Sou a Leila, uma morena clara de 1,55 m, seios médios, bunda desenhada e um rosto lindo. Hoje tenho 45 anos. Casei muito cedo; meus pais queriam se livrar de uma boca, já que tive vários irmãos. Meu primeiro namorado montou uma kitnet em uma comunidade no RJ e fomos morar juntos.
Nesse casamento, engravidei cinco vezes, uma gestação atrás da outra. Meu ex-marido tinha muito ciúme de mim; eu vivia aprisionada. Tudo tinha que ter a autorização dele, e ele me proibia de estudar ou trabalhar. Minha vida era dedicada a ele, à casa e aos filhos.
Graças a Deus, percebi que era hora de parar. Passei a controlar o que era abusivo, pois, na verdade, não tinha mais intenção de continuar como "dona do lar", e muito menos naquele relacionamento. Tudo isso mudou por conta da minha autoestima, com o apoio de amigos e familiares. Sou uma mulher linda — Deus foi muito bom comigo — e meu corpo ainda é perfeito. Hoje sou avó e nem parece; está tudo no lugar. Resolvi virar a chave e viver.
Consegui me desvencilhar da "praga". A única opção inicial era voltar para a casa da mamãe. Comecei trabalhando como manicure e logo surgiu uma oportunidade para trabalhar em uma empresa de asseio em um hospital. Pqp, o que aparecia de cafajeste! Cheguei a ficar com um negão que trabalhava lá, casado e gostoso. Foi a primeira vez que entrei no jogo: ia dar de graça mesmo, que preto maravilhoso! Ele me cercava no meu setor, além de ser muito cheiroso.
Logo depois, fui trabalhar em uma concessionária de veículos de luxo na Zona Sul do RJ. Eu ficava servindo café, água e recepcionando os clientes; obviamente, fazia pequenas limpezas no ambiente. Foi nesse local que tive a oportunidade de começar no job.
Como eu disse, sempre fui muito bonita. Por ser baixinha e, mesmo sedentária, ter tudo no lugar (com certeza um milagre), as estrias e celulites eram inevitáveis, mas acabavam ignoradas diante do meu popozão e do sorriso lindo. Quase uma narcisista, kkkkkkkk.
Recebi muitas cantadas dos clientes e bilhetes com números de telefone. Comecei a ver a oportunidade de ganhar uma grana extra quando um dos clientes da concessionária me ofereceu dinheiro por um boquete. Ele não fez rodeios, foi bem direto. Fez a oferta enquanto tomava café na cabine onde eu ficava e me passou o número dele.
O cara era um gato, cheiroso, perfeito. Fiquei louca! Usei o Wi-Fi da loja e perguntei pelo WhatsApp quando seria. Automaticamente, ele disse que o carro estava no estacionamento, passou a placa, pediu a chave Pix e mandou o valor. Eu estava com muita sorte nesse dia. Isso ocorreu próximo à hora do meu almoço; eu nem almocei. Fui para o estacionamento, avisei que tinha chegado, as portas abriram e eu entrei. Ele veio para trás e, sem delongas, o mamei até ele gozar. Não engoli, mas cuspi na mão e usei o papel-toalha que trouxe no bolso estrategicamente. Foi o meu primeiro "extra" trabalhando com job. Na minha conta caíram 200 reais; o dinheiro mais rápido e gostoso que ganhei.
Na semana seguinte, o cliente voltou, acredito que para fechar negócio, e novamente o mamei. Provavelmente ele gostou do serviço também, kkkk.
Os colegas de trabalho infernizavam minha mente para sair, então passei a cobrar o valor de um boquete. Já que o intuito era me comer, que pagassem. Pelo menos não haveria decepção — já pensou sair e, na "hora H", ser uma porcaria? Receber tornava tudo menos pior. Homem é bicho bobo mesmo.
Sempre na hora do almoço, eu ia para o banheiro do estacionamento ou para a sala onde ficavam os materiais de limpeza. Agachadinha, boquinha no pau, só esperava o jato de esperma e a grana brilhando na conta.
Teve um cliente que deixei me penetrar na sala da limpeza. O cara era maravilhoso e cheiroso (amo perfume!), além de ter a piroca linda e grossa. Fiquei muito excitada; faria até de graça, mas ele pagou. Abaixei meu uniforme, debrucei na bancada e o recado foi entendido. Fui penetrada com força. Coube a mim não gemer alto nem demorar. Claro que a finalização era sempre na boquinha; nesse, eu quebrei o protocolo e engoli tudinho. Eu usava a hora do almoço porque a turma saía para comer e ficava praticamente só a equipe de vendas, que se revezava.
Até meu chefe veio me procurar oferecendo grana pelo meu trabalho oral. Claro que aceitei. Chegava a mamar três homens por dia, e o momento job já era mais produtivo financeiramente do que a faxina.
Passei a sair com alguns para o motel. Lembro da proposta de ser a "cereja do bolo" em uma festa privada com quatro homens; fiquei com medo e recusei. Hoje me arrependo, pois o valor era excelente, mas o medo falou mais alto. Tenho até desejo de sair com um casal; é uma fantasia que pretendo realizar. Mas vejo o boquete como uma aventura louca e uma grana extra.
Quero dizer que não me arrependo de nada. Saber que posso viver sem a prisão de antes me faz muito feliz.
Até a próxima.
