Aproveito este espaço para contar o flagrante que dei no trabalho. Confesso que não esperava presenciar algo tão marcante e envolvente. Aconteceu no meio do expediente; jamais imaginei que poderia ocorrer, até pelas circunstâncias, mas o ser humano sempre consegue surpreender.
Sou o Jovino, técnico de enfermagem. Trabalho em um hospital no centro da minha cidade e já estou neste emprego há cinco anos. Atuo na área mais "light" — refiro-me ao setor onde, nos quartos, os pacientes já estão bem próximos de receber a tão sonhada alta.
Meu plantão é na escala 12x36, mas, sempre que posso, faço um esquema de troca de plantão para fazer 24h (claro que com a anuência da chefia). Assim, consigo passar mais tempo com o maridão em casa. No dia do episódio, era nosso aniversário de namoro e eu estava pensando no que faria quando chegasse em casa com meu "boy".
Em meio aos pensamentos, eu tinha uma lista de obrigações: medicações e rotinas; o trabalho estava bombando. Entrei no quarto e confesso que não anunciei minha entrada, até porque já havia estado lá antes para o banho e a medicação. O acompanhante era o esposo da paciente: um senhor alto, moreno, grisalho, de aproximadamente cinquenta anos. Ele estava em pé, e a paciente, a senhora Paula, estava sentada à beira do leito, de costas para a entrada, praticando sexo oral nele sem qualquer cerimônia.
Tomei um susto e fiquei paralisado por uns trinta segundos. Saí do quarto sem graça, até porque eles simplesmente me ignoraram. Fechei a porta e não comentei com ninguém. Voltei depois de meia hora para cumprir minhas tarefas; o acompanhante já não estava mais. Eu não toquei no assunto, mas a paciente pediu desculpas e disse que precisava "aliviar" o esposo. Comentei que não vi nada e que, mais tarde, iria aliviar o meu esposo em casa também. Rimos e o assunto morreu ali.
Em casa, conversando com meu marido após o banho, disse que o dia tinha sido bem "elétrico". Ele, curioso, quis saber os detalhes enquanto preparava o nosso jantar. Contei o que presenciei. Ele ficou curiosíssimo, querendo detalhes, e eu respondi que apenas vi a cena e saí.
Meu esposo é muito safado. Colocou o jantar no prato e disse que, na cama, queria reproduzir a cena, já que o dia merecia algo marcante. Dei uma gargalhada inesperada enquanto bebia o vinho que acompanhava a janta, concordei com a cabeça e o sorriso estampou meu rosto.
Após o jantar, já na nossa alcova, meu esposo sentou na cama e eu pedi para ele ficar de costas para a porta, continuando o que estávamos fazendo independentemente de qualquer ruído. A cena do flagrante estava na minha cabeça; eu, de olhos fechados, curtindo o momento. Quase gozei sem que houvesse o barulho da porta abrindo, então me controlei e bati o pé no chão para simular o som. Ele se assustou, mas pedi para continuar — era a "porta abrindo". Tive que improvisar, já que não havia uma terceira pessoa. Ele parou, olhou para mim e disse:
— Não seria uma má ideia...
Referia-se a uma terceira pessoa entre nós, assunto que ele sempre toca.
Ele voltou ao que estava fazendo e eu pedi para ele focar, pois estava quase lá. Ele manteve o ritmo e pediu: "Quero leite, marido...". É impossível se controlar com alguém pedindo assim. Gozei!
Depois, ficamos de quatro na cama. Ele, em pé na beira, começou a me provocar. Senti cada movimento, relaxando e aproveitando o momento. A nossa comunicação era pelo reflexo do espelho; eu pedia para ele não parar. De repente, ele saiu do quarto. Eu continuei na posição, chamando por ele, até que ele voltou trajando o meu jaleco 🥼 e disse:
— Vou cuidar de você hoje, vai tomar uma injeção.
O tesão dobrou. Eu ali, com meu macho de jaleco. Saí da posição inicial e sentei no colo dele, de costas. Como usávamos o espelho, ele passou a me masturbar e eu não resisti, gozei pela segunda vez. Eu estava muito excitado com aquela cena. Fiquei em outra posição na poltrona do quarto e pedi para ele finalizar dentro de mim.
Meu corpo ia ao encontro do dele, ele alisava meus mamilos enquanto eu me masturbava, sentindo o ápice do momento. Nos beijamos, trocamos juras de amor e fomos tomar banho juntos. No chuveiro, ainda namoramos mais um pouco e, na cama, dormimos de conchinha.
No dia seguinte, durante o café da manhã, relembramos o momento íntimo com o jaleco. Foi engraçado; ele disse que a ideia simplesmente veio e ele aderiu. Assim que tiver outra loucura, trarei aqui. Até a próxima!
