Hospedada na casa do meu tio desconhecido.

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 1450 palavras
Data: 11/06/2025 10:20:08
Última revisão: 12/03/2026 18:42:49

Sou literalmente de uma cidade rural, criada nos costumes roceiros, mas sempre desejei ter uma vida diferente dos meus amigos e familiares que se entregaram à tradição de anos. Sempre sonhei em ser independente, em não ter que casar virgem e ser obrigada a ter filhos. Queria estudar, galgar outros passos. Claramente, meus questionamentos iam contra a minha família, e eu era vista pela sociedade como "tudo de ruim", literalmente o patinho feio.

​Quando completei 20 anos — ainda virgem, mas já com meus estudos concluídos — a rebeldia tomou conta de mim. Já não respeitava os costumes que tinha aprendido. Meus pais me chamaram para conversar; explicaram que, com a anuência de um tio que eu nem sabia que existia, eu seria enviada para a casa dele para buscar meus sonhos.

​Foi o dia mais feliz da minha vida. Agradeci, fiz as malas e, já na semana seguinte, enfrentei três dias de ônibus até a casa desse tio desconhecido que me esperava na rodoviária. Ao descer do ônibus, avisto um senhor alto, moreno e lindo, segurando uma placa com meu nome. Me aproximei, me apresentei e recebi um abraço afetuoso. Eu estava completamente sem graça; não sabia que tinha esse tio e, totalmente sem jeito, agradeci sua hospitalidade.

​Seguimos para a casa dele por um trajeto lindo de estradas, veículos e prédios altos. O barulho da cidade me alegrava; eu, que estava acostumada com bois, cavalos, carroças e bicicletas, estava deslumbrada com tantos imóveis diferentes. Ao chegar na casa, fiquei mais uma vez de boca aberta: que mansão! Um local lindo e arborizado.

​Meu tio, que se chama Marcos, é um "jovem senhor". Explicou que morava sozinho; a esposa dele, minha tia, tinha acabado de falecer e ele ainda não sabia o que faria com a casa. Enquanto conversávamos, os secretários levaram minha mala. Eu estava perdida com tanta informação — repito, meus pais não falavam dele. Falei um pouco de como vivia e disse que estava muito feliz com a oportunidade.

​O almoço e o jantar eram acompanhados de vinho, e eu já estava ficando "zuada". Pratos e talheres chiques... Eu só pensava que valeu a pena querer a mudança; era o que eu sempre sonhei. Disse tudo isso para o meu tio, que prometeu me ajudar.

​Com cinco dias morando na mansão, já inteirada das rotinas, treinando na academia de lá e nadando na piscina, retornei para o meu quarto por volta das 11h da manhã. Ouvi um ruído diferente e, passando por uma porta entreaberta, vi meu tio chupando uma mulher negra linda. Ele não me viu, pois estava de costas para a porta, mas ela fazia caras e bocas enquanto ele a chupava. A moça praticamente me convidava com o olhar. Fiquei ali olhando e, depois de um tempo, fui para o meu quarto.

​Lá, tirei minha roupa. Meu corpo queimava de tesão; nunca tinha presenciado uma cena tão linda, sexy e picante. Vi meu tio chupando uma mulher que aparentemente adorava, gemia, se contorcia e puxava a cabeça dele contra a sua bucetinha. Comecei a me tocar, como fazia no passado, e os gemidos foram saindo. Minha mão esquerda apertava meus seios, de olhos fechados, lembrando do que tinha visto. Até que abri os olhos e vi o jardineiro na janela, me olhando masturbar.

​Puxei o lençol para me cobrir, morrendo de vergonha. Ele fez cara de safado e, com um sorrisinho cafajeste, me desejou bom dia. Disse que poderia me ajudar caso eu precisasse, pois "sabia cuidar de todo tipo de florzinha". Quando ele saiu, fui para o banheiro e tomei um banho gelado, porque o tesão não passava. Fui chamada para almoçar; percebi que a moça que estava com meu tio não estava mais na casa e não fiz nenhuma menção ao ocorrido.

​Dois dias depois, o jardineiro me encontrou saindo da academia. Abordou-me e, mais uma vez, ofereceu ajuda para "cuidar da minha florzinha". Foi bem incisivo: apalpava o próprio pau enquanto me olhava de cima a baixo. O canalha estava de macacão, barba por fazer, suado e sujo de terra. Ele olhou para um quarto onde guardavam ferramentas; eu o segui e entrei. Sem falar nada, ele fechou a porta. Sentei no banco de madeira, ele abriu a roupa e colocou o pau para fora.

​Segurei aquela piroca — era meu primeiro contato físico. Cheirei, coloquei na boca e, sei lá se chupei certo, mas deve ter sido, porque cresceu. Chupei as bolas e logo recebi uma jatada de leite na cara. Acredito que ele estava preocupado de sermos flagrados. Foi uma rapidinha gostosa. Ele saiu, eu esperei um tempo e saí mais tarde. No meu quarto, tomei um banho pensando na loucura que fiz. Ao sair do banheiro, percebi que ele zanzava próximo à janela. Usei a provocação para atazanar a mente dele: deitei de bruços, completamente nua, fingindo ler um livro. Ele batia na janela e eu fingia não perceber.

​Dois dias depois, eu estava novamente chupando o pau dele no quartinho de ferramentas. Já ansiava para dar ali mesmo, mas, por ser minha primeira vez, queria que fosse algo mais marcante. Fiquei só no boquete.

​Meu tio trouxe novamente uma acompanhante para casa. Desta vez, eu só ouvia os gemidos; acredito que ele estivesse "maltratando" a moça, pois ela não só gemia, como gritava, e os tapas ecoavam pela casa. Eu me masturbava com vontade de estar lá ouvindo tudo aquilo. Passei a andar de calcinha e top em casa; queria dar para o meu tio. Eu o provocava sem dizer nada, e ele me olhava com maldade. As calcinhas eram pequenas, de renda sensual. Usei a mesada que ele me dava para investir em lingeries. Ele passou a elogiar meu corpo e a passar a mão em mim. Percebi que ele não chamou mais ninguém naquela semana. As esperanças cresceram.

​Passei a ir ao quarto dele oferecer água, café ou chá, sempre de calcinha. Até que o vi saindo do banho, se secando... Que piroca linda meu tio tem! Ofereci ajuda para secar as costas dele; ele aceitou. Entrei, fechei a porta e fui secá-lo. Estava muito nervosa. Meus seios tocavam as costas dele, eu estava muito quente, e o piru dele começou a crescer.

​Passei a secá-lo na frente. Ele me olhava, com o pau já enorme. Segurei, e meu tio suspirou. Sentei na cama e o coloquei na boca. Meu tio mandava eu chupar, me chamando de "puta". Aquelas palavras me davam um tesão incontrolável. Ele puxou meu cabelo e bateu na minha cara; jamais imaginei que apanhar assim seria prazeroso.

​Continuei chupando, mas meu tio estava louco de tesão. Ele me puxou, beijou minha boca, chupou minha orelha, me jogou na cama e arrancou minha calcinha. Começou a me chupar — era a primeira vez que minha xaninha levava uma linguada. Eu estava louca por uma pirocada. Enquanto ele me chupava, vi o jardineiro assistindo pela janela. Tirei o top e passei a apertar meus seios, fazendo caras e bocas para o jardineiro, que aparentemente estava se masturbando.

​Meu tio me colocou de bruços e passou a chupar meu cuzinho. O jardineiro balbuciava que eu era "puta, vadia". Eu mordia os lábios enquanto meu tio enfiava a língua no meu anel e o dedo, sem qualquer carinho. Acredito que transou comigo como fazia com as mulheres que contratava. Me colocou de quatro e passou a comer meu cuzinho sem perguntar se podia.

​O jardineiro saiu da frente da janela com medo de ser flagrado. No primeiro momento doeu muito, e meu tio mandava eu não me mexer. Após a penetração completa, eu sabia que o jardineiro voyeur ainda estava ali; passei a gemer alto e pedi para me foder com força. Tinha certeza de que estava atiçando dois homens ao mesmo tempo. Meu tio não demorou e gozou no meu cu.

​Eu estava muito babada, minha buceta pingava gosma. Tomei banho no banheiro dele e, quando saí, fui nua e molhada para o meu quarto. Lá estava o jardineiro na janela me vendo secar, pedindo para entrar. Fechei a cortina e deitei nua, de bruços. Estava muito cansada e machucada, mas queria estar pronta para o dia seguinte, pois queria mais.

​O jardineiro ficou de "stand by", mas não o desprezei; o chupava sempre que podia. Passei a ser penetrada pelo meu tio sempre sob os olhares do jardineiro. Meu tio sempre comia meu cuzinho, ou seja, continuo virgem na bucetinha. Estou gostando; sinto prazer em ser sodomizada. Passei a dormir com meu tio e ele nunca mais chamou ninguém, mas penso em sugerir que o jardineiro participe. Adoraria ter os dois ao mesmo tempo. Vou arrumar uma forma de fazer essa proposta.

​Beijos, até a próxima loucura!

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