O cara tinha diferencial

Um conto erótico de Chelly
Categoria: Heterossexual
Contém 911 palavras
Data: 29/07/2025 07:09:54
Última revisão: 12/03/2026 17:57:09

Sou a Chelly, mulher cis, morena e profissional de nível técnico. Trabalho em um hospital e estou finalizando a graduação para dar aquele "up" no currículo. Amo o que faço, mas também amo uma grana extra. Imagine ganhar dinheiro fazendo o que eu adoro? Isso mesmo: transando, algo que me dá muito prazer.

​Abri uma conta em um site de conteúdo digital e envio meus vídeos para a plataforma — obviamente com a autorização do meu parceiro de cena, que me pagou para sair comigo. Estou embasbacada e tenho me surpreendido; a "gordinha sexy" também é muito desejada, inclusive por mulheres (e eu pego também). Sim, sou gorda e me acho gostosa e atraente. Não deve ser exagero, já que minha página já tem várias fotos e vídeos em tão pouco tempo. Quero externar em palavras o meu encontro com um determinado cliente; este espaço promove prazeres através da leitura e torço para que o meu relato não seja diferente.

​Após acertarmos o horário e o que iria rolar, recebi o comprovante do Pix com o valor combinado e o endereço no meu WhatsApp de trabalho. Lá vou eu: vestido preto, salto plataforma e cabelo preso. Cheguei à porta do cliente sem atraso. Mandei mensagem e ele pediu para eu subir; o porteiro já tinha a autorização. Aliás, que preto gostoso! Ele explicava como chegar e eu olhava para ele com cara de safada. Cheguei ao apartamento, toquei a campainha e, assim que a porta abriu, disfarcei com um belo sorriso — afinal, para isso servem os "teclados da boca": expressar a alegria plena.

​Após a calorosa recepção, entrei. Já no sofá (que sofá maravilhoso, por sinal!), aceitei o uísque e recusei a cerveja; já consumo cerveja em casa, então preferi uma bebida diferente e cara. Não vou desperdiçar nada, principalmente sendo por conta da casa.

​O Pablo — vou chamá-lo assim — é um homem muito extrovertido e envolvente. Ele enviou mais um agrado para a minha chave Pix e me fez relaxar antes de começarmos. Geralmente somos tratadas como objetos; a maioria só quer gozar e nos vê como depósito de esperma. Já esse cliente era um gentleman. O cara me tratou como uma rainha em minutos. Minha primeira impressão foi a de que não daria certo — pecamos muito por conta da aparência —, e a atitude do Pablo me fez refletir sobre o meu preconceito, usando a estética como tabela de medida.

​Sem delongas: o cara me fez gozar e ir à lua com a língua. Sem exagero, foram três vezes seguidas só no sofá, fora os arrepios e a sensação de domínio que ele tinha com as mãos. Ele deixou escapar que era massoterapeuta profissional. Ele abusou do meu ponto fraco: amo linguada no cu e quase nunca recebo. Outra área explorada foram os meus seios; vocês não imaginam o que é ter os mamilos sugados enquanto os dedos dele bolinavam meu corpo e, principalmente, meu clitóris. Ele dizia que iria me deixar louca com a tal massagem tântrica. Eu estava nua, nas mãos de um homem, e provei sensações indescritíveis que jamais havia sentido — e, de forma ímpar, sem ter sido penetrada por um pênis. Repito: subestimei o cliente.

​No quarto, fui penetrada pelo Pablo, mas aquilo foi quase um aquecimento entre os tempos de uma partida de futebol. No "primeiro tempo", na sala, meu cliente já tinha detonado não só a minha expectativa, como também exaltado a minha autoestima com palavras marcantes e excitantes enquanto abusava do meu corpo. Ele é quem merecia receber pelo sexo, quem sabe o triplo do que me pagou.

​Tentei retribuir da melhor forma: no boquete, nos beijos e até na masturbação. Em tudo tentei dar o melhor de mim para não ser indelicada, já que o meu melhor cliente, até então, é cadeirante e faz uso de prótese peniana. Sentei no colo dele e coloquei meus seios em sua boca, enquanto alisava seus mamilos e percebia o quanto ele sentia prazer. Não sei há quanto tempo ele não se sentia desejado, mas garanto que por mim ele foi. Já combinamos que ele vai me penetrar no rabinho na próxima vez, já que ele ainda tinha clientes para atender e o nosso horário já estava estourado.

​Na saída, à espera do Uber, falei com o porteiro que precisava urinar e perguntei se podia usar o banheiro da guarita. Assim que entrei, agradeci e disse que o chuparia enquanto ele me via urinar. Deixei claro que eu era GP e que nem iria cobrar; seria um brinde. O negão colocou o pau para fora e eu mandei lindamente. O cara devia ser ejaculador precoce ou estava com medo de alguém aparecer: foi um jato de porra na boca. Engoli tudo, vesti a calcinha, limpei o que caiu no rosto, chupei o dedo e deixei meu número com ele. Caso precisasse relaxar no "pós-trabalho", era só chamar.

​Ele ficou de ligar. O carro já me esperava e voltei para casa relaxada, conversando com uma amiga pelo WhatsApp. Mandei áudios querendo que o motorista ouvisse — um senhor que tinha aproximadamente a idade do meu pai, mas era um "saradão" gostoso. Quando ela respondia por texto, eu lia em voz alta. O motorista olhava o tempo todo pelo retrovisor interno enquanto eu estava de perna aberta (não apareceu nada, ser gorda tem suas vantagens).

​Em casa, tomei banho, deitei e abri uma lata de cerveja, esperando dar a hora, porque à noite teria mais um atendimento.

​Até a próxima!

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