Levantei às 4h da madrugada, tomei meu pré-treino e fui treinar bem cedo. Após o banho pós-treino e o café da manhã, fui fazer o papel de marido: acompanhei a esposa em um exame periódico. Exame realizado, fomos adquirir um bem para o nosso "ninho" e almoçar com uma grande amiga que não víamos há bastante tempo e que estava visitando a cidade.
O encontro foi no centro da cidade, após combinarmos pelo WhatsApp. Fomos direto para o restaurante, que fica a cerca de quatrocentos metros do nosso ponto de encontro. Ao chegarmos, a recepcionista — uma jovem morena — nos recebeu com um lindo sorriso e explicou que, infelizmente, a vizinhança estava sem energia elétrica. Obviamente ignoramos o aviso; a fome nos consumia e já passava das 13h. Pegamos os pratos e seguimos a fila indiana, cada um servindo sua comida.
Após a pesagem e com a mesa já reservada, fomos colocar o assunto em dia. A amiga não mora mais na cidade e contou tudo o que tem vivido; os diálogos eram o tempero da conversa, além da bebida, que ajuda a harmonizar qualquer ambiente. Conversávamos no escuro, pois as lâmpadas de emergência não iluminavam o local como deveriam. Sorte que o tempo cooperava e não estava calor; a temperatura do Rio de Janeiro não obedece às estações do ano.
Apertado, precisei ir ao banheiro e pedi licença. Quando cheguei, notei que a pia para lavar as mãos ficava do lado de fora e havia algumas velas acesas para iluminar. Entrei; havia mais duas velas acesas no alto, próximo ao basculante. Fui ao mictório, coloquei o "luluzinho" para fora e desprezei a diurese. Como estava muito apertado, demorei um pouco para esvaziar a bexiga.
Assim que terminei, como todo homem, balancei o pau e o guardei nas calças. Nesse momento, ouvi um "psiu". Olhei para trás — ainda bem que não tenho medo de fantasma. Estava tudo escuro e eu não tinha visto ninguém, até que ouvi o chamado novamente. Já pensou? Havia um rapaz me chamando, fazendo sinal com o dedo indicador para que eu entrasse no box com ele.
Não me pergunte por que eu fui; nem pensei, apenas segui em sua direção. Entramos no box e encostei a porta. Ele sentou no vaso, ainda na penumbra. Coloquei o pau para fora e ele, sem qualquer cerimônia, o abocanhou. Que boca quente!
Era um rapaz de baixa estatura, franzino, branco, aparentando ter cerca de 32 anos. Ele tinha uma boca deliciosa; nasceu para chupar uma piroca. Começou a me chupar com volúpia, olhando para mim como se esperasse algo. Eu o observava enquanto meu pau sumia e aparecia em sua boca. Ele chupou minhas bolas, largou o membro e ficou com a boca aberta, esperando a minha gozada.
Não podíamos demorar muito; o restaurante estava cheio, apesar da falta de energia, e eu precisava voltar para a mesa. Masturbei-me olhando para aquela cara de safado e gozei em sua boca. O rapaz segurou meu pau novamente e não deixou cair sequer uma gota.
Guardei o pau já limpo e saí primeiro. Enquanto lavava as mãos na pia, ele veio lavar as dele também. Olhando pelo espelho, ele passou a língua nos lábios, sinalizando que tinha gostado do que engoliu. Respondi com uma piscadela. Voltei para a minha mesa, ele para a dele, e não trocamos contatos.
Já na saída, percebi que ele estava com o companheiro, já que ambos usavam alianças e estavam de mãos dadas. Voltei para casa leve, pensando que, às vezes, a loucura faz bem. Em casa, ainda tive a alegria de ganhar outra mamada, desta vez da esposa. Uma delícia, mas a do estranho foi bem marcante.
Até a próxima loucura.
