No trabalho, eu era cantada pelo chefe diariamente; um assédio sexual somado a um assédio moral. Mas quem resiste a um chefe gostoso, sarado e novinho? De verdade, eu estava interessada na proposta que ele fez. Sigamos ao conto.
No início, até tentei fugir; desvencilhei-me várias vezes. Precisava do emprego, pois o salário era bem interessante, razão pela qual continuei. Todo dia eu era cortejada de uma forma diferente; até que ele é bem criativo. Antônio José é um homem moreno, alto, safado e solteiro. Pelos corredores da empresa, o que mais se ouvia era a fama de "galinha" que ele tinha, mas, porra, o cara é gostoso e sexy. Na época, ele tinha 32 anos.
Eu sou a Fernanda: branca, seios médios, bunda grande, ppk pequena e cintura fina. Meus olhos são azuis e chamam muita atenção; diariamente sou obrigada a responder, no mínimo três vezes, que não são lentes.
Antônio entrou na minha sala e fez a proposta de sairmos como "cliente". Segundo ele, já que não tinha conseguido nada de graça, queria pagar. Pediu que eu arrumasse uma amiga; o desejo dele seria ver as duas se pegando e, depois, ele entraria na festa com convite. Antes que eu falasse qualquer coisa, ele ofereceu R$ 1.000,00. Perguntei se seria para cada uma; ele saiu da sala respondendo que queria ver a foto da amiga para tomar a decisão do valor.
Conversei com a minha amiga mais gostosa, que curte um job esporádico — palavras dela, kkkk. Expliquei a situação e mostrei a foto do meu chefe. A puta ficou louca: ele quer ficar com duas mulheres, paga bem e teríamos uma boa recompensa. A Suzane é uma mulher espetacular; adora sexo e fica com homem ou mulher numa boa. A doida já mamou estranho na rua por cinquenta reais, imagine me chupar por mil?
Expliquei que ela precisava mandar uma foto pelada. Óbvio que ela mandou e respondeu que esperaria a data e a hora, e ainda disse que eu seria chupada como nunca fui antes. Dei uma gargalhada; ela provavelmente estava certa, já que eu nunca tinha sido chupada por uma mulher. Estava animada pela grana e pela experiência.
O chefe ficou louco com as fotos e já marcou para o dia seguinte. Mandou mil e duzentos reais a mais para o translado. Confesso que não repassei esse extra para a Su, até porque ela iria comigo e não precisava saber. Saímos de casa as duas, "par de jarros" sem combinar: vestido coladinho no corpo, preto, sem calcinha e sem sutiã. Cheirosas, fomos ao encontro. Já no carro, a vadia da Suzane me beijou, alegando que precisávamos esquentar o clima. A safada me beijou passando a mão nos meus seios; o motorista do Uber ficou animadíssimo assistindo pelo retrovisor interno, todo se querendo, mas ficou só na vontade. Não demos confiança para ele.
Chegamos à suíte do hotel. Meu chefe nos recebeu de sunga e whisky na mão. Entrei e apresentei a Suzane, que o beijou na boca, pegou o copo dele e virou. Eu o beijei também e entramos. Ele ofereceu bebida; Su pediu whisky e eu fiquei na água com gás.
Su tirou uma venda da bolsa, veio em minha direção e beijou minha boca novamente. Correspondi alisando seu corpo e apertando sua bunda. Ela me virou, deixando-me de frente para o cliente, que já estava se masturbando. Minha amiga colocou a venda em mim; depois disso, não vi mais nada. Conduzida pela Su, sentei-me em algum lugar e passei a receber beijos nos pés, nas pernas e nas coxas. Meu vestido já estava na barriga. Ouvi a Su dizer que eu era gostosa; ela passou a língua na minha bucetinha. Nessa hora, eu deitei, ficando de pernas abertas e curtindo, pela primeira vez, ser chupada por uma mulher. Percebi que, quando ela parava de chupar, soltava gemidos; não era difícil imaginar que o cliente estava penetrando nela.
Estava muito curiosa, mas estar vendada e receber aquela chupada foi muito excitante. Teve um momento em que a Su parou, mas sentia sua respiração acelerada na minha região. A vadia enfiou dois dedos no meu cu; entendi que estava sendo preparada. O gemido dela aumentava e era notável que estava sendo enrabada. O barulho parecia o de um chinelo batendo; era o chefinho socando nela, fora as frases:
— Me fode com força, viado!
— Me fode, caralho!
De repente, um silêncio, e a voz do cliente: "Vou comer a outra puta".
Virada de bruços, alguém arreganhou minha bunda e enfiou a língua no meu cuzinho. Que linguada maravilhosa! Eu continuava com a venda, sem ver absolutamente nada, sendo bolinada. Não fazia ideia de quem era quem, só sei que a minha amiga continuava a gemer em seu silêncio. Passei a sentir que estava sendo penetrada; aí ficou fácil entender o que acontecia. Nossa, como fui sodomizada pelo meu chefe! O canalha me comeu gostoso; além de galinha, sabia comer uma mulher.
Eu, com o antebraço apoiado na cama, levava madeiradas. Minha amiga passou a enfiar o dedo na minha boca; estava melado. Com certeza a vadia o enfiava na buceta e colocava na minha boca. Eram dois dedos melados; chupei com vontade enquanto era enrabada.
Depois, fiquei de quatro com a minha amiga ao meu lado — sei disso porque ela passou a me beijar. Mantive a venda; a curiosidade gritava, mas eu venci. Acredito que o cliente comeu as duas alternadamente, já que ele dava algumas estocadas e saía. Minha parceira é muito escandalosa; tudo bem que estávamos tomando no cu, mas não havia necessidade de tantos gritos.
Gostei quando ela puxou minha cabeça contra a sua bucetinha. Chupei, lambi; ppk doce, lisinha e cheirosa. O chefinho me comia e aí eu gemi; o pau dele entrou com força. Em nenhum momento ele comeu minha bucetinha; minha grutinha só levou chupadas da Su. Antônio gozou no meu cuzinho; senti os jatos e, claro, ele urrou. Su saiu e, de repente, senti que ela estava chupando meu rabo.
Rebolei involuntariamente; a língua dela estava maravilhosa. Chamei o chefinho, que parou na minha frente, e eu o chupei. Pasmem: tudo isso ainda vendada. De repente, o cliente saiu. Alguns minutos depois, a porta fechou e a Suzane continuou me chupando sem parar. Gozei na boca dela. Ela mandou eu tirar a venda e nos beijamos.
Dei banho nela; ela me ensaboou. Foi gostoso sentir e tocar o corpo dela. Colocamos nossas roupas e voltamos para casa. No Uber, ela tentou me contar como foi, mas pedi para que não dissesse nada; queria ficar com o que imaginei e percebi. Agradeci pela venda. Su estava extasiada com o que vivemos; disse que eu chupo gostoso. Agradeci e disse que era minha primeira vez. Su insistiu no elogio e nos beijamos novamente.
Na segunda-feira, lá estava meu chefe deixando um bilhete na minha mesa: "Amei, foi maravilhoso. Espero que tenha repeteco". Deixei um recado na mesa dele: "Não sei te dizer, até porque não vi nada". Transmiti o recado para a Su pelo WhatsApp, que confirmou que iria ao repeteco.
Su e eu passamos a ter uma amizade colorida após nossa aventura. Ficamos mais íntimas e passamos a ser parceiras no job, por renda extra. Não me sinto bissexual, mas tenho tesão em estar com a minha amiga.
Bjs, até a próxima aventura.
