Não nego que estou gostando da grana que tem caído na minha conta. Continuarei e, inclusive, pretendo expandir as investidas; não imaginava que iria ser modelo adulta. Vamos ao relato.
Sou a Carlinha: morena, seios médios, braço esquerdo todo tatuado (presente do coroa), olhos verdes e bronzeamento em dia. Sou magra e dona de belas coxas grossas. Hoje estou com 22 anos, sou universitária e meu pai banca minha faculdade. Mamãe também dá um suporte financeiro, mas quem faz a diferença mesmo é o amigo do papi, que eu carinhosamente chamo de titio Gê.
Depois que papai se aposentou, fomos morar em uma casa à beira-mar. A casa está sempre com visitas inesperadas, sem contar aquelas que já são "de casa". Em especial, esse amigo que serviu com meu pai: um viúvo, coroa gostosão e sarado, que marcava presença sempre. O cara me comia com os olhos, fora as brincadeiras de duplo sentido que ele fazia. Eu passei a entrar no jogo; óbvio que havia segundas intenções.
Sempre que podia, eu me exibia para ele. Abaixava com a bunda para o alto na sua frente de forma proposital. Lembro de uma vez na piscina em que comentei estar menstruada e que o absorvente interno estava me incomodando — tudo para provocar a mente dele. Enviava fotos de visualização única no WhatsApp e mensagens na madrugada perguntando como ele estava, mas não respondia quando ele enviava a resposta.
A primeira foto que enviei foi dos meus seios, com o rosto tampado. A grana caiu na minha chave Pix na hora. Ele ficou louco e queria mais; eu, óbvio, pedi mais dinheiro. Três dias depois, até para valorizar, mandei uma foto da bunda na posição de quatro e outra em pé, com a mão na parede e olhando para trás. O temporizador ajuda muito nessas horas, apesar de que eu já queria trocar de celular.
Como fiquei viciada em enviar fotos e receber por isso — dinheiro fácil — pensei: o coroa é viúvo, aposentado e recebe uma boa grana sem ter onde gastar; por que não comigo? Acredito que o fato de ele me conhecer desde sempre e de eu sempre o chamar de "tio" o deixava mais interessado. Eu sabia usar isso a meu favor. Ele é um coroa top, safado e até que gostoso. Eu só queria uma curtição, até porque meu pai não aceitaria se soubesse, então decidi que ia dar para ele, mas cobrando. De graça já bastavam meus "contatinhos", para quem eu apenas dava prazer e raramente gozava. A grana seduz e é viciante; me sentia valorizada e gostosa.
O dia em que ganhei o maior valor foi quando estive na casa dele. O combinado seria eu dar banho nele e masturbá-lo. Pqp, o coroa ficou louco; tive até medo de ele infartar (risos). Entramos no banheiro, tirei a roupa dele e depois a minha. Liguei o chuveiro, molhei seu corpo e o ensaboei. No piru, fiquei massageando até que ficou em pé; era bonito, apesar de pequeno. Esfreguei sua bunda e passei o dedo no cu; ele reclamou no início, mas ficou arrepiado. O banho era completo e ele aceitou. Ensaboei suas costas e ele quis passar a mão em mim. Deixei, mas com um "presente" a mais: ele abusou de passar a mão na minha bunda e na minha bucetinha. O safadinho me deu dedadas atrás e na frente com aquele dedo grosso. Eu, louca para ele gozar logo e sossegar o facho, mantive o foco na punheta até que ele gozou. Também joguei sujo: pedi no ouvido dele para gozar nas minhas pernas. Aí não teve erro; ninguém resiste.
Após o banho, ajudei-o a se vestir. As dedadas me deixaram excitada, mas mantive o foco em não transar; o combinado era só o banho. Como eu precisava trocar meu celular, aceitei fazer um boquete até ele gozar na minha boca. Enviei o link para o pagamento do aparelho que eu escolhi e o retorno foi automático.
Na casa dele, de vestido, mostrei que estava com uma calcinha fio-dental preta. Ele me ofereceu grana para me comer, mas recusei, porque o "passo a passo", nesse caso, era mais vantajoso financeiramente. Ele sentou no sofá, eu tirei o vestido e fiquei só de calcinha. Meus seios estavam arrepiados. Agachadinha, puxei sua bermuda; o safado estava sem cueca e muito cheiroso. Coloquei a boca e fui massageando suas bolas. Ele ficou teso muito rápido. Chupei gostoso, lambi e passei a alisar seu cuzinho. Como ele estava sentado e arreganhado, fui alisando e dei beijos gregos. Chupei seu cu e, diferente do banho, ele não reclamou. Enfiei um dedo, a boca no pau, depois o segundo dedo no seu cu quente... ele gemia e se contorcia. Eu parava de chupar e pedia: "leite na boca".
Com a dedada firme no rabo dele, o pau estava duro como uma pedra. Ele gemia melhor que os novinhos com quem eu saía. Ele implorou para me comer, mas eu dizia que não, só em outro momento. Mantinha o pedido:
— Leite na boca.
Até que ele gozou. Com o meu dedo firme no rabo dele, o jato subiu e caiu no meu cabelo e no meu rosto. Chupei o pau dele com vontade e disse que ele tinha uma porra docinha. Passei a mão no cabelo e lambi a palma da mão; de fato, era gostosa. O pau dele não baixava e minha bucetinha estava muito molhada; eu queria sentar nele, mas o objetivo era lucrar mais. Foi difícil dizer não quando ele pedia para me comer.
Em casa, me masturbei olhando para o celular novo e lembrando da cena que me fez ganhá-lo. O titio ainda vai me comer e eu vou contar para vocês.
Beijos!
