Com a clássica desculpa de que iria trabalhar até mais tarde, comentei com a minha esposa que ainda estava no serviço. Como trabalho no sistema de plantonista, disse que iria "dobrar": inventei o falecimento de um ente querido da minha rendição e que não havia ninguém para substituir. Aceitei o suposto plantão, inclusive pelo valor extra que receberia. Claro que ela entendeu; tudo ficou mais fácil porque ela também não estava em casa.
Somos casados há cerca de dez anos e o nosso relacionamento é maravilhoso. Meu amor se chama Silvia, é uma pessoa espetacular; fui presenteado com um ser humano incrível. No entanto, sempre quis sair com uma travesti. Posso dizer que era uma pendência do passado e aproveitei essa desculpa esfarrapada para realizar esse desejo antigo. Apesar de nunca ter conversado com a minha esposa sobre o assunto, penso que ela não entenderia.
Já cheguei a imaginar que ela tivesse percebido algo, embora eu curta e peça beijo grego e fio terra, mas sempre tive o desejo de ser penetrado por uma travesti. Sentir um pau de verdade invadindo o meu rabinho... só de imaginar, fico excitado.
Resolvi, então, que sairia com uma travesti. Queria chupar e ser penetrado; a ideia de ser passivo me fazia fantasiar. Minha curiosidade estava aflorada e a figura da travesti me dá tesão. Rodei de carro pela área onde elas trabalham e vi uma morena de média estatura, linda, com um belo par de seios e coxas grossas. Ela usava um vestido bem transparente e, quando passei observando, ela virou: tinha uma bunda enorme.
Foi quase amor à primeira vista. Parei o carro à frente, liguei o pisca-alerta e a chamei. Ela veio com um sorriso lindo. Cumprimentei-a e perguntei o valor; acertado o preço, fomos sem delongas para o motel mais próximo. Eu estava muito ansioso, meu desejo seria realizado. Como queria estar na posição de passivo, queria sentir um pau me penetrando, queria ser gozado.
Tomei um banho e voltei pelado. Marisa Jackson me esperava na cama de calcinha e sutiã; era muito linda e estava fumando seu beck. Fui até o frigobar, peguei duas cervejas e liguei o som. Dei uma para ela e virei a minha. Ela perguntou se eu estava com sede; peguei outra garrafa e bebi mais devagar. Me aproximei e fui beijando seu corpo, já que o tempo estava passando e, nessas horas, os minutos jogam contra, pois o tempo excedente teria que ser pago.
Tirei sua calcinha, sempre de forma carinhosa, mas com vontade de ficar na posição passiva. Fiquei deslumbrado com a piroca enorme, grossa, na minha cara e cheirosa. Masturbei-a um pouco e, claro, chupei sem qualquer cerimônia. Chupei olhando para ela enquanto ela terminava de fumar o "cigarro do capeta".
Pedi para ela me penetrar, para me comer, pedi para me sentir uma puta. Nessa hora, Marisa deu uns tapas na minha cara e disse:
— Tá falando muito, chupa meu pinto.
Depois, bateu com o pau na minha cara; senti-me a própria puta naquele momento. Fez-me engasgar com o pau na garganta, segurando minha cabeça contra seu mastro, e me colocou para chupar seu cu também. Depois, mandou-me ficar de quatro. Nessa hora eu até sorri, sem saber o que viria depois; a vontade escondia os perigos que eu desconhecia.
A trans colocou a camisinha e me penetrou sem qualquer carinho. A sorte foi que cuspi na mão e passei no meu cuzinho virgem antes do ato. Marisa me pegou com força e, quando entrou, a paulada foi firme. Era o que eu queria: ser enrabado por uma mulher trans.
A dor deu lugar ao prazer. Passei a gemer quando o pau entrava todo; estava em êxtase pela realização da minha fantasia. Sentia o saco dela batendo em mim porque o pau entrava todo; pelo espelho, era possível ver suas caras e bocas, o que assustava.
A safada me pegou em pé também, encostado na parede. Pedi para gozar na minha cara e assim foi feito; eu, agachadinho, esperando o "tiro de porra". Mamei muito aquela piroca e pedi para tirar foto; queria ter um registro para ver, depois, eu mamando uma rola.
Sou hétero, mas sempre gostei de uma piroca. Nunca tinha dado, mas, sempre que podia, mamava meu amigo Carlinhos na "brotheragem". Dormi no hotel depois que o lance terminou e, no outro dia, pude sentir o estrago sofrido: tudo doía em mim. Já em casa, usei a desculpa de que o trabalho na madrugada é puxado e eu já não estava acostumado.
Sentar era quase uma penitência, e ainda tive que fazer o papel de marido, já que a esposa estava em período fértil e desejava ser penetrada. Tudo seguiu como antes. Eu, Marcelo, continuei como o macho viril e ativo em casa, mas, no meu íntimo, amo ser passiva e adoro uma piroca.
Até a próxima loucura.
