Este relato verídico aconteceu em outubro de 2012. Sou a Márcia; na época, eu era técnica de enfermagem, branca, magra e tinha o peitinho muito pequeno — aliás, meu sonho era colocar prótese, mas Deus compensou na bunda. Tenho 1,60 m e, naquele período, estava trabalhando como uma louca. Meu plantão era de 24 horas direto. Tinha acabado de sair de um relacionamento conturbado e o trabalho me ajudava a esquecer os problemas. Nessa loucura toda, resolvi trabalhar em um hospital psiquiátrico no Centro do Rio de Janeiro.
Eu morava do "outro lado da poça" — para quem não conhece, morava em "Nikity", jeito carinhoso de chamar a cidade de Niterói. Confesso que nunca aprendi direito o caminho para o hospital; sempre me perdia e, de alguma forma, isso era engraçado.
Trabalhava em dois locais e, em Itaboraí, conheci um negro gostoso, alto, também da área da saúde e com um bom papo. Ele não era grosseiro, mas sabia conquistar uma mulher que queria fugir de relacionamentos. O entrosamento rolava como uma engrenagem; tudo transcorria com muita fluidez e celeridade. Geralmente, na madrugada, falávamos pelo Messenger. Já tínhamos nos beijado e saído algumas vezes. O cara tinha pegada, me comia como eu gostava e, como em todo início de relacionamento, as loucuras fluíam com louvor.
Lembro que, em um dia de plantão, conversava com ele quando ele disse: "Estou estacionado na praça em frente ao quartel da PM, te esperando", sem qualquer combinação prévia. Esse quartel fica ao lado do hospital. Eu já tinha jantado e era uma sexta-feira; o local tem vários bares, é uma zona boêmia. Inventei uma história sem pé nem cabeça, tirei o jaleco e saí, toda de branco, à procura do veículo. Ele foi mais rápido e piscou o farol para eu o visse.
Entrei no carro perguntando se ele era maluco. A resposta foi positiva, e o cafajeste ainda endossou a frase dizendo que eu "tinha experiência com maluco". Rimos, nos beijamos e perguntei por que ele estava ali tão tarde. Mais uma vez, ele foi galanteador, dizendo que não conseguiria dormir sem me beijar e que qualquer esforço valia a pena por um beijo.
E o beijo foi o start. O clima esquentou logo depois. Quem resistiria ao galanteio de um negão após um dia estressante, cercada por vários loucos amontoados, tendo que cuidar e se proteger para não ser agredida? Enquanto alguns colegas "deitavam" (fugiam do trabalho), eu também aprendi e fugi, kkkkkk.
A mão boba foi tomando conta do momento. Aproveitei para alisar e apertar o pau dele; precisava retribuir, já que as mãos dele acalentavam e apertavam meus mamilos. Passamos para o banco de trás em concordância mútua, pois na frente não estava confortável. Eu, magrinha, passei por dentro do carro mesmo. Ele, na cara dura — e com a piroca para fora —, foi para trás também. Sem qualquer cerimônia, disse que queria me comer ali mesmo. Você acha que eu fiz alguma objeção?
A resposta é NÃO. Com o vidro insulfilmado, arriei a calça e fiquei de ladinho, virada para a porta. Ele estava de bermuda, sem cueca, e veio na intenção. Puxou a calcinha para o lado e foi direto no meu cuzinho. Abro aqui um parêntese: ele sabia que eu gosto de anal, razão pela qual foi direto na "porta de trás". Esse, inclusive, foi o motivo do término do meu relacionamento anterior: o ex não gostava de comer meu rabo e discutíamos por isso. Graças a Deus, esse negão gosta, e muito.
Transamos dentro do carro. O para-brisa embaçou e o carro balançava; minhas mãos se apoiavam na porta por conta do vai e vem. Sinceramente, esqueci completamente onde estávamos — praticamente na calçada de um quartel da PM. Ele socava no meu cu e perguntava se não tinha valer a pena a "pausa para o café", e eu só concordava. Aquele pau entrando e saindo, e ele me chamando de delícia, louca e safada. Quem não gosta de ouvir safadeza na "hora H"?
Ele gozou no meu cuzinho; pedia para gozar bem no fundo, e eu senti os jatos de esperma invadindo meu reto enquanto ele urrava no meu ouvido. Com o rosto virado para trás, nos beijamos. Quando ele tirou o pau, ainda duro, do meu rabo, subiu um odor de fezes. Ele percebeu que sujou bastante a piroca. Eu fiquei com vergonha, mas ele nem ligou para a situação. Pegou uma camisa que estava no carro e tirou o excesso; com a outra parte da camisa branca, limpou meu anel, de onde saía o esperma misturado com fezes.
Ele saiu do carro quando avistou uma pizzaria aberta e me chamou para comer, pois estava com fome. Já haviam se passado mais de sessenta minutos desde que eu fugira do trabalho, mas continuei na loucura e fui comer a pizza. Ele foi ao banheiro enquanto a iguaria era assada e lavou o pau com sabonete líquido. Contou-me tudo isso quando voltou à mesa, me beijando e sussurrando no meu ouvido. Meu cu "piscava". O cara tem uma voz grave e meu rabinho guloso queria mais; porém, em contrapartida, ele ardia e estava doído pra caralho.
A camisa branca foi jogada no lixo, toda suja. A vergonha de ter "passado o cheque" (como dizem as bonecas) eu já tinha trocado por boas gargalhadas. A pizza estava uma delícia. Minha chefe ligou, já ciente de que eu estava transando — também, pudera, o tempo que fiquei fora não podia significar outra coisa. Eu só sabia rir quando ela disse que eu "deveria estar debaixo de um macho"; só faltou ela dizer os números da Mega-Sena, de tanto que acertou em cheio.
Voltei para o trabalho rindo muito. Ele voltou para casa e, no dia seguinte, veio me buscar na saída do plantão, até porque iríamos dormir juntos e depois seguir para o outro emprego onde labutávamos juntos. Lembro-me disso porque recentemente recebi uma foto da praça mencionada, um print do Google Street View, e ele perguntou:
— Lembra de onde é esse local?
A lembrança veio a jato, e inclusive meu rabo piscou novamente, kkkkkkk.
Loucura faz bem à alma. Até a próxima! Beijos e abraços.
