Férias em Punta cana!

Um conto erótico de Juls
Categoria: Heterossexual
Contém 719 palavras
Data: 21/07/2025 16:27:21
Última revisão: 06/03/2026 10:54:46

Estava de férias com minha família em Punta Cana. Os dias eram quentes, o céu, sempre azul, e a brisa do mar trazia uma leveza que fazia esquecer do tempo. Aos meus 45 anos, eu aproveitava cada instante — entre a piscina e a praia, com um drink diferente a cada hora. Após dois dias de descanso, senti que era hora de me soltar um pouco mais.

Pela manhã, como de costume, meu marido e meu filho iam jogar tênis, deixando-me sozinha no resort. Aproveitei a tranquilidade para me acomodar à beira da piscina, e logo fui tomada por aquela leve euforia que só os bons coquetéis em um dia quente sabem provocar. Foi quando notei um homem mais velho, elegante, acompanhado de suas duas filhas. Estavam animados, riam bastante. Em uma das minhas idas ao bar, ouvi sua voz pedindo uma bebida — para mim.

Surpresa e sorrindo, agradeci com um gesto discreto e voltei para minha espreguiçadeira. Pouco depois, ele se aproximou. Era simpático, educado, com um olhar firme, desses que te leem sem pressa. A conversa fluiu naturalmente — falamos de viagens, livros, da vida. Os drinks seguiram chegando e, com eles, as risadas se alongavam. Eu estava leve e Solta.

Mais tarde, meu marido e meu filho voltaram da quadra. Apresentei-os, trocamos algumas palavras em grupo e logo fomos almoçar no restaurante próximo à piscina. Depois, ao ir ao banheiro, cruzei com ele novamente. Nossos olhares se encontraram de forma diferente — havia algo suspenso no ar. Um silêncio cúmplice, breve e intenso.

Durante a tarde, nossas trocas de olhar voltaram, agora mais frequentes, quase coreografadas. Quando o sol começou a cair, meu marido decidiu correr na praia. Eu fiquei. E percebi, sem muito esforço, que o outro havia notado a oportunidade.

Ele se aproximou com gentileza e perguntou se eu estava bem. Respondi que sim, apenas um pouco leve demais pelos drinks. Ele sorriu, com aquele olhar que não pergunta nada, mas sugere tudo. Aos poucos, a conversa foi ficando mais próxima, os gestos mais sutis. Um toque aqui, um roçar ali, quase imperceptíveis, mas cheios de intenção.

Quando a piscina começou a esvaziar e a tarde deu lugar ao entardecer, os limites entre conversa e desejo se desfizeram. Havia tensão, desejo contido. Ele sabia até onde podia ir, e eu… já não sabia mais se queria impedi-lo. O momento aconteceu de forma quase silenciosa, íntima, senti sua mão passando pelas minhas pernas, dei um passo para trás, seguimos conversando e sua mão novamente tocou minha perna, cedi, então ele ficou com mãos acariciando, e logo sua mão avanço a encontro do da minha ppk, que já estava inundada pelo momento, já tinha mais forças, deixei aquele dedos longo me penetrar, fui ao delírio, que delicia, ficamos alguns minutos, e logo ele colocou seu instrumento para fora da sunga era muito grosso, não muit grande, e como um leve gesto segurei firme, já estávamos bem próximo, ninguém se encontrava mais na piscina, era apenas desejo, me coloquei de costas para ele e rebolei para encaixar foi difícil, mas fiz i de uma vez, quase gritei, ficamos em movimentos lentos e profundos, por alguns minutos e ele gozou sem avisar me enchendo do seu leite quente, e eu ali, cheia de tesao, olhando para ele, quase se despedindo, sem muito pensar, tomei uma atitude de puxa-lo até o banheiro da piscina e fiz ele me foder novamente, agora era eu quem precisava gozar e naquele clima, entramos

Em uma das cabines, comecei a chupa-lo, me levantei fiquei de quatro no vaso, pedi para ele comer Meu cuzinho, que premio, eu já não temia mais nada, gemia alto, pedia rola, e não demorou muito, minhas pernas alarmaram, estava gozando, assim que gozei eu sentei no vazo sanitário, não podia perder se sentir o gosto do seu leitinho, e comecei a chupa ló até ele descarregar seu leitinho em mim, desta vez pude sentir o seu gosto. Ficamos alguns minutos nos recuperando e já nos arrumamos, ele saiu e depois eu saí toda satisfeita.

Foi rápido mais intenso dois desconhecidos deixando-se levar por um momento que jamais se repetiria.

Tomei uma ducha na praia, ajeitei o cabelo e voltei para a minha família com o cuzinho ardendo e a bucetinha melada.

Um segredo a mais guardado nas areias de Punta Cana.

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