Eu sempre soube que trabalhar naquele grande escritório de advocacia abriria portas para mim. Mas nunca imaginei que uma delas me levaria tão longe. Desde o primeiro dia, eu percebi a imponência do advogado majoritário. Ele não era apenas mais velho: era experiente, seguro, com aquele jeito que exalava autoridade e domínio. Todos o respeitavam, e eu também… embora, no fundo, o meu respeito escondesse um desejo quase incontrolável.
As reuniões ao lado dele eram um teste para mim. O cheiro forte do perfume amadeirado, o terno impecável moldando os ombros largos, a voz firme que cortava o silêncio da sala… tudo nele me deixava molhada sem que ninguém percebesse. E ele sabia. Sabia como me deixar desconcertada. Olhava nos meus olhos mais do que o necessário, deixava a mão encostar de propósito quando me entregava documentos, falava no meu ouvido com aquela voz grave que fazia meu corpo inteiro arrepiar.
Naquela noite, depois de todos irem embora, ele me pediu para revisar com ele alguns contratos importantes. O escritório estava silencioso, apenas a luz fraca do abajur iluminava a sala dele. Eu entrei, e ele fechou a porta atrás de mim — um clique que soou como um aviso.
— Caroline… — ele disse meu nome devagar, saboreando cada sílaba. — Você sabe que não é só pelo seu trabalho que eu a mantenho aqui, não sabe?
Meu coração disparou. Eu tentei responder, mas as palavras se perderam. Ele se aproximou, me encurralando contra a mesa, o olhar penetrante cravado no meu.
— Você me provoca desde o primeiro dia. E hoje… eu não vou mais ignorar isso.
Antes que eu pudesse pensar, sua boca já estava na minha. Um beijo forte, intenso, que me deixou sem fôlego. Suas mãos firmes deslizaram pela minha cintura, me puxando contra seu corpo. Eu sentia a dureza da sua ereção pressionando minha barriga através do tecido da calça social.
— Tira essa saia — ele ordenou, a voz grave e firme.
Obedeci sem questionar. Desci lentamente o zíper, deixando a saia cair no chão. Ele puxou minha calcinha de renda preta, rasgando o tecido com brutalidade, como se o simples ato de me despir fosse uma conquista.
Ele me colocou sobre a mesa, afastando meus joelhos com força. O olhar dele passeava pelo meu corpo como se fosse dele, como se tivesse esperado por aquele momento todo esse tempo. Sem aviso, ele passou a língua na minha buceta molhada, me fazendo arfar alto.
— Já tão molhada… só de imaginar, não é? — ele provocou.
Eu gemia sem controle, agarrada à beira da mesa enquanto ele chupava, sugava e lambia cada pedaço de mim com maestria. O ritmo era firme, intenso, e quando ele enfiou dois dedos de uma vez dentro de mim, curvando para encontrar o ponto certo, eu quase gritei de prazer.
— Goza pra mim, estagiária. Quero sentir sua boca se perder no meu pau depois.
As palavras dele me fizeram gozar forte, com espasmos que sacudiam meu corpo. Ele lambeu tudo, me olhando nos olhos, até que eu tremia de prazer. Então se levantou, abriu o cinto devagar, e deixou o pau latejante escapar da calça. Era grosso, pesado, a glande já brilhando de tanto tesão.
Ele segurou meu cabelo e me obrigou a ajoelhar.
— Mostra que sabe obedecer, Caroline.
Enfiei a boca nele, sentindo cada centímetro preenchendo minha garganta. Ele gemia baixo, a mão segurando firme minha cabeça, controlando o ritmo. Eu engolia, babava, deixava a saliva escorrer pelo pau dele, olhando para cima com olhos submissos.
— Isso… olha pra mim. Você é minha agora.
Quando ele me puxou de volta pra cima, me virou de costas e me curvou sobre a mesa. A penetração foi brusca, profunda, me arrancando um gemido alto. Ele segurava minha cintura com força, batendo contra mim sem piedade, o som do choque dos nossos corpos ecoando pela sala silenciosa.
— Essa bocetinha apertada… é toda minha agora.
Os movimentos eram intensos, cada estocada mais forte que a outra, até que ele puxou meu cabelo para trás, me obrigando a olhar o reflexo no vidro escuro da janela.
— Olha pra você… sendo fodida pelo advogado majoritário que sempre sonhou em ter.
Aquela frase me fez perder o controle. Gozei de novo, apertando em volta dele, e senti quando ele explodiu dentro de mim, gozando fundo, segurando meu corpo colado ao dele até não sobrar nada.
Ficamos ali ofegantes, o silêncio só quebrado pelo som da nossa respiração pesada. Ele mordeu meu pescoço, sussurrando:
— Você não é só uma estagiária qualquer… agora é minha.
Eu sabia que aquela noite era só o começo.
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