Perdi a virgindade pro membro da família

Um conto erótico de Claudio
Categoria: Gay
Contém 1257 palavras
Data: 24/07/2025 09:48:48
Última revisão: 12/03/2026 18:01:47

Minha família veio tentar a sorte no Rio de Janeiro. Éramos quatro: papai, mamãe, minha irmã e eu. Me chamo Cláudio, mas sou carinhosamente chamado de Clau. Sou gordinho, branco e o caçula. Esta história que conto, verídica, aconteceu quando eu estava com dezoito anos.

​Passados dois anos da nossa vinda ao RJ, papai faleceu de morte súbita. Foi uma fase muito triste de nossas vidas. Mamãe pensou em voltar para nossa cidade natal, mas minha irmã Paula, que é muito gata, já tinha arrumado um parceiro e se casado. Ela já tinha até filhos, e mamis não queria ficar longe dos netos. Por isso, continuei morando aqui com ela.

​A casa era só nossa — mamãe e eu. Cabia a mim estudar; eu não tinha muito interesse em trabalhar em escritórios ou em obras, definitivamente não era minha praia. Queria me formar como cabeleireiro, algo de que sempre gostei.

​Um dia, mamãe conversou comigo sobre a vinda do meu tio. Eu concordei, embora soubesse que teria menos privacidade. Cerca de trinta dias depois, chegou o Paulo. Meu tio era um homem moreno, alto, forte e bem rústico; estava bem diferente das últimas fotos enviadas. Fiquei encantado por ele. Como era o caçula dos irmãos da minha mãe, logo o levei para dormir no meu quarto, já que não havia necessidade de ele ficar na sala, todo "estroncho" no sofá.

​Depois de colocar o papo em dia com minha mãe e dizer que pretendia trabalhar como pedreiro — seu ofício — minha mãe prometeu falar com o patrão dela para ver algo viável. Enquanto não aparecia nada, meu tio ficava em casa comigo. Falávamos de tudo; ele sempre puxava assunto. Eu fazia o almoço, colocava no prato para ele e o servia em mãos, sempre na esperança de que rolaria algo entre nós. As investidas surgiam sempre, principalmente quando eu disse que gostava de meninos.

​Com certeza ele percebeu meu interesse. À tarde, no verão — com um sol para cada um na Cidade Maravilhosa — ele tomava banho depois de me ajudar a arrumar a casa e saía pelado do banheiro, apenas com a toalha no pescoço. Quando vi pela primeira vez, quase tive um troço: um homenzarrão, barriga trincada (provavelmente pelo esforço nas obras), braços fortes, rosto com barba por fazer... todo rústico. Ele tinha uma piroca enorme e grossa. Fiquei parado, olhando para o pau dele; ele passou e não falou nada.

​No outro dia, a mesma coisa. E assim foram os dias. Na quinta vez, perguntei se ele não tinha vergonha. Ele sentou no sofá da sala, sua piroca mole caiu em direção à perna esquerda, e respondeu que não.

​Fui até o quarto da minha mãe, peguei o creme dela e agachei no chão, na frente dele. Estava a centímetros daquela piroca; minha boca encheu de saliva. Com a desculpa de que a pele dele estava seca, passei creme nas duas pernas e fui subindo para as coxas grossas. Ele fechou os olhos e repousou a cabeça no encosto do sofá. Eu passava a mão em tudo, querendo muito chupá-lo, e não perdi o foco. Alisei o pau dele, que foi endurecendo. Que sensação maravilhosa ver uma piroca crescendo na mão; ela pulsava, parecia me chamar.

​Ajeitei o pau lindo e cheiroso para o lado direito. Titio ficou quieto enquanto eu passava a mão na coxa esquerda, onde estava a rola linda do Paulão. Continuei percorrendo o corpão dele, agora no peito, mas para isso eu roçava meu braço na jeba dura — com certeza fazia de propósito. Ciente do meu desejo, titio perguntou se eu queria chupá-lo.

​A pergunta soou como música aos meus ouvidos. Não me fiz de rogado: segurei e passei a lamber. Chupei as bolas e chupei gostoso. Masturbei-o até que ele gozou na minha boca. Foi a primeira vez que senti o gosto da porra de um macho; só tinha provado a minha após a masturbação. A de um homem viril foi a primeira vez, e eu amei. Limpei a boca; caiu esperma até no meu rosto, mas não desperdicei nada, nem a gota que caiu no chão. Titio agradeceu, visivelmente relaxado. Fiz o lanche da tarde para ele e o servi em mãos, como sempre fazia.

​À noite, eu tinha certeza de que teria mais. E não foi diferente. Deitado de bruços, só de cueca, esperei titio entrar no quarto depois que mamãe dormiu. Ele fechou a porta, tirou a roupa e, sob a luz da lanterna do celular, me colocou para chupar. Enquanto eu mamava, ele segurou meu pescoço e disse:

— Hoje vou te comer.

​Me tremi todinho. Aquelas palavras eram um misto de medo e tesão. Desde o primeiro momento eu queria dar para o meu tiozão; era a realização de uma fantasia, mas a voz grave dele no meu ouvido me deu um certo "cagaço". Mas minha mamis não me fez fraco, e eu ia encarar a neca do Paulão com vontade. Adorava a ideia de ser passivo. Meu cuzinho já estava piscando; só pedi para ele ir devagar, porque era minha primeira vez e eu não poderia gritar. Dei um sorrisinho e comentei que não tinha feito a "chuca".

​Fiquei paradinho. Titio arrancou minha cueca branca e deu um tapa na minha bunda — no dia seguinte ainda havia a marca da mão dele; aliás, que mão grande e pesada! Ele me puxou pela anca, me ajeitou de quatro e eu só olhava para frente. Era estreante, ia ser penetrado pela primeira vez. Ele cuspiu na mão, passou no pau enorme e foi encostando na entradinha do meu cuzinho.

​Meu corpo todo arrepiou. Meu tio não teve carinho: enfiou de vez. Eu fiquei de dentes cerrados, na defensiva, e ele só disse:

— Não se mexe, fdp.

​Caramba, eu fiquei quieto por medo de minha mãe ouvir. O pau entrando parecia uma faca rasgando, até que senti que ele já tinha penetrado tudo. Começou o vai e vem enquanto ele segurava minha cintura. A dor permanecia, mas passei a relaxar, soltando o ar devagar e dando lugar à fantasia. Meu esfíncter foi acoplando, aderindo ao volume do piru enorme do meu tio, e fui sentindo tesão. O pau já entrava com mais prazer, e ele penetrava com força até que gozou dentro de mim. Senti o jato. Olhei para trás e ele estava de olhos fechados, gozando.

​Esperei ele sair, peguei um lenço umedecido no criado-mudo e limpei o pau dele. Chupei mais um pouco, e dessa vez ele puxava minha cabeça contra o seu piru. Engasguei, mas ele mandou eu continuar. Levei uns tapas na cara e continuei mamando. Depois do banho, ele me obrigou a dormir de conchinha, pelado, de costas para ele, sentindo o pau roçando no meu bumbum.

​Nos dias seguintes, nada mudou: mais pirocadas e mamadas. Minha mãe conseguiu um emprego para ele perto de casa, e eu levava o almoço dele na obra. À noite, além do sexo, eu hidratava o corpo dele com creme, pois o cimento maltrata a pele.

​Foram quase três anos assim, até que ele conheceu uma moça e se casou. Mas, às vezes, ele passa na minha casa à tarde. Já fico pronto para recebê-lo: o creme continua no mesmo armário e eu já fico na posição que ele gosta, de quatro. Sinto saudades de dormir com ele, mas entendo que não tinha como continuar.

​Agora estou procurando um macho como o titio. Afinal, profissionalmente já consegui meu objetivo: meu salão vai de vento em popa, mamis se aposentou e a vida tem fluído positivamente.

​Beijos, até a próxima!

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Comentários

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UM CONTO BOM PARA UM FINAL RUIM. SEU TIO COME A MULHER DELE E DE QUEBRA COME VOCÊ. LAMENTÁVEL.

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