O segredo da minha segunda mãe

Um conto erótico de João Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 1126 palavras
Data: 04/07/2025 14:10:12
Última revisão: 12/03/2026 18:25:52

Sou João Pedro, casado com a Márcia Cristina há cerca de cinco anos. Nosso relacionamento é conturbado; sou ciumento pra caralho e a minha esposa coopera bastante com meus ciúmes. Tenho trinta e cinco anos, sou sedentário e inseguro, porque minha esposa é uma delícia. Sou branco e profissional liberal. Minha esposa, como disse, é uma gata: morena, tem vinte e nove anos e se cuida — o oposto do que eu sou. Reconheço que preciso melhorar.

​A Márcia trabalha em uma agência de modelos como fotógrafa, e não entra na minha cabeça que ela precise tirar fotos de homens nus e seminus. Ouço vários comentários sobre ser o trabalho dela e que já a conheci sendo fotógrafa. Inclusive, já fiz terapia e conversei com "Deus e o mundo"; todos são unânimes em tentar me convencer de que preciso entender que é um trabalho digno e com reconhecimento, já que uma foto bem-feita viraliza e corre o mundo.

​De fato, ela é uma grande profissional. Minha mulher é dedicada e está sempre estudando, buscando mais informações, mas o problema real é a minha aceitação; minha mente não aceita. Já demos um tempo no nosso casamento e conversamos mil vezes. Meus pais até tentam ajudar, mas foi outra pessoa que me trouxe paz, ainda que de forma inusitada.

​Não tive o prazer de conhecer meu sogro, que faleceu há alguns anos. Minha esposa e eu moramos no mesmo prédio que minha sogra para ela não se sentir sozinha; decidimos assim para fazer companhia a ela, já que a Márcia é filha única. Após 48 horas do início de uma viagem de uma semana que ela fez para cobrir um evento como freelancer, fiquei muito ansioso. Minha sogra, então, pediu que eu fosse até a casa dela.

​Acredito que a minha mulher tenha pedido um "help", já que nos damos muito bem. Cheguei à casa dela por volta das 20h, como combinado, e havia uma mesa posta. O jantar era o meu prato predileto, acompanhado de uma garrafa de vinho. Fui recebido com um abraço afetuoso. Jantamos — minha sogra arrebenta na cozinha, não entendo por que não investe na área de culinária. Repeti duas vezes, estava maravilhoso.

​Depois, fomos para a sala conversar. Só de estar com ela, consegui relaxar; parece que a minha mente deu um reset. A sogra, como sempre, estava muito elegante: um vestido florido e um sorriso que deixava tudo perfeito. Ela é uma jovem senhora encantadora. Na sala, eu a usei como "padre": confessei minhas inseguranças, extravasei e cheguei a chorar.

​Ela sentou do meu lado, colocou a taça de vinho na mesa, tirou minha camisa e começou a fazer uma massagem em mim. Aquelas mãos no meu ombro... mãos suaves. Depois de apertar meus trapézios, passou as unhas nas minhas costas. Eu só percebi que a massagem tinha uma segunda intenção quando ela beijou meu pescoço e encostou os seios em mim. Pqp, nesse momento me arrepiei todo.

​Mantive a concentração, não queria imaginar o que já estava imaginando. Ela foi descendo as mãos pelo meu peito e subindo; tudo isso encostada em mim. Era possível sentir os bicos dos seus seios nas minhas costas enquanto ela dava beijos no meu pescoço e no meu ombro. Caralho, como o pau não levanta nessas horas?

​Sem camisa, com os mamilos enrijecidos e a "barraca armada", minha sogra passou a apalpar minha piroca por cima da bermuda, sem dizer uma palavra. Eu estava parado, extasiado, impressionado. Ela enfiou a mão dentro da minha cueca, segurou o meu pau e ficou no vai e vem. Eu me controlava para não gozar, com a respiração muito ofegante. Caramba, a mão dela era macia demais.

​De repente, ela se levantou, bebeu o vinho, entregou-me a taça abastecida e agachou na minha frente. Tirou minha bermuda e continuou me masturbando, desta vez me olhando. Eu lutava para não "estourar o champanhe" antes do tempo. Imagine sua sogra te masturbando... Ela passou a lamber e chupar a cabeça, cuspiu no meu pau e masturbava sem parar. A cabeça do meu pau brilhava. O pior era quando ela acelerava e depois diminuía o ritmo, com o boquete correndo por fora. Segundo ela, era "só uma massagem" para me deixar aliviado. Eu estava louco e certo de que iria me aliviar logo. Nem a minha mulher tinha feito algo assim em todo o tempo de namoro e casamento.

​A sogra perguntou se eu estava gostando. Como responder algo diferente de "sim"? Ela perguntou se eu queria que ela chupasse; eu só conseguia balançar a cabeça positivamente. Minha sogra tinha uma boca de veludo e fazia "garganta profunda" como ninguém. Meu celular vibrou e ela mandou atender. Acredito que ela não queria que eu gozasse logo, e a ligação cortaria um pouco o tesão. Era minha esposa perguntando se eu estava bem.

​Respondi que sim e que estava na casa da mãe dela. Coloquei a ligação no viva-voz e a sogra falava com a filha ao mesmo tempo em que me chupava. Imaginem a covardia: minha sogra dizendo que estava me fazendo companhia e que eu estava muito bem e com saudades, enquanto, ao finalizar a frase, a fdp dava aquela chupada e lambia meu pau.

​Eu ia à lua e voltava. A Márcia pedia para ela cuidar de mim, pois já estava voltando e queria encontrar o esposo "bem cuidado". Nessa hora, minha sogra me deu um beijo grego. Caralho! Vi estrelas, fiquei muito arrepiado. Claro, a sogra não respondeu; coube a mim dizer que estava sendo bem cuidado. Minha esposa disse que talvez voltasse antes do tempo, pois o trabalho estava adiantado, e se despediu. Na luta para responder, ela desligou e eu gozei. Gozei muito, já que estava há alguns dias sem aliviar. Os jatos foram na boca da minha sogra, que manteve o controle do boquete.

​Ela limpou meu piru apenas com a boca, levantou-se, beijou-me, abasteceu nossas taças, sentou na minha frente e perguntou se eu estava relaxado. Guardei o meu piru, sentei-me novamente, peguei a taça de vinho e bebi de uma única vez. Respondi que sim e a parabenizei, dizendo que ela, de fato, era uma excelente massoterapeuta.

​Voltei para casa tonto, não pelo vinho, mas pelo que tinha vivido. Dois dias depois, na volta da minha esposa, ela disse que eu estava diferente. Respondi que minha sogra tinha me ajudado bastante. Minha mulher comemorou e inclusive ligou para a mãe avisando da chegada e agradecendo pela atenção dispensada a mim. Mal sabe ela do que a mãe é capaz.

​Sempre que a Márcia viajava, a sogrinha me "ajudava" e o relacionamento mudou completamente. Inclusive, o ciúme acabou e o estresse sumiu. Agradeço a ajuda da sogra; sem ela, provavelmente estaríamos separados.

​Até a próxima viagem.

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Comentários

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Que delícia de conto, queria ter uma sogra assim para relaxar!!! Da uma lidinha lá nos meus contos, comecei uma série nova está muito boa!!!! Parabéns pelo conto!!!

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