Caçando voyeur na vila de casas

Um conto erótico de Chelly
Categoria: Grupal
Contém 508 palavras
Data: 09/07/2025 05:57:18
Última revisão: 12/03/2026 18:13:39

Criadora de conteúdo virtual adulto, atendi dois negros em sua casa. Quem me conhece sabe que amo negões: eles são lindos, pirocudos e safados — e eu ainda recebo para isso.

​Sou a Chelly. Tenho um canal adulto com fotos e vídeos; sou gordinha, morena e tenho cara de inocente, mas amo foder e mamar uma piroca cheia de leite. Claro que o canal é uma fonte de renda extra, pois tenho minha profissão e estou me graduando, mas o que eu curto mesmo é o sexo. Como disse — e perdoem a repetição —, amo mamar e gosto de cavalgar. Sou fascinada por sofrer em uma DP (dupla penetração) e curto chupar uma bucetinha enquanto o macho dela me penetra; também atendo casais.

​Mas, como eu dizia, fui atender dois machos e, depois de várias penetradas, eles resolveram que deveríamos transar no quintal. Obviamente, aceitei. Trajando apenas a minha cara de puta, debrucei no muro da varanda. O mais magrinho foi o primeiro; o pobre coitado estava afoito, por pouco não iria brochar. Ele me penetrava enquanto seu amigo me filmava. O safado filmava as casas ao redor, a vizinhança e as pessoas que ainda estavam acordadas. Claro que gemi; foi excitante saber que poderia ser observada. Quem não gosta de ser vista na hora H?

​O magrinho assumiu a função de cameraman e deixou minha bucetinha pronta para o seu amigo que, muito mais ousado e maduro, comeu meu cuzinho. Ele ignorou a ppk, que já estava molhadinha e pronta. Pergunto: como tomar no cu calada? O pau era médio, mas ele socava com força, e o viado que estava filmando exigia caras e brios. Afinal, o vídeo seria postado no meu canal. PQP, o vídeo pode até ser amador, mas tem que ter um pé no teatro; às vezes, a cara não condiz com o que estamos passando. Só Deus sabia o quanto estava sendo difícil.

​O segundo rapaz era um negão que empurrava sem pena. Já na cama, enquanto eu mamava o seu amigo, percebi: ele soca forte, com pauladas secas, sem carinho ou cuidado. A intenção dele é deixar sua marca; ele não dá viagem perdida, e no anal não foi diferente. Mas eu não sou fraca: aguento o rojão onde eles quiserem, sem qualquer objeção.

​Ainda tive que mamar os dois atrás de leite, colhendo os jatos com louvor. Boquinha de veludo, engolindo e fazendo aparecer cada mastro. Deepthroat aqui é dom; olho nos olhos e peço leite na boca sem desperdício. É impossível o boy resistir. O moreno até tentou resistir batendo na minha cara e me chamando de puta, mas percebi que ele gostava de fio terra. Conforme chupava seus ovos, coloquei o dedinho no seu anelzinho — e o dedo foi entrando com facilidade, que fique registrado. Ele foi ficando arrepiado e logo o jato veio no meu focinho.

​Acredito que, dos meus conteúdos — e olha que tenho bastante —, o da praia de nudismo e este que mencionei, fudendo na varanda da vila de casas, foram os mais excitantes.

​Beijos, até a próxima.

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Suzane
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