Realizando a fantasia

Um conto erótico de Marcelo
Categoria: Gay
Contém 810 palavras
Data: 14/07/2025 00:01:03
Última revisão: 12/03/2026 18:10:58

Com a clássica desculpa de que iria trabalhar até mais tarde, comentei com a minha esposa que ainda estava no serviço. Como trabalho no sistema de plantonista, disse que iria "dobrar": inventei o falecimento de um ente querido da minha rendição e que não havia ninguém para substituir. Aceitei o suposto plantão, inclusive pelo valor extra que receberia. Claro que ela entendeu; tudo ficou mais fácil porque ela também não estava em casa.

​Somos casados há cerca de dez anos e o nosso relacionamento é maravilhoso. Meu amor se chama Silvia, é uma pessoa espetacular; fui presenteado com um ser humano incrível. No entanto, sempre quis sair com uma travesti. Posso dizer que era uma pendência do passado e aproveitei essa desculpa esfarrapada para realizar esse desejo antigo. Apesar de nunca ter conversado com a minha esposa sobre o assunto, penso que ela não entenderia.

​Já cheguei a imaginar que ela tivesse percebido algo, embora eu curta e peça beijo grego e fio terra, mas sempre tive o desejo de ser penetrado por uma travesti. Sentir um pau de verdade invadindo o meu rabinho... só de imaginar, fico excitado.

​Resolvi, então, que sairia com uma travesti. Queria chupar e ser penetrado; a ideia de ser passivo me fazia fantasiar. Minha curiosidade estava aflorada e a figura da travesti me dá tesão. Rodei de carro pela área onde elas trabalham e vi uma morena de média estatura, linda, com um belo par de seios e coxas grossas. Ela usava um vestido bem transparente e, quando passei observando, ela virou: tinha uma bunda enorme.

​Foi quase amor à primeira vista. Parei o carro à frente, liguei o pisca-alerta e a chamei. Ela veio com um sorriso lindo. Cumprimentei-a e perguntei o valor; acertado o preço, fomos sem delongas para o motel mais próximo. Eu estava muito ansioso, meu desejo seria realizado. Como queria estar na posição de passivo, queria sentir um pau me penetrando, queria ser gozado.

​Tomei um banho e voltei pelado. Marisa Jackson me esperava na cama de calcinha e sutiã; era muito linda e estava fumando seu beck. Fui até o frigobar, peguei duas cervejas e liguei o som. Dei uma para ela e virei a minha. Ela perguntou se eu estava com sede; peguei outra garrafa e bebi mais devagar. Me aproximei e fui beijando seu corpo, já que o tempo estava passando e, nessas horas, os minutos jogam contra, pois o tempo excedente teria que ser pago.

​Tirei sua calcinha, sempre de forma carinhosa, mas com vontade de ficar na posição passiva. Fiquei deslumbrado com a piroca enorme, grossa, na minha cara e cheirosa. Masturbei-a um pouco e, claro, chupei sem qualquer cerimônia. Chupei olhando para ela enquanto ela terminava de fumar o "cigarro do capeta".

​Pedi para ela me penetrar, para me comer, pedi para me sentir uma puta. Nessa hora, Marisa deu uns tapas na minha cara e disse:

— Tá falando muito, chupa meu pinto.

​Depois, bateu com o pau na minha cara; senti-me a própria puta naquele momento. Fez-me engasgar com o pau na garganta, segurando minha cabeça contra seu mastro, e me colocou para chupar seu cu também. Depois, mandou-me ficar de quatro. Nessa hora eu até sorri, sem saber o que viria depois; a vontade escondia os perigos que eu desconhecia.

​A trans colocou a camisinha e me penetrou sem qualquer carinho. A sorte foi que cuspi na mão e passei no meu cuzinho virgem antes do ato. Marisa me pegou com força e, quando entrou, a paulada foi firme. Era o que eu queria: ser enrabado por uma mulher trans.

​A dor deu lugar ao prazer. Passei a gemer quando o pau entrava todo; estava em êxtase pela realização da minha fantasia. Sentia o saco dela batendo em mim porque o pau entrava todo; pelo espelho, era possível ver suas caras e bocas, o que assustava.

​A safada me pegou em pé também, encostado na parede. Pedi para gozar na minha cara e assim foi feito; eu, agachadinho, esperando o "tiro de porra". Mamei muito aquela piroca e pedi para tirar foto; queria ter um registro para ver, depois, eu mamando uma rola.

​Sou hétero, mas sempre gostei de uma piroca. Nunca tinha dado, mas, sempre que podia, mamava meu amigo Carlinhos na "brotheragem". Dormi no hotel depois que o lance terminou e, no outro dia, pude sentir o estrago sofrido: tudo doía em mim. Já em casa, usei a desculpa de que o trabalho na madrugada é puxado e eu já não estava acostumado.

​Sentar era quase uma penitência, e ainda tive que fazer o papel de marido, já que a esposa estava em período fértil e desejava ser penetrada. Tudo seguiu como antes. Eu, Marcelo, continuei como o macho viril e ativo em casa, mas, no meu íntimo, amo ser passiva e adoro uma piroca.

​Até a próxima loucura.

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Comentários

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Adorei o seu conto, amo ler contos e trocar fotos e vídes desta luxurias, vamos conversar e trocar algumas fotos, segue o meu email: euamavida2020@gmail.com

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Muito bom espero que tenha outro e com mais suspense e detalhes e conta pra sua mulher acho que ela vai aceitar sim

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Suzane
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