Novamente, sou a Marcinha. Depois do divórcio, como disse nos dois últimos relatos (Mamei meu irmão e O jogo ficou empatado entre Carla e o Thor), ainda estou hospedada com o meu irmão gêmeo. O maninho ama a boemia e a esbórnia, embora seja um grande profissional. Ele mora em uma bela casa, em um ótimo município do litoral carioca. Faço questão de comentar o quanto sou grata: após a ruptura do meu matrimônio, eu estava completamente perdida e ele me ajudou muito.
Enfim, me envolvi com o Thor; nunca imaginei isso. Coitado do bichano... Eu desfilava pelada perto dele e ele fez o que o instinto de cão faz: me lambeu. Foi tão gostoso que gozei. Também chupei meu irmão duas vezes sem ele saber, já que ele só chega bêbado das resenhas. E ainda, de quebra, tive um affair com a Carla, uma mulher espetacular que tem mexido com a minha imaginação. Embora o destino não tenha facilitado e eu confesse que na primeira vez me faltou coragem, eu a quero. Não comentei nada com o meu brother e tenho me permitido ser feliz, porque a vida é uma só.
O momento chegou justamente com a ajuda do Marcelo; o filho da puta é amigo da Carla. Em plena sexta-feira pós-feriado, eu tinha certeza de que a casa seria só minha ao retornar do trabalho, porque ele sempre some. Mas tomei um susto: cheguei em casa e estava tudo aceso. O Thor não veio me receber no portão, pulando em mim como sempre faz. Entrei e rolava uma resenha: três taças na mesa, duas usadas e uma limpa. Assim que dei boa noite, o Marcelo encheu minha taça, entregou-a na minha mão, beijou minha testa e perguntou como foi o meu dia. Após a minha resposta, ele disse que ia dar uma volta com o pet; pegou o Thor, foi andar na rua e me pediu o favor de dar atenção à Carla, dizendo que em meia hora retornaria.
Assim que ele saiu, perguntei o que ela fazia ali, se tinha combinado com ele ou se tinha comentado algo. Comecei o interrogatório, mas a Carla pôs a taça na mesa, veio em minha direção calada e a resposta foi um longo e demorado beijo na boca, regado a muita mão boba. Obviamente, correspondi aos beijos e às carícias.
Já comentei, mas perdoem a repetição: a Carla sabe me deixar excitada. Não quero fazer comparações, mas meu ex-esposo só me penetrava, enquanto a Carla sabe me chupar, me tocar e, principalmente, me despertar desejos e tesão. Sinto aquela vontade de me entregar; o momento com ela é marcante e, ainda que rápido, era prazeroso.
Ela já estava altinha por causa do vinho — vai saber quanto eles beberam. Já sem a blusa e com a calça aberta, de forma rude e forte, ela me jogou no sofá e começou a puxar minha calça pelas pernas. Tentei explicar que estava vindo do trabalho, que precisava de um banho pois estava suada, mas os argumentos foram sem sucesso. Continuei sendo "abusada" pela Carla sem acordo ou anistia; em segundos, eu já estava peladinha na sala.
Arreganhada no sofá, Carlinha estava me chupando de um jeito diferente de como foi na casa dela. O tesão que eu sentia me fez ignorar um eventual flagrante do Marcelo; eu queria curtir o momento. Gozei com a chupada da minha mulher ali mesmo, no sofá. Carla, empolgada, jogou um pouco de vinho na boca e nos beijamos trocando o líquido. O vinho caiu no meu peito, ela lambeu meus seios, tirou o restante da roupa e fomos nuas para o meu quarto, onde tive a oportunidade de chupar uma mulher pela primeira vez.
Como eu não tinha experiência, passei a fazer o que ela fez em mim; eu a imitei. Acredito que fui bem: ela gemia e eu usava a mão conforme assistia à manifestação do seu corpo. Eu a beijava e lambia, concentrando as carícias no clitóris, que é pequeno e lindo. A Carla parecia estar gozando muito, pois se contorcia na cama e gemia alto; tudo isso me animava a continuar. Ela puxava minha cabeça contra a sua genitália e rebolava o quadril na minha cara.
Na volta para a sala para pegar mais vinho, o Thor já tinha retornado e estava deitado no sofá. O Marcelo já tinha saído de novo — provavelmente ouviu os gemidos. Enquanto eu enchia as taças, o Thor ficou em pé atrás de mim e passou a lamber minha bunda. Fiquei empinadinha, debruçada na mesa. Que sensação maravilhosa! Quase não retorno para o quarto.
Como a Carla estava no banho, aproveitei para deixar o Thor abusar mais um pouco do meu corpo. A língua dele é áspera e, apesar de não haver sincronismo, era maravilhoso ser lambida por ele, principalmente quando eu ficava de quatro e a língua passava por tudo. Convidada para dividir o banho, tive que abandonar o Thor e, no box, curtir a mão da Carla passando sabonete em mim.
Perto das duas da manhã, Marcelo chegou bêbado e sujo. Dei um banho nele e coloquei o "bebezão" na cama. No outro dia, no café da manhã, ele confessou que a Carla tinha contado sobre o lance entre nós, e disse que torcia para dar certo. O meu mano só não sabe que eu sou amante do Thor, meu cachorro, que me faz gozar na madrugada.
Até a próxima.
