Engravidei sem qualquer planejamento. Após o susto, o amor se torna incondicional pelo fruto que vai crescendo a cada mês nas minhas entranhas. E, junto, vieram as surpresas: algumas sabidas, outras completamente desconhecidas por mim.
Cito uma. Eu, no transporte público, seguindo para o trabalho, barriga de seis meses, sento ao lado de uma mulher e esbarro na sua garrafa de água, que cai. Eu comento que ainda bem que não estava aberta, porque teria molhado tudo. A mulher disse que é verdade e continuou dizendo que ela, sim, tinha ficado molhada desde quando me viu. E seguiu me cantando até o seu ponto de descida.
Outra surpresa, bem gostosa essa: meu colega de trabalho diz ter sonhado comigo. No sonho, ele me comia grávida. E não foi uma única vez, mas algumas. Assim como a mulher do ônibus disse que eu estou sexy e linda e que adoraria ter uma oportunidade. A mim resta agradecer, e recebo de boa a informação do sonho. Acordo me sentindo gorda e sem qualquer atração, mas o desejo está diante dos olhos de quem quer consumir.
Diariamente, sem exagero, todos os dias, sou xavecada por dois cafajestes. O primeiro é um negão gostoso que me cumprimenta com “bom dia, puta prenha” e envia áudios detalhando o que quer fazer comigo.
Já o segundo dispensa apresentação: é o meu ex. O cara simplesmente me fazia gozar só no áudio. Fizemos inúmeras loucuras. Seria perfeito transar com ele grávida, mas tem um defeito: não entende o momento. Me quer só para ele, e como casal não dá certo.
Correndo por fora tem o tesão que não passa. Meu marido, o Paulo, trabalha embarcado. Fica vinte dias fora, embarcado, e quando está em terra o FDP não me come, com medo de machucar o bebê. E quando não broxa — exatamente, não broxou — pede desculpas.
Eu só quero aproveitar o momento e registrar tapas na cara, puxões de cabelo, querendo ficar marcada, tomar no cu com força, mas meu esposo pisa em ovos.
Me chamo Suzane. Sou morena, estou com dois peitões e a minha bucetinha não aguenta mais dedadas. A bichinha quer pau, quer ser penetrada, invadida. Foi assistindo filme adulto do gênero gestante que tive a ideia de contratar um garoto de programa.
Após a partida do meu esposo para a plataforma, sem resolver meu problema, sabendo que seriam vinte dias de masturbação, apelei e deixei o meu tesão falar mais alto. Entrei em um site de GP e, após várias pesquisas, achei o Willian. Um verdadeiro deus. O cara é alto, branco, cabelos pretos lisos. O enviado do inimigo tem um corpo bem definido.
Mandei mensagem e ele respondeu imediatamente. Fechamos o valor e a data. Tive que pagar um valor a mais, já que seria a domicílio, mesmo ele morando próximo a mim. Aceitei. Quem pagou foi o Paulinho, com o dinheiro que ele manda para eu viver enquanto está fora. É para a mulher dele, então foda-se: gastei com prazer, e põe prazer.
No dia marcado e no horário, além de gostoso, ele é pontual. Ao abrir o portão, ele tomou um susto, porque eu não tinha dito que estava gestante. Perguntei se tinha alguma objeção. Ele disse que não, mas ficou surpreso. Seria a primeira vez. Eu comemorei, já que seria a primeira gestante que ele atendia.
Entramos. Ofereci algo para beber. Ele aceitou água. Fui buscar na cozinha. Quando voltei para a sala, quase dei um treco: ele estava só de cueca branca, o pau marcando, me esperando em pé, com as mãos para trás, em posição de descanso, como se vê nos militares.
Entreguei a água e já desci a mão pelo corpo dele. Eu estava só de vestido florido, sem calcinha. Nem demorei. Amassei bastante o quibe, como diz uma amiga. Apalpei, alisei e apertei o pau dele com força. Já fui puxando. Sentei no sofá — agachar não iria dar certo — e coloquei o pau para fora. Cabeça rosada, grande, parecia um cogumelo.
Coloquei na boca e já fui beijando e chupando ao mesmo tempo. O Willian terminou a água olhando para baixo, e eu olhando nos seus olhos. Ele fazia caras e bocas. Se eram falsas, que se foda. Eu estava amando aquele pau — por sinal, maior que o do meu esposo.
Chupei bastante e pedi para ele me chupar também. Ele colocou o copo na mesa e já levantou meu vestido. Eu só deitei para trás e ajeitei o corpo, arreganhada na posição de fazer exame ginecológico. O Willian tinha outra qualidade: sabia chupar uma buceta como ninguém.
Sem pedir, ele já foi usando os dedinhos. Não teve um buraco que não sentiu as suas dedadas, inclusive a minha boca. Chupei seus dedos enquanto era chupada.
Ele pensou que ia me comer no sofá. Na hora eu disse:
— Não.
Fomos para a varanda. Onde resido tem mais três casas no terreno e os muros são altos, trazendo privacidade. Eu queria dar na varanda, tendo o céu como testemunha. O dia estava lindo. O sol não estava tão escaldante.
Já que o marido estava pagando sem saber, não iria deixar de realizar meu desejo de transar naquele espaço que eu desejava desde o primeiro dia em que entrei na casa. O corno fica com medinho, ele que lute.
Pedi para o Willian pegar o banco estilo namoradeira acolchoado que tenho na sala. Indiquei o local onde iria ficar. Subi na posição de quatro e pedi para chupar meu cu e colocar nele depois de bem babado.
Afinal, o Paulo só come a bucetinha. Deixa para ele. Eu só queria ser tratada como puta. Comentei tudo isso para o rapaz, que respondeu com a frase:
— Deixa comigo.
Meu cu foi chupado com maestria. Eu senti a língua entrar. Mantendo a posição de quatro, o rapaz arreganhava meu rabo e atendia meu desejo. Caralho, como amei sentir a língua quente no meu rabo. A buceta estava molhada, mas não quis nela.
O rapaz percebeu que eu estava pronta, acredito que por conta dos gemidos e arrepios que meu corpo expressava. De repente ele ficou em pé, colocou a camisinha e colocou o pau na entrada do meu rabo.
E foi empurrando. Eu puxando com uma mão de um lado da nádega, ele do outro, e conduzia com a mão direita o pau no buraco.
Eu pedindo:
— Fode meu cu, FDP. Fode com força, caralho.
Já estava alisando meus seios, mamilos arrepiados. O pau já estava dentro. Eu continuava pedindo que enfiasse com força na socada. Xingava o rapaz de viado, fraco, até de soca-fofo o chamei.
Quanto mais você xinga um homem com xingamentos depreciativos no sexo, o cara fica louco — a não ser que o pilantra goste.
Willian segurou meus cabelos e passou a me xingar enquanto dava socadas secas. Eu pedia mais. Ele maltratando meu rabinho, eu pedindo e gemendo, até que gozei e me mantive na posição.
Willian disse que ia gozar na minha cara. Eu virei. Ele tirou a camisinha e jogou esperma quente no meu focinho. O bichinho urrava alto. Segurei seu pau e lambi seu esperma.
Fui até a cozinha. Tinha esperma no cabelo, no vestido. Bebi água na boca da garrafa mesmo e coloquei de volta na geladeira. Fazia calor.
Ele perguntou se podia fumar. Autorizei, é claro. Depois da pausa de dez minutos, fui para o meu quarto. Queria na cama também. Não foi muito diferente a pegada, mas para mim foi marcante, já que era na minha cama.
Apanhei muito na cara, gozei muito e ainda atendi a ligação do Paulo sentada no colo do Willian.
Willian foi embora. Eu dormi porque estava cansada.
À noite, o Paulo ligou novamente e eu disse que tinha realizado um desejo de grávida. O corno perguntou o que era. Disse que tinha ido ao shopping, gastado dinheiro com roupa para o bebê e tinha comido algumas coisas gostosas. Ele me mandou mais dinheiro.
Dormi toda arrebentada, mas feliz e realizada.
Afinal, gestante tem desejos — e é preciso que sejam realizados.
Bjs, até a próxima.
