O amigo do meu namorado 2

Um conto erótico de lilbaby 🌙
Categoria: Heterossexual
Contém 1063 palavras
Data: 28/08/2025 20:34:56

Oie! Leiam o primeiro conto pra entender o contexto melhor.

Felipe se afastou de mim, ainda com aquele sorriso safado nos lábios.

Pegou a caipirinha que eu tinha preparado e foi até Gabriel, que estava totalmente concentrado na TV, comemorando cada lance do jogo do Flamengo.

Enquanto caminhava, pude ver cada detalhe do corpo dele: a calça ajustada denunciando o pau duro que ele segurava de leve, com intenção de me mostrar que estava excitado, que me queria, e que Gabriel, completamente alheio, não tinha a menor ideia do que se passava ali. Otário.

Meu corpo respondeu instantaneamente: o quadril queimando, os seios marcando, a bucetinha latejando durante todo os pouco mais de 90 minutos.

O jogo acabou.

Gabriel estava completamente bêbado, rindo alto, tropeçando nos próprios pés, e em pouco tempo estava caído no sofá, dormindo pesado, a cabeça tombada para o lado.

Olhei para Felipe, nervosa:

— Desculpa… — murmurei, sentindo meu corpo tremer só de olhar para ele.

Ele riu baixo, malicioso, como se tivesse se divertido com toda a situação:

— Relaxa, Lua… eu tava aqui mais pela sua companhia mesmo.

Sem esforço, Felipe se inclinou, passou os braços ao redor de Gabriel e o levantou do sofá, carregando-o como se fosse leve como uma pena.

Subiu as escadas com facilidade, levando meu namorado para o segundo andar, em nossa cama.

A porta se fechou com um estalo atrás dele, me deixando ansiosa sozinha na sala, completamente entregue ao calor que ainda corria pelo meu corpo.

Felipe voltou para mim. Parou no fim da escada, respirando fundo, o corpo ainda carregado de tensão, e me lançou aquele olhar de puro desejo.

— Agora… — sussurrou, rouco, provocador — Enfim sós, Lua.

Felipe desceu os últimos degraus devagar, os olhos fixos em mim. Eu, nervosa, me sentei no sofá tentando controlar a respiração, mas era inútil: cada movimento dele me incendiava.

Sem dizer nada, ele se ajoelhou diante de mim.

Com calma, pegou meus pés, tirando devagar meus chinelos, e começou a massagear.

Seus dedos firmes percorriam minha pele, pressionando de um jeito que arrancava arrepios que eu não queria deixar escapar.

Seus olhos não desgrudavam dos meus. Havia uma intensidade ali que me fazia tremer.

— Sabe, Lua… — disse baixo, a voz rouca e quente. — Eu não entendo como o Gabriel consegue te trocar por futebol. Você aqui, desse jeito… e ele gritando pra uma TV.

Meu coração disparou.

Senti minhas pernas ameaçarem fechar, mas ele segurou meu tornozelo com firmeza, massageando ainda mais devagar, quase como se me desafiasse a resistir.

— Felipe… — tentei murmurar, sem coragem de olhar direto pra ele. — Tá tudo bem, eu… eu não ligo.

Ele riu de leve, inclinando a cabeça, os dedos subindo pela curva delicada do meu tornozelo até o início da panturrilha.

— Relaxa, Lua… é só uma massagem. — Seu tom carregava malícia, um veneno doce que me arrepiava inteira. — Você merece ser cuidada… merece sentir alguém prestando atenção em cada detalhe do seu corpo.

Eu engoli seco, sem saber se tentava puxar a perna de volta ou simplesmente me entregar ao calor que crescia em ondas por todo o meu corpo.

Os dedos dele deslizavam cada vez mais lentos, subindo pela minha panturrilha, como se cada centímetro fosse motivo de contemplação.

A pressão firme misturada ao toque suave me fazia prender o ar sem perceber.

Felipe arqueou um sorriso malicioso, sem tirar os olhos de mim:

— Sabia que você tá ainda mais gostosa do que eu me lembrava, Lua? — a voz dele era baixa, arrastada, cada palavra calculada pra acabar comigo. — Sabia que vez ou outra eu me pegava lembrando de você?

Meu corpo inteiro reagiu àquela frase.

Mordi o lábio, tentando manter a postura, e soltei, quase nervosa:

— Para de ser mentiroso, Felipe. — Tentei puxar a perna de novo, mas ele segurou ainda mais firme, mais possessivo, com aquele olhar que queimava.

Se aproximou um pouco mais, o rosto na altura dos meus joelhos, a respiração quente roçando minha pele.

— Menti…? — provocou, apertando de leve minha panturrilha antes de subir a mão, lenta, pelo contorno da minha perna, já arrepiada. — Você nunca pensou em mim, Lua? Nem uma vezinha se quer?

Olhei para o lado, fugindo do olhar dele, tentando disfarçar a onda de calor que já me dominava.

Felipe soltou uma risada curta, irônica, canalha.

— Eu sabia. — murmurou, cheio de certeza.

A mão dele deslizou mais, ultrapassando a linha do meu joelho, até alcançar a parte interna da minha coxa.

O toque era quente, decidido, e meu corpo inteiro tremeu.

Ele ergueu os olhos para mim, um brilho perverso neles, enquanto os dedos se afastavam perigosamente da inocência da tal “massagem”.

— É aqui que você pensava em mim, né? — sussurrou, malicioso. — Esse calor todo que não era do Gabriel. Ele nunca ia conseguir dar conta do que você tem aqui.

Os dedos dele subiram, quentes, até roçarem bem no meio da minha coxa. Eu fechei os olhos por um segundo, tentando respirar, mas o corpo inteiro me entregava, pulsando de antecipação.

— Felipe… — murmurei, quase como um pedido, quase como um protesto.

Ele ignorou. A palma da mão dele deslizou ainda mais, até finalmente encostar sobre minha calcinha. Um toque firme, direto, pressionando bem no centro da minha bucetinha que já piscava melada.

Arfei, surpresa com a intensidade.

Tentei fechar as pernas, mas ele segurou, rindo baixo, colando o olhar no meu rosto.

— Olha só… — murmurou, arrastado, malicioso. — Essa rendinha mínima… preta, né? Vagabunda… me diz, Lua, você colocou essa calcinha pra mim?

Meu peito subiu e desceu, desesperado, e eu não consegui responder. Só virei o rosto, sem coragem de encará-lo.

Felipe gargalhou baixinho, aquele riso canalha que me desmontava.

— Colocou sim… eu sabia. — pressionou de novo, mais forte, os dedos massageando devagar sobre o tecido já encharcado. — Sempre soube que você ia ser minha putinha.

— Cala a boca… — tentei sussurrar, mas minha voz falhou, fraca.

Ele arqueou a sobrancelha, satisfeito, e num movimento rápido puxou a calcinha pro lado.

Antes que eu pudesse protestar, dois dedos grossos deslizaram fundo de uma vez, me abrindo, me preenchendo.

— Ahhhh… — um gemido escapou da minha garganta, alto demais, traiçoeiro.

Meu corpo inteiro se arqueou contra o sofá, tomado pelo choque do prazer imediato.

Felipe gemeu baixo, sentindo a entrada apertada e molhada engolir os dedos dele.

— Caralho, Lua… toda melada, pedindo pra mim… — rosnou, os olhos brilhando com luxúria. — Isso aqui nunca foi do Gabriel. Sempre foi meu.

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Comentários

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Tudo muito bem descrito. Excitante ler e imaginar a cena acontecendo.

Parabéns! Estou ansioso pela continuação.

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A autora sabe escrever,desde o início,já se evidencia que ela sabe contar uma história. Porém,o conto é repleto de clichês: marido distante,ingênuo,que não percebe o que acontece ao seu redor pq bebeu demais durante uma partida de futebol a ponto de dormir embriagado,amigo sedutor,por quem a esposa sempre teve uma queda....Não empolga.

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