Carla insistiu em me ver e eu estava muito a fim também. No primeiro momento, eu havia recusado por falta de coragem, mas a boca dela no meu seio foi marcante; não esquecia a cena. No horário combinado, repeti a roupa e fui até a casa dela novamente. Na entrada, fui recebida com um beijo gostoso — sabe aquele beijo que arrepia até a alma? Pois bem, exatamente isso. No meu ouvido, enquanto me abraçava, ouvi a frase:
— Hoje você não escapa.
Respondi com um sorriso largo que nem queria escapar, e mostrei as algemas na minha bolsa. A ideia era ela me algemar e abusar do meu corpo; eu só pensava nisso. Carla deu um sorriso maravilhoso, pegou a garrafa de vinho da minha mão e me conduziu. Conforme íamos do portão para dentro de casa, ela me fez imaginar que eu era a presa sendo levada para o abate.
Liguei para o Marcelo e disse que tinha chegado bem. Já na sala, servida pelo vinho que levei, trocamos mais beijos. Havia uma tábua de frios bem decorada na mesa para degustar e uma música ambiente. A Carla reparou no meu vestido e disse que jamais o esqueceria, já que eu estava muito linda nele. Agradeci e brinquei dizendo que, depois do comentário, não teria coragem de tirá-lo, pois nua eu poderia ser uma decepção. Minha gata aproveitou a deixa e concordou, dizendo que não precisava tirar mesmo. Colocou a taça na mesa e agachou na minha frente, levantando o vestido e colocando a minha calcinha para o lado. Dei a minha taça para ela, que entornou um pouco do vinho na minha bucetinha depilada e caiu de boca.
Caralho, que chupada divina! Por que os homens não se dedicam a chupar mais as nossas bucetas? Meu ex-esposo só ia se eu implorasse... Mas voltando ao foco: ela chupava meu clitóris como nunca haviam chupado, com o dedinho na minha bucetinha estimulando meu ponto G. Eu me contorcia no sofá, apertando meus seios. Gozei a primeira vez só com aquela chupada. Ela manteve a lambida, não cansava; gozei a segunda, até que a Carla recebeu uma ligação e precisou voltar ao trabalho com urgência.
Aproveitei para dizer que, dessa vez, a culpada não era eu. Deixei a algema sobre a mesa e disse que ela precisaria buscar depois, já que era do meu irmão. No percurso até o portão, levantei o vestido, deixando a bunda à mostra — com certeza ela viu pela câmera. Voltei para casa feliz e, ao mesmo tempo, frustrada. E quem me recepciona em casa?
Sim, ele: o Thor.
Quando me viu, fez uma festa, pulava em mim e quase me derrubou. Entrei em casa com ele fazendo festa entre as minhas pernas. Abri uma garrafa de vinho, servi uma taça e guardei o restante na geladeira. Tirei a calcinha, fiquei só de vestido e sentei na sala toda arreganhada. O pilantra veio. Bati a mão na minha ppk, que estava quente e muito excitada. O Thor entendeu perfeitamente a minha ordem e passou a lamber. A cada lambida, eu me contorcia e gemia baixinho.
Eu alisava a cabeça dele enquanto ele se concentrava na tarefa de me fazer gozar com sua língua áspera. Acredito que ele ouviu a aceleração do meu coração. A taça já tinha ido e o Thor continuava me lambendo. Fiquei de quatro, como na primeira vez (se você leu o conto onde falo da mamada que dei no meu irmão, entenderá), e ele mantinha o foco.
O fdp tentou subir em mim algumas vezes, mas não conseguia me penetrar e voltava a lamber. O celular tocou na bolsa; saí da posição e atendi. Era a Carla pedindo desculpas, dizendo que ia entrar em uma cirurgia e que pretendia terminar de onde parou. Eu, novamente arreganhada no sofá sendo lambida pelo Thor, respondi com a voz ofegante, dizendo que estava me masturbando — uma bela provocação, já que ela estava ocupada. Na verdade, foi o Thor que me fez gozar de novo.
Levantei com o fim da ligação e fui até a geladeira. O Thor enfiava o focinho debaixo do meu vestido; eu me senti uma cadela no cio. Ele lambia minha bunda e eu não queria sair daquela posição. Bebia o vinho em pé, debruçada na porta da geladeira aberta, e o danado me lambendo. Fiquei de quatro no chão da cozinha tentando ser penetrada, mas nada; ele até subiu em mim, mas não conseguiu encaixar. Tentei ajudar, mas o cão não tem o traquejo. O importante é que ele me poupou da masturbação na madrugada. Gozei duas vezes com ele, e o placar estava empatado: Carla 2 x 2 Thor no tabuleiro de me fazer gozar.
O viado do Marcelo, meu irmão, ficou me atazanando, chamando para ir onde ele estava — um lugar com música ao vivo a cerca de dez minutos da nossa casa. Preferi passear com o Thor; afinal, ele me levou ao céu e merecia a recompensa. Coloquei a coleira, mantive o vestido e, sem calcinha, fui andar na orla. O vento entrava por baixo do vestido, aquela brisa gelada nas minhas pernas, e o Thor provavelmente se sentindo "o macho" ao meu lado.
Já de volta a casa, Carla ligou novamente insistindo para me buscar, pois queria dormir comigo. Como já estava tarde, preferi marcar outro dia. Tomei banho e deitei nua na cama com o Thor, que dormiu nos meus pés.
Logo depois, o Thor levanta correndo, latindo e fazendo a festa de recepção: era meu irmão chegando. Ele tirou a roupa na sala, largou tudo pelo caminho e ouvi o barulho do chuveiro. Depois de meia hora, ele já estava largado na cama, pelado, na mesma posição da história que conto no outro título (Mamei o meu irmão). Me senti tentada novamente e, mais uma vez, o chupei. Piroca linda. Ainda vou conseguir que ele goze na minha cara!
Contarei para vocês. Beijos da Marcinha, de 1,50 m, gostosa e muito safada depois do divórcio.
