Madrugada agitada na escadaria do condomínio

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 893 palavras
Data: 04/06/2025 16:08:08
Última revisão: 12/03/2026 18:48:18

​Fui acordado com um boquete da minha esposa. É impossível não acordar feliz! Na verdade, quase ninguém gosta de ser despertado, principalmente de madrugada após um dia exaustivo, mas quando você sente algo quente envelopando seu mastro e a piroca crescendo... Caralho, ela tem o dom! Ela faz meu pau sumir na boca e logo ele reaparece, como num passe de mágica.

​Acordei atordoado e, ao mesmo tempo, ciente de que estava sendo boquetado. Usando apenas a boca, ela subia e descia sem pôr as mãos. Lambeu e chupou meus ovos um a um e voltava ao "segredo". Eu passei a puxar a cabeça dela contra meu Luluzinho, e a puta da Suzane manteve a qualidade, embora fosse perceptível que estava engasgando. Mas daí é problema dela; ela que me procurou, que aguente as consequências! Ficamos nessa brincadeira por quase trinta minutos sem gozar. É uma disputa até desleal, mas mantive o foco, mesmo olhando para aquele monumento todo pelado chupando meu pau.

​Suzane é maravilhosa: gostosa, sexy, envolvente, cheirosa e safada. Na verdade, esse aquecimento foi para me preparar, pois ela queria transar na escada de emergência do nosso andar — um desejo antigo, desde quando nos mudamos para este condomínio.

​Eram cerca de 3h da madrugada e fazia muito frio. Suzane colocou um vestido preto curtinho, estilo tomara que caia, salto alto e prendeu o cabelo num rabo de cavalo. Foi na minha frente. Segundo ela, estava no período fértil e com "fogo no rabo", não sentia frio. Mandou eu não demorar. Eu tinha que trabalhar no dia seguinte, mas quem resiste à loucura de uma mulher querendo transar?

​Vesti uma bermuda sem cueca, tênis e um casaco. Saí logo atrás dela, com o pau marcando a roupa, e entrei nas escadas. Ainda bem que não tem câmeras ali. Já no andar, não a achei; imaginei que estivesse se escondendo. A mulher estava elétrica! Se fosse homem, eu diria que tinha tomado tadalafila em dose dupla.

​Passei a procurá-la andar por andar. Estávamos sem telefone. Resolvi descer as escadas e fui indo... Quando percebi que já estava em um andar muito próximo à saída, notei que ela não estaria em um local de tanto trânsito, além de não sentir o perfume dela. Tive que voltar e, claro, não poderia pegar o elevador, já que estava à procura da minha esposa, que resolveu brincar de gato e rato na madrugada fria.

​Era possível ouvir alguns gemidos nos andares. Cada andar que eu subia atrás da minha "cadela" era um som diferente. O sexo reinava no bloco. Segui subindo, procurando, até que encontrei a safada sentada em um degrau na área de manutenção do telhado. Ela estava se masturbando e, quando me viu, disse que eu tinha demorado; para não perder a chama, resolveu se tocar.

​De fato, ela estava acima da média. Desceu do degrau, deu um tapa na minha cara e falou que era pela demora. Ficou de frente para a parede, de costas para mim, e pediu que a penetrasse logo. Enquanto eu me preparava para atender à ordem, ela disse que eu não era um "macho caçador", que demorei a encontrá-la e que ela poderia ter sido abusada pelos três admiradores do condomínio — e que eu iria chegar tarde e encontrar tudo babado. (Se você leu o conto "O assunto era minha esposa", vai entender).

​Entrei na brincadeira. Coloquei o pau para fora e enfiei nela. Ela mandou tirar da buceta e pôr no cuzinho; queria que fosse marcante, e no cu é mais incisivo. Já dando penetradas fortes, comentei no seu ouvido, pressionando-a contra a parede, que aquela história tinha mexido com ela. A puta confirmou balançando a cabeça e disse que gostaria de transar com alguém observando, quem sabe eles, olhando de perto.

​Eu enterrava no rabo dela e ela pedia mais. Eu estava com a mão na boca dela para abafar os gemidos e os pedidos que saíam em alto e bom som. A vadia perguntava se alguém estava vendo. O vestido estava na altura dos seios e eu só via o rabo dela na minha frente, empinadinho. Saber que "estava" sendo observada ativou a safada adormecida dentro dela, kkkkkk.

​Ela pedia para eu repetir o que eles diziam; eu falava no seu ouvido e ela dizia que queria foder mais na sala da nossa casa, porque quer ser observada na "hora H". Sugeri um swing, talvez, mas ela quer no condomínio. Pensei no elevador de madrugada e Suzane achou uma excelente proposta.

​No esforço do vai e vem — já que a vaca estava parada com as mãos na parede — acabei gozando no cuzinho dela. Ela pediu para chupar; tirei do bumbum, ela agachou e mamou meu pau. Depois, voltou a se masturbar até gozar. Voltamos para o nosso apartamento e a história se repetiu: transar na sala para saciar os "fãs voyeurs".

​Suzane acendeu um cigarro, abriu uma cerveja, sentou nua no sofá e teve a capacidade de dizer que vai convidá-los para assistir ao nosso sexo. Perguntei se ela quer transar com eles também. Ela respondeu que não sabia, nem quem eram, mas quer convidá-los para assistir dentro da nossa casa, sentados no sofá, com o sexo rolando no meio da sala.

​A mim cabe aceitar a proposta. A mulher ficou doida, só pode! Depois passarei o retorno de como foi.

​Beijos, até a próxima!

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