Não acreditava que sexo oral promovia orgasmos

Um conto erótico de Priscila
Categoria: Heterossexual
Contém 798 palavras
Data: 14/06/2025 04:58:56
Última revisão: 12/03/2026 18:39:31

Tentarei ser breve para não tornar o conto cansativo. Verídico, é claro, trago um pouco da minha vida. Sempre fui baladeira, sempre gostei da noite, de namorar e, é claro, não queria compromisso. Até que me diverti. Depois de inúmeras noitadas, já ficando "anciã" (kkkkkk) e chegando aos 30 anos, resolvi dar chance a um relacionamento sério.

​Vivi loucuras no meu namoro e noivado. Gostava de transar na rua dentro do carro, no banheiro do supermercado, no quintal da mãe dele de madrugada... Aventuras sexuais que trago na memória. Casei e percebi que muita coisa mudou.

​No trabalho, mesmo casada, recebia cantadas. Pulei a cerca. Lembro do dia em que peguei um médico, que fez tudo sem qualquer pronunciamento, e o colega do setor que me comia maravilhosamente. Pqp, ele sabia me fazer gozar na rapidinha! Nem em casa eu estava vivendo o que já tinha vivido no período de noivado e namoro. Muita confusão e brigas, até que chegou a fase da separação. Apesar de minha mãe não concordar, voltei para a casa dela e minha vida seguiu.

​Me aconselhei com amigos, mas eu precisava viver, queria ter uma vida para frente. Uma morena linda, gostosa, bundão, seios pequenos... Apareceram vários pretendentes, 90% amigos do meu ex, com o discurso unânime de que ele não merecia me ter.

​Passados alguns meses solteira, namorei muito e cedi aos xavecos. Esse dava "tiros de metralhadora", não perdia a oportunidade: o rapaz que cortava o cabelo do meu filho. Ele era magro, cheio de tatuagens pelos braços, bigodinho de safado, muito lindinho e interessante, mas nunca me vi com ele. Como as notícias correm, a informação chegou aos ouvidos dele de que eu estava solteira. Bastou eu aparecer para utilizar os serviços dele e fui atendida com uma atenção diferenciada das vezes anteriores. Quando fui pagar pelo corte, fui advertida de que deveria pagar só à noite, no término do trabalho.

​Como eu estava a fim e o cara sabia investir, aceitei. Estava lá no horário marcado para acertar meu débito. Assim que cheguei, a loja estava fechada e só estávamos o cabeleireiro e eu. Entrei, ele fechou a porta e, é claro, me atacou — como se eu não soubesse o que me esperava. Beijos, abraços, desejos e sexo fluíam no ar. Nunca fui tão desejada; não me lembrava de ser tão querida sexualmente.

​O que chama a minha atenção, e intitula a história, foi quando o Roberto me colocou na cadeira de cortar cabelo. Obviamente não era para cortar minhas madeixas. Sutilmente, tirou minha calça. Fazia frio, mas o calor do momento trazia segurança. Eu me sentia bem ali; embora fosse algo casual, eu queria tudo o que o momento poderia proporcionar.

​Roberto abriu minhas pernas e começou beijando meus pés, subindo por elas até chegar na minha bucetinha. Estava depilada e cheirosa. Ele caiu de boca e foi chupando lentamente, conseguindo chegar no ponto correto do meu clitóris. As sensações eram indescritíveis. Só não eram tão estranhas porque eu lembrava de cada comentário e das expressões das mulheres que saíam com o meu amigo Marcos. Confesso que achava que era mentira ou exagero dele — o cara é muito gaiato.

​Voltando ao momento: minhas pernas começaram a movimentar-se de forma incontrolável. Espasmos, arrepios, o calor subia pelo meu corpo... e o rapaz chupando meu clitóris com dois dedos na minha bucetinha e dois dedos no cuzinho. Que sensação transcendental! Os gemidos eram obrigatórios para aliviar a tensão e expressar o que eu sentia. De repente, Roberto passou a subir pelo meu corpo me beijando, e eu só pedia:

​— Me fode... me fode, porra!

​Roberto sabia me foder. Me comeu na cadeira de trabalho divinamente. Fora os tapas na cara, xingamentos e o enforcamento que eu amo. Até o cu eu dei de quatro; parecia uma gatinha na posição, com a cadeira ajustada. Eu via ele me penetrar pelo espelho enquanto ele me chamava de piranha, vadia e puta.

​Duas semanas depois voltei, porque não sou de ferro, e o que é bom e fica em segredo tem que se repetir. Inclusive dormi na casa dele também. Paguei o corte do cabelo muito bem pago, incluindo o boquete em que o boy gozou na minha cara e tudo.

​O mais engraçado foi quando contei para o meu amigo as minhas loucuras e sensações. A pergunta dele foi crucial:

— Ué, seu ex-marido não te chupava?

​Fui sincera em dizer que ele mal chupava e, quando gozava, dizia que, se eu não gozei, foi porque não quis, já que tive o mesmo tempo que ele. Meu amigo disse que deve ser por isso que a rua tem sempre a oferecer o que falta em casa. E assim, de forma inesperada, tive orgasmos sendo chupada em uma cadeira de barbeiro.

​Até a próxima.

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