Fazer o Job foi necessário e prazeroso

Um conto erótico de Leila
Categoria: Heterossexual
Contém 860 palavras
Data: 13/06/2025 04:52:02
Última revisão: 12/03/2026 18:40:55

Sou a Leila, uma morena clara de 1,55 m, seios médios, bunda desenhada e um rosto lindo. Hoje tenho 45 anos. Casei muito cedo; meus pais queriam se livrar de uma boca, já que tive vários irmãos. Meu primeiro namorado montou uma kitnet em uma comunidade no RJ e fomos morar juntos.

​Nesse casamento, engravidei cinco vezes, uma gestação atrás da outra. Meu ex-marido tinha muito ciúme de mim; eu vivia aprisionada. Tudo tinha que ter a autorização dele, e ele me proibia de estudar ou trabalhar. Minha vida era dedicada a ele, à casa e aos filhos.

​Graças a Deus, percebi que era hora de parar. Passei a controlar o que era abusivo, pois, na verdade, não tinha mais intenção de continuar como "dona do lar", e muito menos naquele relacionamento. Tudo isso mudou por conta da minha autoestima, com o apoio de amigos e familiares. Sou uma mulher linda — Deus foi muito bom comigo — e meu corpo ainda é perfeito. Hoje sou avó e nem parece; está tudo no lugar. Resolvi virar a chave e viver.

​Consegui me desvencilhar da "praga". A única opção inicial era voltar para a casa da mamãe. Comecei trabalhando como manicure e logo surgiu uma oportunidade para trabalhar em uma empresa de asseio em um hospital. Pqp, o que aparecia de cafajeste! Cheguei a ficar com um negão que trabalhava lá, casado e gostoso. Foi a primeira vez que entrei no jogo: ia dar de graça mesmo, que preto maravilhoso! Ele me cercava no meu setor, além de ser muito cheiroso.

​Logo depois, fui trabalhar em uma concessionária de veículos de luxo na Zona Sul do RJ. Eu ficava servindo café, água e recepcionando os clientes; obviamente, fazia pequenas limpezas no ambiente. Foi nesse local que tive a oportunidade de começar no job.

​Como eu disse, sempre fui muito bonita. Por ser baixinha e, mesmo sedentária, ter tudo no lugar (com certeza um milagre), as estrias e celulites eram inevitáveis, mas acabavam ignoradas diante do meu popozão e do sorriso lindo. Quase uma narcisista, kkkkkkkk.

​Recebi muitas cantadas dos clientes e bilhetes com números de telefone. Comecei a ver a oportunidade de ganhar uma grana extra quando um dos clientes da concessionária me ofereceu dinheiro por um boquete. Ele não fez rodeios, foi bem direto. Fez a oferta enquanto tomava café na cabine onde eu ficava e me passou o número dele.

​O cara era um gato, cheiroso, perfeito. Fiquei louca! Usei o Wi-Fi da loja e perguntei pelo WhatsApp quando seria. Automaticamente, ele disse que o carro estava no estacionamento, passou a placa, pediu a chave Pix e mandou o valor. Eu estava com muita sorte nesse dia. Isso ocorreu próximo à hora do meu almoço; eu nem almocei. Fui para o estacionamento, avisei que tinha chegado, as portas abriram e eu entrei. Ele veio para trás e, sem delongas, o mamei até ele gozar. Não engoli, mas cuspi na mão e usei o papel-toalha que trouxe no bolso estrategicamente. Foi o meu primeiro "extra" trabalhando com job. Na minha conta caíram 200 reais; o dinheiro mais rápido e gostoso que ganhei.

​Na semana seguinte, o cliente voltou, acredito que para fechar negócio, e novamente o mamei. Provavelmente ele gostou do serviço também, kkkk.

​Os colegas de trabalho infernizavam minha mente para sair, então passei a cobrar o valor de um boquete. Já que o intuito era me comer, que pagassem. Pelo menos não haveria decepção — já pensou sair e, na "hora H", ser uma porcaria? Receber tornava tudo menos pior. Homem é bicho bobo mesmo.

​Sempre na hora do almoço, eu ia para o banheiro do estacionamento ou para a sala onde ficavam os materiais de limpeza. Agachadinha, boquinha no pau, só esperava o jato de esperma e a grana brilhando na conta.

​Teve um cliente que deixei me penetrar na sala da limpeza. O cara era maravilhoso e cheiroso (amo perfume!), além de ter a piroca linda e grossa. Fiquei muito excitada; faria até de graça, mas ele pagou. Abaixei meu uniforme, debrucei na bancada e o recado foi entendido. Fui penetrada com força. Coube a mim não gemer alto nem demorar. Claro que a finalização era sempre na boquinha; nesse, eu quebrei o protocolo e engoli tudinho. Eu usava a hora do almoço porque a turma saía para comer e ficava praticamente só a equipe de vendas, que se revezava.

​Até meu chefe veio me procurar oferecendo grana pelo meu trabalho oral. Claro que aceitei. Chegava a mamar três homens por dia, e o momento job já era mais produtivo financeiramente do que a faxina.

​Passei a sair com alguns para o motel. Lembro da proposta de ser a "cereja do bolo" em uma festa privada com quatro homens; fiquei com medo e recusei. Hoje me arrependo, pois o valor era excelente, mas o medo falou mais alto. Tenho até desejo de sair com um casal; é uma fantasia que pretendo realizar. Mas vejo o boquete como uma aventura louca e uma grana extra.

​Quero dizer que não me arrependo de nada. Saber que posso viver sem a prisão de antes me faz muito feliz.

​Até a próxima.

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