No escurinho do cinema

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 1122 palavras
Data: 27/08/2025 04:53:35
Última revisão: 12/03/2026 17:45:44

Trabalhando em um plantão agitado, entre idas e vindas, eu estava ansioso para estar com minha esposa. Estressado e muito cansado, parecia que a hora não passava. Aproveito o momento da pausa no meu canto, após o jantar, e ligo para minha esposa, Viviane — uma linda mulher, magra, ruiva, de belo corpo, seios médios e bunda empinadinha. Ela se apresenta na tela do celular em uma chamada de vídeo, dançando sobre saltos altos e usando apenas uma calcinha fio-dental preta que realça suas curvas; deixando-se conduzir pelo embalo da música envolvente, equilibrava o líquido em uma taça fina de espumante.

​Minha mulher estava tão envolvente que, enquanto dançava, dizia que estava com saudades; olhava para a câmera e afirmava que faltava eu para o momento ficar completo. Sugeri que fizéssemos algo no dia seguinte, quando eu retornasse para casa, e ela, de imediato, disse que algo mais marcante e desejoso iria rolar.

​Não costumo ser ansioso, mas estava contando as horas. O esgotamento físico perdeu espaço para a minha vontade de estar com ela, e nada podia ser um empecilho. Consumi três latas de energético até o horário marcado. Lá fui eu, sendo levado para onde não sabia; só sei que algo gostoso e prazeroso iria acontecer, enquanto eu controlava as perguntas para não estragar a surpresa.

​No shopping, fomos para a área do cinema. Lembrei-me do período de namoro, lá se vão seis anos; ela tinha comentado sobre essa fantasia de namorar no escurinho da sala de projeção. Com a lembrança em mente, comprei a bebida e a pipoca. Na volta, ela estava com um sorriso no rosto e perguntou se eu tinha gostado; apenas disse em seu ouvido que iria gozar na sua boca.

​Sentamos bem no fundo, no canto da parede. Sorte a nossa que o cinema, em dia de semana, fica bem vazio — o preço da pipoca ajuda a afastar os clientes — e a nossa intenção de praticar nossa loucura juvenil estava dando certo. Após algumas propagandas e apresentações de medidas de segurança, começou o filme e a "mão boba" também.

​Vivi estava de vestido, sem calcinha. Minha mão começou alisando sua coxa e foi subindo até a bucetinha gostosa, cheirosa, macia e depiladinha. Logo o dedo já tropeçava, propositalmente, no clitóris de tamanho médio. Minha mão passava pela área erógena do meu amor e o dedo, sem qualquer delonga, esfregava o clitóris. Os primeiros resultados positivos vinham através dos arrepios que surgiam na sua pele. A voz dela já estava mais melosa no meu ouvido, com a ordem para eu não parar. Eu olhava para a frente, compenetrado na cena do telão, enquanto os dedos atuavam como um pianista consagrado, sem errar uma nota. As pernas da Vivi tremiam, e as ordens passaram a ser: "me fode", "me leva para casa", "quero ser penetrada".

​Meu dedo já não só tropeçava no clitóris, como já escorregava na secreção viscosa que a grutinha da Vivi expelia. Eu aproveitava e não desperdiçava nada, chupando o dedo. Que cheiro gostoso! A boca do meu amor balbuciava palavras; seus seios estavam enrijecidos, marcando o vestido florido, e ela já apertava os mamilos como se fosse arrancá-los.

​Perguntei se ela achava certo me provocar enquanto eu estava trabalhando e, nisso, passei a enfiar dois dedos nela, começando o vai e vem. Eu controlava os gemidos dela com pedidos ao pé do ouvido para que não gemesse alto; independentemente de o cinema estar vazio, alguém poderia perceber. Em contrapartida, mantinha a pergunta:

— É certo me provocar no trabalho?

​Ela, encarecidamente, pediu para chupar meu pau. O momento da loucura não poderia ser interrompido pelo meu receio ou pudor. Prontamente abri a braguilha e coloquei a cabeça para fora, que foi abocanhada com muita volúpia. Pelo movimento e ritmo, era certo que ela seria recompensada com o prêmio: a minha gozada prometida quando comprei a pipoca.

​Eu não estava entendendo nada do filme; fechava meus olhos por alguns instantes e apenas curtia a boca quente e macia do meu amor no vai e vem. Estava há alguns dias sem sexo ou masturbação; a vontade de gozar era enorme. Viviane não perdeu o fôlego até que o êxito veio e eu gozei na sua boca.

​Penso que a pior coisa é ter que se conter por conta de terceiros. Eu queria gemer e gritar, mas me contive mordendo a mão. Ela já tinha engolido todo o meu jato; estava no momento da "limpeza", lambendo a cabeça e o corpo da minha pica, que não diminuía. Houve um instante em que ela parou, olhou-me e perguntou se continuaríamos ali ou iríamos para outro lugar.

​Antes de respondê-la, passei a mão na sua genitália e a umidade estava evidente. Lambi meus dedos novamente e voltamos para casa, deixando o pacote de pipoca e o refrigerante para trás. Meu amor estava muito quente e vermelha; ela exteriorizava sexo no olhar. No carro de aplicativo que nos levava, ela me beijava com tal avidez que acabou "pagando peitinho". Eu a avisava que ela estava ficando desnuda, e o motorista não disfarçava, olhando pelo retrovisor, já que o vestido subia e ela estava sem calcinha. Não duvido que tenha aparecido tudo, porque ela queria sentar no meu colo e, a todo momento, falava no meu ouvido enquanto a mão apalpava meu pau.

​O motorista dividia a atenção entre a direção e o retrovisor. Chegando em casa, como eu já imaginava, ao sair do carro, parte do vestido estava fora do lugar, deixando a bunda branca do meu mozão à mostra. O coitado do motorista soltou um assobio — com certeza saiu no automático, devia estar excitado vendo e ouvindo as safadezas da Vivi. Ela entrou portão adentro, me esperando na varanda. Agradeci o serviço do rapaz e entrei fechando o portão.

​Assim que virei para ela, a mulher tirou o vestido e passou a se masturbar. Eu fui em sua direção e ela me chamava, dizendo que queria gozar quicando no meu pau. Sentei na cadeira de vime que adornava o ambiente e ela sentou de frente, com as pernas abertas sobre meu membro, que já a esperava animado. Ela rebolou, mexeu e esfregou os seios na minha boca. Aproveitei e enfiei dois dedos no cu dela, que começou a gemer e dizer que ia gozar. Ela estava me usando como um touro mecânico; a forma como pulava era tão intensa que cheguei a me preocupar com algum trauma físico. Nunca tinha sido assim, tão forte.

​Após a gozada, entramos em casa nus, deixando as roupas abandonadas na varanda. Abrimos uma garrafa de espumante, já que a noite estava apenas começando. Com certeza foi o nosso melhor momento íntimo. Ficou marcado, e eu já quero repetir a loucura.

​Beijos, até a próxima.

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