Sogra preocupada com o filhinho.

Um conto erótico de Renata
Categoria: Heterossexual
Contém 994 palavras
Data: 01/07/2025 05:12:40
Última revisão: 12/03/2026 18:30:17

Sou a Renata, tenho 22 anos, sou morena, linda, gostosa e está tudo no lugar. Gosto de sexo. Comecei a namorar o Renatinho há seis meses; ele é lindinho, inteligente e da mesma turma que eu. Minha família o adora, mas a minha sogra eu já acho esquisita. Ela o trata com tudo na mão e o mima muito. Dona Carla é o nome dela. Ela dá banho nele — um homem de 30 anos! Eles tomam banho juntos; acho muito estranho, mas o problema é deles. Meu sogro já partiu e eles ficaram muito próximos.

​Passei a dormir na casa dele nos finais de semana e minha sogra indagava, na cara dura, como era o nosso sexo. Perguntava se usávamos preservativo, se eu tomava anticoncepcional... o tempo todo dizia que não queria saber de ser avó. Meu namorado dizia para ela não se preocupar.

​O ápice da loucura foi o dia em que chegamos de uma festa de aniversário de um amigo dele. Tínhamos bebido um pouco e, já no quarto dele, eu estava louca para dar, com muito tesão. Comecei chupando-o e, é claro, falávamos putaria. Não sei se falávamos alto, estávamos zoados da bebida. De repente, ela entra quarto adentro. Tomei um susto! Renato não falou nada, e a Dona Carla sentou na poltrona e disse que iria assistir. Continuou dizendo que estávamos altos e podíamos fazer besteira. Olhei para o meu namorado, que a ignorou. Como disse antes, eles tomam banho juntos; fiquei sem ação, mas quer saber? Caguei. Estava sob o efeito do álcool e, nessa hora, o fogo no rabo triplica.

​Continuei mamando meu amor, que passou a tirar minha roupa. A sogra falava para ele comer meu cu, porque no cu não engravida. Fiquei em pé, Renato tirou minha calcinha e minha sogra elogiou minha bunda, insistindo para o filho comer meu rabo, e ele concordava com a cabeça.

​Ele me chupou divinamente — a melhor chupada que já me deu. Deitada na cama, percebia o quanto minha sogra estava atenta, "fiscalizando". Ela estava de camisola; os seios da coroa eram siliconados e estavam à mostra na transparência da roupa. A buceta estava depilada. Ela tem 49 anos, está inteira e é uma morena de olhos verdes. Não entendo por que não arrumou um macho ainda. O sogro já se foi há mais de cinco anos e, até onde soube, ela não arrumou ninguém; deve viver se tocando ou usando brinquedos.

​Renato me fez gozar com a boca três vezes, e a Dona Carla falava que queria vê-lo comendo meu cu. De algum modo, aquilo me excitava. Fiquei de quatro na beira da cama e, mais uma vez, ouvi o elogio da sogrinha sobre minha bunda. O Renato lambeu meu cuzinho e cuspiu. A mãe mandou ele colocar o preservativo; assim ele fez. Meu amor começou a introduzir o seu pau enorme em mim. Eu gemia baixinho e a minha sogra dizia para ele não me maltratar muito, mas eu estava louca para ser maltratada; estava cheia de tesão com a loucura inédita que vivia.

​Renato foi homem: me comeu com força, puxou meu cabelo, me xingou. Colocou-me na posição de "papai e mamãe" e me comeu o cu me enforcando. Nessa posição, percebi que a sogra estava se masturbando com a mão entre as pernas. O mozão não viu porque estava de costas. A mãe dele se alisava assistindo à cena. Renato me comeu com força e eu pedi para ele penetrar de ladinho também.

​Deitei de lado e o mozão colocou no meu anel, já todo destruído. O pau dele é grosso e grande; ele me socava por trás enquanto alisava meus seios. A sogra, nessa hora, parou de se masturbar e dizia para o filho gozar na camisinha. Eu pedia para ser na boca — adoro engolir porra. O mozão pedia para eu repetir onde queria que ele gozasse, e eu falava:

— Quero na boca, mô!

Repeti isso cada vez que ele perguntava; aquilo o excitava.

​Renato estava quase gozando. Ficou em pé e eu agachei, como sempre faço. Ele tirou a camisinha, para o desespero da sogra. Eu olhava para ela, já que estava de frente. Renato jogou o jato de porra quente na minha cara. Abocanhei o seu pau, segurando sua bunda e puxando-o contra mim; chupei gostoso e deixei o pau dele limpo. A sogra saiu do quarto e nós dormimos pelados.

​No outro dia, levantamos tarde. Rolou mais uma rapidinha sem camisinha — até porque não tínhamos a "plateia" da sogra. Levei só no cu, adoro! Vestida apenas com a camisa do meu amor, sem nada por baixo, fomos tomar o café que era anunciado aos berros pela sogra. Ela já estava de biquíni fio-dental, animada para curtir o sol que já brilhava pela manhã.

​Eu estava sem biquíni na casa do Renato, e a sogra, "com fogo no cu", quis me emprestar o dela. Também, a coroa tem mais corpo que eu. Fiquei nua na piscina e o Renato nem gostou. Os elogios à minha bunda pela sogra continuavam; a mulher teve o desplante de apertar meu popô. Bebemos cerveja e a comida chegou por encomenda. Eu queria ficar louca de novo; bebi muito e mamei o mozão na piscina enquanto a sogra recebia a comida. Ela ia surtar gritando: "a camisinha!", kkkkkkk.

​Para almoçar, tomei banho e vesti a camisa do Renato novamente. Após o almoço, dormi à tarde. Acordei com a sogra do meu lado, de lingerie, e o Renato assistindo ao jogo do time na sala. Na segunda-feira, o Renato tentou explicar a preocupação da mãe dele. Eu simplesmente o beijei e disse que entendia perfeitamente. No fundo, não entendi nada, mas estava cagando e andando para ela. Sei que ela tem poder sobre ele e qualquer objeção poderia estragar o relacionamento.

​Só sei que o final de semana foi estranho e excitante. Já imagino como serão os próximos encontros. A velha que lute para assistir, kkk!

​Até a próxima.

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Comentários

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excelente, podia dar continuaçao aqui

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Suzane
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