Trabalhando com loucos, fiz loucura

Um conto erótico de Márcia
Categoria: Heterossexual
Contém 1025 palavras
Data: 02/07/2025 09:20:03
Última revisão: 12/03/2026 18:28:56

Este relato verídico aconteceu em outubro de 2012. Sou a Márcia; na época, eu era técnica de enfermagem, branca, magra e tinha o peitinho muito pequeno — aliás, meu sonho era colocar prótese, mas Deus compensou na bunda. Tenho 1,60 m e, naquele período, estava trabalhando como uma louca. Meu plantão era de 24 horas direto. Tinha acabado de sair de um relacionamento conturbado e o trabalho me ajudava a esquecer os problemas. Nessa loucura toda, resolvi trabalhar em um hospital psiquiátrico no Centro do Rio de Janeiro.

​Eu morava do "outro lado da poça" — para quem não conhece, morava em "Nikity", jeito carinhoso de chamar a cidade de Niterói. Confesso que nunca aprendi direito o caminho para o hospital; sempre me perdia e, de alguma forma, isso era engraçado.

​Trabalhava em dois locais e, em Itaboraí, conheci um negro gostoso, alto, também da área da saúde e com um bom papo. Ele não era grosseiro, mas sabia conquistar uma mulher que queria fugir de relacionamentos. O entrosamento rolava como uma engrenagem; tudo transcorria com muita fluidez e celeridade. Geralmente, na madrugada, falávamos pelo Messenger. Já tínhamos nos beijado e saído algumas vezes. O cara tinha pegada, me comia como eu gostava e, como em todo início de relacionamento, as loucuras fluíam com louvor.

​Lembro que, em um dia de plantão, conversava com ele quando ele disse: "Estou estacionado na praça em frente ao quartel da PM, te esperando", sem qualquer combinação prévia. Esse quartel fica ao lado do hospital. Eu já tinha jantado e era uma sexta-feira; o local tem vários bares, é uma zona boêmia. Inventei uma história sem pé nem cabeça, tirei o jaleco e saí, toda de branco, à procura do veículo. Ele foi mais rápido e piscou o farol para eu o visse.

​Entrei no carro perguntando se ele era maluco. A resposta foi positiva, e o cafajeste ainda endossou a frase dizendo que eu "tinha experiência com maluco". Rimos, nos beijamos e perguntei por que ele estava ali tão tarde. Mais uma vez, ele foi galanteador, dizendo que não conseguiria dormir sem me beijar e que qualquer esforço valia a pena por um beijo.

​E o beijo foi o start. O clima esquentou logo depois. Quem resistiria ao galanteio de um negão após um dia estressante, cercada por vários loucos amontoados, tendo que cuidar e se proteger para não ser agredida? Enquanto alguns colegas "deitavam" (fugiam do trabalho), eu também aprendi e fugi, kkkkkk.

​A mão boba foi tomando conta do momento. Aproveitei para alisar e apertar o pau dele; precisava retribuir, já que as mãos dele acalentavam e apertavam meus mamilos. Passamos para o banco de trás em concordância mútua, pois na frente não estava confortável. Eu, magrinha, passei por dentro do carro mesmo. Ele, na cara dura — e com a piroca para fora —, foi para trás também. Sem qualquer cerimônia, disse que queria me comer ali mesmo. Você acha que eu fiz alguma objeção?

​A resposta é NÃO. Com o vidro insulfilmado, arriei a calça e fiquei de ladinho, virada para a porta. Ele estava de bermuda, sem cueca, e veio na intenção. Puxou a calcinha para o lado e foi direto no meu cuzinho. Abro aqui um parêntese: ele sabia que eu gosto de anal, razão pela qual foi direto na "porta de trás". Esse, inclusive, foi o motivo do término do meu relacionamento anterior: o ex não gostava de comer meu rabo e discutíamos por isso. Graças a Deus, esse negão gosta, e muito.

​Transamos dentro do carro. O para-brisa embaçou e o carro balançava; minhas mãos se apoiavam na porta por conta do vai e vem. Sinceramente, esqueci completamente onde estávamos — praticamente na calçada de um quartel da PM. Ele socava no meu cu e perguntava se não tinha valer a pena a "pausa para o café", e eu só concordava. Aquele pau entrando e saindo, e ele me chamando de delícia, louca e safada. Quem não gosta de ouvir safadeza na "hora H"?

​Ele gozou no meu cuzinho; pedia para gozar bem no fundo, e eu senti os jatos de esperma invadindo meu reto enquanto ele urrava no meu ouvido. Com o rosto virado para trás, nos beijamos. Quando ele tirou o pau, ainda duro, do meu rabo, subiu um odor de fezes. Ele percebeu que sujou bastante a piroca. Eu fiquei com vergonha, mas ele nem ligou para a situação. Pegou uma camisa que estava no carro e tirou o excesso; com a outra parte da camisa branca, limpou meu anel, de onde saía o esperma misturado com fezes.

​Ele saiu do carro quando avistou uma pizzaria aberta e me chamou para comer, pois estava com fome. Já haviam se passado mais de sessenta minutos desde que eu fugira do trabalho, mas continuei na loucura e fui comer a pizza. Ele foi ao banheiro enquanto a iguaria era assada e lavou o pau com sabonete líquido. Contou-me tudo isso quando voltou à mesa, me beijando e sussurrando no meu ouvido. Meu cu "piscava". O cara tem uma voz grave e meu rabinho guloso queria mais; porém, em contrapartida, ele ardia e estava doído pra caralho.

​A camisa branca foi jogada no lixo, toda suja. A vergonha de ter "passado o cheque" (como dizem as bonecas) eu já tinha trocado por boas gargalhadas. A pizza estava uma delícia. Minha chefe ligou, já ciente de que eu estava transando — também, pudera, o tempo que fiquei fora não podia significar outra coisa. Eu só sabia rir quando ela disse que eu "deveria estar debaixo de um macho"; só faltou ela dizer os números da Mega-Sena, de tanto que acertou em cheio.

​Voltei para o trabalho rindo muito. Ele voltou para casa e, no dia seguinte, veio me buscar na saída do plantão, até porque iríamos dormir juntos e depois seguir para o outro emprego onde labutávamos juntos. Lembro-me disso porque recentemente recebi uma foto da praça mencionada, um print do Google Street View, e ele perguntou:

— Lembra de onde é esse local?

A lembrança veio a jato, e inclusive meu rabo piscou novamente, kkkkkkk.

​Loucura faz bem à alma. Até a próxima! Beijos e abraços.

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