O Começo da Queda: Quando o Espelho Mente e o Olhar das Outras Revela
Meu nome é Robson, e eu nunca imaginei que, aos 38 anos, voltando à faculdade para estudar engenharia de produção, minha vida viraria de cabeça para baixo. Casado há dezoito anos com Carla, pai de dois filhos – um menino de 14 e uma menina de 12 –, eu levava uma rotina previsível: trabalho, casa, contas a pagar. A calvície começou a aparecer por volta dos 30, e agora, com fios brancos salpicando a barba, especialmente no queixo, eu me via no espelho como um homem envelhecendo rápido. Carla, que antes era minha parceira de risadas e noites quentes, tinha se tornado assexuada, relaxada com o corpo – dobras saltando nas laterais, uma preguiça que a deixava menos atraente a cada dia. Pior: ela me expunha na família. "Vocês viram que o Robson tá ficando careca? Tá virando um velho grisalho e feio!", dizia nas reuniões com parentes, e todos riam. Eu reclamava no reservado com ela: "Para com isso, amor, isso é chato pra caralho." Mas ela retrucava: "Aceita, amor, você tá ficando velho mesmo. Não tá?"
Aceitei, ou pelo menos tentei. Mas na faculdade, as coisas eram diferentes. As meninas, entre 20 e 25 anos, viviam me elogiando. "Tirou a barba? Aaah, deixa a barba crescer, Robson, fica muito melhor!", diziam quando eu raspava tudo. Meu corpo ajudava: magro, mas com braços fortes de quem sempre foi ativo, sem barriga de chope, um metabolismo que me mantinha em forma sem academia. Elas me convidavam para sair nas sextas, quando se produziam para matar aula e ir a barzinhos, baladas. As meninas ficavam apetitosas! Eu recusava no início, pensando nos filhos já grandinhos, na família. Mas Carla me recebia em casa sempre com veneno, rindo: "Vai tomar banho, velho fedido." Aquilo me irritava por dentro, um rancor que eu engolia, mas que fermentava. Comecei a perceber o contraste: em casa, eu era o velho careca; na faculdade, eu era um tiozão cobiçado – rústico, bem arrumado, cheiroso, com a barba grisalha que despertava olhares. Nada de rostinhos afeminados, tipo Justin Bieber ou Luan Santana, com seus jeitos afeminados que encantam menininhas. As mulheres de verdade, que sabem o que querem e se entregam ao desejo sem freios, caíam por um cara experiente, cuja presença firme prometia mais do que admirações adolescentes.
Aos poucos, cedi. Comecei a me arrumar melhor: camisa de botão, mangas compridas, nada social, um casual elegante, sapato em vez de tênis, barba na régua com degradê, assumindo os fios brancos; cabelo quase zero nas laterais, deixando os poucos fios de cima crescerem para disfarçar a careca, o que quadrava meu queixo e me dava um ar mais confiante. Quando contava minha idade, elas se espantavam: "Mentira que tem quase 40, Robson, você parece ter uns 30 no máximo!" Os convites viraram rotina. Comecei a matar aulas, ia aos barzinhos, curtia um chope sem exagerar. As indiretas vinham: "Me leva pra casa depois, tô sem condução." Eu evitava, disfarçava a ereção quando dançávamos colados, o cheiro de perfume jovem e suor misturado me deixando louco. Travado, pensava em Carla, no remorso que viria, mas os elogios me iludiam: mãos no meu peito, "Olha esse bração, Robson! Sua esposa deve passar muito bem!"
A Primeira Rachadura: O Beijo que Quebra o Voto e Acende o Fogo Proibido
A confiança crescia, e com ela, a tentação. Maria Eduarda, a Dudinha delícia, era uma das mais ousadas, 22 anos, corpo curvilíneo que se destacava nas roupas justas das sextas. Numa noite, no bar lotado, a banda tocando funk, ela se encostou em mim durante a dança. Vestidinho leve, senti minha ereção pulsar contra sua bunda, e num impulso, segurei seu braço mais forte. "Desculpa, Duda, eu não quis...", comecei, mas ela me calou com um beijo molhado, língua invadindo minha boca como se eu fosse o prêmio da noite. "Vamos foder no seu carro, Robson. Quero sentir esse pau experiente me arrombando." Ela riu, os olhos brilhando, e sussurrou: "Você é outra história, Robson, um cara de verdade, não aqueles moleques de rostinho liso." Aquilo acendeu algo em mim – o jeito que ela me via, um ogro bruto e cheiroso, fazia uma tarada como Duda se derreter.
Meu coração disparou, um misto de pânico e desejo cru. Levemente dopado pelo álcool e altamente pela excitação, não pensei duas vezes. Levei-a para o estacionamento escuro, o carro balançando com nossos movimentos desajeitados. Ela puxou minha calça para baixo, e eu enfiei a mão por baixo da saia dela, sentindo a buceta molhada, quente, pulsando. "Chupa minha rola, Duda", murmurei, misturando o cotidiano do "por favor" com o vulgar que saía sem filtro. Ela obedeceu, boca gulosa engolindo tudo, babando, gemendo como se fosse o melhor pau da vida dela. Eu a virei de costas no banco de trás, fodi sua buceta apertada, o som de pele batendo ecoando, o cheiro de sexo e perfume barato preenchendo o ar. "Goza na minha boca, tiozão, não quero engravidar", pediu ela, e eu atendi, jorrando na sua garganta enquanto ela engolia tudo, lambendo os lábios com um sorriso safado.
No caminho para deixá-la em casa, o arrependimento veio como um soco: antes de gozar, a gente não tem pudor, não tem medos e nem nojo. Depois que o pau está mole, a ficha cai. "O que eu fiz? Meus filhos, Carla..." Mas ao chegar, ela me recebeu com o de sempre: "Que cara de acabado. Vai pro banho, velhão." Sendo recebido assim, o remorso até evaporou. Tomei banho, deitei, e pela primeira vez em anos, dormi sem culpa, só com o gosto residual de Duda na mente, reforçado pela certeza de que eu era o cara que as taradas desejavam, enquanto Carla colhia o que plantava com seu veneno.
A Escalada do Vício: Quando o Bullying em Casa Alimenta a Fome nas Ruas
O tempo passou, e eu descobri um mundo novo. Homens calvos e grisalhos como eu tinham um público fiel entre as novinhas – não os morenos tatuados com cara de bandido, que atraem as meninas das redes sociais. Eu era um ogro bruto, bem arrumado, com a barba grisalha que roçava a pele delas e uma presença que dispensava rebeldia barata. Mulheres taradas, movidas por desejo puro e sem amarras, se rendiam a um cara experiente como eu. Minha fama se espalhava: "O Robson é o tiozão que sabe meter direito."
Quase toda sexta, eu comia uma diferente: no carro, no motel barato, no estacionamento sombrio. Elas não queriam romance; sabiam separar prazer de sentimento. Sabiam que a diferença de idade era barreira para namoro, mas afrodisíaco para sexo. Por dentro, o conflito roía. Eu amava minha família de verdade, via os filhos crescendo, mas Carla me repelia como lixo: "Tá ficando careca mesmo, hein? Aceita que dói menos." Eu nunca critiquei o corpo dela, as dobras, o desleixo, mas ela me humilhava. Isso justificava? Claro que não, mas aliviava a culpa quando eu cedia de novo, pensando no quanto ela merecia um troco por todo o bullying que cuspia, transformando a traição em algo que parecia justo – um chifre que equilibrava as coisas.
Uma das fodas mais marcantes foi com Letícia, 21 anos, uma loirinha magra que vivia me provocando nas aulas. Numa sexta chuvosa, fomos a um motel após o bar. Ela era viciada em anal: "Sem cu, o sexo é incompleto, Robson. Me fode o cuzinho como se eu fosse sua putinha." Hesitei, o pau latejando, o risco emocional me paralisava – e se doesse? E se ela se arrependesse? Mas ela me olhou e disse: "Você é o cara, Robson, o tiozão safado que me faz tremer." O desejo venceu. Untei com saliva e lubrificante improvisado, entrei devagar, sentindo o aperto quente, o cheiro de suor e excitação misturado ao aroma de chuva lá fora. Ela gemia alto, "Mais forte, seu velho safado, arromba meu cu!", e eu metia, alternando com a buceta, provando o sabor proibido dela na minha boca. Gozei no cu dela, o corpo tremendo de ambivalência: prazer puro, mas um vazio depois, pensando em Carla dormindo em casa. Deixei Letícia no dormitório, e o arrependimento veio, mas evaporou quando cheguei e ouvi: "Você bebeu? Tá pensando que é garotinho? Vai se lavar, careca."
O Abismo da Dependência: Gestos Ambíguos que Selam o Destino e o Remorso Eterno
As amizades na faculdade se entrelaçavam com o sexo; nada estragava as amizades. Elas passavam as mãos na minha barba grisalha durante as aulas, elogiavam o peito firme, e eu me sentia vivo. Mas o conflito psicológico crescia: impulsos reincidentes contra arrependimentos profundos. Eu viajava para casa prometendo a mim mesmo: "É a última vez", mas, na sexta seguinte, caía na tentação de novo, reforçado pela certeza de que eu era o cara que as taradas queriam.
Outra foda inesquecível foi com Ana Clara, 24 anos, a mais madura do grupo, que adorava engolir porra. Num estacionamento após uma balada, ela me puxou para o carro: "Quero beber você todinho, Robson. Me dá uma leitada. Tô necessitada." Começamos com sedução lenta: beijos no pescoço, mãos explorando, o toque tátil da pele macia contra minha barba áspera. Ela chupou meu pau com fome, língua rodando na cabeça, babando, misturando inocentes "Você é tão gostoso" com "Engole minha rola, sua vadia". "Você é diferente, Robson", disse ela entre os gemidos, "essa barba que me deixa louca." Fodi sua boca como se fosse buceta, depois a virei, metendo na xota molhada, o sabor salgado dela nos meus dedos. "Goza na minha boca, tiozão tarado", implorou, e eu jorrei, vendo-a engolir cada gota, lambendo os lábios com um olhar de vitória. O clímax foi intenso, mas depois, dirigindo para casa, o remorso me consumiu: "Estou destruindo tudo." Carla me recebeu com piada: "O velho tá grisalho até no saco, né?" E o ciclo recomeçava, com uma pontada de satisfação interna – ela merecia esses chifres, por me tratar como lixo enquanto eu redescobria o prazer.
A terceira e mais impactante foi com Sofia, 20 aninhos, a mais inocente no olhar, feroz no desejo. Numa noite de motel luxuoso – eu já gastava mais, iludido pela confiança –, ela confessou: "Sempre quis um homem como você, experiente, que me faça sentir suja e amada ao mesmo tempo. Você é um desafio, Robson, bruto e cheiroso, que me deixa toda encharcada." A hesitação veio forte: eu a beijei devagar, sentindo o aroma floral do perfume dela, as texturas suaves das curvas contra meu corpo magro. "Me fode devagar, Robson, mas depois me arromba como uma puta", pediu. Comecei suave, lambendo a buceta rosada, provando o sabor doce e proibido, depois meti com força, alternando ritmos, o suor escorrendo, os gemidos ecoando. Ela quis tudo: boca, buceta, cu. "Goza dentro do meu cuzinho, seu velho safado, me enche de porra. Nenhum novinho fode assim." Fiz, o prazer misturado a um pânico emocional – e se engravidasse? E se contasse? O pós-gozo foi o pior: arrependimento profundo, lágrimas nos olhos no carro, pensando nos filhos rindo em casa. Mas Carla, ao me ver: "Tá careca e cansado, vai dormir."
O Ciclo Sem Fim: Transgressão que Cura e Destrói, Desejo que Consome e Regenera
Hoje, continuo assim: o tiozão que fode gostoso na faculdade, bullying em casa. Os riscos emocionais me perseguem – medo de ser pego, culpa pelos filhos –, os impulsos voltam. As novinhas me veem como um cara bruto, bem arrumado, cheiroso, que nenhuma tarada resiste. Eu me perco na depravação: atos sutis como um toque na aula viram noites de sexo cru, sentimentos contraditórios de amor pela família e ódio pelo veneno de Carla. Nada é fácil; cada foda é uma jornada interna, hesitação antes, ambivalência depois. Mas, no fim, o desejo vence, e o ciclo recomeça. Sou Robson, o homem que aceitou ser velho, descobriu ser desejado – e isso me destrói tanto quanto me salva, enquanto Carla, com seu descaso, colhe os chifres que plantou.