Terminado o vinho que bebemos no almoço, a ideia era assistir a uma série na TV, já que o tempo estava nublado. Era aquele clima que quase intima a gente a ficar embaixo do edredom, agarradinho com o mozão, vendo a hora passar enquanto maratonamos episódios. Foi exatamente o programa que "vendeu": passamos a procurar algo interessante através da leitura das sinopses, até que apareceu uma série indicada como a "série da hora" na página de filmes que sigo. Estava com uma boa recomendação da crítica, então resolvemos apostar na sugestão.
No primeiro capítulo, a aluna começa a xavecar o professor e a minha gata comenta que gosta dessas atitudes. Com a celeridade dos filmes, os dois logo estavam na cama se tocando. A Cássia, minha mulher, confessa que gostava de se masturbar com a caneta. Com a cena pegando fogo na TV — a aluna e o professor se chupavam em um lindo 69 — a bonita do meu lado vira a taça de vinho e diz que está com tesão. Contagiada pelo filme, ela sai do quarto. Eu continuei assistindo; o professor, já na casa da aluna, a penetrava de pé após uma "chupada de milhões".
Do nada, minha mulher volta do banheiro completamente nua. Pega o controle remoto, pausa a série, deita na cama e a única frase que sai de sua boca é uma ordem:
— Me chupa!
Continua dizendo que ficou excitada com a cena.
Ela estava ali, de pernas abertas. Eu, completamente atônito, sem qualquer contestação, carinho ou toque prévio — fui pego de supetão — só tive como obedecer à ordem. Aliás, fiz isso sem demora. Ela recusou qualquer música ambiente. Eu me ajeitei na cama e fui com a boca na direção de sua bucetinha. Ela estava tão excitada que a minha respiração já provocava arrepios. Com essa resposta corporal, pude abusar mais da região lateral e sentir o perfume daquela área de prazer.
As primeiras lambidas geraram arrepios, risadas involuntárias e espasmos. Segui obedecendo à ordem de chupar a grutinha do meu amor, enquanto ela passava a alisar os próprios mamilos. É gostoso olhar as reações dela enquanto a chupo; suas manifestações causavam mais satisfação, sinal de que eu estava no ponto certo. A língua passeava pelos lábios; ela estava de olhos fechados, mas as expressões faciais e as mãos não paravam de apertar os mamilos já enrijecidos. Até que ela colocou a perna esquerda no meu ombro direito e seu corpo passou a tremer. O ventre mexia mais do que movimentos peristálticos; os gemidos davam o tom de que as chupadas eram "nota dez", se fosse um quesito de desfile na passarela do samba. Minha mulher estava entregue ao prazer, a cabeça balançando como se sentisse a chegada do orgasmo.
Eu estava cansado, mas mantive o foco. A linguada alternava o movimento, o local e a velocidade para explorar seu clitóris. Não perdi o objetivo. Ela já estava com os dois pés nos meus ombros e, desta vez, apertava os seios. Até tentei alisar e apalpar, mas fui empurrado; acredito que ela imaginou que eu iria penetrá-la no "papai e mamãe", mas eu só paro a chupada depois que ela goza. Desta vez foi um desafio e tanto, mas adianto que venci.
De repente, ela começou a gemer alto. Eram umas 15h e eu sempre penso no vizinho ouvindo os gritos dela, que são excitantes. Ela gemendo alto me motivou a continuar e vieram os jatos de squirt. Desta vez foram diferentes; parecia uma mangueira de água virada para mim. O jato molhou meu peitoral esquerdo; coloquei a boca na vagina e passei a receber o jato diretamente, segurando suas pernas enquanto ela se contorcia tentando sair. É um momento mágico, transcendental e ímpar. Durou cerca de vinte segundos. Quando ela pediu para parar, eu não obedeci — sempre faço ela ir até as últimas consequências. Ela ficou parada na cama e, como um predador que imobiliza a presa, fui atrás do meu prêmio. Afinal, alcancei a meta.
De ladinho, comi seu cuzinho sem pena, como faço há quase seis anos. Ela reclama que deixo o cu dela inchado, mas enquanto não gozo, não paro. Ela passou a gemer novamente, desta vez por conta das pirocadas. Isso exigiu concentração, pois as penetrações precisavam ser contínuas para eu chegar lá. Não demorou muito, mas confesso que não "soco fofo". Minha esposa implorava para eu gozar, pedindo "leite". Piranha joga sujo, vai no ponto fraco:
— Me dá leitinho...
Quem resiste? Antes do clímax, aceleramos o ritmo até a explosão de gemidos. Dei penetradas secas; a cada entrada ela gemia e dizia que eu era mau, até que gozei fundo no seu cuzinho segurando sua cintura. Ela me chamava de "fdp" e safado, dizendo que eu a tinha maltratado e que o cu ficaria inchado e ardido. Eu só comentei:
— Apesar de não ser rico ainda, já te dei três jatinhos hoje.
Fomos para o banho juntos. Ela sempre confere se meu piruzinho está limpo, me chupando no processo, o que é uma delícia. O pau ainda fica sensível, mas a boca quente traz uma sensação prazerosa. No quarto, percebemos a urgência da "operação seca colchão". Usamos toalha, ferro de passar e o ventilador ligado. Com o sorriso estampado no rosto, o relaxamento pós-gozada chegou. Minha gata dormiu de ladinho, com a bunda exposta. Fiquei excitado novamente olhando para ela; minha puta é gostosa.
No dia seguinte, dia de trampo, o boquete matinal não pode faltar. Ela ingeriu o restinho de esperma que sobrou e fomos encarar o labor. Ainda vou comer ela na pia lavando louça. Contarei como foi. Até a próxima.
