Voyeur do papai e da mamãe

Um conto erótico de Reginaldo
Categoria: Heterossexual
Contém 1162 palavras
Data: 02/07/2025 14:30:22
Última revisão: 12/03/2026 18:27:21

O que vou externar é até um pouco estranho para mim, tendo em vista que fui pego de supetão e tomado pela curiosidade, já que sabia exatamente o que acontecia por conta do ruído que ouvi quando entrei em casa.

​Vamos contar a história: era sexta-feira, o dia tinha sido proveitoso no trabalho, fechamento de mês, e a turma do escritório estava armando o chope pós-expediente — o sedutor happy hour. O bar, bem aconchegante, fica na esquina do prédio onde trabalho. Decidi ir de última hora; minha noiva estava estudando para uma prova e eu precisava espairecer, pois a semana tinha sido tensa. O encontro terminou um pouco tarde. Chamei um carro de aplicativo e voltei para casa um pouco "alegre"; afinal, sozinho, eu tinha bebido seis canecas de chope zero grau.

​Sou Reginaldo, moreno, alto, assistente administrativo e noivo da Regina. Tenho 30 anos e moro com meus pais. Avisei que talvez fosse dormir fora para aproveitar que estaria livre, sem a "dona encrenca" por perto. Infelizmente, a resenha não esticou e eu voltei para casa; com certeza foi praga da Rê.

​Chegando em casa, nem o cachorro me recepcionou. Imaginei que os coroas tivessem saído. Entrei pela sala, que estava uma zona, com várias garrafas de cerveja espalhadas. Fui entrando e ouvi uns gemidos que denotavam sexo. Não nego que a curiosidade tomou conta de mim; era mais forte do que eu. Comecei a olhar os cômodos da casa, imaginando se iria flagrar o papai "empurrando" na mamãe, quem sabe na cozinha. Só vi o nosso cachorro, o Pedro, deitado na cozinha, em seu canto embaixo da mesa. Só restava o quarto deles. Cometi um pecado capital: olhei pelo buraco da fechadura. Meu pai estava enforcando a mamãe e pegando-a na posição de "papai e mamãe".

​Dona Carla é pequena e franzina. Já meu pai, o Carlão, é alto, forte e negro — acredito ser a razão de eu ter saído moreno e alto como ele. Pelo miolo da chave, era perceptível ver meu pai enforcando a minha mãe, que gemia enquanto ele empurrava forte. Minha mãe se contorcia, até que papai a puxou pelos braços e a pegou no colo. Com a ajuda do seu salto, abraçando a cintura dele com as pernas brancas, papai encaixou o pau na "grutinha" da mamãe e empurrou. Ficou com ela no colo; ela mais parecia um brinquedo. Ora saíam do campo de visão, ora estavam na minha ótica.

​Eu não consegui sair dali; queria ver meu pai comendo minha mãe. Meu pai no vai e vem com ela no colo, ela segurando seu pescoço com as mãos... às vezes meu pai chupava seus seios. Minha mãe passou a pedir para ser "comida de quatro". Com a lâmpada do quarto acesa, meu pai a colocou na cama. Minha mãe ficou de quatro e meu pai a chupava; ela respondia rebolando na cara dele. Meu pai estava focado na chupada quando o Pedro latiu alto. Tomei um susto! Era por conta do barulho de uma moto que passava na rua. Nada abalou a concentração deles, que apenas gritaram para o cachorro ir deitar.

​Meu pai continuou firme, chupando minha mãe, até que ela saiu da posição, também o chupou e voltou para a posição de quatro na ponta da cama. Por cima do ombro, ela falou algo que não entendi. Meu pai encaixou nela em pé e colocou a perna direita dela sobre o ombro, ficando em pé somente em uma perna — ou seja, a perna esquerda sustentava o seu corpo. Minha mãe estava presa na cama com o pé no rosto dele. Nunca imaginei que eles transassem assim; para mim, não passava de "papai e mamãe", quem sabe de ladinho e, no máximo, de quatro. Meu pai chamava minha mãe de piranha, vagabunda, dizia que ela gostava de pau... ela grunhiu algo que não entendi. Meu pai disse que ia comprar um brinquedo para "comê-la em DP". Ela continuava a falar, eu não entendia, e meu pai socando forte.

​Eles mudaram de posição e ficaram de ladinho, com minha mãe de frente para minha visão e o papai atrás. Não sei onde ele colocou, mas pela expressão facial, foi no ânus. Ela pedia para ser devagar. Ele segurou as duas mãos dela para trás, como se a estivesse algemando. Ela pedia:

— Me fode, fdp corno! Me fode, corno! Seu pau é pequeno, mete com mais força!

​Meu pai se esforçava, empurrando — deduzo que era sexo anal — só no vai e vem, segurando as mãos dela. De repente, ele urrou e foi para o lado. Mamãe entrou entre suas pernas e, nitidamente, passou a chupar o pau e o cu dele. Eu ali, agachado, tendo uma aula de sexo com meus pais, pensando que não fazia nem a metade com a minha noiva. Mamãe chupava o cu do papai porque ele levantou a bacia; Dona Carla enfiou o dedo no cu dele e chupava o pau enquanto mexia o dedo no rabo dele. Não sei quantos dedos eram, mas a visão não negava que ela estava fazendo o "fio terra" no cara que eu tinha como "durão".

​Acho que ele gozou de novo, porque a mamãe enfiava o dedo e tentava manter a boca no pau dele enquanto ele se contorcia. Ele levantou e, com a mão na bunda, foi para o banheiro. Minha mãe, nua na cama, acendeu um cigarro. O Pedro latiu novamente e, desta vez, minha mãe mandou ele calar a boca. Papai voltou do banho, pegou o cigarro dela, deu uma tragada e disse que ela tinha enfiado o dedo com força. Ela respondeu que o dedo era mais fino que a piroca dele, que queria comer o rabo dela todos os dias.

​Os dois riram. Ele disse que ia pegar outra cerveja e eu corri para a cozinha fazer barulho, já que ele viria pelado. Ele saiu do quarto de short, sem camisa, com o pau latejando no short de tactel. Perguntou como eu estava e que horas tinha chegado. Menti, dizendo que acabara de chegar, já que a resenha terminou cedo. Peguei uma cerveja e fui para o meu quarto "assistir a um filme" até pegar no sono.

​Não consegui. Bati uma punheta lembrando da cena e pensando se deixaria minha noiva me dar dedadas. O papai expressou gostar do fio terra, por que não tentar? Talvez houvesse o impasse da Rê não querer me "dedar". Após gozar, enviei uma mensagem para minha noiva dizendo que queria "namorar pelado". Ela respondeu que estava tarde — de fato, já era madrugada. Masturbei-me pela segunda vez e consegui dormir relaxado.

​No outro dia, os dois eram um chamego só na cozinha, no café da manhã. Eu pensava: "Eu sei o motivo dessa alegria toda". Deixou-me feliz ver os dois daquele jeito. Fui para a casa da minha noiva após o café; eu também queria e precisava me aliviar sexualmente, já que a punheta não tinha ajudado em porra nenhuma.

​Até a próxima.

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