Quase engasguei na boda de algodão

Um conto erótico de Cassia
Categoria: Heterossexual
Contém 568 palavras
Data: 03/08/2025 00:48:24
Última revisão: 12/03/2026 17:54:52

Chegou a véspera da tão sonhada data de aniversário do meu casamento. Tudo fluía muito bem e como o esperado, apesar do ponto negativo: tínhamos acabado de chegar do trabalho. Foi um plantão noturno muito agitado e não conseguimos descansar como deveríamos. Nossos corpos não respondem cem por cento ao que se almeja para uma data comemorativa tão marcante e esperada — afinal, celebramos nossas Bodas de Algodão. Já estamos juntos há mais tempo, mas oficialmente são dois anos.

​Enquanto ele foi à caça do vinho para o nosso almoço e jantar, eu preparava um "papa" maravilhoso. Penso que não seja necessário descrever o menu, mas estava perfeito, e o vinho combinou com tudo — como sempre combina.

​À noite, tivemos preliminares dos deuses. Eu adoro mamá-lo e ele gosta de gozar na minha boca; uma combinação que tem sido perfeita desde a primeira vez que o acordei fazendo um boquete. Lembro que estava na casa dele, ainda éramos solteiros, e ele dormia nu. Acordei para ir ao banheiro e, quando voltei para a cama, lá estava ele com a piroca enorme. Dizem que os homens têm ereções noturnas; a mim, cabia a tarefa de baixá-la. Aceitei o desafio de fazer isso sem acordá-lo e usei a boca, que é uma enorme aliada nessas horas.

​Daquele dia em diante, não perdia uma oportunidade. Inclusive, já fiz a "trozoba" dele crescer na minha boca enquanto ele estava no sono dos justos. Na verdade, ele acabava acordando, mas aí são outros quinhentos; o prazeroso era amansar a jeba, vê-la crescer e depois fazer o pau dormir de novo.

​É IM-PRES-SI-O-NAN-TE como os homens adoram forçar nossa cabeça contra a piroca, como se fosse algo fácil de engolir. Por três vezes eu quase vomitei na cama e lágrimas desceram pelos meus olhos. Caralho — e põe caralho nisso! A do meu negão é grossa e grande. Sou a Cássia, uma jovem senhora pequena, branca, de olhos claros e bundinha proporcional ao corpo. Mas, como diz o ditado popular: "Se Deus fez, é porque cabe". Tenho provado isso sempre que meu bumbum é penetrado. Eu represento, não sou fraca; mamãe me fez forte.

​Levei uma gozada gostosa na boca antes de dormir e deitamos. De madrugada, sinto a mão dele passando pelo meu corpo, dedos entrando e saindo da minha bucetinha e beijos na nuca — até a alma arrepia nessa hora. O negão, meu macho, já estava atrás de mim roçando seu mastro teso.

​Foi aí que, de fato, começaram as comemorações. Levei uma chupada na buceta de ver estrelas e fui penetrada de todas as formas. Mas o "parabéns" cantado no ouvido, com a letra adaptada para nós, enquanto eu era penetrada no cuzinho com força... aquilo foi inesquecível. Não tive nem tempo de pedir para ir devagar, já que a cantoria de parabéns é algo vibrante, contagiante e alegre. E foi isso: meu cu foi o centro da comemoração.

​No banho, ainda tive que chupá-lo para saber se o meu piru estava asseado. Já na cama novamente, de conchinha, senti o pau tocando na minha bunda. Fiquei com medo de ser penetrada novamente, pois meu anelzinho estava ardendo muito, mas, graças a Deus, ele dormiu de novo.

​Pela manhã houve mais comemorações, agora só no oral, além das felicitações dos amigos nas redes sociais. Mas não nego que gostei de ter o cu como "bolo" para o parabéns, kkkkk!

​Até as próximas bodas!

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