Trabalho de segunda a sexta fora da minha cidade. Volto no sábado pela manhã e já retorno para o trampo no domingo à noite. Faço tudo isso para sustentar minha família e economizar, porque, do contrário, trabalharia apenas para pagar o translado.
Sou o Manoel, pedreiro, tenho 55 anos e sou negro. Fisicamente, estou bem para a minha idade; acredito que os esforços que fazemos nas obras tornam qualquer pessoa bem estruturada. No dia a dia, a lida é de abaixa, levanta, carrega peso, movimentos com os braços e com as pernas. É verdade que não temos os aparelhos da academia, mas o ritmo diário é bem parecido. Sou casado com a Sônia, que no momento trabalha na administração nesse novo sistema, o tal de híbrido, que surgiu depois da pandemia. Adotei a filha dela, Sheila; hoje a moça tem 19 anos. Ela não gosta muito de trabalhar nem de fazer os afazeres de casa; o negócio dela é estudar, porque a mãe cobra, e exibir o rabo na piscina.
Aliás, que rabo tem a minha enteada! Come como uma draga, mas o seu corpo é perfeito. Faz exercício físico em um tal de funcional três vezes na semana. A guria é gostosa, dona de uma bunda invejável e seios volumosos. Ela tem cabelos longos; às vezes dá a louca, ela corta na altura do ombro e, mesmo assim, destaca seu rosto angelical. Resenhando: a bicha é linda. Não sei se está namorando, mas não duvido; vive no celular e, quando resolve fazer algo em casa para ajudar a mãe, está sempre com roupas justas e minúsculas.
O fato tem cerca de dois anos. Ela infernizou a cabeça da mãe porque queria ir a um determinado show dessas bandas malucas que ela curte, e o valor da entrada era 500 reais. A mãe disse que não tinha e que não iria me pedir, porque eu já fazia muito por ela. O bate-boca se estendeu por pelo menos três finais de semana seguidos, nos quais eu desejava apenas curtir a paz na minha casa.
Não me meti; deixei as duas discutirem entre elas. A Sheila não me pediu, mas não nego que fiquei tentado a fazer uma oferta. Caralho, a cachorrinha desfilava quase nua na minha frente e eu queria algo em troca. Tinha a grana e, nessas horas, o escambo não faz mal.
A mãe dela, minha esposa, precisou ir ao mercado. Fui até a piscina, onde ela estava tomando banho de sol com a parte de cima do biquíni aberta, deitada de bruços. Agachei e disse:
— Posso te ajudar a ir ao show, mas quero algo em troca. Direi para a tua mãe que eu vou te presentear, já que seu aniversário está chegando, e será nosso segredo. Acredito que você não tenha muita opção, já que fala tanto que quer ir ao evento.
A safada nem perguntou nada; deu um salto da posição em que estava e os peitões saltaram aos meus olhos — aliás, que belo par de tetas! Ela me abraçou e disse que topava o que eu quisesse. Disse de forma enfática que queria um boquete até eu gozar. A menina estava ansiosa para fazer, mas eu pedi para ela esperar; a mãe poderia chegar a qualquer momento. Ela precisava mostrar que estava ajudando a mãe também, o que seria um argumento da minha parte para justificar por que eu estaria dando a grana.
A mãe chegou. Ela colocou uma roupa e limpou a casa, ajudou no almoço e limpou o quintal. A mãe ficou encafifada, perguntando a todo momento o porquê de tanta ajuda, e a cadela da filha dizia que, como estava próximo o aniversário, quem sabe a mãe "quebrantava o coração" e pagaria o tal ingresso. Minha esposa, de forma taxativa, disse que não iria pagar nada, e eu, de longe, assistia calado.
No dia de voltar para o trabalho, inventei uma história e não fui. Na segunda-feira, faltando quatro dias para o evento, a mãe foi trabalhar no escritório. A "santa" estudava à tarde. Em casa, ficamos apenas ela e eu. A cadela apareceu no meu quarto de camisola assim que a mãe saiu e perguntou o que eu iria querer, encostando-se na porta. Imaginem um caboclo, peão de obra, pela manhã, sem sexo, vendo um pitel peladinha na sua frente... Muita tentação.
Levantei da cama, fui até ela e a puxei pelo braço. Ela entrou no quarto e eu tirei sua roupa; parecia que estava tirando um brinquedo do embrulho. Que cena linda! Ela fazia caras e bocas que me deixavam louco. Coloquei o pau para fora e ela, sem cerimônia, segurou. Fez carinho no meu "bichano" enquanto eu apalpava seus seios, trocando olhares. Com a mão dela acariciando meu teso, eu apertei seu pescoço.
Ela, sem falar nada, suspirava a cada vez que eu apertava os mamilos bicudos. Alisei sua bucetinha lisinha e dei palmadas na sua bunda. Sem dizer uma palavra, ela agachou e caiu de boca no meu pau me olhando. Caralho, a cena não sai da minha cabeça! A chamei de puta, piranha, boqueteira. Bati na cara dela com força; minha mão é pesada, áspera e cheia de calos. A vadia nem reclamava; o rosto virava com o tapa, eu puxava seu cabelo para trás e vinham mais tapas no focinho. Ela ajeitava o cabelo e voltava à chupeta, me olhando.
Nem a mãe dela era tão perfeita no boquete, e eram dez anos de casados. A menina estava firme, focada em conseguir o valor do bendito evento. Até que ela perguntou se eu estava gostando da mamada. Nessa hora, não aguentei segurar mais e gozei na sua face. Ela continuou chupando, deixou tudo limpo — inclusive o que caiu no rosto; ela passou o dedo e colocou na boca, engolindo.
Levantou e perguntou se eu queria mais alguma coisa. Ainda em êxtase pela gozada, disse que não. O pau não baixava; ela ali nua, segurando-o em um movimento de vai e vem... como o meu pau iria baixar? A vadia disse que precisava de mais dinheiro além do ingresso e que o cuzinho custava 200 reais a mais. Agradeci a oferta e não comi naquele momento.
Ela saiu do quarto peladinha, olhando para trás. Voltou, pegou sua roupa e foi para o banheiro tomar banho. Era possível ouvir a vadia gemendo; provavelmente estava se masturbando, ela sabia provocar. Fiz a transferência do dinheiro para a conta da mãe dela e pedi que desse a ela, dizendo ser meu presente de aniversário antecipado, já que presenciei as discussões das últimas semanas.
Enviei mais 300 reais para a conta da puta e falei que, na semana seguinte, eu iria querer o cu dela na minha cama, no mesmo horário do boquete, e ditei as normas de como seria. Obviamente, todas as imposições foram aceitas. Sônia enviou o dinheiro para ela, que, teatralmente, enviou uma mensagem de agradecimento.
Ela foi para o tal show e a família voltou a ter paz. Sônia ficou feliz e também fez agrados sexuais; aliás, foi além do que costumava fazer. Eu só pensava no boquete da filha, que passou a andar com roupas ainda mais provocantes: microssaias sem calcinha, blusas sem sutiã onde era possível ver o mamilo apontando... E já ia esquecendo: a vagabunda todo dia enviava mensagem dizendo que faltavam "X" dias para me dar o cuzinho.
Eu trabalhando e tentando me concentrar, e as mensagens chegavam de forma aleatória, fora as fotos dos seios bicudos. Ela é tão pilantra que enviava de madrugada com a mensagem: "Espero ter te ajudado na punheta". Me tornei seu caixa eletrônico e, claro, em contrapartida, desfrutei da putinha direto.
No aniversário de 20 anos dela, passamos o dia no motel que ela escolheu, mas contarei isso em outro momento.
Até a próxima.
