescoço e deu um tapa na minha cara. Perguntou o que eu queria indo ao trabalho dele.

— Respondi que queria sexo.

​Ele me beijou na boca, deu mais tapas na minha cara, xingou-me de piranha, arriou as alças do vestido e chupou um seio, depois o outro, com a mão dentro da minha calcinha dedilhando meu clitóris. Apanhei mais na cara e agachei. Ele colocou o pau, já enorme, para fora e bateu com o mastro no meu focinho. Eu chupei bastante e fui arrastada até a mesa, onde ele levantou meu vestido, botou a calcinha para o lado e colocou no meu cuzinho.

​Pediu para eu não gemer alto. Com os cotovelos na mesa, fui enrabada. O pau invadiu meu anelzinho apertado; sentia centímetro por centímetro invadindo minhas entranhas. Parecia uma faca me rasgando — um pau grosso e enorme. Eu tentava controlar o gemido, fazendo sinais com as mãos para ele ir devagar, mas o meu algoz nem ligou. O pau entrou todo no meu rabo. Ele passou a puxar meu cabelo e dizer no meu ouvido que eu sou puta, que procuro sexo no trabalho dos outros; a cada palavra, ele socava meu rabo de forma agressiva.

​Estava muito excitada. Há quem não goste, mas eu amo dar o cu, ainda mais em um lugar público; de fato, é muito excitante. Era possível ouvir pessoas passando pelo corredor enquanto ele me maltratava, até que gozou no fundo do meu rabo. Voltei a ficar de pé, encostada na mesa. Rolaram mais beijos na boca e as mãos dele apertavam meus seios. Meus mamilos foram mordidos novamente e eu senti o esperma descer e repousar na minha calcinha. Apanhei mais na cara — adoro apanhar. Chupei o pau dele novamente para deixar limpinho; sou uma puta que gosta de mamar.

​Ele chamou o Uber e eu fui para o meu trabalho, pois estava de plantão à noite. No carro, sofri com os balanços; meu cu estava muito dolorido. No trabalho, pude limpar a calcinha e o meu cuzinho. O esperma tinha um cheiro forte, e eu estava com um sorriso de canto de boca, lembrando das loucuras. Minha amiga, no vestiário, disse que eu estava com um sorriso diferente, e eu comentei que tinha transado minutos antes. A curiosa perguntou como foi; quando contei o que tinha feito, ela me chamou de louca e acrescentou que não teria coragem. Só respondi que queria ter repetido antes, e comentei que não era a primeira vez que visitava o negão no trabalho.

​Trabalhei alegre e feliz, mas meu cu doía muito. Ainda tive que passar o "relatório" pelo WhatsApp, porque ele perguntava como eu estava de hora em hora. Nada tirou minha paz; afinal, tinha sido bem comida e gozei horrores.

​Beijos, até a próxima loucura!

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